Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Fazer pisca quando se muda de direcção

Costuma fazer pisca quando muda de direcção? é a pergunta colocada hoje na homepage do Sapo, um dia depois de ter sido divulgado um estudo da Prevenção Rodoviária Portuguesa sobre esta questão.

No entanto, se na resposta à pergunta colocada pelo Sapo, são estes os resultados:

 

Sim, sempre: 16209 votos - 75%

Nem sempre: 5119 votos - 24%

Raramente: 388 votos - 2%

 

O estudo vem mostrar o contrário - que quase metade dos condutores não faz "pisca" quando muda de direcção.

Isto lembra-me logo o meu marido, que passa o tempo a reclamar porque os outros condutores não fazem pisca, e ele é que tem que adivinhar para onde é que eles vão virar, se é que vão virar!

De vez em quando, lá dá uma buzinadela e faz sinal a esses condutores, para ver se se lembram de que, se têm pisca, para alguma coisa serve!

Pior que não fazer pisca, só mesmo fazê-lo paraum lado, e virar para o lado inverso!

 

E por aí, costumam fazer pisca? Costumam irritar-se com quem não o faz?

 

 

 

Sou um perigo na estrada!

images.png

 

E nem sequer conduzo! 

Mas prego uns valentes sustos ao meu marido, que vai ao volante!

A culpa é das rotundas, e dos outros condutores. O meu marido bem diz "mas achas que eles são parvos de se meterem?" ou "achas que eles querem bater?".  

Eu não acho, tenho a certeza! Cada vez há mais malucos na estrada, que não têm amor à vida, nem ao dinheiro, nem aos seus carros. Que acham que podem tudo e que os outros só têm que esperar.

E, cada vez que estamos a chegar a um cruzamento, ou rotunda, e vejo um carro ultrapassar a minha linha imaginária do aceitável, lá digo eu ao meu marido "olha aí, olha aí"! O problema é que o digo de uma forma que o assusta, e também isso pode provocar aquilo que era suposto evitar.  

É complicado porque, desta forma, também eu constituo um perigo.

Mas não consigo ultrapassar o medo que ganhei depois do acidente do ano passado. Viajar de carro deixou de ser algo perfeitamente banal, para se tornar algo a temer. Entrar num carro para uma viagem, ainda que de meros minutos, é prender a respiração e aguentar, até poder sair do carro e soltá-la!

 

Continua a não haver civismo...

 

É pena não haver quem ponha fim a estes comportamentos que, de cívicos, nada têm.

No regresso às aulas, neste novo ano, deparo-me com o velho e já conhecido cenário: os carros estacionados nos passeios (que supostamente foram feitos para os peões caminharem), obrigando os peões a terem que circular pela estrada (esta sim, para os carros andarem)!

E há aqueles condutores que, além de estacionarem, ainda deixam as portas abertas, para dificultar mais.

Isto porque o estacionamento fica longe (a escassos metros), e é preferível deixar os filhotes à porta dos estabelecimentos.

E assim continua o mundo, de pernas para o ar!

 

  • Blogs Portugal

  • BP