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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

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Leituras de verão - quando um autor nos surpreende com um estilo diferente

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Quem me conhece, sabe que sou umas grande fã de Sandra Brown e, havendo novo livro da autora, é certo que ele terá que vir para a minha mão!

E, quem conhece Sandra Brown, sabe que todos os livros dela têm ingredientes comuns: muita acção, mistério, um protagonista masculino que parece o mau da fita mas, afinal, é bom, uma mulher que se vê envolvida no meio do perigo com esse homem, muitas reviravoltas.

 

O novo livro de Sandra Brown "O Sacrifício de Um Homem", é o livro mais pessoal da autora, inspirado por uma história da sua família e, até agora, está a ser uma leitura boa, mas calma não tendo, até agora, encontrado qualquer semelhança com os restantes livros.

 

Porque, na vida, também sabem bem momentos mais serenos, histórias difererentes, e o descanso da adrenalina habitual, e porque a mudança de estilo de um autor não significa menor qualidade, tenho a certeza de que irei gostar muito desta história.

RX - Belarmino

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Belarmino ou, simplesmente, BN, é angolano e reside em Portugal há 10 anos.
Decidido a apostar exclusivamente na sua carreira a solo, prepara-se para nos presentear com um novo álbum, onde predominará um estilo pop, com as influências dos estilos e sonoridades mais atuais.

Para já, "Feiticeira" é o single de avanço do novo trabalho.

E aqui fica o RX ao artista convidado de hoje!

 

 

 

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Belarmino, de que forma te descreverias através das seguintes palavras:

 

Direito – Um mundo. Uma área do saber onde só não estou por não ser muito amigo da formalidade mas que, se calhar, um dia possa ainda vir a exercer.

 

Instrumentos – Flauta. A flauta africana, por ser o único instrumento que o meu pai me ensinou a tocar antes mesmo de ir ter aulas para tocar no grupo da igreja.

 

Voz – Um instrumento. Um instrumento que deve ser muito bem explorado e saber colocá-lo a nosso favor. A escola existe para dar mais um acrescento na forma como podemos mobilizar a voz a nosso favor, de resto, é um instrumento que já nasce pronto.

 

Ritmo – É o tic tac do nosso relógio, é o bater do nosso coração, é o som da vida ao mesmo passo que é o tempo. Sem ritmo não há vida.

 

Humildade – Prefiro não falar nela, hoje toda gente diante de objectivos por alcançar diz-se humilde e só de pensar nisso decidi não mais falar no assunto. Chego ao ponto de colocar a humildade, o direito e a justiça no mesmo prato, se tiver que justificar terá de ser com muito blá, blá.

 

Igreja – Foi o meu jardim de infância, foi lá onde aprendi o que se aprende nas cresces e jardins de infância, mas refiro-me a igreja do meu tempo, por isso, se me perguntar se gostaria que o meu filho andasse também na igreja como eu andei, diria: só com vigilância reforçada e para de lá aprender aqueles princípios que são benéficos para toda a humanidade, mas nada de lhe ensinarem a discriminar outras religiões, muito menos incutirem-lhe coisas pouco concretas e que, muitas delas, só fazem mesmo sentido no mundo do imaginário.

 

Angola – Minha alma.

 

Rimas – Quando surge esse questão viajo logo para a minha realidade de anos atrás, penso logo no Belarmino rapper. O rap foi a escola onde não tive que cumprir formalidade para me sentar na carteira, mas que obrigou-me a ler livros para soltar frases ricas na hora do freestyle com os outros MCS. Foi também através do rap que me tornei a pessoa que sou hoje, e enquanto compositor, mundo hip hop aliado ao rap, foi a escola onde dei os primeiros passos.

 

 

“Feiticeira” é o single de avanço do teu próximo álbum. Sobre o que nos fala este tema?

É o retrato não fiel de uma história real, não fiel porque acabei por alegorizar a composição. Foi uma história que aconteceu comigo, foi um namoro de dois estudantes de direito que acabou mal e, por ter me sentido a parte mais lesada, passei a tratar a outra parte por feiticeira.

A situação mexeu comigo, até chegar ao ponto de afectar também o meu amigo, e ele concordou comigo quando passei a tratar a pessoa em causa por feiticeira.

 

 

 

 

 

 

A música pode ser, também ela, uma “feiticeira”?

Olha! Se for será um bom sinal, as pessoas ficarão bem marcadas, mas tem que ser pela positiva.

 

 

Se te fosse dada a oportunidade de escolher um feitiço para ti, qual seria a tua escolha? E para outra pessoa?

De curar pessoas. Para outra pessoa, o de amar o próximo enquanto ser humano.

 

 

Ao longo do teu percurso, já enveredaste por diferentes estilos, como hip-hop, regaetton e, agora, neste novo trabalho, pop. Consideras-te um músico versátil?

