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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

O dia em que quase fiquei fechada na rua!

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...e a minha filha trancada em casa!

 

Final do dia, saio do trabalho a pensar que não está a chover e, por isso, deixo o guarda-chuva por lá. Afinal, está uma chuva miudinha mas, convenço-me, não há-de ser nada.

Pelo caminho, a chuva aumenta de intensidade e começo a ficar toda molhada. Vou falando ao telemóvel com o meu irmão, até chegar à porta de casa. Ainda ao telemóvel, tiro a chave de casa da mala, e tento abrir a porta só com a mão disponível. Não consigo. Tento segurar o telemóvel no ombro, e dar um jeito com a outra mão. Não abre. A chave fica encalhada na porta, e já não roda, nem para a frente, nem para trás.

 

Bato à porta, porque a minha filha está em casa. Ela, bem ensinada a não abrir a porta a ninguém, liga para o meu telemóvel, a confirmar se sou eu. Peço ao meu irmão para esperar, enquanto atendo a chamada, e diz-me que tem a gata ao colo e não pode ir. Digo-lhe que tem que tirar a gata e ir lá, porque não consigo entrar. 

Enquanto espero, cerca de 2/3 minutos, até ela aparecer, continuo a conversa com o meu irmão. Entretanto, ela chega à porta, mas a chave do lado de dentro também não roda. Vou-lhe fazendo gestos do que deve fazer, mas nada. Não só não conseguimos abrir a porta, como ainda ficou trancada!

Acabo por pedir desculpa ao meu irmão, porque tenho mesmo que resolver o problema e desligar a chamada. Digo à minha filha para me ir abrir a outra porta, que dá para o corredor. O problema, é que essa porta nunca é usada, e a chave e fechadura estão perras, e ela não consegue abrir!

 

Numa última tentativa, digo à minha filha para voltar à porta inicial, e tirar a chave da porta, para ver se assim a minha, do lado de fora, já funciona. E pronto, finalmente a chave rodou, e destrancou a porta, podendo finalmente entrar em casa, totalmente molhada!

 

 

 

 

 

 

Reflexão do dia

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É incrível como, apesar da distância, não nos esquecemos de algumas pessoas, e de pequenos detalhes que poderiam ter ficado perdidos no tempo.

Passe o tempo que passar, continuamos a conhecer tudo sobre essa pessoa...

Por outro lado, são várias as vezes em que convivemos de perto com alguém, muitas até lado a lado, dia após dia, e não fazemos a mínima ideia de como está, de como se sente, do que lhe vai na alma...

E essa é a distância que mais corrói, a mais destruidora de todas...

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