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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Quando a persistência leva a melhor sobre o sono

Um desafio - o poder dentro de você. Aceita ou vai ficar na mesma?

 

Há muitas coisa que não sei, e não me preocupo, porque ninguém sabe de tudo, nem tem obrigação de o saber.

Existem coisas nas quais não posso ajudar a minha filha mas, ao mesmo tempo, não digo que não a um bom desafio.

E o de ontem foi tentar desencriptar uma mensagem através do "Código de César" e análise estatística.

 

Após várias tentativas, e duas quase desistências, lá conseguimos chegar à resolução do enigma, já perto da meia noite!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Sabem aquelas pessoas...

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... que dizem que devemos manter a calma, quando elas próprias se mostram uma pilha de nervos?

... que dizem que parecemos estar aborrecidos ou chateados, quando basta olhar para a cara delas para ver que são elas que estão de "trombas", aborrecidas e chateadas?

... que querem à força descarregar o seu stress e não sabem como, e começam a moer quem têm ao lado, até a outra pessoa explodir, para depois dizerem que não havia necessidade?

... que arranjam forma de empurrar para nós, aquilo que elas próprias sentem e culpar-nos por aquilo a que deram origem?

... que resmungam baixinho mas, ainda assim, para nós ouvirmos mas, quando lhes perguntamos directamente o que querem dizer, se calam?

 

Pois...

Não é fácil lidar com pessoas assim.

Que vêm nos outros, o seu próprio reflexo, mas não o querem admitir.

 

É ter, muitas vezes, que ouvir e ignorar.

É ter, muitas vezes, que pensar duas vezes no que se vai dizer, ou se vale a pena falar.

É medir cada passo, cada gesto, cada palavra, para não pisar nenhuma mina que possa rebentar, sem querermos.

E esperar chegar ao outro lado do campo, sem activar nenhum explosivo!

 

Já alguma vez se depararam com pessoas assim na vossa vida?

 

"O fruto proibido é sempre o mais apetecido"

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Num dia, tínhamos tudo à nossa disposição.

Era algo adquirido. Estava sempre ali, ainda que não precisássemos.

 

De repente, tudo fecha. 

 

E nós?

Nós lembramo-nos, precisamente nesse momento, que até precisávamos de ir à loja "x" comprar alguma coisa, e agora está fechado.

E que dava jeito ter o estabelecimento "y" aberto, porque até tínhamos ideia de lá ir.

Ainda que, até então, não tivéssemos pensado nisso!

 

Porque será que, quando não temos ou não podemos, é quando mais precisamos, ou queremos algo?

Somos como os passageiros do Titanic, num navio prestes a afundar

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Ontem, ao pensar na situação que estamos a viver, veio-me à cabeça a imagem da orquestra do Titanic, a tocar até ao último momento, mesmo quando sabia que nada mais havia a fazer.

E, se pensarmos bem, é quase como se todos nós fossemos passageiros desse navio inafundável, que é o Mundo.

Tal como aconteceu com o Titanic, que não estava à espera de chocar com um iceberg, também o Mundo não estava preparado para este vírus que nos atacou de surpresa.

Da mesma forma que o Titanic não tinha botes salva vidas para todos os passageiros que levava a bordo, também não existem, no Mundo, meios suficientes para salvar, a tempo, todos os infectados, vítimas do Covid-19.

Sabemos que, tal como muitos morreram à espera de ajuda, que os tirasse daquele oceano gelado, também agora haverá vítimas mortais, inevitáveis.

Se atingirmos uma fase mais grave, não estaremos preparados, nem munidos de equipamentos suficientes para todos.

Mas, tal como o capitão, que não abandonou o barco, tal como a banda, que continuou a animar as pessoas, tal como todos aqueles que tentaram até ao fim escapar com vida, há que continuar, não desistir, enfrentar o inimigo como pudermos.

Com a ajuda daqueles que, dia após dia, se arriscam mais, para o bem de todos.

A maior parte de nós, sobreviverá e, à semelhança da Rose, um dia, estaremos cá para contar a história da nossa resistência e sobrevivência a esta pandemia, da mesma forma que ela contou, a daquele naufrágio, que não era suposto ter acontecido, mas se tornou real.

E vamos, por certo, lembrar aqueles que partiram, para que nós cá continuássemos.

 

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