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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

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Comparticipação em visitas de estudo escolares

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Na passada sexta-feira, por volta das 18 horas, recebo um telefonema de um número que não conhecia.

Atendi. Era a directora de turma da minha filha.

Pensei logo que houvesse algum problema com a matrícula ou algo do género, mas não.

Era para me avisar que tinha que ir com a máxima urgência à escola, porque tinham lá um valor para me reembolsar, respeitante a comparticipação nas visitas de estudo, por ter escalão B.

E perguntou-me se a minha filha não me tinha mostrado o recado.

 

Fiquei fula porque estive a semana toda em casa, e foi preciso chegar o último dia, ao final do dia, quando já nem à escola podia ir, para me avisarem. Podiam ter feito referência a isso na reunião escolar. Mas parece que só naquele dia, àquela hora, é que lhe disseram para falar com os pais que estavam em falta. E fiquei danada porque a minha filha tinha lá o recado, e se esqueceu de me mostrar, e o prazo tinha acabado a 22 de junho.

 

Fui ver o Despacho que mencionava o recado. Ainda pensei em deixar estar, se não desse mesmo para lá ir.

Só li o ponto 1.

 

"Artigo 15.º -A Apoio da ação social escolar às visitas de estudo 1 — No contexto da ação social escolar, são comparticipadas as visitas de estudo programadas no âmbito das atividades curriculares, aos estudantes que sejam beneficiários dos escalões 1 e 2 do abono de família, correspondentes aos escalões A e B da ação social escolar, respetivamente em 100 % e 50 % do valor total."

 

Fiz as contas e compensava.

Liguei para a escola hoje a perguntar se podia ir à hora de almoço.

Quando cheguei, estava a funcionária a falar com um professor que era incrível terem ali o dinheiro para dar e ainda terem que estar a ligar aos pais para o ir buscar.

Esquecem-se que muitos, como eu, podiam nem fazer a mínima ideia.

 

Preenchi um impresso à pressa, ela foi buscar a lista da turma e deu-me 10 euros.

Perguntei-lhe a que se referia exactamente este montante e lá me mostrou o despacho, onde vem a parte que eu não tinha visto!

 

"3 — As comparticipações a que se refere o ponto 1 serão circunscritas ao território nacional até ao montante máximo fixado no anexo III."

 

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Ou seja, qualquer que fosse o montante gasto, a comparticipação seria sempre de 10 euros. É pouco. Não serve para muito. Mas antes na minha carteira, do que na deles!

 

 

Sugestões para o fim de semana

 

(clicar na imagem)

 

Este fim de semana, os caminhos dividem-se entre alguns dos maiores festivais de verão, com destaque para o Sumol Summer Fest, na Ericeira. Mas se preferem o pôr do sol noutras paragens, porque não o RFM Somnii, na Figueira da Foz?

No dia 11, o Estádio de Oeiras recebe uma das mais míticas bandas de rock - os Scorpions.

Por Mafra, pode sempre visitar o Festival do Pão.

 

Sugestões não faltam. Agora só têm que escolher a melhor!  

A ficar sem bateria...

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Como um telemóvel viciado, com algum tempo de uso, acho que já não consigo alcançar a bateria completa, representada pela cor verde. 

Mas há-de ser no laranja que ando desde o regresso das férias do ano anterior, até ao início do ano seguinte, altura pela qual passo a andar ali pelos dois tracinhos de bateria, com tendência a reduzir, à medida que o ano vai avançando.

Quando chega à vespera de ir de férias, ao invés de a energia aumentar, sinto ela a escapulir-se por entre os dedos pelo que, hoje, estou apenas com um traço de bateria, e já a começar a apitar, a avisar que é preciso recarregar brevemente, correndo o risco de chegar amanhã, último dia de trabalho, e desligar-me completamente, logo agora que a primeira semana de férias está à porta.

 

Depois, é tentar que na semana de férias (muito pouco para tantos meses de trabalho) consiga voltar ali à meia carga, para sobreviver a mais um mês de trabalho, até voltar a ter férias, e conseguir a proeza de subir para o estado laranja, e repetir todo o ciclo!

Constatações

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Tenho que deixar de fazer planos para estas férias.

Percebi que, ultimamente, todos os planos feitos estão a sair gorados, um a um!

 

Era suposto termos, pelo menos, uma semana de férias juntos. Não conseguimos. Tive que tirar a semana antes. Quando eu estou de férias, está ele a trabalhar. Quando eu reentrar ao serviço, vai ele de férias.

Era suposto termos, pelo menos, dois dias juntos, que coincidiam com as minhas férias, e as folgas dele. Não conseguimos. Vai ter que fazer formação para renovar a carteira profissional, que vai ocupar também esses dois dias.

Era suposto ele ter esta sexta e sábado de folga. Não conseguimos. Um colega adoeceu repentinamente, e vai ter que ir trabalhar.

 

E jé nem faço planos para a praia, porque com este tempo, o mais certo é ficar por casa mesmo!

Coisas que me irritam

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Colegas de trabalho que adoecem, subitamente, quando as férias estão a acabar, ou as folgas chegam ao fim, sendo que a doença repentina, normalmente, coincide ou apanha os fins-de-semana, lixando os restantes que iam aproveitar o seu descanso e, assim, não só não têm direito a folga, como ainda têm que fazer o serviço de duas pessoas, enquanto os mesmos de sempre recuperam a saúde (que é como quem diz, aproveitam mais uns dias para não trabalhar).

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