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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

A primeira derrota do Benfica da era Bruno Lage

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Era inevitável...

Mais cedo ou mais tarde, a derrota num qualquer jogo acabaria por acontecer. Até mesmo para um clube como o Benfica, com os jogadores de qualidade que tem, e com o treinador que mudou a história do clube nos últimos meses.

 

 

Acontece a todas as equipas, mesmo às grandes.

Umas vezes ganham, outras empatam, outras perdem.

Umas vezes pensam que será difícil, e surpreendem. Outras, acham que será fácil, e acabam por encontrar pedras pelo caminho.

E outras, são o que são. Um clássico, é um clássico. Tudo poderia acontecer. Tudo estava em aberto.

 

 

O que torna esta derrota mais difícil para o Benfica?

Talvez o facto de ser a primeira derrota com Bruno Lage ao comando, depois de 22 jogos.

O facto de ser o primeiro jogo em que não marcam um único golo. E o primeiro jogo em que sofrem golos.

O facto de perderem o jogo em casa.

E, obviamente, o facto de o perderem contra o Porto, principal rival.

 

 

Mas o futebol é mesmo assim!

Nem mesmo os Super Wings são invencíveis, sobretudo quando se deixam intimidar pela outra equipa, e não se esforçam o suficiente para vencer.

O Porto foi um justo vencedor. 

Cabe ao Benfica, agora, tirar daqui o que for preciso para melhorar nos próximos jogos, sem se deixar afectar por uma derrota, quando no passado sofreram tantas e, nem por isso, deixaram de ganhar o campeonato.

 

 

Do jogo de ontem, ainda que não tenha influenciado o resultado, confesso que não gostei da postura do Pepe, e de algumas decisões do árbitro, que parecia ter uma certa dualidade de critérios.

Pelo lado positivo, foi bonito ver os adeptos do Benfica puxarem pela equipa até ao último minuto.

 

 

Imagem: https://www.dnoticias.pt/

8 Anos de Marta - O meu canto

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Há 8 anos nascia o Marta - O meu canto aqui no Sapo, com algumas expectativas mas, sobretudo, com imensa vontade de partilhar com os outros um pouco de mim, das minhas ideias, dos meus pensamentos, daquilo que escrevia quando a inspiração me batia à porta.

 

Da minha experiência, enquanto blogger, ao longo destes oito anos, guardo de positivo:

  • os vizinhos que fui conhecendo aqui no bairro, alguns dos quais acompanho e me acompanham até hoje
  • a partilha de experiências e como essa mesma partilha, de alguma forma, me ajudou ou ajudou os outros em diversas situações
  • a troca saudável de ideias e opiniões
  • os momentos divertidos que nos são proporcionados, e que nos ajudam a alienar do dia a dia
  • a solidariedade, o companheirismo, o apoio, ainda que virtual, nos momentos mais complicados
  • o reconhecimento e surpresas do Sapo Blogs 

 

Penso que esta é a primeira vez que me lembro do aniversário do blog, num dia que me marca especialmente por fazer, hoje, 17 anos que partiu a nossa gata Fofinha, que deu o mote para o primeiro texto do blog.

 

Obrigada a todos os que estão desse lado, e despendem um pouco do vosso tempo a vir até aqui a este cantinho, fazendo-me voltar, dia após dia, com algo de novo - 3378 posts no total!

Obrigada à equipa Sapo, pela forma como me recebeu e me tem apoiado ao longo dos anos, surpreendendo-me, muitas vezes, naqueles momentos em que começo a ter dúvidas sobre se fará sentido continuar com o blog.

 

E que venham muitos mais anos de Marta - O meu canto!

Porque não perguntam aos estudantes se acham que têm férias a mais?

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A propósito deste texto da Pipoca - http://apipocamaisdoce.sapo.pt/2019/08/ferias-em-calhando-tres-meses-sao-demais.html - porque não se pergunta aos estudantes se acham que têm férias a mais, já que são eles os principais visados com a questão?

 

Na minha opinião, o problema não é a quantidade de férias que os estudantes têm, mas sim a falta de iniciativas que lhes são oferecidas, a falta de apoio aos pais para estar com eles nesta altura, e a própria era em que estamos, em que os jovens se aborrecem por tudo e por nada, e acabam por dar primazia às tecnologias, do que a qualquer outro entretimento.

 

 

Mas, se as férias de verão são demais?

Não me parece.

Para mim, pessoalmente, as férias da minha filha são uma espécie de férias para mim também. Estou, tal como ela, ansiosa para que cheguem, e triste, quando se aproximam do fim, porque já sei que nos espera um longo ano de estudos.

 

 

Se eles sofrem um desgaste assim tão grande durante o ano lectivo?

Sim, sofrem!

A nós também nos custava, quando estávamos no lugar deles, mas acreditem que agora ainda é pior.

E eles precisam de tempo para desanuviar de todo o stress, para não fazer nada, para se divertirem, para dormir, para estar com os amigos, para aproveitar o verão.

As férias que vão tendo ao longo do ano ajudam, mas não chegam.

E, por muito aborrecidos que possam estar em casa, de férias, não estariam ainda mais, se tivessem que estar fechados numa sala de aula em pleno verão?

