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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

À Conversa com os Plan Ahead

 

Os Plan Ahead nasceram em 2013, com o objetivo de tirar partido daquilo que mais os unia – a música, na esperança de construir algo especial, chegar a todo o tipo de pessoas e poder continuar a partilhar experiências e vivências com quem quer que os queira ouvir. Começaram pelos covers, mas depressa enveredaram pela composição de originais, surgindo, assim, os primeiros temas que viriam a fazer parte do primeiro álbum da banda “Headfirst”, entre os quais o single de apresentação lançado em janeiro deste ano – “Confused”.

 

 

 

Esta banda de Mafra tem como referências musicais bandas contemporâneas como Paramore, Foo Fighters, Tara Perdida, Incubus, Alien Ant Farm, My Chemical Romance, entre outros.

São eles os convidados de hoje, a quem desde já agradeço pela disponibilidade!

 

 

 

 

Quem são os Plan Ahead?

Os Plan Ahead são uma banda jovem e acessível. Acreditamos que a música tem o poder de unir as pessoas e é esse o nosso objectivo.

 

Como é que surgiu a vossa banda?

Todos nós andámos na mesma escola de música (Escola de Música da Malveira) e foi lá que nos conhecemos. Três dos elementos (Vasco, Gui e Martim) integravam uma outra banda, na altura, chamada Hot Rain, que acabou por se separar. Entretanto, surgiu uma oportunidade de tocarem para um agente, que andava à procura de uma banda de covers. Precisaram, então, de encontrar uma nova vocalista e um novo baterista e surgem a Inês e Gonçalo para completar a banda.

 

Começaram por ser uma banda de covers. Em que momento é que decidiram começar a compor temas originais?

Sempre encarámos as covers como algo transitório, uma maneira divertida de chegar mais facilmente às pessoas. Mas no meio de ensaios e conversas, é impossível não começar a criar e a partilhar essas mesmas criações uns com os outros. Uma malha de baixo aqui, uma sequência de acordes interessante ali, uma rima engraçada acolá… Sentimos a necessidade de nos expressarmos. As nossas duas primeiras experiências podem ser ouvidas no nosso álbum: “Estrada” e “Throwing Punches”.

 

 

 

 

 

Como é que definem o vosso estilo musical?

O nosso som é uma mistura dos gostos e influências de todos. Estamos constantemente a partilhar a música que descobrimos uns com os outros, à procura de sons interessantes. Por agora, classificamos o nosso som como Pop Rock, com muitas influências Punk e Indie.

 

Em janeiro deste ano, deram a conhecer o single de apresentação “Confused”. Neste momento, têm o vosso primeiro álbum disponível, tanto nas plataformas digitais, como em lojas físicas. Como foi todo o processo de gravação em estúdio?

Não foi a nossa primeira experiência em estúdio, mas foi a primeira vez (e esperamos não a última) que gravámos um álbum. Foi um processo interessante, divertido e de constante aprendizagem. Demorou um pouco pois queríamos fazer o melhor trabalho possível. E é bastante gratificante ver o resultado final, ver a nossa música chegar finalmente às pessoas. É esse o objectivo.

 

“Headfirst”, o vosso álbum de estreia, é composto por 12 temas, um dos quais em português – “Estrada”. Existe algum motivo concreto que vos tenha levado a optar, maioritariamente, pelo inglês para exprimir a vossa mensagem?

Não há nenhum motivo concreto. Foi a maneira como as coisas evoluíram. O facto é que muitas das nossas influências musicais vêm dos Estados Unidos e Inglaterra e que talvez por isso nos tenhamos inclinado mais para a língua inglesa.

 

 

 

 

Que feedback têm recebido relativamente a este primeiro trabalho dos Plan Ahead?

No geral, temos tido bom feedback, mas, como ainda é um projecto muito recente, preferimos esperar mais um pouco até formarmos uma opinião sólida. Mas, definitivamente, uma coisa que nos tem espantado é o entusiasmo da geração dos nossos pais em relação à nossa música. Tem sido uma boa surpresa!

 

A vossa banda tem feito algumas apresentações em televisão, e também ao vivo. O verão de 2016 será recheado de atuações dos Plan Ahead? O público poderá contar com um concerto aqui no concelho?

Esperamos que sim! Neste momento, estamos a trabalhar para marcar o maior número possível de datas. Queremos chegar a todo o lado. Assim que pudermos, anunciaremos tudo nas nossas redes sociais, por isso, estejam atentos!

 

Desejo-vos muito sucesso. Muito obrigada!

 

Podem ficar a saber mais sobre esta banda em:

https://www.facebook.com/planaheadmusic/

https://www.youtube.com/channel/ucgndg7ap9o6lkmcyfvdxfmg(YouTube)

www.instagram.com/planaheadmusic(Instagram)

www.twitter.com/planaheadmusic(Twitter)

 

 

Informo que a rubrica "À Conversa Com" vai, temporariamente, de férias, após 7 meses a dar-vos a conhecer aquilo que por cá se faz. Foram muitas as entrevistas que ficaram por fazer, que ficaram sem resposta, que ficaram penduradas. Mas muitas mais as que vos trouxe aqui todas as semanas, e que me deram imenso prazer fazer!

