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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

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À Conversa com Carolina Cardetas

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Carolina Cardetas ficou conhecida do grande público quando, aos 9 anos, participou no programa “Uma Canção Para Ti”, sendo finalista, tendo ainda participado no programa “A Tua Cara Não Me é Estranha Kids”.
A música é a sua paixão e, para além de estudar Jazz no Conservatório de Música de Coimbra integra, desde 2012, os concertos da Orquestra Smooth.

 

A preparar o seu primeiro álbum, que será editado ainda este ano, Carolina Cardetas apresentou, no dia 15 deste mês, o single “Amor de Verão” em formato digital.
O álbum, será um trabalho cujas raízes remontam ao estilo swing dos anos 20 e que é trazido para a atualidade através do uso de uma linguagem pop contemporânea.

 

A Carolina é a convidada de hoje, a quem desde já agradeço pela disponibilidade!

 

 

 

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Quem é a Carolina Cardetas?

Por onde começar? Há tanta coisa que posso dizer. Sou uma miúda que gosta muito de musica, desde muito pequena, gosto de estar com os meus amigos, sou um bocado teimosa, acho que sou divertida, gosto de dormir, prefiro o frio do que o calor, só gosto de manga se for verde…

 

 

Como é que a música surgiu na tua vida?

A música surgiu na minha vida muito graças ao meu pai, porque ele é musico e desde muito pequena que fui cantando, primeiro em casa e depois também para público, muito por influência dele.

 

 

Quais são as tuas principais referências a nível musical?

Esta é uma pergunta difícil.

Talvez a Camila, Ed Sheeran, Shawn… mas há imensos. 

 

 

Com apenas 9 anos, participaste nos programas “Uma Canção Para Ti” e “A Tua Cara Não Me É Estranha Kids”. Como foram essas experiências?

Adorei participar em ambos os programas porque tive conhecimento de como é o mundo do espectáculo e o mundo por detrás das câmaras e aprendi desde pequena a lidar com o facto de as pessoas me reconhecerem, ou com o facto de fazerem comentários negativos, mas faz tudo parte e gostei bastante de participar.

 

 

Nessa altura, costumavas cantar com o teu pai em bailes e festas de casamento. Ainda o acompanhas?

Acho que hoje em dia é mais ele que me acompanha a mim, acompanhamo-nos um ao outro, digamos assim.

 

 

Desde há alguns anos, tens sido convidada para integrar os concertos da Orquestra Smooth. Há algum momento em especial que te recordes e que te tenha marcado em particular?

Uma das coisas que marcou foi ter a possibilidade de tocar no salão Preto E Prata do Casino do Estoril, não só pela beleza do espaço, mas também pelas condições e por tudo o que o este representa. 

 

 

 

 

“Amor de Verão” é o teu single de apresentação. Quais são os teus “amores de verão”?

Os meus amores de verão… bem, a praia, piscina, festas de verão, a fruta, porque eu adoro frutas de verão, o facto de estar de férias e a minha irmã, porque como passamos o verão todo juntas é quando estamos mais próximas.

 

 

Como defines o teu estilo musical?

Este estilo musical é eletro-swing, que é uma junção do swing dos anos 20 com pop contemporâneo.

 

 

Estás neste momento a trabalhar no teu primeiro álbum. Já tens alguma data prevista para a edição do mesmo?

Ainda não há data prevista, não. Mas talvez lá para setembro/outubro, se tudo correr bem.

 

 

Se pudesses fazê-lo, que artista/banda escolherias para partilhar uma música, ou até o palco, contigo?

Tenho muita dificuldade em responder a estas perguntas porque há tantas pessoas com quem eu adorava partilhar o palco ou de ter uma musica com, de várias gerações ou estilos musicais. Mas vou dizer talvez o Ed Sheeran.

 

 

Que objetivos gostarias de ver concretizados, no futuro, a nível musical?

Gostava de poder pisar palcos em todo o país, e adorava fazer festivais, mas claro que o sonho era mesmo pisar palcos do mundo.