 

 

É, realmente, nos filhos que os pais pensam, quando se queixam de férias a mais? Ou é no facto de não poderem, também os pais, estar de férias para acompanhar os filhos? No facto de não terem com quem os deixar? De não terem dinheiro para os colocar em actividades de férias?

Porque isso são questões completamente diferentes.

 

 

Pela minha experiência, de ano para ano as férias parecem passar mais depressa e, este ano, com a fase final a teminar no final de junho, só sobrou mesmo o julho e o agosto, que está quase a chegar ao fim (já!). E depois aquela meia dúzia de dias e setembro passa num instante, e lá estará ela de volta às aulas. 

Não soube a muito, pelo contrário, soube a muito pouco. 

E acredito que, à maioria dos estudantes, também!

A perseguição continua

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No seguimento deste post a-confusao-de-uma-informacao-mal-dada, e depois de achar que o assunto já tinha ficado esclarecido, uma vez que não havia muito a fazer e a EDP não viria pôr um contador novo só porque sim, eis que senhorio e electricista voltam ao ataque, com aquilo que mais parece uma perseguição ao domicílio.

 

Final de tarde, andava eu em limpezas aqui por casa, batem-me à porta.

Quando vi que era o electricista, tive vontade de não abrir, parecia que já estava a adivinhar o que por aí vinha, mas lá abri.

O senhorio vinha também, mas disfarçou a sua presença e nunca se manifestou, deixando a missão para o electricista.

Veio então este, com uma declaração de autorização a terceiros, da EDP, para eu preencher, assinar e entregar cópia do meu cartão de cidadão, para ele poder tratar das coisas em meu nome, em Torres Vedras, porque aqui em Mafra não fazem nada.

 

 

Expliquei-lhe o que me tinham dito.

"Ah e tal, se o contador estiver avariado têm que cá vir."

Voltei a explicar que não é o caso, e não vou dizer que está, quando não está. E que já tinha falado e combinado com o senhorio esparar que a iniciativa de mudar os contadores partisse da EDP.

"Ah e tal, a EDP não vai trocar nada tão cedo, e os contadores têm que ir todos para a rua, o seu é o único que ainda não está."

Expliquei-lhe novamente que, quando for o caso, a EDP trata disso, e que aquilo que ele ia fazer, também eu posso fazer.

 

 

Foi então que, para variar, lá veio com a sua arrogância, falta de respeito e educação, reclamar que eu não faço nada, que só quero dificultar as coisas, que eu é que sei tudo e ele não sabe nada, rasgou a folha e continuou a barafustar que comigo não vale a pena falar mais, e que já teve tantos clientes e nunca viu nada assim.

Eles seguiram viagem, e eu fechei a porta, ainda parva com a lata deste homem.

 

 

Em primeiro lugar, não sou cliente dele, não o contratei nem lhe pedi nada, e não o conheço de lado nenhum para lhe dar poderes para tratar do que quer que seja.

Em segundo lugar, ele nem sequer tem que vir bate à minha porta, nem falar comigo, menos ainda para arranjar discussão.

Quem o contratou foi o senhorio, é com ele que tem que resolver as coisas. A mim, quem tem que me dizer alguma coisa, é o senhorio, sem mandar recado por intemediários.

E quando digo falar, é falar, não é mandar, impôr a sua vontade.

 

 

Esta obra foi feita por iniciativa do senhorio, que em momento algum me perguntou se eu tinha interesse, se queria, se concordava.

Se foi tudo feito legalmente e em condições, só tinha que me informar de que, para eu poder ter um contador novo, teria que ser eu a pedi-lo, e ponto final. Se eu o pedia ou não, era problema meu.

Porque é que estão tão preocupados com multas, com infracções, com o facto de a EDP pensar que estamos a roubar energia?

 

 

Começo a ficar cansada desta perseguição, desta insistência absurda.

Eu não chateio ninguém, porque raios têm que me vir chatear a mim?

Ainda vale a pena ajudar alguém nos dias que correm?

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Apesar de continuar a fazê-lo sinto que é, cada vez mais, necessário ter cuidado com as pessoas a quem ajudamos, porque podem servir-se da nossa ajuda para seu próprio benefício.

Quem ajuda, fá-lo porque é a sua natureza, porque acha que é o correcto, aquilo que deve fazer, ou até aquilo que gostava que, algum dia, fizessem por si.

Mas, se há quem reconheça, quem agradeça, quem saiba guardar para si essa ajuda, sem qualquer outra intenção, também há quem se sirva de palavras de apoio, de compreensão, de gestos, para deturpar tudo da forma que lhe é mais conveniente, pensando apenas em si mesmo, utilizando essa ajuda como arma de luta contra outros, ou como forma de atingir terceiros.

E, quando damos por isso, estamos no meio de um fogo cruzado que nada tem a ver connosco directamente, mas em que acabámos envolvidos e do qual, com sorte, ainda saímos atingidos como dano colateral.

Ou tornamo-nos um meio para as pessoas atingirem os seus fins, atirando-nos depois aos "lobos", como alguém a quem damos a mão para depois no-la pisar, quando já não precisar, ou alguém a quem ajudamos a escalar para, depois, nos atirar lá para baixo.

Se ainda assim, vale a pena ajudar alguém nos dias que correm?

Penso que e algo tão natural e inato que, quem sempre o fez, continuará a fazer, mas talvez com mais precaução. Just in case...

 

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