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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

RX - A.M.A.

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Os A.M.A. são um projecto musical formado por Joana Andrade e Zé Tó Lemos, vêm de Santa Maria da Feira, e desafiaram-se a si próprios a apresentar um novo tema por mês, até conseguirem a marcação de uma tour.

As letras das suas músicas retratam, essencialmente, histórias de amor, com as duas vozes em uníssono, num timbre único e original. Uma verdadeira viagem pela Eletrónica, Pop e R&B.

Até ao momento, os A.M.A. conseguiram lançar, em 7 meses, 7 temas diferentes:

 

Não Estamos Sós

AMA

Faltou-nos Um Beijo

Diferentes Iguais

Hoje É Um Novo Dia

Anjo da Paz

Eu Não Sei

 

Para os conhecerem melhor, aqui fica o RX dos A.M.A.!

 

 

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1 - Como é que os A.M.A. se descreveriam através das seguintes palavras?

 

Par - uma direção 

 

Amor - essencial

 

Experiência - vida

 

Paixões - família, música

 

Anjo - Paz

 

Diferença - igualdade

 

Futuro - esperança

 

Música - amor

 

Desafio - superar

 

Palco - conector

 

 

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2 - A 8 de Setembro lançaram o single “Anjo da Paz”, com uma vertente solidária. Que significado tem esta música para os A.M.A.?

 

Tem um significado de profunda emoção, na medida em que foi escrita com imagens na cabeça de momentos de dor e aflição. Isso faz-nos “sair de nós” e entrar na alma daqueles que vão dar-nos a mão sem olhar para trás! É uma forma de, através da música, tentarmos sensibilizar as pessoas. Mais do que isso, fazer com que as palavras de cada um, chegue até quem merece e precisa de incentivo para continuar! Incentivar e agradecer é uma das muitas formas de amar! 

 

 

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3 - A 6 de Outubro sairá o mais recente single “Eu Não Sei”. O que é que os A.M.A. gostariam de saber, que neste momento ainda seja uma incógnita para vós?

 

Não sabemos se “ficamos”, mas sabemos que, neste momento, isso não é uma preocupação! 

 

 

4 - Até ao final do ano, os A.M.A. vão manter a premissa de um single por mês?

 

Vamos manter a premissa! Poderá surgir algo mais para além do objectivo! 

 

 

5 - Onde é que os A.M.A. gostariam de atuar num primeiro concerto?

 

Em qualquer lugar que nos acolha com amor!

 

 

Muito obrigada!

 

 

Nota: Este RX teve o apoio da editora Farol Música, a qual cedeu também as imagens e vídeos.

 

Não percam também, na Inominável de Outubro, a entrevista à banda!

À Conversa com os Banho Maria

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"Casa do Castelo" é o trabalho de estreia dos Banho Maria, banda que cruza estilos que vão do pop-rock ao tradicional e ao fado, numa base acústica, onde as canções são reflexo das vivências protagonizadas pelos seus seis elementos: Tomané (António Lopes), João Alexandre e Moleiro (Paulo Reis), Cláudia Ferreira, Tiago Silva e Miguel Marcelino.

Os Banho Maria são os convidados desta semana, da rubrica "À Conversa Com...".

Espero que gostem da entrevista!

 

 

 

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Como é que nasceram os Banho Maria?

- Os Banho Maria nasceram de uma tertúlia de amigos na adega do largo em Atouguia - Ourém, numa primeira fase e que depois passou por encontrar uma voz feminina que se adequasse a um cruzamento de influências dos seus elementos que passam entre outras por alguma da música portuguesa das últimas décadas.

 

Porque escolheram este nome para a banda?

- Este nome surgiu como um acaso numa conversa de família da vocalista Cláudia Ferreira e assim que foi sugerido aos restantes elementos da banda o consenso foi imediato. Para além do projeto ter sido idealizado durante alguns anos, como temos uma cara feminina como vocalista, achamos que faria todo o sentido.

 

“Casa do Castelo” é o vosso primeiro álbum, lançado no dia 1 de setembro nas plataformas digitais. Diriam que foi um álbum “cozinhado em banho-maria”, ou foi um processo de produção relativamente rápido?

- Sem dúvida que foi um álbum bastante pensado, queríamos que estivesse mesmo ao gosto de todos nós, e para isso é preciso algum tempo e dedicação, também.

 

Como caracterizam o vosso estilo musical?

- Os Banho Maria caracterizam-se por ter um estilo que tem como influência vários estilos musicais, que vão desde música tradicional ao fado e à pop.

 

O que pode o público encontrar nesta vossa “casa do castelo”?

- Pode encontrar temas onde nos dedicamos por inteiro, algo que pretendemos que seja único. Encontra-se certamente um pedacinho de todos nós em cada música e cremos nós que canções intemporais com escrita tocante.

 

O single de apresentação deste trabalho intitula-se “Não Há Amor Como o Primeiro”. A música foi um dos vossos primeiros amores?