 

 

De que forma é que o público te poderá acompanhar e ouvir-te?

Para o público me acompanhar e me ouvir basta seguir-me nas minhas redes sociais, facebook, twitter e Instagram, onde vou pondo novidades e podem estar a par do que se vai passando! 

 

 

Muito obrigada, Carolina!

 

 

Nota: Esta conversa teve o apoio da editora Farol Música, a qual cedeu também as imagens e o vídeo.

 

Uma Mãe Perfeita, de Aimee Molloy

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Não existem mães perfeitas. É um mito.

Mas isso não significa que sejam más mães.

A maternidade mexe com cada mãe de uma forma diferente. Umas de forma mais suave, sem grandes complicações. Outras de forma intensa, e com consequências mais graves, dependendo da forma como esse estado as afecta psicologicamente, para além de toda a pressão existente ao seu redor.

A pressão para se ser mãe exemplar, para não falhar, para ser um exemplo, para não desapontar, para ser capaz de dar conta do recado como se fosse tudo muito simples, para se ser, ao mesmo tempo, mãe, mulher e trabalhadora, para estar sempre apresentável e impecável, e por aí fora.

Ser mãe pode ser simples, mas também pode ser difícil. E não é vergonha pedir ajuda, seja ela do pai, dos avós, de familiares, ou optar por amas ou creches a partir do momento em que termina a licença de maternidade.

 

 

Há quem dê tudo para ser mãe. Há quem o seja de forma inesperada, mas dê o melhor de si. Há quem tenha mais dificuldades em aceitar essa nova etapa da vida.

Há quem queira muito ser mãe, e lhe seja negado esse privilégio. E há quem o tenha, e faça tudo para dar cabo dele.


Este thriller mostra um pouco de tudo isto.

E somos, de tal forma, enredados pela narrativa, que a autora nos direcciona num sentido, numa espécie de ilusão de ótica quando, desde o início, esse sentido estava errado, e o acertado estava mesmo ali ao lado!

Nem tudo é o que parece, e nem sempre as mães que aparentam lidar com a maternidade na perfeição, são as mais inofensivas. Da mesma forma, nem sempre aquelas mães, e pais, com segredos escondidos e pedras no sapato são culpadas.

 

 

"Uma Mãe Perfeita" mostra como é fácil condenar os comportamentos de uma mãe em praça pública, quando é óbvio que uma mulher, por ser mãe, não deixa de ser mulher e de ter direitos. A maternidade é um estado a ser vivido por cada mãe, e não pelo que dita a sociedade em que está inserida.

 

 

Sinopse:

"Quatro amigas encontram-se num jardim em Brooklyn, Nova Iorque. São mães há pouco tempo e debatem-se com as exigências das suas novas vidas. Colette é escritora e sonha em dedicar mais tempo à família. Nell é especialista em cibersegurança e quer fugir a um passado sombrio. Francie pretende ser mãe a tempo inteiro e, assim, expiar segredos antigos. E Winnie, atriz famosa…

Winnie quer apenas o filho de volta.

É que alguém aproveitou a única noite em que as amigas saíram sem as crianças para raptar o pequeno Midas. E agora que a investigação policial parece ter chegado a um impasse, Nell, Colette e Francie unem-se, determinadas a encontrá-lo… mesmo que tenham de agir a coberto das sombras. 

Colette está a escrever um livro que lhe dá acesso a ficheiros policiais confidenciais.
Nell utiliza os seus dons de hacker para invadir sites privados.
Francie assiste a um talk-show sensacionalista que ninguém admite ver mas que segue obsessivamente o caso e transforma o rumo das vidas de todas.
E há ainda um pai. Um enigmático e afetuoso pai…"

À Conversa com Miguel Rivotti

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Miguel Rivotti celebra os seus 25 anos de carreira em 2018, com o lançamento, em novembro, de um novo álbum "(Con)Tradição".
Contradição, porque contraria o “género musical” ao qual Miguel habituou o público que ainda hoje o segue, sem os querer contrariar. Com tradição, porque traz a este seu novo projeto de sonoridade contemporânea, a fusão de sons tradicionais que identificam a cultura musical portuguesa no mundo, com os sons de outras culturas.

