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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Assassino Americano

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Quando não temos nada a perder,

Quando estamos cegos, sedentos de vingança,

Quando nos deixamos toldar pelas emoções e sentimentos,

Quando agimos por impulso, muitas vezes de forma imprudente,

Quando agimos de forma descontrolada,

Quando não conseguimos ver de forma objectiva, ou acatar uma simples ordem dos nossos superiores,

Quando estamos habituados a trabalhar sozinhos, 

Quando estamos obcecados com um determinado objectivo…

 

Só podem acontecer duas coisas:

Ou essa atitude nos sai cara, deitando tudo a perder e gorando todos os planos e objectivos, colocando em risco não só a nossa vida, mas também a daqueles que de nós dependem e que em nós confiam,

Ou essa atitude faz a diferença, e acaba por resultar!

 

É assim Mitch Rapp, um homem que, num minuto, estava a pedir a namorada em casamento e, no seguinte, a assistir à morte dela na sequência de um ataque terrorista, sendo ele um dos poucos sobreviventes.

Conhecemos um Mitch descontraído, apaixonado, feliz e tranquilo, nos primeiros momentos do filme, para depois nos ser apresentado um homem vingativo, obstinado, descontrolado, com um único objectivo na vida, disposto a matar ou morrer.

 

Será que ainda resta, lá no fundo, algo do anterior Mitch?

Conseguirá ele, algum dia, superar a morte da namorada?

Que pessoa se tornará ele, às mãos da CIA?

 

Sinopse:

"Apesar da morte prematura de ambos os pais, Mitch Rapp, de 23 anos, sempre se considerou uma pessoa tranquila. Até ao fatídico dia em que a sua noiva é assassinada por um grupo de terroristas. Com uma vontade incontrolável de fazer vingança com as próprias mãos, decide dedicar toda a vida a caçar criminosos. Para isso, alista-se como recruta nas operações especiais do Exército. É assim que Stan Hurley, um veterano de guerra, se vê obrigado a treiná-lo. Os conflitos entre ambos não tardam a surgir, pois Hurley percebe que a entrega excessiva do seu discípulo não tem a ver com patriotismo, mas sim com dramas pessoais…"

Os grandes impulsionadores das mudanças

Imagem relacionada

 

Se repararmos bem, percebemos que as tragédias, as perdas, as dificuldades e os maus momentos, acabam por ser os maiores impulsionadores e responsáveis pelas grandes mudanças da nossa vida. 

Porque será que, nesses momentos, descobrimos forças que não sabíamos que tínhamos? Determinação que estava escondida? Vontade de agir, que permanecia inactiva até então? Coragem que nunca antes demos por ela?

Precisamos de "coisas menos boas" na nossa vida, que nos obriguem à acção e à mudança, porque de outra forma nunca o faríamos? Estas provações são uma espécie de "empurrão", que nos leva a tomar decisões que, de outra forma, nunca viriam?

O que é certo é que, muitas vezes, essas mudanças acabam por ser o que de melhor nos acontece na vida!

Serão essas situações, que nos obrigam a mudar, a chave que nos abre portas para novos caminhos que tínhamos que descobrir e que, de outra forma, nunca iríamos percorrer?

Precisamos da tristeza, para encontrar e valorizar a felicidade?

Fará tudo parte do equilíbrio da vida?

Procuramos nos livros o que gostaríamos de viver no mundo real?

 

O que é que nos fascina nos livros?

O que nos leva a gostar tanto de ler? 

 

Será pelas histórias de amor que nelas encontramos, das quais nós próprios gostaríamos de ser protagonistas?

Será pelas viagens que gostaríamos de fazer, e não podemos, viajando e ficando, assim, a conhecer outros lugares através do que nos é relatado no livro?

Será pelos heróis que gostávamos de ter nas nossas vidas, e que não passam de personagens fictícias?

Será pela acção e aventura que podemos, de certa forma, experimentar, quando a nossa vida é tão monótona e precisamos de nos abstrair dela?

 

Será que procuramos nos livros, e nas histórias que eles nos contam, aquilo que gostaríamos de viver no nosso mundo real, e na nossa vida?

 

Talvez sim... talvez não... 

Há livros que nos dão lições de história, outros que nos fazem rir, outros que nos fazem chorar, outros que nos irritam, outros que não nos dizem nada. Haverá histórias que gostaríamos de viver, e outras que nem nos nossos melhores pesadelos gostaríamos de estar. 

