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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Espelho meu, espelho meu...

A atriz surgiu com um rosto completamente diferente num evento em Hollywood

Haverá alguém mais irreconhecível do que eu?!

 

Há uns tempos atrás foi a Renée Zellweger.

Há menos tempo, a Catherine Zeta-Jones (embora a diferença não seja tão visível).

Agora, Uma Thurman.

Se o objectivo é não deixarem escapar a beleza por entre os dedos, parece-me que não está a chegar a bom porto.

Quanto mais fazem para manter a beleza de outros tempos, mais parecem envelhecer. Muitas, na intenção de não verem a sua carreira esmorecer devido à idade, e de não perderem o lugar tão duramente conquistado em Hollywood, submetem-se a qualquer tipo de cirurgia ou tratamento que lhes devolva a juventude perdida, mas acabam por ver concretizados os seus maiores receios, na sequência dos resultados exagerados ou desastrosos dessas fórmulas miraculosas.
E nós, espectadores, habituados à beleza natural, e própria da passagem dos anos, olhamos agora para essas mulheres e perguntamo-nos quem serão. Porque, simplesmente, não as reconhecemos!

O que é ser bonita?

 

Todos sabemos que a beleza é algo mais que um corpo bem trabalhado e um rosto perfeito. Que cada pessoa é bonita à sua maneira, com as suas características próprias, e que as torna únicas. A beleza não se avalia apenas exteriormente. É, antes, a soma das partes, o conjunto como um todo: beleza exterior, carácter, personalidade, atitudes, maneira de ser e de estar. E é um conceito subjectivo porque, o que é bonito para determinadas pessoas, pode não ser para outras.

Mas, no que diz respeito à beleza exterior, Esther Honig, uma jornalista freelancer de Kansas City, nos EUA, decidiu desafiar 40 editores de imagem, fotógrafos e especialistas, que habitualmente trabalham com o Photoshop em várias partes do mundo, a porem-na bonita! Para isso, enviou uma fotografia dela, na qual surge sem maquilhagem, para que fizessem as devidas transformações. E podemos visualizar como o conceito de beleza foi exprimido por cada um deles, de forma tão diversa. O resultado foi este:

 

Fotografia original

 

Alteração da Argentina

 

Alteração da Alemanha

 

Vejam todas as fotos em 

http://mulher.sapo.pt/atualidade/noticias/artigo/jornalista-usa-forma-original-para-identificar-padroes-de-beleza-globais

Belos dias de outono!

 

Os últimos dias convidam a passear e a admirar a natureza no seu melhor!

Depois do frio das últimas semanas, a temperatura está mais amena.

Num céu pintado de azul vivo, o sol brilha e ilumina ainda mais a paisagem.

As árvores formam uma fila de cor em tons de castanho, amarelo, vermelho e laranja.

Claro que, muitas das árvores, já se encontram totalmente despidas. Aí, temos então os mantos de cor em plena rua, formando belos tapetes!

E na praça, os pombos vão picando o que encontram.

Que bom seria ter tempo para apreciar tudo isto com calma, em vez da correria que caracteriza os dias de trabalho. Mas, ainda assim, sabe bem estas pequenas saídas e caminhadas (necessárias), para observar e sentir o poder e a energia que nos transmite a natureza!

O que faz de alguém um ídolo?

 

Esta 5ª edição do Ídolos foi repleta de injustiças, do princípio ao fim. Não houve ninguém que sobressaísse mais que outros da forma como em edições passadas se observou. Houve melhores prestações de alguns concorrentes em determinadas galas, mas sempre muito inconstantes, com altos e baixos.

A Mariana canta bem, logo no início era uma das favoritas, mas nas últimas galas ficou abaixo das espectativas. O Diogo, por sua vez, pôs as garras de fora. Não tão afiadas como as que a Sandra ou o Filipe mostraram nas edições passadas. Mas, ainda assim, de entre todos, foi o eleito pelo público.

E se pensarmos bem, há pelo mundo muitos "ídolos" que nem sempre conquistaram esse título pelas suas qualidades artísticas, mas pelas multidões (muitas vezes mulheres e adolescentes) que arrastam consigo, seja pela sua irreverência, pela sua beleza, pelo seu estilo ou por quaisquer outros motivos que nada têm a ver com talento.

É por isso que, muitas vezes, surge um ídolo na pessoa que menos se esperava!

Viagem ao mundo da Barbie

 

 

“Chamo-me Barbara Millicent Roberts, mais conhecida por Barbie, e nasci a 9 de Março de 1959. Filha de Ruth e Elliot Handler, vim ao mundo já adolescente e tenho, até hoje, sobrevivido com sucesso ao passar dos anos, juntamente com o meu namorado Ken, e toda a minha família e amigos, que fiz ao longo de todo este tempo.

Acompanhando sempre a época, tanto no vestuário como no corte de cabelo, sempre vivi no mundo da moda, sendo a primeira a ser maquilhada e a receber acessórios.

A minha influência, nos dias de hoje, é visível e marcante, ao ponto de existirem comparações e apelidarem de Barbie alguém que, como eu, é loira ou se veste de rosa. Digamos que criei um padrão de beleza, valorizando a preocupação com a estética, e não é raro muitas meninas e adolescentes se quererem parecer comigo.

Mas gostava, acima de tudo, que me vissem como uma mulher inteligente, amiga, companheira, meiga e politicamente correcta!”

 

Na verdade, cada vez que oiço uma pessoa apelidar alguém de Barbie, o primeiro pensamento que me ocorre é o da “típica loira, burra, e fútil”, que só pensa em moda e pouco mais!

Mas, depois de ter visto todos os DVD´s de desenhos animados da Barbie, percebi que ela pode ter uma influência muito mais importante e valiosa sobre as adolescentes e mulheres.

Em cada filme, há uma mensagem – uma moral da história, um pensamento, um ensinamento, que nos mostra que existem valores e sentimentos preciosos que nunca devem deixar de existir dentro de nós.

A importância da verdadeira amizade, do verdadeiro amor, da liberdade, do nosso próprio valor, da confiança, da coragem…

Lembro-me de uma conversa que me marcou neste último filme, e que dizia respeito ao que era necessário para se ser um princesa – “não é uma coroa que faz de ti uma princesa”. A escola pode, através de aulas de etiqueta, de boas maneiras, de dança e outras, estimular a confiança. Mas confiança sem carácter de nada vale. Muitas alunas aqui têm confiança, mas falta-lhes carácter! (e aqui não pude deixar de pensar que provavelmente é o que acontece com os políticos!) Tu tens carácter, mas falta-te confiança, dizia ela à Barbie.

Por isso, por muito disparatado que possam achar uma mulher de 32 anos adorar filmes da Barbie, é a mais pura verdade, e não tenho vergonha de o dizer.

Pode até ter, e tem, muita fantasia. Mas tem também um fundo de realidade e aposto que se virmos bem, existe um pouco de nós em alguma das suas diversas personagens, existe um pouco da nossa vida em alguma das suas histórias!

Algo de bom que delas podemos retirar, e transportar para o nosso mundo!