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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Muito ou pouco, não importa. É meu!

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Relativamente à encomenda que tinha feito na Worten em Dezembro, acabei por cancelá-la e pedir o reembolso do valor pago - € 32,89.

Uns dias depois, vi que já tinham feito a transferência. Fiquei satisfeita e nem liguei mais até que, uns dias mais tarde,ao ver melhor, percebo que apenas tinha, transferido € 30,89.

Ligo para lá, e a mulher que me atende sugere que talvez seja dos portes. Mas quais portes, se eu não recebi nada? E, mesmo que fosse o caso, o valor seria maior. Conclusão a que chegou logo em seguida!

Tomou nota e encaminhou a situação para o departamento responsável. Uns dias mais tarde, ligaram-me a dizer que, de facto, tinha havido um lapso, e iriam proceder ao reembolso dos 2 euros em falta, que entretanto já recebi.

 

Por acaso, eram dois euros. Mas poderia ser mais.

E, muito ou pouco, não importa. O que interessa, é que esse dinheiro era meu e, se houve engano, que toda a gente pode errar (por acaso é sempre para o lado deles), só tem que ser corrigido.

Agora imaginem 2 euros por cada caso parecido, sem que as pessoas dêem conta, quanto não daria no final!

 

Sobre o programa Super Nanny

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Eu resumiria o programa numa simples frase: 

"Exploração de crianças que nunca deveriam ser expostas desta forma, consentida pelos pais que nunca deveriam submeter os seus filhos a este circo, para dar audiências à Sic, que deveria ter vergonha na cara, e ajudar estas famílias sem as colocar em frente às câmaras!"

 

No domingo, tinha a televisão na Sic e estava a dar o programa quando fui à sala. A minha filha quis ver, e acabei por ver um pouco também.

Não vi a parte das birras, mas contei à minha filha algumas das birras que ela própria fez, e tudo o que, com elas, veio em termos de acções condenáveis. Ela ficou admiradíssima por ter feito tudo isso, não se recordava já.

Perguntei-lhe como se sentiria se, no lugar daquelas crianças, fosse ela ali na televisão, a ser vista por toda a gente, a fazer as ditas birras. Respondeu-me que se sentiria mal e não ia gostar.

Está tudo dito. Quem realmente precisa de ajuda, procura-a, mas de forma particular. Não para ganhar dinheiro expondo-se a si, e aos seus filhos, para o mundo, no ecran.

Para isso, contratem atores para simular cenas reais, que o resultado é o mesmo.

As malas das mulheres e a segurança em Portugal

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O que tem uma coisa a ver com a outra? Já vão perceber!

 

Não há algo que se assemelhe mais a um armazém ou arrecadação atafulhados de tralhas, que as malas das mulheres. Para além de tudo o que colocamos lá dentro habitualmente, ainda há espaço para mais isto e aquilo. É os telemóveis da filha e do marido, é caixas de óculos, é a carteira do marido para não perder, e por aí fora.

Ora, como já aqui disse, no sábado fomos ver o espetáculo Soy Luna Live, na Altice Arena. Na minha mala, além das coisas do costume (que são muitas e já me fazem andar sempre à procura de uma, perdida no meio de todas), levava os bilhetes, a máquina fotográfica, e ainda dois bolos. De tão cheia que estava, até ia aberta.

 

Quando estávamos a entrar para a Altice Arena, tínhamos que passar pelos seguranças e polícia, encarregues de fazer a revista aos nossos pertences.

Mostrei a minha mala à mulher. Ela, limitou-se a desviar as embalagens dos bolos, espreitar lá para dentro e mandar seguir.

E eu fiquei parva com esta forma de actuar. É certo que eu não iria achar piada nenhuma se, ali no meio da rua, me tivesse esvaziado a mala e espalhado tudo, para depois eu ter que voltar a arrumar. A mulher, provavelmente, pensou que, com tanta gente ainda por entrar, não haveria tempo para esvaziar todas as malas e verificar ao pormenor.

Mas, desta forma, fica explicado porque é que muitos acidentes e incidentes acontecem em eventos, apesar de toda a segurança.

Se eu levasse alguma coisa imprópria que fosse: uma arma de fogo, uma faca, um detonador de bomba, ou outra coisa qualquer, no fundo da mala, tinha entrado à vontade, sem que o descobrissem. 

 

Será por terem achado que uma mulher, acompanhada pela filha e pelo marido, seria inofensiva? Ou por pensarem que, num concerto infantil, ninguém iria fazer nada? Será que estavam ali apenas a cumprir horário e receber essas horas de trabalho, ou à procura de pessoas suspeitas, entendendo-se por suspeito alguém com características pré definidas? De determinada raça, de determinada religião, com determinado aspecto ou aparência?