- Quando estávamos a decidir qual o single para apresentar ao público a escolha foi consensual, como é uma música cheia de ditados populares maioritariamente conhecidos pelo público, e com um ritmo de marchinha quase dançante, achamos que se enquadrava como postal de visita à nossa ‘Casa do Castelo’.

 

Embora a edição digital tenha ocorrido este mês, já tinham apresentado este álbum ao vivo. Que feedback têm recebido por parte do público e seguidores?

- Tem sido bastante positivo, as pessoas que nos tem abordado comentam que gostaram muito da apresentação e muitas perguntam para quando os próximos espetáculos.

 

 

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“Casa do Castelo” foi apresentado a 22 de Julho, no Castelo de Ourém, tendo sido o vosso concerto de estreia. Como foi essa experiência?

- Algum nervosismo, como não poderia deixar de ser, mas assim que entramos no palco, tudo passou e desfrutamos de cada momento valorizado pelo local idílico que é o Castelo de Ourém e pelo público que encheu o recinto e nos recebeu de forma calorosa.

 

Que outros “castelos” querem conquistar num futuro próximo? Já têm novos concertos agendados?

- Temos espetáculos intimistas programados para a região de Ourém e Leiria, e por enquanto, fazer a promoção do disco o mais possível nos media, para assim chegarmos ao maior número de pessoas e lhes poder despertar a atenção.

 

Que objetivos gostariam de ver concretizados num futuro próximo?

- Dar a conhecer a nossa música ao maior número de pessoas, fazer espetáculos ao vivo pois a nossa música ganha com essa faceta, continuar a fazer música porque isso nos realiza e a gravar discos por acreditarmos que existe espaço para os Banho Maria no contexto nacional e quem sabe, “lá fora”.

 

Muito obrigada pela disponilidade!

 

 

Nota: Esta conversa teve o apoio da editora Farol Música, a qual cedeu também as imagens.

 

 

À Conversa com os Banho Maria

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"Casa do Castelo" é o trabalho de estreia dos Banho Maria, banda que cruza estilos que vão do pop-rock ao tradicional e ao fado, numa base acústica, onde as canções são reflexo das vivências protagonizadas pelos seus seis elementos: Tomané (António Lopes), João Alexandre e Moleiro (Paulo Reis), Cláudia Ferreira, Tiago Silva e Miguel Marcelino.

Os Banho Maria são os convidados desta semana, da rubrica "À Conversa Com...".

Espero que gostem da entrevista!

 

 

 

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Como é que nasceram os Banho Maria?

- Os Banho Maria nasceram de uma tertúlia de amigos na adega do largo em Atouguia - Ourém, numa primeira fase e que depois passou por encontrar uma voz feminina que se adequasse a um cruzamento de influências dos seus elementos que passam entre outras por alguma da música portuguesa das últimas décadas.

 

Porque escolheram este nome para a banda?

- Este nome surgiu como um acaso numa conversa de família da vocalista Cláudia Ferreira e assim que foi sugerido aos restantes elementos da banda o consenso foi imediato. Para além do projeto ter sido idealizado durante alguns anos, como temos uma cara feminina como vocalista, achamos que faria todo o sentido.

 

“Casa do Castelo” é o vosso primeiro álbum, lançado no dia 1 de setembro nas plataformas digitais. Diriam que foi um álbum “cozinhado em banho-maria”, ou foi um processo de produção relativamente rápido?

- Sem dúvida que foi um álbum bastante pensado, queríamos que estivesse mesmo ao gosto de todos nós, e para isso é preciso algum tempo e dedicação, também.

 

Como caracterizam o vosso estilo musical?

- Os Banho Maria caracterizam-se por ter um estilo que tem como influência vários estilos musicais, que vão desde música tradicional ao fado e à pop.

 

O que pode o público encontrar nesta vossa “casa do castelo”?

- Pode encontrar temas onde nos dedicamos por inteiro, algo que pretendemos que seja único. Encontra-se certamente um pedacinho de todos nós em cada música e cremos nós que canções intemporais com escrita tocante.

 

O single de apresentação deste trabalho intitula-se “Não Há Amor Como o Primeiro”. A música foi um dos vossos primeiros amores?

- Quando estávamos a decidir qual o single para apresentar ao público a escolha foi consensual, como é uma música cheia de ditados populares maioritariamente conhecidos pelo público, e com um ritmo de marchinha quase dançante, achamos que se enquadrava como postal de visita à nossa ‘Casa do Castelo’.

 

Embora a edição digital tenha ocorrido este mês, já tinham apresentado este álbum ao vivo. Que feedback têm recebido por parte do público e seguidores?

- Tem sido bastante positivo, as pessoas que nos tem abordado comentam que gostaram muito da apresentação e muitas perguntam para quando os próximos espetáculos.

 

  

 

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“Casa do Castelo” foi apresentado a 22 de Julho, no Castelo de Ourém, tendo sido o vosso concerto de estreia. Como foi essa experiência?

