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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

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RX - Pedro Teixeira Silva

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Após a edição, em 2017, de "PRIMEIRO ATO", o compositor Pedro Teixeira Silva apresenta agora "SEGUNDO ATO", que segue a mesma linha e encerra, assim, um ciclo dedicado aos amantes da música, caracterizado pelo encontro entre o clássico e o rock.

O novo álbum conta com um dueto irreverente, entre o consagrado Paulo de Carvalho e a ilustre cantora lírica portuguesa Elisabete Matos, e com as colaborações vocais de Miguel Guedes (Blind Zero), Pedro Laginha (Mundo Cão), Moisés (Quinta do Bill), elementos da Orquestra Sinfónica Portuguesa e do Coro Nacional de São Carlos, entre muitos outros.

Para conhecê-lo melhor, aqui fica o RX a Pedro Teixeira Silva!

 

 

 

 

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Pedro, de que forma se descreveria através das seguintes palavras:

Família – Porto seguro, confiança e amor incondicional.

Foco – Trabalhar sempre com qualidade para deixar um legado que perdure na história da música.

Banda Sonora - Charlie and the Chocolate Factory

Música – A arte de transmitir sons e sentimentos.

Composição – Realização pessoal e muito prazer.

Partilha – Algo que sempre esteve presente ao longo de todo o meu percurso profissional.

Vida – Positivismo.

Atos – Praticar o bem e desenvolver novos progressos.

Palco – Algo de puro e sagrado que se deve respeitar e não acessível a todos.

Magia – A harmonia dos sons conjugados e congregados na orquestração.

 

 

Em 2017, o Pedro editou o seu primeiro trabalho a solo “Primeiro Ato”. Dois anos depois, chega “Segundo Ato”. Em que é que ambos se assemelham ou diferenciam entre si?

Assemelham-se na sua génese: A fórmula é similar, aliás como o tem de fazer normalmente qualquer colega compositor não executante. O convite efetuado a músicos de qualidade que respeitamos para entregar a interpretação da obra.

Diferença: Segundo Ato é claramente mais arrojado a nível de composição que o Primeiro Ato. Vou mais além no arriscar de fundir e cruzar variados estilos musicais, juntar vozes totalmente distintas em consonância e harmonia, criar sonoridades pouco exploradas e o máximo cuidado no detalhe, que só ouvindo várias vezes se descobrem.

 

 

Poder-se-á dizer que “Segundo Ato” é a continuação da história, iniciada no álbum anterior?

Sim, a génese é a mesma.

 

 

 

 

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Que sentimentos estão presentes neste “Segundo Ato”?

Existe sempre um cuidado deveras especial na minha forma de compor que tem a ver precisamente com o transmitir sentimentos e emoções a quem a ouve, senão a música passa a ser simplesmente mecânica e meramente de consumo imediato tratada como um produto com intuito meramente comercial. Quando desejamos que a mesma perdure no tempo o sentimento tem de estar sempre presente.

 

 

À semelhança do álbum anterior, “Segundo Ato” conta com diversas colaborações, nomeadamente, um dueto entre Paulo de Carvalho e Elisabete Matos. Foi um dueto pensado desde o início, ou esta união surgiu de forma inesperada?

“Sonho Meu e Teu” foi pensado e concebido desde o início para estas duas vozes absolutamente fantásticas e tão distintas no seu enquadramento musical. Foi um desafio a nível de composição imaginar e criar uma forma de ambas terem o seu espaço o seu protagonismo e harmonia.

 

 

“Segundo Ato” foi editado, em formato digital, a 10 de Maio. Que feedback tem recebido por parte do público?

Este é um álbum de estúdio que não está previsto levar ao vivo por variadíssimas razões. Como tal práticamente todas as reações que tenho colhido não são depois de um concerto, mas sim públicas através de mensagens que me deixam nas redes socias que agradavelmente têm sido extremamente positivas.

 

 

 

 

 

“Sonho Meu e Teu” é o single de apresentação do novo trabalho. Que sonhos faltam, ainda, ao Pedro, realizar, a nível musical?

O meu sonho é sempre o próximo disco, a próxima composição, o próximo concerto, a escolha e descoberta de quem irei convidar a partilhar música comigo. Sendo assim Marta, ainda tenho muitos e inúmeros sonhos por concretizar.

 

 

Muito obrigada!

 

 

Nota: Este RX teve o apoio da editora Farol Música, a qual cedeu também as imagens e o lyric video. 

As explicações dão mesmo resultado? Ou nem por isso?

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É certo que, em determinadas disciplinas, ou se decora, ou não serve de nada. Ou se percebe, ou é para esquecer. Ou se gosta, ou já segue em desvantagem.

É também certo que o explicador apenas faz a parte que lhe compete, cabendo ao explicando fazer a sua.

E é verdade que, aquilo que parece tão simples, quando explicado com tempo, paciência e simplicidade, se pode tornar um bicho de sete cabeças, na sala de aula.

 

A minha filha teve explicações de matemática, pela primeira vez, no 8º ano, já a meio do segundo período. Por prevenção. 

Enquanto foi percebendo a matéria, foi tirando boas notas. No último período, inteiramente sob o efeito das explicações, teve a pior nota do ano.

 

Este ano, começou logo no início.

No primeiro período, achou a matéria fácil. E, por isso, teve um 4, quase 5.

A matéria foi complicando, e as notas baixando. Na explicação, dizia que percebia a matéria e os exercícios mas, quando a professora mandava TPC's, por vezes, não sabia resolver. E como não era dia de explicação, lá tentava eu ajudá-la como podia.

Da mesma forma, o explicador foi sempre impecável, enviando a resolução de fichas, algumas das quais eu também tentava fazer.

Dizia ela que os testes que a professora fazia eram mais difíceis. 

 

Acabou o ano com um 3, quase negativa, mas a professora não quis prejudicar a maior parte dos alunos, que estão com exame à porta.

Tem andado a fazer os exames dos anos anteriores, para praticar. Em alguns, teria tirado positiva mas, na maioria, tinha negativa.

Ainda está em explicações.

Mas, sinceramente, a conclusão a que chego, neste caso específico, é a de que as explicações não a ajudaram a melhorar as notas. Apenas a perceber determinados exercícios, no momento em que os resolve, com a ajuda do explicador, mas sem conseguir depois aplicar isso em outros exercícios.

De uma forma geral, se ela percebia a matéria, tirava boa nota. Se não, a nota baixava, e nunca a explicação mudou essa tendência.

 

Não será responsabilidade única do explicador. Ele não está na cabeça do aluno e não pode resolver ou fazer os testes por ele. 

Haverá também alguma responsabilidade do explicando, se se der o caso de não querer saber ou aplicar-se o suficiente, de não se interessar pela matéria ou, simplesmente, não conseguir encaixar, por mais que tente.

 

 

Assim, deixo a pergunta a quem já teve explicações, ou tem (ou teve alguma vez) os seus filhos em explicações: as explicações resultaram mesmo?

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