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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

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Patrulha de Gnomos

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Posso dizer que fui ver este filme, convencida que ia ver outro!

E acho que só percebi isso no final. É o que faz haver tantos filmes sobre gnomos.

Na altura em que fomos ver o filme Coco, vimos um trailer sobre gnomos que até comentei que deveria ser uma espécie de continuação do Gnomeu e Julieta.

Quando andei a pesquisar que filmes de animação estavam agora no cinema, vi este e associei automaticamente ao tal que tinha visto anunciar. Como li apenas sobre o que este se tratava, sem ver o trailer, não percebi o erro.

Só depois de o ver é que conclui que, o que eu pensava que ia ver era o Sherlock Gnomes, e o que acabei por ver, foi Patrulha de Gnomos.

 

Confusões à parte, posso dizer que é um filme fraquinho, sem graça, daqueles nunca perderia tempo (e dinheiro) a ver no cinema. Mas como era para a minha filha e as amigas, e tinha sido este a preferência, paciência.

Tem a sua lição de vida, tanto no que toca à relação entre pais/filhos, como na relação entre amigos, e o que é a verdadeira amizade, e como muitas vezes, consciente ou inconscientemente, temos uma percepção errada do que isso significa e representa.

Mas fora isso, não convence.

 

Duas balanças, informações diferentes

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No outro dia, o meu marido resolveu pesar-se numa daquelas máquinas sofisticadas da Wells, aqui em Mafra.

Por curiosidade, também o fiz.

 

Dava-me uns centímetros a menos, uma pressão arterial de 9-5, e um peso normal 53,3kg, bem como o índice de gordura e de massa corporal. Relativamente aos batimentos, dizia que os meus estavam a 111. Não liguei.

Nesse mesmo dia, ao final da tarde, foi a vez da minha filha, numa máquina da Wells, mas na Ericeira. Dava-lhe também uns centímetros a menos, peso normal e pressão de 8-4! Perguntámos à funcionária, que não achou normal e pediu para repetir. Dava-lhe o mesmo, mas tinha mirrado mais uns centímetros!

Experimentei eu. Mais peso que em Mafra, menos altura, batimentos a 60 e a pressão de 9-5 também.

 

Conclusão: nunca fiar em resultados das balanças da Wells porque, cada máquina, sua sentença! 

A Marta esquecida!

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Cena um:

 

Pela manhã, enquanto a minha filha se despacha, digo-lhe que vou despejar o lixo.

Pego nos sacos, desço a rua, volto para trás e chego a casa. Nesse momento, penso que não me recordo de ter ido ao lixo. Não me lembro sequer de ter passado na rua, nem ter colocado os sacos no caixote. Já uma vez aconteceu o mesmo, mas a verdade é que fui mesmo, nas duas ocasiões, e esqueci-me disso uns segundos depois.

 

 

Cena dois:

 

Vou às compras, primeiro ao Lidl, depois ao Intermarché. No Intermarché tenho por hábito deixar o saco com as compras do Lidl no cacifo. Coloquei a moeda, fechei o cacifo e guardei a chave na carteira. 

Em seguida, dirijo-me ao café do Inter e, ao abrir a carteira, deparo-me com a chave do cacifo. E penso: "será que tenho aqui esta chave desde a semana passada? Será que deixei lá a areia das gatas, e não chegámos a ir buscar?"

Quando já estou a voltar para trás, lembro-me então de que acabei de colocar um saco no cacifo, e era por isso que a chave ali estava!

 

Agora, imaginem, se já estou assim com 38 anos, como será daqui a uns anos!

Levar crianças para os serviços públicos

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Se nós, adultos, não temos muitas vezes paciência para esperar horas a fio a nossa vez de sermos atendidos, o que dizer das crianças?

Se a nós nos incomoda a confusão, o barulho de dezenas de pessoas a conversarem, o ter muitas vezes que esperar em pé, pior ainda será para as crianças. E, consequentemente, pior para nós, porque temos que entretê-las, mantê-las sossegadas e em silêncio, e ouvi-las reclamar com fome, com sede, com sono, com vontade de ir à casa de banho, e por aí fora. Isto, quando não lhes dá para fazer birra, chorar ou gritar, acabando por incomodar as outras pessoas, e afectar o próprio serviço.

 

Eu própria, quando a minha filha tinha cerca de um ano e meio, tive que trazê-la para o meu trabalho, e levá-la comigo aos vários serviços onde tinha que ir. Não correu muito mal, mas também não foi fácil, até porque ela ao fim de 5 ou 10 minutos já queria ir embora, e começava a ficar irrequieta. Mas eu não tive outra hipótese. Foi numa semana em que a minha mãe, que tomava conta dela, foi operada, e eu não tinha com quem a deixar.

 

No entanto, há pais que levam os filhos mesmo que não seja necessário, como se estivessem a ir todos para um passeio. Até pode correr bem, o assunto despechar-se depressa, e irem à sua vida num instante. Mas também pode não ser assim tão simples e rápido.

 

Por isso, sempre que for possível, evitem levar crianças para serviços públicos. Será o melhor para todos.

 

 

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