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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Sugestões para o fim-de-semana

 

(clicar na imagem)

 

A edição desta semana, do Fora de Casa, traz muita música, com os concertos de Rui Massena, Miguel Araújo e Lamb.

Se preferem teatro, podem sempre assistir a "O Guardião do Rio" ou "Porta Com Porta".

E, para aquecer este fim-de-semana, nada melhor que um "abraço" - é o Viseu Abraça!

Aproveitem ainda para celebrar o São Martinho, e deliciar-se com as castanhas, na feira da Castanha, no Marvão.

Também damos um saltinho aos Açores, para o festival " O Mundo Aqui".

Tudo isto e muito mais, a não perder!

À Conversa com Rosário B. Gonçalves

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Rosário B. Gonçalves, nascida e criada numa pequena aldeia de Monção, a norte de Portugal, é apaixonada pela escrita desde sempre.
Menina de campo que era, ia com o rebanho de ovelhas para o pasto e, debaixo do braço, levava o bloco de notas e uma caneta, para aí expor as suas histórias.
No entanto, só este ano tomou finalmente coragem e lançou o seu primeiro livro.
"Amor em Tempo de Férias" é a concretização de um sonho de adolescente.

 

 

Deixo-vos com a entrevista a Rosário B. Gonçalves, a quem desde já agradeço pela disponibilidade!

 

 

 

 

Quem é a Rosário B. Gonçalves?

A Rosário é uma rapariga que nasceu no seio de uma família grande, numa terra pequena do alto Minho. Cresceu num ambiente rural, rodeada de belas paisagens, animais e de uma família tradicional, com negócio próprio.

Desde pequena que ajudava no negócio de família e o tempo que lhe restava era dedicado a sonhar, a imaginar….tudo isto era transportado para o papel.

A Rosário é uma sonhadora e uma romântica.

 

 

Como é que surgiu a paixão pela escrita?

Desde pequenina que adorava escrever, adorava quando a professora dizia que tínhamos que realizar uma redação, pegava no lápis e dava asas à minha imaginação.

Com o passar do tempo comecei a ler a sinopse e o final dos romances, comprados pelas minhas irmãs mais velhas e comecei a inspirar-me. Peguei no papel e decidi passar à fase seguinte, escrever tudo o que me vinha à cabeça.

 

 

Quais são os autores nacionais/ internacionais que mais a inspiram?

Leio bastante, gosto de ler de tudo um pouco, aventura, romance, drama, mistério.

Embora estejamos a falar de temáticas diferentes e não esteja relacionado com a minha forma de escrever, eu gosto nomeadamente de Dan Brown, Nicholas Sparks e EL. James, Paulo Coelho está também entre as minhas escolhas.

Como referi anteriormente, lia também as sinopses e final dos mini romances, como Sabrina, Harlequin, Bianca, Barbara Cartland, entre outros.

 

 

 

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O que a levou a optar pelo género romance?

Li tantos livros de romance e vi tantos filmes românticos, que poderia ter sido um fator que desencadeou esta paixão pelo género romance. Para além disso, gosto de sonhar, de viver uma paixão platónica, gosto de imaginar que existe um amor ideal.

 

 

Em que momento é que decidiu que queria transformar as histórias do seu bloco de notas num livro?

Sempre foi um sonho tornar as minhas historias possíveis de serem conhecidas.

No entanto, decidi fazê-lo num momento em que me sentia mais desiludida com a vida.

Tenho várias histórias, escritas desde adolescente, guardadas no armário a ganhar “pó”, à espera de uma oportunidade para verem luz.

 

 

A Rosário já viveu um “Amor em Tempo de Férias”?

Até ao momento ainda não, fico-me apenas pela minha imaginação. Quem sabe um dia….

 

 

Se pudesse escolher um destino, onde gostaria de encontrar esse amor, qual seria?

Gostaria de encontrar esse amor num país tropical, onde predominassem as praias de águas cristalinas, areia fina e clara e com paisagens sem igual. Estas são para mim as características mais apelativas para viver um romance. Porque não o Brasil?

 

 

Relativamente à personagem Pedro Miguel (Adónis), considera que pode perfeitamente ser um homem real, ou é, talvez, demasiado perfeito para isso?

Na minha perspetiva creio que é demasiado perfeito, mas quando idealizamos algo vamos sempre ao encontro da perfeição. No entanto, acredito que existe em cada homem um pouco dessa mesma perfeição.

 

 

Na sua opinião, um amor verdadeiro pode vencer as barreiras (língua, distância, cultura, profissão e outras) que se interpõem entre duas pessoas, e resistir?

Não digo que seja fácil, no entanto, havendo força, coragem, disponibilidade e amor, qualquer barreira, no meu ponto de vista, se poderá ultrapassar.

Estou a falar teoricamente, porque na realidade poderá não ser bem assim.

A minha ilusão faz-me crer que sim, temos que pensar sempre numa perspetiva positiva e transportar esse positivismo para uma relação.

 

 

 

 

“Amor em tempo de Férias” foi lançado recentemente, em setembro deste ano. Que feedback tem recebido por parte dos leitores?

Tenho tido feedback bastante positivo, para ser o meu primeiro livro lançado. As pessoas estão curiosas por saber se existe alguma veracidade nesta história, para além de perspetivarem uma continuação deste romance.

 

 

Escrever novos romances faz parte dos seus planos? Poderá haver uma trilogia, estando as próximas histórias relacionadas com as amigas da Inês?

Escrever não faz apenas parte dos meus planos, mas da minha vida.

Escrever romances é uma escapatória para mim, é o meu ponto de encontro é o meu refúgio.

Embora este seja o meu primeiro livro publicado, escrevo desde cedo e tenciono continuar a fazê-lo. Neste momento, já estou a escrever um novo romance, foi-me surgindo e fui lhe dando vida, mas não está relacionado com o que publiquei.

Gostaria no futuro de fazer essa trilogia, no entanto, não basta querer e não me quero pressionar, quero que surja por si só e quando aconteça seja empolgante.

 

 

Muito obrigada, Rosário!

 

 

*Esta conversa teve o apoio da  Chiado Editora, que estabeleceu a ponte entre a autora e este cantinho.

 

 

Se não nos tratarmos bem, quem o fará?

Foto de Marta - O meu canto.

 

Muitas vezes me perguntam:
- "estás assim toda produzida para quem?"

E eu respondo:
- "para mim!"

 

Porque é que, sempre que nos arranjamos mais e nos pomos bonitas(os), tem que ser para os outros? 
Porque é que tem que ser sempre em função de algo ou alguém?
Se há alguém a quem temos que agradar, em primeiro lugar, é a nós mesmos!

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