Essa palavra "versátil", no mundo da música, às vezes acaba por parecer algo que não é carne nem peixe é uma incerteza absoluta, não me vou socorrer dela na medida em que tudo o que eu faço na música é o que realmente sinto que tenho que fazer no momento, ou seja, não gosto de me sentir limitado, daí estar a fugir da conotação a um estilo e ser apenas um artista pop. Óbvio que, nas minhas músicas, estarão sempre extratos do rap, e dos ritmos africanos em particular os angolanos, e o tema feiticeira é antevisão do que será o meu futuro trabalho compilado.

 

 

Depois de alguns projetos realizados em dupla tens, mais recentemente, apostado exclusivamente numa carreira a solo. O que te levou a tomar essa decisão?

Tendo o projecto BN&LG ficado suspenso, porque o LG decidiu tirar um tempo para estruturar coisas pessoais da vida dele, achei ter chegado a altura de finalmente trabalhar duro no meu projecto a solo.

 

 

Estás neste momento a preparar o próximo álbum. Podes desvendar um pouco do que por aí vem?

O que vem aí é um trabalho pop, ou seja, as pessoas vão ouvir temas que não conseguirão remeter directamente à Kizomba, ou ao rap, mas sim música com essas influências todas onde as pessoas poderão dançar ou sentir como quiserem. A ideia é dar a ouvir bom som e fazer dançar.

 

 

Podemos contar com o novo trabalho ainda este ano?

Sim, sim. Vou em breve disponibilizar um segundo single e só depois me vou concentrar nos restantes temas.

 

 

De que forma pode o público acompanhar-te, e ficar a par de todas as novidades sobre o teu trabalho?

O público em geral e pessoas interessadas em apoiar na estrutura do meu trabalho, uma vez que hoje é difícil trabalhar sozinho, podem contactar e acompanhar via facebook e instagram e ainda no perfil spotify.

Aproveito para agradecer à FAROL MÚSICA por ter, mais uma vez, me dado a oportunidade para editar os meus trabalhos, e a ti Marta Segão pela entrevista.

 

Muito obrigada!

 

 

Nota: Este RX teve o apoio da editora Farol Música, a qual cedeu também a imagem e o vídeo. 

À Conversa com: Maria Sem Pecado

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Depois de vários anos de experiência, e divididos entre projetos de covers e originais, Fernando Vilela, Jorge Alves, Aksana Ivanova, Diana Murta e Hugo Corwi surgem com a banda de rock Maria Sem Pecado.

Maria Sem Pecado são do Porto e lançam hoje o primeiro álbum, "SIMBIOSE".

Aqui fica a entrevista, na qual poderão conhecer melhor este projeto:

 

 

 

 

Quem são os Maria Sem Pecado?

Acima de tudo, um grupo de pessoas que ama a música de forma incondicional.

É exatamente esse amor que nos move e que, nos últimos anos, nos juntou em prol de um objetivo comum: fazer música, a nossa música, o melhor que sabemos.

 

 

Como surgiu este nome para a banda?

Decidimos desde o primeiro dia que o projeto iria ser falado exclusivamente em Português, o nome Maria cremos ter essa virtude, é quase a génese do típico nome genuinamente português.

De resto cometemos o grande Pecado de arriscar trazer algumas influências do puro rock que era feito há décadas que, para nós, não tem pecado nenhum, muito pelo contrário. Fascina-nos.

 

 

Qual foi o maior pecado que já cometeram, ou gostavam de cometer?

Acreditar vivamente que podemos chegar às pessoas, ao Manel, à Maria, ao João ou Joaquim e que, de alguma forma, podemos tocar-lhes. Foi e será sempre o nosso maior pecado.

 

 

Quais são as vossas principais referências a nível musical?

Todos os elementos têm influências distintas, que vão do rock ao funk, que passam pelo pop ou mesmo as raízes tradicionais da música portuguesa. É nessa diversidade que tentamos encontrar os nossos pontos de equilíbrio.

 

 

 

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“Simbiose” é o nome do vosso primeiro álbum. O que pode o público encontrar neste trabalho?

Neste primeiro trabalho podem encontrar a força das palavras com acordes frios e vorazes. É sem dúvida no nosso entender um álbum muito bem escrito com letras carregadas de sentimento e mensagens subliminares para cada um descobrir, acompanhados de melodias cantáveis e marcantes apontamentos de guitarra.

 

 

“Sombras” é o single de apresentação do álbum de estreia dos Maria Sem Pecado. Sobre o que nos fala esta música?

Sombras fala de amor, não há como negar isso, fala da obsessão pela figura de algo ou alguém, da dúvida do ter ou não ter, da esperança.

 

 

Se pudessem convidar alguém para colaborar convosco, quem escolheriam para uma “simbiose” perfeita?

O incontornável Rui Veloso. Não há como fugir. Não há como não ser fascinado pelo incrível músico, cantautor, guitarrista compositor sublime que acompanha gerações. Também porque seria um desafio tremendo.

