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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

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À Conversa com os Namorados da Cidade

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 "Um Dia", o Miguel, o João, o Diogo, o Manuel e o Jon Jon, que costumavam cantar versões rock de temas portugueses, das décadas de 60, 70 e 80, fizeram-se ao "Caminho", percorreram a "Rua do Tempo", e vieram até 2018, lançar o primeiro álbum da banda, que entretanto formaram, Namorados da Cidade.


Foi no Templários Bar, no meio do "Silêncio e Tanta Gente", que começaram a surgir as primeiras apresentações de novos temas, com riffs de guitarra e sons de teclados arrojados e coros bem presentes, que passaram a caracterizar a sonoridade da banda, como se um "Anjo" tivesse pintado, naquele momento, a sua "Alma no Quadro".


Este projeto dos "Namorados" editou, no passado dia 16, o álbum de estreia homónimo, que é composto por 13 temas, 3 dos quais são novas versões de canções vencedoras de Festivais da Canção, sendo os restantes, maioritariamente, da autoria do João e do Miguel, havendo ainda 2 temas com a assinatura da atriz Maria João Abreu.

"Lá Fora", foram ainda convidar Simone de Oliveira para esta "Desfolhada Portuguesa" de canções, todas elas na língua de Camões.


Da ideia inicial à concretização do sonho, não tiveram que chorar "Lágrimas de Sal" uma vez que, como os próprios afirmam, foi um processo de produção relativamente rápido sem, contudo, terem tido necessidade de parar e pensar - ainda "Respiro"?
O "Uivo do Feiticeiro" está dado, e os Namorados da Cidade esperam que o público português adira a esta "Festa da Vida"!


Fiquem a conhecê-los melhor nesta entrevista:

 

 

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Quem são os Namorados da Cidade?

Uma banda rock, que tem uma sonoridade com bastantes influências do rock dos anos 80 e que começou como banda de covers, a recriar temas do Festival da Canção das décadas de 60, 70 e 80.

 

 

Namorados da Cidade - porquê a escolha deste nome para a banda?

Os nossos temas têm quase todos eles uma vertente de escrita muito inclinada para o amor, e de certa forma a nossa inspiração acontece muito com o que nos rodeia. A cidade traz-nos essa inspiração.

 

 

Como é que surgiu a vossa paixão pela música?

Cada um de nós tem ligações diferentes à música, mas esta formação tem como ponto comum uma banda de covers (os RADIOFIVE) onde nos conhecemos e começámos a trabalhar para este projecto.

 

 

O vosso projeto começou por ser uma banda de covers de temas de rock portugueses. Quando é que decidiram aventurar-se na criação de temas originais?

Quando percebemos que nas versões que fazíamos havia uma sonoridade muito própria, e que essa sonoridade poderia ser direcionada para uma composição de temas originais.

 

 

 

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“Namorados da Cidade” é o álbum de estreia homónimo, lançado em formato digital a 16 de fevereiro, que conta com 13 temas. Como foi todo o processo de produção?

Muito rápido. Em Dezembro de 2016 decidimos avançar com uma campanha de crowdfunding, que conseguiu reunir o apoio de muitos amigos e permitir a gravação deste disco. Com esse objectivo e considerando que tínhamos já alguns dos originais compostos, iniciámos o trabalho de estúdio. Todo o processo foi muito rápido. Neste momento temos já o CD à venda na FNAC e esperamos que alguns dos temas possam vir a passar em algumas rádios quer locais, quer nacionais.

 

 

Do que nos falam as vossas músicas?

Não temos propriamente um tema comum neste disco. Este CD tem uma série de temas que falam de amor, da vida quotidiana e de algumas memórias.

Além das letras escritas pelo João Soares e pelo Miguel, há mais um tema escrito pelo Diogo, dois pela Maria João Abreu e um poema muito bonito (Uivo do Feiticeiro) escrito por uma grande amiga nossa, a Gigi Manzarra.

 

 

Maria João Abreu, João Oliveira e Simone de Oliveira participam em alguns dos temas que compõem o álbum. Como surgiram essas colaborações?