 

Antes, brinda o público com o EP "Sempre Que O Fadista Canta", composto por três temas que farão parte do álbum.

 

Para conhecerem melhor Miguel Rivotti, aqui fica a entrevista:

 

 

 

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Quem é o Miguel Rivotti?

O Miguel Rivotti é um músico português que faz questão de entoar sempre com alma e coração cada palavra que canta.

Busco na arte sublime da música o meu conforto, o meu amparo e felicidade, e procuro através da mesma via, a música, proporcionar esse mesmo conforto, amparo e felicidade aos outros.

No fundo, tento que a minha música e a forma como abordo esta arte, seja um canal forte de comunicação entre as pessoas e que proporcione a todos quantos a ouvem momentos de felicidade e prazer. Se através da minha arte eu conseguir fazer alguém sentir-se melhor nem que seja por uns instantes, aí o meu objetivo é alcançado.

 

 

 

Como surgiu a música na sua vida?

Inicialmente, a música surgiu na minha vida de modo espontâneo, mas rapidamente passou a ter uma forma estruturada. Aos 4 anos de idade ingressei na classe infantil do Conservatório Regional Caloust Gulbenkian em Aveiro e nesse espaço, desde muito cedo tive uma educação privilegiada com acesso às diferentes áreas de expressão artística tais como Educação Musical, Piano, Canto, Dança Clássica, Expressão Plástica e Expressão Dramática.

Com regularidade assistia a concertos e pequenas audições que se realizavam no auditório do conservatório, visitava as diferentes exposições que se exibiam naquele mesmo espaço onde se valorizavam e apresentavam permanentemente as demais formas de expressão performativa.

Ou seja, o conservatório desde cedo foi muito importante para mim e cumpriu a sua função. Estimulou e educou!

Uma boa formação de base é muito importante numa criança e hoje sinto-me grato aos meus pais por me terem proporcionado essa oportunidade. Cedo percebi o poder comunicativo da arte e em particular da música e desde então fiquei apaixonado por essa forma de linguagem que nunca mais deixei.

 

 

 

Dedicar-se ao Fado foi algo que sempre teve em mente, ou acabou por enveredar por esse caminho de forma inesperada?

Não foi inesperado, mas também não foi programado. O Fado surgiu na minha vida muito cedo como um conjunto de músicas “muito interessantes” e cantado por figuras que enchiam um palco com a sua energia, carisma e imagem marcante.

Com o passar dos anos, o fado passou a falar diretamente para o meu íntimo, com melodias contundentes e letras que me surpreendiam a todo o momento, pois pareciam saber exatamente o que eu estava a sentir.

Aí, os fadistas deixaram de ser “só” figuras intensas e carismáticas e passaram a ser, para mim, almas cantantes, senhores de uma sabedoria imensa e capazes de acalmar as nossas mágoas e falar às nossas alegrias com um abraço ternurento transportado pelas guitarras.

É assim o meu fado! É de onde venho, onde estou e para onde quero ir. Reinventando-o com todo o respeito pela tradição, mas levando esta mágica longe e com força no mundo atual, “até que a voz me doa!”.

 

 

 

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O Miguel celebra, este ano, 25 anos de carreira. Quais são as principais diferenças que nota entre as suas primeiras músicas, e os temas mais recentes?

Diferenças bastante significativas, quer a nível do conteúdo textual e poético, quer em termos da estética e orquestração musical.

Sinto que no início da minha carreira eu cantava amores eufóricos e apaixonados, próprios da idade, e falava dos nossos primeiros desgostos de amor. Hoje canto o amor vivido, o verdadeiro sentido do amor, o desamor, a paixão, a alegria e o sofrimento, com experiência e saudade.

Acredito que o público que me ouviu ao início e me ouve agora compreenderá exatamente o que quero dizer e que reconhece o meu crescimento e maturação artística.