- Algum nervosismo, como não poderia deixar de ser, mas assim que entramos no palco, tudo passou e desfrutamos de cada momento valorizado pelo local idílico que é o Castelo de Ourém e pelo público que encheu o recinto e nos recebeu de forma calorosa.

 

Que outros “castelos” querem conquistar num futuro próximo? Já têm novos concertos agendados?

- Temos espetáculos intimistas programados para a região de Ourém e Leiria, e por enquanto, fazer a promoção do disco o mais possível nos media, para assim chegarmos ao maior número de pessoas e lhes poder despertar a atenção.

 

Que objetivos gostariam de ver concretizados num futuro próximo?

- Dar a conhecer a nossa música ao maior número de pessoas, fazer espetáculos ao vivo pois a nossa música ganha com essa faceta, continuar a fazer música porque isso nos realiza e a gravar discos por acreditarmos que existe espaço para os Banho Maria no contexto nacional e quem sabe, “lá fora”.

 

Muito obrigada pela disponilidade!

 

 

Nota: Esta conversa teve o apoio da editora Farol Música, a qual cedeu também as imagens.

 

 

À Conversa com Francisco Murta

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Chegou de mansinho, na desportiva, mas depressa se tornou um dos favoritos à vitória do programa The Voice Portugal.

O seu talento e o seu timbre tão invulgar renderam-lhe, ao longo das galas, os maiores elogios, e não deixaram ninguém indiferente.

No programa, chegou ao pódio onde alcançou a medalha de prata. 

Agora, quer dar seguimento à sua carreira na música, com dois projectos, um a solo, e outro com a sua banda.

Deixo-vos com a entrevista ao Francisco Murta!

 

 

 

 

 

Quem é o Francisco Murta?

O Francisco Murta é um rapaz de 18 anos, que está a tentar alcançar o seu sonho.  

 

A tua primeira paixão foi o futebol. O que te levou a abdicar desta paixão?

Sim, o futebol foi um desporto que sempre me cativou bastante, levando-me até a querer fazer disso carreira, mas uma lesão muito grave obrigou-me a afastar dos relvados, e foi aí que a música começou a ganhar o seu peso.

 

 

 

 

Quando, e como, é que a música surgiu na tua vida?

Eu nunca dei à música a importância que ela merecia, e o mais engraçado é que a vida me colocou no caminho da música várias vezes, eu é que ignorava sempre!
A lesão no futebol foi determinante nesta situação, fez com que me agarrasse à música como nunca o tinha feito.

 

Quais são as tuas maiores referências musicais?

Eu não gosto nada de responder a essa pergunta! Diga quem eu disser, nunca vou conseguir dizer toda a gente, por isso ficamos assim.

 

 

 

Foto de Damn FATG.

 

A que projetos te tens dedicado nos últimos anos, a nível musical?

A minha "carreira musical", se é que se pode chamar assim, é bastante curta, por isso todos os projetos em que estou envolvido são bastante recentes. Tenho o meu projeto a solo, "Francisco Murta", e o meu projeto em banda, "DamnFATG!", projeto esse que tenho um orgulho gigante e que acredito ter um enorme potencial.  

 

O que te levou a concorrer ao The Voice Portugal?

Quis arriscar, senti que estava na hora de me mostrar ao mundo.

 

 

 

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Como foi trabalhar e, inclusive, partilhar o palco com a tua mentora Aurea?

Foi incrível, uma sensação brutal. Ela é uma excelente pessoa, e uma artista incrível. Passamos momentos que vou guardar para a vida! 😊 

 

Estavas à espera de ser um dos grandes favoritos à vitória deste programa?

Sinceramente? Não, nunca mesmo! (risos)

 

 

 

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Ao longo das várias emissões, foste sendo constantemente elogiado pelo teu talento natural, pelo timbre muito característico e raro em Portugal, e pela forma emotiva como transmitias a mensagem de cada uma das músicas que interpretavas. Tinhas consciência de todas essas qualidades enquanto artista ou foi, de certa forma, uma surpresa ouvir esses comentários?

Como já disse, a música é muito recente na minha vida e, por essa razão, eu ainda me estou a descobrir... Estou a descobrir os meus limites, os meus pontos fortes. Por isso foi, sim, uma surpresa porque, para mim, o que eu faço é normalíssimo. Não o sei fazer de outra maneira, e ver que as pessoas apreciam tanto o que eu faço deixa-me muito orgulhoso. 

 

A música é algo a que te queres dedicar como um hobbie, ou gostarias de apostar nela a tempo inteiro?

A música é aquilo que eu quero para a minha vida.

 

Quais são os teus planos para este ano de 2017, que agora chegou?

Este ano tenciono dar concertos em todo o país, ganhar experiência de palco e não só. Estou também já a trabalhar nos meus originais, e espero lançar pelo menos um single já este ano! 😊

 
 

Muito obrigada, Francisco!

Muito obrigado!

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