É que, a assim ser, podem estar a cometer o seu maior erro porque, cada vez mais, e tendo em conta os critérios utilizados, o perigo virá sempre de onde e de quem menos se espera, como por exemplo uma mãe acompanhada da sua prole, uma família normal, ou outras pessoas que não valerá a pena revistar ao pormenor, porque não representam, à partida, qualquer ameaça.

 

Espero que esta tenha sido uma situação isolada, e que não represente a forma como é feita a segurança em Portugal! 

A dúvida corrói mais que uma verdade dolorosa

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A dúvida, a incerteza e o desconhecimento, corroem mais que uma verdade dolorosa.

Com a verdade, é como se levássemos com uma onda que nos atira ao chão e nos encharca mas, depois, volta ao mar, e nós levantamo-nos e recuperamos.

Com a dúvida e a incerteza, a nossa mente perde o rumo, ficamos sem reacção, e deixamo-nos enrolar pela onda, que tanto nos pode trazer de volta, como levar-nos de vez mar dentro.

Com a verdade, sabemos com o que contamos, e quando chega a altura de seguir o caminho apoiados somente nos nossos pés.  

Com o desconhecimento, não recebemos aviso prévio, e foge-nos o chão por debaixo dos pés, sem perceber muito bem como nos erguer de novo, e onde nos apoiar.

Com a verdade, sabemos que nos podemos atirar, que vão lá estar para nos segurar, ou que não o podemos fazer, porque nos vamos, com toda a certeza, magoar.

Com uma crescente confiança, acreditamos que aqueles braços irão segurar-nos para sempre, tal como os nossos o fazem.

De repente, quando pensamos que estamos seguros, e que o perigo já passou eis que, simplesmente, nos atiram ao chão, como se atira para o lixo algo que se usou quando era mais conveniente, mas já não faz falta, ou já não serve mais. Só não sabemos o porquê...

 

E a dúvida, a incerteza e o desconhecimento, perseguir-nos-ão sempre, não deixando a ferida cicatrizar como gostaríamos, achando que haverá, quem sabe, alguma explicação lógica que não estamos a conseguir ver no momento.

A dúvida, coloca a nossa vida em "banho-maria", enquanto que a verdade, por mais dolorosa que seja, nos leva a seguir com a nossa vida...Ainda que o golpe seja mais fundo, e continue a deixar a sua marca... 

 

Soy Luna Live em Portugal

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Não sou adolescente mas sigo a série, e estava ansiosa pelo concerto, que foi espetacular!

Destaco o facto de todos os artistas terem tentado ao máximo falar em português, e interagir com o público, sempre muito simpáticos com quem ali estava para os ver.

E destaco igualmente as mensagens que tentaram transmitir ao longo de todo o espectáculo, acerca dos nossos sonhos, de como devemos lutar por eles, não deixando que ninguém os menospreze ou nos leve a desistir deles.

 

 

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Não estava cheia a Altice Arena, mas o ambiente foi incrível. 

O espetáculo começou com bailarinos patinadores que nos surpreenderam, porque estávamos à espera que fossem os protagonistas a entrar. Mas eles acabaram por vir em seguida.

Em palco estiveram Karol Sevilla, Rugero Pasquarelli, Michael Ronda, Valentina Zenere, Ana Jara, Malena Ratner, Jorge López, Chiara Parravicini e Gastón Vietto, tendo ficado de fora desta tour pela Europa os restantes protagonistas.

No início, fiquei um pouco desapontada, porque pensei que eles iriam patinar em palco, o que não aconteceu logo, tendo optado pelo canto e dança. Mas os patins, que diferenciam a série e eram indispensáveis, acabaram por chegar, nos pés da Luna e dos seus colegas, para dar mais ritmo ao espectáculo.

 

 

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Malena Ratner e Valentina Zenere

 

 

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Karol Sevilla, a cantar La Vida Es Un Sueño

 

 

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A Roler Band - Michael, Gastón e Rugero, em substituição de Lionel Ferro.

 

 

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Um dos momentos românticos entre Matteo e Luna

 

 

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Os amigos - Luna e Simon, em dueto

 

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Os rapazes, a mostrar os seus dotes

 

 

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Esta é uma das músicas que mais gosto - Catch Me If You Can

 

 

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O quase beijo, entre os protagonistas!

 

 

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O final, em apoteose!

 

 

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 A nossa cara de felicidade, por este momento espetacular e único!

 

Valeu a pena, e estávamos mesmo quase em frente ao palco, pelo que foi uma experiência que não nos importávamos nada de repetir.

Mas, como diz a minha filha, já não seria a mesma coisa!

 

 

 

 

 

 

 

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