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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Perdoa-me...

...este livro inspira-me, e não sei se vou conseguir levar adiante a resolução de não comprar mais livros, enquanto não terminar as colecções que estou a fazer!
Sinopse
"O instante em que encontrou a mãe sem vida nunca se extinguirá da memória de Eva Patterson. Num bilhete, as suas últimas e enigmáticas palavras: Perdoa-me.
O mundo seguro de Eva ruiu naquele momento devastador. Mas o inesperado suicídio de Flora vai marcar apenas o início de uma sucessão de acontecimentos surpreendentes. No seu testamento, Flora deixa a Eva um estúdio em Londres. Este sítio é a primeira pista para o passado secreto de uma mulher que, Eva percebe agora, lhe é totalmente desconhecida.
No sótão do estúdio, a jovem encontra os diários e os quadros da mãe, provas de uma fulgurante carreira artística mantida em segredo. O que levou Flora a esconder tão fundo o seu passado? Ao aproximar-se da verdade, Eva descobre um crime tão chocante que a leva a questionar-se se alguma vez conseguirá, de facto, perdoar."

A melodia do amor

 

Acabei de ler este livro no domingo e gostei. Não o comprei, veio como oferta de um outro que tinha mandado vir, mas fiquei curiosa.  Conheço alguns dos livros mais recentes da autora e até me inspiram a comprar, mas nunca calhou.

No entanto, apesar de ser uma história bonita, pecou por ser tão demorada, e por envolver demasiada tragédia na vida da personagem Beth - o pai suicida-se, a mãe morre após o parto, a pequena Molly, sua meia-irmã, falece de pneumonia, a própria Beth sofre um aborto e perde o bebé, o irmão Sam morre durante a perigosa viagem à terra do ouro...até alguns conhecidos com quem conviveu perdem a vida.

Há poucos momentos de verdadeira felicidade nesta história. 

Valeu pela valentia, coragem e determinação de Beth, e pela lealdade e amor da personagem Frank, um rapaz que se apaixonou por Beth desde o primeiro dia em que a viu. Apesar de Beth só lhe poder oferecer amizade, foi ele que esteve sempre lá, que a apoiou, que se desenrascou e tomou as rédeas das suas aventuras pela América. Foi o único do grupo que não a abandonou, que sobreviveu, e a quem Beth recorreu quando não tinha mais ninguém.

Cinco anos mais tarde, Beth percebe então que o ama, e será com ele que "a Cigana" (nome pelo qual é conhecida por tocar de forma inigualável o seu violino), possivelmente, encontrará a felicidade... 

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