 

 

 

Para celebrar este aniversário, irá lançar em novembro um novo álbum “(Con)tradição”. Em que aspetos é que o público pode notar a (com)tradição que caracteriza o álbum?

“Contradição” porque contraria o género musical ao qual habituei o público que ainda hoje me segue, sem os querer contrariar. “Com tradição” porque apresento neste novo projeto de sonoridade contemporânea, a fusão dos sons tradicionais portugueses, tais como guitarra portuguesa, os bombos e os adufes, que identificam a nossa cultura, com outros sons do mundo, como a guitarra flamenca e a percussão afro e ibérica. Sinto que o (Con)Tradição é um roteiro perfeito para uma viagem aos “sons do mundo” encimado pela Alma Portuguesa.

 

 

 

Previamente ao lançamento do álbum, foi apresentado, a 1 de junho, um EP com 3 temas, que farão parte do mesmo. Pegando nesses temas, de que forma os completaria:

 

“Sempre que o fadista canta” com alma o verdadeiro sentido do Amor, o Homem conclui que é importante fazer “Renascer” todos os dias a vontade de sermos felizes. Para tal, importa acreditar, não perder a esperança num futuro melhor e alimentarmos diariamente a vontade de presentear quem nos ama com o melhor de nós, segredando-lhes em jeito de serenata, “Teu amor é flor” que deixaste em meu lugar, “Teu amor é a flor” que eu vou colher para te dar. Na sociedade consumista em que vivemos, a troca de afetos sinceros entre as pessoas começa a ser “coisa rara” pelo que importa apelar aos bons costumes como manda a tradição para que não vivamos contrários aos bons valores😊 (risos).

 

 

 

 

 

“Sempre que o fadista canta” é o nome deste EP. Pela sua experiência, que sentimentos pode despoletar no público um fadista, sempre que canta?

Acima de tudo deve despoletar no público um sentimento da “verdade das palavras” que o seu fado pretende transmitir.

Se eu canto um texto que não sinto, a verdade não acontece, e eu não consigo vestir a camisola na perfeição. Nesse preciso momento, o público será o primeiro a perceber que essa “verdade” está comprometida pela forma como nos entregamos aos temas que interpretamos.

Então eu sinto que, sempre que canto, devo colocar verdade e intensidade nas palavras e na forma como quero expressar a mensagem que tenho em vista. Quanto mais eu der de mim, maior e melhor será a comunicação com o meu público e eles serão os primeiros a reagir à minha entrega.

Sinto muito isso nos meus concertos. Vejo pessoas que vibram de alegria, mas também já vi pessoas que interiorizam de tal maneira as palavras e as melodias que canto, que choram de emoção, simplesmente porque aquela “estória” é a “história” deles também. Em cada concerto, sinto que tenho como missão proporcionar ao público uma viagem. Uma boa viagem! No final, levam um pouco de mim nas suas memórias. Levam de mim aquilo que para mim já não volta, mas que lhes ofereci com amor. A minha música, a minha energia, a minha entrega. Esse é o meu Fado!

 

 

 

De que forma contribuíram ou influenciaram, o contacto com músicos de diferentes culturas e em contextos diversos, a sua forma de ver a música, e criar a sua música?

Nós não vivemos num mundo isolado, muito menos os artistas, ao contrário do que as pessoas por vezes dizem que “vivemos num mundo à parte”.

Quando viajo, tenho a preocupação de estar atento às culturas locais. Gosto de conversar com as pessoas, procuro integrar-me o mais possível nos meios mais genuínos que me mostrem as culturas por onde passo, evitando que me mostrem somente o que é mostrado aos turistas. Gosto muito de participar em intercâmbios culturais que não estejam unicamente confinados à música e isto permite-me recolher mais informação que depois serve de inspiração ao que escrevo e canto.

