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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Se não fosse humana gostaria de ser...

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A Ana de Deus desafiou-me para escolher um animal que gostasse de ser, se não fosse humana - desafio-se-nao-fosse-humana.

Penso que, para quem me conhece, a resposta é óbvia: um gato!

 

Se não fosse humana, gostaria de ser um gato. Europeu comum.

Pela elegância. Já viram a forma como caminham?!

Pela beleza. 

Pela independência. Os gatos são autónomos e independentes, e tentam desenrascar-se sem pedir ajuda a terceiros.

Pela sabedoria. Quem me dera ter uma parte da sua inteligência.

Pela agilidade. Já viram como correm e saltam, e caem sempre (ou quase) de pé? E os seus reflexos?

Pela simplicidade. Os gatos não precisam de muito para se entreter e ser felizes.

Pelo misticismo.

Pelo que dão, e como se dão a quem com eles convive, sem esperar nada em troca.

 

De Junho para Julho, nada mudou

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Terminou Junho. Chegou Julho.

Mas, por aqui, os dias continuam iguais.

Casa/ trabalho, e trabalho/casa.

Inverno de manhã, com direito a nevoeiro e chuviscos. Primavera a meio do dia, com o sol a brilhar por entre as nuvens. Outono ao final do dia, com o vento a fazer-nos chegar depressa a casa, e aconchegarmo-nos com uma manta e uma bebida quente.

Até o verão tem receio de marcar presença.

E fazia-nos tanta falta, para aquecer a alma e o coração, que já começa a congelar, depois de quase meio ano de tempestade. 

Para nos dar esperança. Ânimo. E força.

Antes que chegue, de novo, o outono, e nos pareça que foi um ano mutilado, incompleto, um ano que não se aproveitou, um ano que queremos apagar da memória, ainda que fique, para sempre, na História.