Espero que volte em breve com novos convidados!

À Conversa com Draft Park

Composta por Laura Oliveira (voz), Luís Branco (piano/synth), Miguel Fernandes  

(bateria), Paulo Gaspar (baixo), André Seixas (guitarra/synth) e Ricardo Rocha (guitarra), esta banda minhota aposta em músicas em português e em inglês, para o seu primeiro álbum.  

 

Draft Park foi o nome escolhido para a banda, e é também o título do seu primeiro trabalho.  

Para nos dar a conhecer melhor este projeto, convidei os Draft Park para estarem connosco na rubrica “À Conversa com…”, e aproveito para agradecer a disponibilidade que demonstraram em participar.  

  

 

Porquê Draft Park para nome da banda?  

O projecto nasceu a partir da curiosidade de experimentar sons, ambientes e instrumentais. O propósito era fazer música de uma forma desprovida de género ou língua. Dado este processo, draft park simboliza um espaço de liberdade criativa para os “rascunhos” necessários até chegar ao resultado final.  

 

Como é que surgiu este projeto musical? Já se conheciam ou os elementos foram sendo integrados à medida que o projeto ganhava asas?   

Inicialmente houve somente a vontade de fazer música, só depois a de criar o projeto. Os temas foram ganhando forma e personalidade, ao ponto de fazer sentido que fossem materializados num álbum e apresentados ao vivo por uma banda. Todos nos conhecíamos à vários anos e já nos tínhamos cruzamos noutras formações como músicos freelancer. O convite para integrar o projeto foi aceite por todos e assim nasceram os “draft park”.  

 

Como é que caracterizam este vosso primeiro álbum?  

É um álbum que pretende servir a mensagem das canções, tentando passá­la de uma forma positiva. Nos concertos ao vivo temos como principal objetivo que as pessoas saiam da sala ou recinto, um bocadinho mais felizes ou motivadas do que quando entraram. Se isso acontecer é sinal de que a mensagem passou, o que nos deixa com sentido de dever cumprido.  

 

Como é que definem o vosso estilo musical?  

Como o processo criativo não foi vedado a um estilo específico, o resultado final traduz­se provavelmente numa fusão entre o pop, o rock e o jazz. De qualquer forma nunca foi um tema central durante a fase de composição.  

 

Onde é que os vossos fãs podem adquirir o álbum de estreia dos Draft Park?  

O álbum está disponível fisicamente nas FNAC e em formato digital nas principais plataformas de venda como iTunes ou Bandcamp. Também está disponível em vários serviços de streaming como Spotify, MEO Music, entre outros.  

 

Neste primeiro trabalho têm composições tanto em português, como a música “Saber de Ti”, como em inglês, como é o caso de “The Way Around” ou “Burns and Bruises”, por exemplo. Em que língua gostam mais de cantar?  

Cada uma tem o seu encanto. Em português sentimos uma responsabilidade acrescida nas composições. Talvez tenhamos mais cuidado com as várias interpretações possíveis do poema o que leva a uma escolha mais criteriosa das palavras utilizadas. Quando apresentamos o álbum em concerto penso que não haja uma preferência pela língua de cada tema.  

 

Qual tem sido o feedback do público relativamente ao vosso trabalho?  

Tem sido muito positivo. Gostamos de ouvir todas as críticas, sejam boas ou más, e aprendemos imenso com a perceção dos outros. De qualquer forma, em todos os concertos sentimos uma energia muito positiva durante e após a performance. As pessoas fazem questão de levar um disco para casa, coisa que não é muito habitual nos dias de hoje, o que nos deixa realizados. O recente videoclip da “Burns and Bruises” também foi muito acarinhado pelo público.  

 

Quais são os vossos planos para este novo ano?  

Estamos a preparar uma tour em trio por bares e espaços mais pequenos, a começar já no próximo mês de fevereiro. Simultâneamente, vamos recomeçar o processo criativo no “parque” do costume. :)  

 

Onde é que vamos poder ouvir os Draft Park ao longo deste ano? Já têm algumas atuações agendadas?  

A próxima data é dia 27 de fevereiro na Casa da Cultura, em Ponte da Barca. Podem seguir todas as novidades da banda assim como a agenda em draftpark.com ou na nossa página de facebook facebook.com/draftpark .  

  

Mais uma vez, obrigada por terem aceitado este convite!  

Nós é que agradecemos, muito obrigado pela preferência.  

  

Para mais informações e novidades sobre os Draft Park podem consultar o seu site oficial http://www.draftpark.com/  

ou a sua página do Facebook ­ ​https://www.facebook.com/draftpark/

 

Deixo-vos aqui o vídeo de Burns and Bruises:

 

À Conversa com Cambraia

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O projeto Cambraia nasceu no início de 2007, pela mão de Ricardo Daniel e Tiago Barbosa, mas só agora estão a apresentar o seu primeiro trabalho “Concordar Com Gente Grande”, que ficou disponível para venda no passado dia 23 de outubro, e já pode ser ouvido em quase todas as plataformas digitais.

