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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

O regresso ao trabalho

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Foi molhado!

Aliás, parece que S. Pedro escolhe os dias em que vou trabalhar, para mandar tudo a que tenho direito.

Ao longo das últimas semanas, ia alternando o trabalho presencial, em alguns dias da semana, para fazer coisas que só podiam ser feitas no local de trabalho, e o teletrabalho, nos restantes dias.

Num desses dias em que fui trabalhar, choveu toda a tarde, até granizo, e trovejou até à noite!

Da minha janela, só via os relâmpagos a avisar que o que lhes seguiria. E até faltou, momentaneamente, a luz.

No último dia em que fui, já só chovia. A cântaros, a fazer jus ao ditado "Abril, águas mil".

 

Hoje, foi dia de regresso definitivo ao trabalho e, para me dar as boas vindas, mais chuva.

Espero que este regresso molhado seja prenúncio de regresso abençoado!

 

O final antecipado dos Amigos Improváveis Famosos

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Chegou ao fim esta edição de Amigos Improváveis Famosos.
 
E, sim, apesar de mais curta e interrompida antes do tempo, também marcou, e foram muitos os momentos de companhia e descontração passados a acompanhar as aventuras destas duplas.
 
O que levo desta experiência?
Que é preciso respeitar as diferenças. E esse respeito implica focarmo-nos mais em nós, e naquilo que podemos fazer e temos para dar, do que em criticar os outros, e o que fizeram ou deixaram de fazer.
 
Que devemos aceitar cada um como é, perceber que cada pessoa é única e diferente, e isso não tem quer ser negativo, ou errado, nem tão pouco ser uma barreira intransponível, que afasta ou cria distância entre as pessoas.
 
Essas barreiras somos, muitas vezes, nós que as criamos, quando não nos queremos dar verdadeiramente a conhecer, ou quando não estamos genuinamente interessados em conhecer os outros.
 
Esta experiência pode ter chegado ao fim mas, querendo, na verdade, ela foi apenas o início de algo.
A experiência continuará para todos aqueles que lhes quiserem dar continuidade.
E essa, sim, mais verdadeira, mais sentida, longe das câmaras, de um qualquer guião, ou das imposições de uma produtora.
Porque se o início, nem sempre é fruto da vontade ou desejo dos intervenientes, cabe-lhes a eles, e só a eles, o final da história, que quiserem escrever.
 
Acredito que saíram daqui amizades para a vida e, se assim for, já valeu a pena.
A despedida custa sempre mas a verdadeira amizade supera este afastamento temporário, sabendo que haverá todo o tempo do mundo para estar juntos, assim o queiram.
 
Relativamente aos participantes, as duplas que mais gostei, enquanto duplas, foram:
Io/ Carolina 
Nel e Júlia/ Bruno  
Fernando Póvoas/ Gonçalo
Manuela/ Diana
Graça/ Beatriz
 
Mas sem dúvida que as três primeiras são as minhas favoritas!
 
A nível individual, a Júlia, mulher do Nel, foi a pessoa que mais, e por bons motivos, se destacou nesta experiência, por nos ter dado o prazer de a conhecer, com toda a sua simplicidade, energia, alegria e afectuosidade!
 
Que, daqui a uns tempos e quando voltar tudo a uma relativa normalidade, venham mais edições de Amigos Improváveis.