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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

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Contrastes

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Um teatro a fazer lembrar os aposentos de um palacete, daqueles antigos mas, depois, quando entramos na sala, uma sala perfeitamente normal, com cadeiras de plástico/ metal estrategicamente dispostas nos degraus, proporcionando um contacto directo com os actores, que estavam mesmo à nossa frente, sem qualquer palco. Uma sala onde se ouviam aplausos e falas de outras peças que estavam a decorrer nesse mesmo teatro, noutras salas.

 

 

Pessoas elegantemente vestidas, com os seus melhores sapatos, casacos de pele, e afins. Turistas dispostos a gastar o seu dinheiro num dos bairros mais emblemáticos e tradicionais de Lisboa. Um pouco mais à frente, os sem abrigo acomodavam-se por entre cartões e uma ou outra manta, para passarem a noite ali no chão, ao frio.

 

 

O mundo está cheio de contrastes...

Do cinema do fim de semana #1 - Baywatch

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Vi o filme Baywatch.

Gostei do filme, diferente do que estou habituada a ver ultimamente, mais leve, mais divertido.

Mas da série Baywatch tem muito pouco, ou mesmo nada. E esse foi um dos factos que me desiludiu.

 

O que gostei:

A exclusão, de um candidato a recruta, das provas de selecção, por ter gozado com outro candidato.

Algumas lições que o Mitch quis dar a Matt sobre trabalho de equipa, entreajuda, sobre não achar que se sabe tudo, e que se pode passar à frente de tudo, por conta de uma cunha e de um passado brilhante, antes da decadência. E sobre como,para se salvar alguém, não se deve colocar os outros em perigo.

 

O que não gostei:

De uma forma geral, terem utilizado pos nomes de personagens da série para dar às personagens do filme. Não havia necessidade, poderiam ter optado por novas personagens até porque, ao fim de tantos anos, seria normalíssimo que os nadadores salvadores e até o tenente Mitch tivesse deixado de trabalhar naquela praia.

 

Estou habituada a ver a Pryanka Chopra noutro registo, e não me convenceu muito como mulher fútil e criminosa.

 

O Zac Efron parece mais um bimbo caído ali de paraquedas, do que propriamente aquele tipo de nadador salvador atraente, charmoso e de fazer derreter corações, a que estava habituada na série.

 

A participação especial da Pamela Anderson e do David Hasselhoff, da forma como a inseriram no filme, era desnecessária e não acrescentou nada. Só serviu para ver como envelheceram.

 

Queria ter visto mais salvamentos e cenas relativas à vida na praia, ao verão, ao trabalho dos nadadores salvadores, ao romance e até, um maior tempo de antena à selecção dos novos recrutas.

 

A determinada altura, já estou como a personagem que interpreta o polícia: deixem o trabalho da polícia, para a polícia. É que, basicamente, parece que os nadadores salvadores trocaram o fato de banho, as torres de vigia, as boias e as técnicas de salvamento, para vestirem a pele de detectives, e se dedicarem ao serviço de investigação, espionagem. E, para isso, poderiam ter feito um filme qualquer, com quaisquer personagens.

 

Baywatch, o filme, decididamente, nada tem a ver com a série que quiseram homenagear e perpetuar.

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