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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Amanhã há conversa aqui no cantinho!

 

E o meu convidado dispensa apresentações!

Gosta de "Despertar Sem Pressa" e, para ele, é sempre "Verão o Ano Inteiro", ou não vivesse ele num país em que "Nós e o Mar" somos quase almas gémeas. 

Traz-nos "Histórias" de "Fantasia", e recorda-nos o que é "Ser Criança" e viver aventuras com aqueles que consideramos "Amigos de Sempre".

"A Viagem" que fez pela música mostrou-lhe "A Voz Guia" que lhe disse "Vai Ter de Ser", "Não Te Quero Mais" a arranjar desculpas para não editares este álbum. Não és a "Pessoa Errada"! "És Tu", e tudo isto é bem "R.E.A.L.", por isso "Sorri", porque cantar é um "Vício Bom"!

E foi assim que nasceu o seu álbum Histórias, disponível desde o dia 17 de Dezembro!

Não percam amanhã, às 10 horas, a rubrica "À Conversa com..."!

 

 

 












A Experiência

“A experiência é como uma lanterna dependurada nas costas – apenas ilumina o caminho já percorrido”

CONFÚCIO

 

                       

 

Lembro-me de uma história que li uma vez, sobre duas moscas que caíram num copo de água. Uma delas, lutou desesperada para conseguir sair de lá mas, ao fim de pouco tempo, estava de tal forma cansada que acabou por não ter mais forças e afogou-se. A outra, mais ponderada, conseguiu com calma chegar até ao rebordo do copo e voou, salvando-se da morte certa. Uns tempos mais tarde, essa mesma mosca volta a cair num copo, desta feita mais alto. Uma outra, que observava a cena, tentou ajudá-la, sugerindo-lhe que se servisse da palhinha para subir. Mas a mosca, baseando-se na sua experiência adquirida da aventura anterior, resolveu agir como dessa vez, ignorando o conselho da sua amiga. E assim, acabou por ter um triste destino.

É certo que todos nós aprendemos alguma coisa com a experiência que, ao longo da nossa vida, vamos adquirindo. Mas isso não significa que estejamos totalmente preparados para o futuro, imunes ao que ele nos reserva, ou que tenhamos aprendido a lição completa.

À medida que vamos vivendo percebemos que, no caminho já percorrido, tivemos acções que se revelaram acertadas, cometemos erros que agora poderemos saber evitar, e adquirimos conhecimentos que até então não possuíamos.

Mas a vida é uma experiência contínua, uma aprendizagem permanente, e nem sempre aquilo que já sabemos pode ser aplicado no caminho que temos pela frente, e nas situações que se apresentem daí em diante.  

Por vezes, a vida troca-nos as voltas e, quando assim é, de nada vale a experiência adquirida perante uma visão completamente nova aos nossos olhos.

Aquilo que passámos ontem, e sabemos hoje, pode não ser suficiente nem apropriado para enfrentar o nosso amanhã!  

Por isso, é importante guardar essa experiência já adquirida como uma mais-valia, mas não permitir que ela nos limite ou impeça de agir de uma forma diferente num futuro ainda por desbravar!

Perdida no Tempo

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"Qualquer instante perdido, é-o para sempre. O tempo é o único bem irreparável, por isso mesmo, é preciso aproveitar todas as horas do dia. Amanhã já não temos o hoje."

 

É uma grande verdade!

E o pior é que, de há uns tempos para cá, é isso mesmo que eu sinto. Que o tempo está a passar, que não espera por mim, que não volta atrás, e eu não estou a conseguir acompanhá-lo. Pelo contrário, estou a ser ultrapassada por ele a alta velocidade!

Todos os dias ando numa correria, a tentar aproveitar todos os minutos e distribuir tudo aquilo que tenho para fazer, na esperança de que, no fim, sobre algum tempo que não seja para trabalhar.

Mas o que sinto, ao virar a página de cada um destes dias, é que nada ficou...

Que tantos instantes foram perdidos, que tantos momentos foram deixados de viver, em prol do que se apresentou à minha frente com maior e comprovada prioridade...

Que estou a ser obrigada a agir mecanicamente, como um robot programado para executar as funções para que foi criado, sem espaço de manobra para qualquer outra que não conste no manual de instruções.

Que tantos amanhãs se transformaram em hoje, e passaram a ontem, sem que tenha saído da linha recta que me foi imposta por diversas circunstâncias, e que me impedem de olhar para o lado, parar, e poder caminhar noutros sentidos.

Apesar de tudo, acredito que melhores dias virão, que vou voltar a conseguir caminhar lado a lado com o tempo, sem por ele ser atropelada!

Espero que não demore muito...

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