 

E daí que algumas histórias nos façam sonhar?

 

 

Que nos façam, de certa forma, voltar atrás no tempo e recordar algumas fases da nossa vida que já não voltam? 

Que nos transportem para um futuro, que até não nos importavamos que fosse nosso?

 

Isso não significa que não estejamos bem com a vida que temos, e que queiramos à força sair dela, procurando nos livros aquilo que não temos e que não vivemos. Apenas significa que o livro e a sua história cumpriram a sua missão!

 

E o que seria de nós sem sonharmos, sem recordarmos as coisas boas do passado, sem desejarmos coisas boas para o futuro? O que seria de nós se apenas nos restringíssemos à nossa vida real, sem um pouco de fantasia e ficção pelo meio?

 

Sonhos que davam histórias #1

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Já aqui referi algumas vezes que os meus sonhos davam verdadeiros filmes de acção ou até mesmo de terror. Raras vezes, um romance!

Este sonho que tive há dias, deu esta história, que aqui deixo. Não me perguntem onde o meu subconsciente foi buscar os nomes, e todos estes cenários, mas foi assim mesmo que aconteceu!

 

"Lois estava no lugar errado, à hora errada!

E, quando ouviu as sirenes do carro da polícia, o seu primeiro instinto foi fugir. Fugir dali para fora.

Começou a correr, entrando dentro de um estabelecimento, há muito abandonado, o único por aquelas bandas, na esperança de que uma qualquer porta dos fundos, caso existisse, lhe abrisse caminho para a fuga, despistando assim a polícia.

Para seu desespero, deparou-se com um pinhal, no qual se poderia embrenhar à sua direita, ou à sua esquerda. Em frente, em alternativa, um rio.

A polícia acabara de entrar, e não havia tempo a perder. Atirou-se ao rio, e nadou até uma das margens, uns metros mais à frente, escondendo-se debaixo de uns arbustos que, à beira do rio, se tornavam quase uma espécie de camuflagem, um abrigo. E assim se manteve Lois, quando a policia abriu a porta do fundo e olhou ao redor, encontrando um rio totalmente calmo, sem sinal de que alguém lá tivesse mergulhado, e sem saber para que lado procurar a fugitiva.

Mas, porque correra Lois? Porque fugira ela?

Porque sabia que, se tivesse ficado, seria considerada culpada, mesmo não o sendo. Não havia vivalma por ali. Apenas ela, e aquele corpo que jazia inanimado no chão.

Alguém lhe tinha armado uma cilada, disso não restavam dúvidas! Ou teria sido mera coincidência? Em qualquer dos casos, Lois seria considerada culpada, seria levada pela polícia, e não teria como provar a sua inocência. Por isso, fugiu.

E ali passou o resto da noite, com medo de se aventurar na escuridão, tentando delinear os próximos passos.

Ao amanhecer, saiu então do seu esconderijo improvisado, e caminhou ao longo do pinhal. Tinha percorrido já alguns quilómetros quando viu o que lhe parecia uma estrada. Era arriscado, mas o pinhal parecia não ter fim.

Mal chegou à berma, arrependeu-se da sua decisão."

 

...continua

Taken 3 não me desiludiu

 

Vi-o este fim de semana e, ao contrário do que tinha ouvido falar sobre o terceiro filme da saga, Taken 3 não me desiludiu.

É verdade que há uma parte da história que não é, propriamente, um seguimento do seu antecessor, mas tem bastante acção, algumas cenas que não estaríamos, certamente, à espera, e muita intriga.

Um inspector da polícia que persegue Bryan, não se percebe bem, se porque realmente acredita que ele é culpado (ou pelo menos, o único suspeito), ou porque está frustrado por ele estar sempre um passo à sua frente na busca pelo verdadeiro assassino.

Para completar o cenário, temos a filha de Bryan, Kim, grávida, e a correr o risco de ter o mesmo destino da sua mãe.

Mais uma vez, o amor e confiança entre pai e filha é evidenciado neste filme. Para quem já viu e gostou dos dois primeiros, eu aconselho a ver o final. Embora, com jeitinho, pudessemos ter um Taken 4, desta vez com o neto ou neta de Bryan como protagonista!

 

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