A música local de cada cultura é de uma riqueza incrível e reflete a alma e o que há de mais genuíno de cada cultura. Confesso que sou um apaixonado pela etnomusicologia e sempre que posso faço investigação na área. Ao longo das minhas viagens e ao longo destes meus 25 anos de carreira, tive o privilégio de trabalhar com diferentes músicos, de diferentes países e todos eles trouxeram uma musicalidade e contributo artístico distinto, quer aos meus concertos, quer às gravações em estúdio.

Sinto muito orgulho nos músicos que me acompanham. São excelentes performers, compreendem muito bem a mensagem que pretendo transmitir na Tour (Con)Tradição e isso facilita muito o meu trabalho.

A par dos meus músicos, o meu manager é um excelente defensor da qualidade dos meus concertos e de toda a produção que é feita quer em estúdio quer ao vivo. Isso dá-me muita segurança quanto à qualidade do que apresentamos.

Somos, profissionalmente, muito perfecionistas e não descoramos os pormenores. O meu público merece o melhor de mim. Sinto que tenho a Team certa nesta nova fase da minha vida artística e estou-lhes muito grato por tudo.

 

 

 

Neste novo álbum, conta com a colaboração de autores e compositores, que assinam alguns dos poemas. Como é que surgiram estas colaborações, e como descreveria essa experiência?

Foi uma das melhores experiências que vivi até hoje em termos artísticos e um grande orgulho poder reunir pessoas de quem gosto e admiro muito, quer enquanto pessoas, quer enquanto profissionais.

Ter à minha frente pessoas genuínas, com um brilho fantástico nos olhos quando se falava sobre os poemas ou melodias certas para o “Miguel Rivotti”, fez-me sentir muito especial e acarinhado por todos eles.

Ao longo de um ano e meio que demorou a conceção global do álbum, o ambiente entre autores, compositor, músicos e técnicos, foi fantástico e facilitou muito todo o processo criativo. Formámos uma bonita família. O Ernesto Leite enquanto autor/compositor, o Mário Rui Pereira, enquanto autor, Cristina Caras Lindas e Dora Reis, autoras, tiveram uma capacidade fantástica para me radiografar e passarem para a escrita as palavras certas que combinam com a minha maneira de ser e de estar na vida. Este disco é autobiográfico. Sou eu!

 

 

 

Onde é que o público poderá ver e ouvir o Miguel Rivotti?

Para já iniciei a promoção do primeiro EP “Sempre que o fadista canta” na televisão, rádios, jornais, revistas, blogues da especialidade e outros, que tão simpaticamente têm apadrinhado este meu trabalho com a sua divulgação. Sinto-me muito grato! Confesso que não sei como agradecer tantas manifestações de apreço que tenho recebido da parte de tanta gente desde o dia 1 de junho a partir das redes sociais, através da página do facebook Miguel Rivotti Oficial, site oficial e até mesmo pelo Instagram.

O EP está disponível em todas as lojas e plataformas digitais e presente em 284 países. O segundo EP será lançado no 5 de outubro e traz aí uma surpresa 😊 à qual o público não ficará, de certo, indiferente ao som contagiante que irei apresentar.

Desejo muito colocar o nosso país a cantar melodias que se tornem viciantes. “Sempre Que o Fadista Canta” e o “Renascer” já são exemplo disso e o que aí vem será com toda a certeza melhor.

No dia 9 de novembro acontecerá a distribuição digital e física do álbum (Con)Tradição. Seguir-se-ão um conjunto de show-cases de apresentação do álbum em diferentes pontos do país durante os meses de novembro, dezembro e janeiro que também serão atempadamente anunciados nas redes sociais para conhecimento do público em geral.

Para já, conto com a ajuda do público que me segue e que gosta da minha música, na divulgação do videoclip do primeiro EP “Sempre Que o Fadista Canta”, esperando que este vos anime em grande no verão que se avizinha.

Boa sorte para todos!

 

 

 

Muito obrigada, Miguel!

 

 

Nota: Esta conversa teve o apoio da editora Farol Música, a qual cedeu também as imagens e o vídeo.