 

 

 

 

 

Por onde vão andar os Maria Sem Pecado neste verão de 2019?

Nas segunda metade do ano vão poder ver e ouvir os MSP, esperamos, em várias cidades. Estamos também a preparar showcases de apresentação nas Fnacs.

O caminho faz-se caminhando e temos trabalhado muito com o intuito de chegar ao público.

 

 

De que forma é que o público vos pode acompanhar?

Podem-nos acompanhar na nossa página de Facebook ou Instagram, podem ouvir-nos e ter acesso ao nosso álbum em todas as plataformas digitais, e ver os nossos vídeos, através da nossa editora Farol Música.

 

 

Que objetivos gostariam de ver concretizados num futuro próximo, enquanto banda?

Consolidar o nosso trabalho junto do público, envolver cada vez mais pessoas na nossa simbiose e, claro, fazer o que mais gostamos, que é tocar ao vivo, cada vez mais.

Lá chegaremos com trabalho, amor e perseverança.

 

 

Muito obrigada!

 

 

 

Nota: Esta conversa teve o apoio da editora Farol Música, a qual cedeu também as imagens e o vídeo.

As emoções são contagiosas?

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Penso que, na maioria das vezes, sim!

Pelo menos lá em casa, têm esse efeito :)

 

Já me aconteceu estar-me a rir às gargalhadas por causa de alguma coisa que achei graça e a minha filha, sem saber do que me estava a rir, começar a rir-se também, por me ver rir.

 

Ontem, ela estava a ver uma cena de uma série no telemóvel, e começou a chorar e a tentar explicar porque se tinha comovido mas, ainda antes de eu perceber o porquê, também a mim já me estava a dar vontade de chorar!

 

Se temos pessoas à nossa volta alegres e bem dispostos, acabamos por nos sentir assim também, tal como o mau humor acaba por nos afectar e contagiar.

 

 

No entanto, algumas vezes, as emoções pregam-nos partidas e podem ter, muitas vezes, inconvenientemente, um efeito inverso, que pode parecer mal aos outros, mas que não conseguimos controlar ou evitar.

 

 

E por aí, costumam ser contagiados pelas emoções de quem vos rodeia, ou nem por isso?

Serviço VASP Expresso x CTT Expresso

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Na segunda-feira encomendei ração para as nossas gatas.

Paguei à hora do almoço. Escolhi o serviço VASP Expresso, para entrega da encomenda na morada.

No dia seguinte entregaram a encomenda. Ligaram antes a perguntar se estava alguém em casa.

Serviço 5 estrelas, como sempre!

 

 

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Na terça-feira encomendei um livro na Wook.

Paguei nesse mesmo dia e, no dia seguinte, de manhã, recebi sms dos CTT Expresso, a dizer que a mesma seria entregue nesse dia, entre as 09h e as 19h.

Cheguei a casa à hora de almoço e, qual o meu espanto, quando a minha mãe me diz que o carteiro não lhe entregou a encomenda, apenas o aviso para ir levantar aos correios!

Ao que parece, o carteiro parou a mota, e começou logo a preencher o aviso ainda antes de sequer bater à porta. Nas opções, assinalou destinatário ausente.

A minha mãe, que o ouviu chegar e estava avisada da chegada da encomenda, assistiu a tudo à janela.

Quando viu que ele ia pôr o aviso na caixa de correio, abriu a porta, e o dito carteiro deu-lhe o aviso em mãos, dizendo que teria que ser levantada nos correios.

O que é que me dá a entender? Que ele nem sequer tinha a encomenda com ele, porque não tinha lógica entregar o aviso, tendo ali a encomenda. A não ser que seja dos que gosta de complicar o simples...

 

 

Posto isto, liguei para a linha dos CTT, que gentilmente me sugeriu pedir o serviço SIGA, com o respectivo custo acrescentado.

Eu sou uma pessoa muito calma, mas não brinquem comigo nem me tirem do sério. Então eu ainda tinha que pagar mais por um erro deles?! Lá me passaram à linha dos CTT Expresso, que ainda tentou umas desculpas, disse-me que teria que ir levantar aos CTT, mas acabou por registar a reclamação, alertando-me que não garantia que voltassem à morada para nova entrega.

Ontem à tarde, fiz reclamação contra os CTT e CTT Expresso, e ainda comunicação para a Wook.

À noite, liguei novamente para a linha dos CTT Expresso. Já tinham uma resposta. Irão fazer a entrega hoje. Já vi que se encontra em distribuição. Vamos lá ver como corre.

Das duas vezes que fiz encomendas na Wook, com o serviço CTT Expresso, tive problemas. A culpa, não tenho dúvidas, é do carteiro.

Dizem que já acautelaram para que não volte a acontecer. Será suficiente?

E quem me paga os 10 euros que gastei na chamada para resolver o problema que o carteiro criou? Bem feito seria sair do bolso dele! Podia ser que assim deixasse de fazer asneiras!

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