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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

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A final do Festival da Canção

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Em primeiro lugar, penso que foi uma boa aposta descentralizar este tipo de eventos, e terem escolhido a Arena de Portimão para a grande final.

Igualmente, uma boa aposta nos apresentadores, com a Filomena Cautela mais do que habituada a estas lides, depois da grande prova da Eurovisão, em 2018, mas com o Vasco Palmeirim a não ficar atrás, e a Inês na parte mais descontraída, junto aos concorrentes.

 

A final, vimo-la "A Dois" mas, à excepção das actuações, e de alguns momentos mais divertidos com os apresentadores, era tal a "Inércia" que, para nós, foi uma verdadeira "Pugna" conseguir aguentar até ao momento da revelação, quem seria o nosso representante.

 

É preciso fazer o peixe render, manter o público em expectativa, e garantir as audiências pelo máximo de tempo possível, mas estar constantemente a recordar os tempos antigos, já enjoa. "Mar Doce" é bom mas, por vezes, sabe melhor um mar revolto.

 

Penso que, com o "Mundo a Mudar", há que mudar também a forma como se faz música em Portugal, nomeadamente, a que um festival deste género pede e, nesse aspecto, Conan Osíris foi um justo vencedor. E teve a sorte de os portugueses, não terem partido os "Telemóveis" mas, em vez disso, usarem-no para votar na sua música.

 

Salvador Sobral, não há ninguém "Igual a Ti", e dificilmente repetiremos o feito que conseguiste, mas esperemos que o nosso representante chegue à grande final, e numa boa posição. 

Não será o final "Perfeito", mas já nos deixará satisfeitos.

 

E porque não poderia deixar passar em branco, deixo-vos aqui a música da Isaura que, depois de O Jardim, decidiu apostar na música em português.

Também gostaram deste "Liga-Desliga"?

 

 

 

 

Imagem: http://www.escportugal.pt/

 

Quando os casais fazem vida conjunta mas com carteiras separadas

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Será assim tão estranho?

 

Longe vão os tempos em que o marido trabalhava para sustentar a família, enquanto a mulher ficava em casa a cuidar dos filhos, e a gerir a casa, bem como tudo o que com ela estava relacionado, nomeadamente, as despesas.

E parecem estar a passar de moda os tempos em que ambos trabalham e, no final do mês, juntam os ordenados, e vão gastando do mesmo "saco".

 

A tendência é para, cada vez mais, sobretudo quando já passaram por mais do que uma relação, os casais fazerem vida conjunta, mas com contas e despesas separadas, como quem diz: "amor, amor,  carteiras à parte".

 

Isto não significa que não acabem por contribuir, de igual forma, para as despesas comuns. 

O que acontece, muitas vezes, é ficar estipulado o que cada um fica responsável por pagar, dividindo os gastos conjuntos. Quanto ao resto, cada um pode fazer o que bem entender com o dinheiro, e gasta onde quiser, sem ter que dar justificações.

Não são raras as vezes em que maridos e mulheres implicam com o que o outro membro do casal compra, ou com o que gasta dinheiro. Ou vê-se obrigado a estar sempre a pedir, se for só um a gerir o mesmo. 

Também acontece, quando um gasta mais do que devia, o outro precisar e não ter.

 

Pode parecer mentira, mas uma das razões que mais levam ao divórcio/ separação dos casais, são precisamente as questões financeiras.

E, numa altura em que até o IRS, por exemplo, pode ser declarado em separado, não é de estranhar que as carteiras também o sejam.

 

Eu funciono assim com o meu marido, e não mudaria.

Por aqui, cada um recebe o seu ordenado, em contas bancárias separadas, paga as contas que tem a pagar, e fica com o resto para fazer o que entender.

Da minha parte, estou encarregada de pagar a renda da casa e, recentemente, a prestação da Netflix.

O meu marido, em compensação, fica com as despesas de água, luz, gás e tvcabo.

Eu compro a areia para as gatas. Ele, a ração. 

Ambos compramos coisas que todos utilizamos em casa, mas cada um compra para si aquilo que quer ou gosta, e o outro até nem quer.

Se há gastos extra, vemos que tem mais possibilidades de pagar no momento mas, normalmente, gastos relacionados com o carro ficam para ele, e com a casa, para mim.

Tudo o que cada um de nós queira gastar a mais, é problema seu.

Mas acabamos por, em várias situações, irmos alternando as despesas, do género, hoje pago eu o cinema, para a próxima pagas tu.

 

E aí desse lado, consideram que é uma prática que não faz sentido, e pode até revelar falta de gestão e organização, bem como de confiança no parceiro, ou uma alternativa igualmente válida nos tempos modernos?

 

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