À Conversa com Future Stranger

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Future Stranger é o nome artístico do moldavo Gheorghe Nastas, um artista que compõe e produz os próprios temas, e que lançou, no passado dia 15 de junho o seu segundo single “Don’t You”.
Neste tema, que fala sobre o amor e a traição, Future Stanger demonstra mais uma vez a sua assinatura sonora focando-se, desta vez, na voz como um instrumental leve e simples.

 

Fiquem a conhecê-lo melhor nesta entrevista!

 

 

 

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Future Stranger é o nome artístico que adotaste. O que te levou a escolher este nome?

Este nome surgiu há muitos anos, e por alguma razão ficou. Já tentei perceber o porquê deste nome, mas sem sucesso. Talvez seja a fusão entre a minha obsessão pela ficção científica e pelo drama, ou talvez isso apenas seja uma interpretação que me satisfaça? Não sei.

 

 

Nasceste na Moldávia, mas resides desde muito cedo em Portugal. O que mais te deixa saudades da Moldávia, e o que mais gostas em Portugal?

A saudade acaba por ser um conceito estranho, pois desde miúdo que vivo em Portugal. A nostalgia que a geração anterior sente não se manifesta em mim.

A cultura nunca foi algo que me interessasse, e eu diria que a única marca que a Moldávia deixou em mim foram os valores que me foram passados através dos meus pais.

Naturalmente que a família importa, mas a nível pessoal, eu segui numa direção completamente diferente. Quanto a Portugal, foi aí que vivi a maior parte da minha vida e tive as oportunidades que tive.

 

 

Estudaste produção musical na Universidade Solent de Southampton, em Inglaterra. Na tua opinião, o talento natural para a música deve ser complementado com formação na área?

Excelente pergunta!

Há quem diga que a formação acaba por tornar o processo mecânico e elimina a emoção não filtrada, mas eu acho que, especialmente para os aprendizes de produtor é vital ter formação.

O mesmo se aplica a um guitarrista e um cantor, o treino refina a arte e elimina as impurezas, metaforicamente falando. Dito isto, eu penso que concretizar algo que parece impossível e para além das minhas capacidades parece-me ser uma boa razão para viver.

 

 

Na música, és cantor, compositor e produtor. Em qual das facetas te sentes mais à vontade?

Certamente que me sinto mais à vontade a produzir do que a cantar, não só por falta de experiência mas também por causa da obsessão que tenho com sintetizadores e com a tecnologia. Quanto à composição, gosto imenso de me aventurar com bandas sonoras, mas isso é uma história para muito mais tarde…

 

 

Como caracterizas o teu estilo musical?

É muito difícil caracterizar o meu próprio som pois estou demasiado envolvido nele. Demasiadas opiniões e justificações internas das quais não consigo escapar.

Mas se tivesse que dar uma resposta minimamente coerente, diria que o meu som talvez seja uma fusão entre música eletrónica, drama, ficção científica de Hollywood e um toque da agressividade do metal que tanto amo (James Hetfield forever).

Sempre senti a necessidade de dar muita energia à minha música, talvez um toque de drama ( um grandessíssimo toque de drama…) e tentar ser o mais versátil possível. Nunca produzi duas músicas iguais pois a rotina aborrece-me imenso.

 

 

 

 

“You’re My Religion” foi o teu single de apresentação. Que mensagem está implícita neste tema?

Apenas tentei capturar aquilo que o amor significa para mim, coberto por uma camada de pop e música eletrónica agressiva, camada essa que de certa forma demonstra como sou no amor…

 

 

 

 

“Don’t You” é o segundo single a ser apresentado, um tema que fala sobre amor e traição, duas palavras que andam sempre próximas uma da outra. Na tua opinião, quem ama não trai?

A traição é apenas a manifestação de fraqueza do ser humano, nada mais. Nunca estamos satisfeitos com nada e por isso queremos mais, mas o amor é uma tempestade de incertezas, mas ele está lá, para quem o quer.

 

 

Que feedback tens recebido por parte do público relativamente à tua música?