A Maria João Abreu acompanha-nos desde o primeiro dia deste projecto. Foi uma das principais pessoas a lançar o desafio do projecto de covers de temas portugueses dos anos 60 e 70. A Simone surge na altura em que decidimos que gostaríamos de colocar neste disco alguns covers e que um deles seria a Desfolhada Portuguesa. Lançámos o convite e ela prontamente aceitou, o que nos deixou bastante felizes e eternamente agradecidos pela sua generosidade. O João Oliveira, além de um excelente músico, é o proprietário de um dos melhores bares de música ao vivo em Lisboa, o Templários Bar, e foi alguém que apoiou o projecto desde os seus primeiros passos, e que continua connosco nesta aventura. Fazia todo o sentido tê-lo no disco.

 

 

“Lá Fora” é o single de apresentação. O que esperam os Namorados da Cidade encontrar “lá fora” – fora do estúdio, fora da cidade, fora de Portugal?

O Lá Fora foi escrito pelo Miguel e fala sobre o nosso quotidiano, sobre amor e “desamor”, sobre memórias, saudades, e tudo o que se passa à nossa volta, sem que isso afecte a nossa forma de estar na vida.

Quando decidimos fazer este disco não foi a pensar em nada de concreto, mas tão simplesmente para deixar registo de um trabalho que não queríamos que se perdesse... Se ele chegar mais longe então melhor ainda, e ficaremos muito contentes, claro...

 

 

Que objetivos gostariam de ver concretizados, a nível musical, ao longo deste ano?

Para já temos o mês de Março carregado de showcases na FNAC. Em Maio temos um concerto em auditório, no Cinema São Jorge, e depois esperamos conseguir alguns palcos para que as pessoas possam ir conhecendo o nosso trabalho. Idealmente gostaríamos de ainda gravar um segundo álbum no final deste ano.

 

 

Muito obrigada!

 

 

Nota: Esta conversa teve o apoio da editora Farol Música, a qual cedeu também as imagens.

Fui fotografada pelo Google Maps!

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As coisas que a minha filha descobre!

No outro dia, andava a ver imagens no Google Maps e deparou-se com uma imagem minha, numa das minhas caminhadas casa-trabalho.

Sim, é verdade, fui apanhada pelo Google Maps!

 

É caso para pôr em prática aquele mandamento que diz "age sempre como se estivesses a ser observado"!

Agora imaginem o que não estarão todos os satélites que por aí andam, disfarçados, a fazer com as nossas vidas.

Até parece que vivemos num mundo que é, ele próprio, um BIG Big Brother.

 

Pelo sim, pelo não, o melhor é irem ver se também não foram apanhados pela câmara!

Será o plágio algo inevitável?

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A propósito das acusações de plágio que, volta e meia, surgem, pergunto-me:

Havendo cada vez mais artistas no mundo, e cada vez mais músicas, será que a criatividade e imaginação de cada autor/ compositor, é assim tão infinita e inesgotável, que consiga inovar a cada novo tema, ou será o "plágio", a determinada altura, algo inevitável, ainda que nem sempre de forma consciente ou propositadamente?

E quem diz na música, diz na escrita, ou em qualquer outro campo ou situação da vida.

 

Já me aconteceu, por exemplo, ter escrito uma frase e, um tempo depois, ver que tinha sido utilizada uma expressão idêntica à minha. No entanto, tenho a certeza que ninguém copiou ninguém, foi mesmo uma sintonia de pensamentos para o mesmo assunto, reflectida na escrita.

 

As coincidências existem! A inspiração também. 

No entanto, há situações em que as semelhanças são tão evidentes, que se torna difícil acreditar que não houve plágio intencional. 

Pode não se conseguir ter talento suficiente para criar algo totalmente novo, de raiz mas, com determinação e imaginação, há sempre forma de dar um toque pessoal que diferencie aquilo que fazemos, daquilo que outros fizeram.

 

Talvez não seja possível evitar, a determinada altura, o plágio mas, nesses casos, deve prevalecer a verdade, a honestidade, assumir os actos e proceder em conformidade, de preferência com autorização dos verdadeiros autores, ou com referência às fontes ou origens.

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