 

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Em Novembro, fizeram um ensaio/concerto na Sociedade Recreativa Sobredense (Sobreda da Caparica),com entrada livre. No entanto, a apresentação oficial está marcada para amanhã, na sala do Cine Incrível, em Almada.

Pode não ser ainda uma banda muito conhecida do público português mas, além da aposta da Vodafone, ao adquirir o tema-single de apresentação “Apenas Um Sorriso” e da MEO, através da venda do tema como waiting ring, também a Farol Música incluiu este mesmo single na compilação digital H1T2016.

São eles os convidados desta semana da rubrica “À Conversa com…” a quem, desde já, agradeço a disponibilidade.

 

 

 

Marta: Quem são os Cambraia? Que elementos compõem a banda?

Tiago: O projecto nasce em 2007 comigo (voz e piano) a compor a música e com o Ricardo (bateria) a escrever os poemas. A nós juntaram-se em estúdio e em palco o Luís Pinto (baixo), o António Soares (guitarra eléctrica), o Pedro Soares (guitarra acústica) e a Catarina Anacleto (violoncelo).

 

Marta: Como é que nasceu este projeto?

Tiago: Eu e o Ricardo partilhámos casa entre 2007 e 2009 num período particularmente difícil das nossas vidas e durante esse tempo encontrámos em Cambraia a cura para as nossas feridas emocionais e quando demos por nós tínhamos um conjunto de canções muito diferentes e interessantes nas mãos.

 

Marta: Como caracterizam a vossa música?

Tiago: Tudo começa com as palavras do Ricardo e com a nossa magnífica língua portuguesa. As palavras da nossa língua contêm em si uma musicalidade muito própria que, uma vez apuradas e respeitadas, levam-me com alguma facilidade e naturalidade às canções. É música para toda a gente ouvir. É universal.

 

Marta: O vosso primeiro disco intitula-se “Concordar Com Gente Grande”. Como é que chegaram a este nome?

Tiago: o Ricardo diz que chegou a esse título (que também o é de uma das canções do disco) quando pensava em vários significados possíveis em vários contextos sociais. Gente grande pode ser gente boa ou gente poderosa e influente e não tão boa. Fica sempre no ar um tom irónico e jocoso que caracteriza os Cambraia como proposta artística.

 

Marta: Cantar em português é uma escolha a manter em próximos trabalhos?

Tiago: Sim. Cambraia só nos faz sentido se for em português, até porque ambicionamos transmitir a nossa identidade como nação através das nossas canções. Esse é o nosso principal objectivo: a busca da portugalidade.

 

Marta: Como é que o público tem reagido à vossa música?

Tiago: Até agora temos tido reacções muito boas, calorosas, orgulhosas. Toda a gente reconhece já nos Cambraia uma identidade artística bem vincada, o que, para um primeiro disco, é para mim algo surpreendente.

 

Marta: Os Cambraia caracterizam-se pelo recurso ao acústico. Consideram que é uma forma de melhor transmitir aquilo que sentem e a mensagem que querem passar?

Tiago: eu diria que a base é toda acústica mas quisemos juntar uma espécie de uma nódoa (não em sentido prejorativo) através da guitarra eléctrica por vezes ambiental e até psicadélica do António. Não gostamos das coisas sempre muito bonitinhas e brilhantes. Mas uma vez que queremos fazer música moderna recorrendo também a sonoridades tradicionais de Portugal, isso leva-nos a preservar os instrumentos acústicos e assim ficarmos mais perto dessa portugalidade que desejamos transmitir cá dentro e lá fora.

 

Marta: Utilizando alguns dos vossos temas, o que esperam vir a alcançar com este trabalho? “Apenas um Sorriso”, que seja “Bom de se Lembrar”, ou que o público passe a “Concordar Com Gente Grande” que os Cambraia são uma boa aposta, e não apenas “Fingir Só Que Sim”?

Tiago: Queremos descobrir o vosso “Terno Olhar” ao ouvirem a nossa música e que ela vos leve ao céu ou mesmo “Rente Ao Chão” numa viagem pela vida que tem sempre altos e baixos e só assim é interessante de se viver.

 

Marta: Parece que o Tiago entrou no espírito desta brincadeira com as palavras! Mais uma vez, obrigada por esta vossa participação!

Tiago: Nós é que agradecemos o teu interesse e saudamos efusivamente o teu trabalho de divulgação da arte em geral e da música em particular!

 

Aqui ficam os links para poderem seguir de perto os Cambraia:

https://www.facebook.com/bandacambraia/?fref=ts 

http://ricardoalexdaniel.wix.com/cambraia

 

E o single "Apenas um sorriso"

 

Esta conversa teve o apoio da Farol Música, que estabeleceu o contacto com os Cambraia e cedeu todas as imagens. 

 

 

 

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