O feedback tem sido muito positivo, só espero conseguir chegar a mais ouvidos e talvez começar a receber criticas. Sonho ter o meu primeiro “hater” pois parece um conceito engraçado… e nas palavras de Cliff Blezsinski, “any press is good press”.

 

 

Quando sairá o álbum de Future Stranger?

A tarefa impossível… de momento,  mas acho que em breve as estrelas irão alinhar-se e talvez consiga canalizar a minha visão criativa de forma a que possa ter orgulho no resultado. Mas o que é certo é que o desafio não me assusta.

 

 

Quais são as tuas metas para 2018, a nível musical?

Pretendo mergulhar no trabalho e continuar a lançar música, tentar desafiar-me para produzir coisas que nunca antes fiz, surpreender o público e a mim próprio também. Estes dois singles foram apenas o início pois há muito mais que quero mostrar ao mundo, mas tudo a seu tempo.

 

 

De que forma é que o público te pode ouvir e acompanhar?

A minha música está disponível nas grandes plataformas como o YouTube, iTunes, Google Play, Spotify, Tidal e em breve também no Soundcloud. Podem seguir-me no Instagram (@futurestranger), no Facebook (@futurestrangerofficial) e no Soundcloud (@futurestranger). Fique atento a música nova em breve!

 

 

Muito obrigada!

 

 

 

 

Nota: Esta conversa teve o apoio da editora Farol Música, a qual cedeu também as imagens e o official audio.

 

 

Presa Branca - o melhor filme que vi este ano!

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Presa Branca foi, sem dúviva, o melhor filme que vi este ano!

E que recomendo, a todos aqueles que gostam de animais.

 

É um filme que nos faz enternecer, sorrir, chorar, enervar, e despertar o nosso lado mais agressivo para dar uma lição a uns quantos personagens que por ali andam.

Tenho tanto para dizer sobre este filme, mas não poderia fazê-lo sem vos dar a conhecer a história deste lobo, e tudo o que ele passou. Mas digo-vos que o trailer não faz jus ao filme. Nem de longe. 

 

 

 

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O filme começa logo com uma cena intensa e trágica, que mexe logo connosco.

Depois, ao longo da história, são vários os momentos marcantes, que coincidem com as mudanças na vida de Presa Branca, um lobo que depressa aprende quais são os seus deveres, o que deve fazer para que o respeitem, como sobreviver. Mas também um lobo que não esquece quem é seu amigo e quem lhe fez mal, quais são as suas origens, e onde vive a sua única familia.

 

É aquele animal que todos gostaríamos de ter mas que, a determinado momento, teríamos que deixar seguir o seu caminho, para que pudesse ser feliz!

 

Se puderem, vejam!

 

 

Sinopse:

"Baseado no conto de Jack London, o filme reinventa este clássico para os mais pequenos, num emocionante conto de bondade, sobrevivência, humanidade e maravilhas do mundo natural. Depois de ser separado da sua mãe ainda filhote, Presa Branca passará pelas mãos de vários donos, experimentando e aprendendo lições essenciais de vida ao longo do caminho. É levado pela primeira vez por Castor Cinzento, um líder da tribo Gwich'in de Nativos Americanos no Yukon. Lá, Presa Branca é tratado com respeito e reverência, e aprende a ser um líder e amar a humanidade pelos seus melhores exemplos. Mas tudo muda quando Presa Branca é levado pelo malvado Beauty Smith, que o atira para o mundo cruel das lutas de cães. O Xerife Weedon Scott intervém e com a ajuda da sua esposa Maggie, cuidam de Presa Branca devolvendo-lhe a saúde física e espiritual, restaurando nele a ternura e o amor que Beauty Smith roubara. Depois de um emocionante confronto entre Scott e Beauty Smith - numa batalha pela vida de Presa Branca - Weedon e Maggie decidem deixar o Yukon para trás. Mas Presa Branca, agora um herói crescido, curioso e autossuficiente, toma a decisão de ficar, e volta para seu lugar de direito na vida selvagem para prosperar e para criar a sua própria família."

 

 

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