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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Senhores(as) responsáveis e/ ou gerentes do Intermarché

 

Vejam lá se se resolvem, se se entendem, e passam a ter uma só regra para este assunto.

É que assim, ninguém percebe nada, e começamos a achar que "cada cabeça, sua sentença". 

Vou num sábado ao supermercado, entrego 3 ou 4 senhas do autocarro, e descontam todas. Noutro sábado, volto a fazer o mesmo, mas dizem-me que só posso descontar duas.

Num sábado, levo uma senha para descontar, a funcionária da caixa diz que não posso, eu digo que já da outra vez o fizeram, ela liga para a caixa central e dizem-lhe que pode descontar.

Mais um sábado, mais uma senha. A funcionária liga para a caixa central, a perguntar se pode descontar o vale do combustível com a senha do autocarro. Pode.

No sábado seguinte, entrego a senha. A funcionária diz que não pode descontar ao fim de semana, porque não há autocarro ao fim de semana. Tem que ficar para segunda-feira. E é a mesma informação que lhe dão da caixa central, depois de eu dizer que já me descontaram várias vezes ao fim de semana, mesmo depois de ligaram para os responsáveis.

Na caixa central dizem que, se o fizeram, foi uma excepção! Eu diria antes, várias excepções! Mas não se pode descontar senhas ao fim de semana e é essa informação que vão dar às funcionárias. Eu agradeço!

No domingo, por curiosidade, pergunto a uma outra funcionária se posso descontar uma senha de autocarro. Ela diz que tinha que ter descontado no sábado, sendo a senha de sexta. Eu digo-lhe, então, que tentei fazer isso mas não podia ser. Ela diz que não sabe de nada. Pergunta à colega (por azar, a que nos tinha atendido na véspera), e ela diz-lhe aquilo que já sabemos. E esta funcionária diz que, ao que parece, as regras mudaram, e ninguém a tinha informado de nada!

Caramba, será que é assim tão difícil comunicar a todos os funcionários quando é que se podem descontar, ou não, as senhas do autocarro?

 

Afinal é melhor não poupar...

 

Sempre fui uma pessoa muito dada a poupar sempre que posso, a pensar em alguma eventualidade que surja e, principalmente, no futuro da minha filha.

Mas parece que, para determinados efeitos, o ideal seria não poupar.

Afinal, se uma pessoa tem poupanças é porque vive bem e o dinheiro lhe chega, logo não precisa de mais.

Assim sendo, talvez seja melhor proceder rapidamente à "matança do porco"!

 

 

 

Como passar de bestial a besta num passe de mágica!

 

É impressionante como, durante anos, os/as ex companheiros/as foram excelentes maridos/ mulheres, pais/ mães excepcionais, pessoas dedicadas, amorosas, carinhosas, enfim, o sonho de qualquer mulher/ homem. 

E de repente, de um dia para o outro, as mesmas pessoas que antes teceram rasgados elogios, proferem agora duras críticas contra os/ as seus/ suas parceiros/ as.

Não digo que as pessoas não mudem com o tempo ou que, pelo contrário, sempre tenham sido assim. Mas, em primeiro lugar, não há necessidade de informar toda a sociedade de algo que só diz respeito aos envolvidos. Mais ainda quando existem filhos. Em segundo lugar, se alguém mudou e, com isso, originou a separação, o problema foi resolvido com a separação. Se, pelo contrário, a pessoa sempre foi assim, porque é que só ao fim de vários anos, quando se separam, falam nisso? E porque é que, a ser assim, estiveram tanto tempo juntos?

Isto tudo vem a propósito das novas declarações (ainda duram) de Manuel Maria Carrilho sobre Bárbara, depois do divórcio:

 

“A Bárbara (Guimarães) não sabe o que é educar. Para ela, educar é não haver limites. Tudo deve ser permitido, porque o que interessa é que eles gritem, se exprimam, saltem, berrem. Tudo deve ser natural. É aquilo a que chamo ‘o culto estúpido da espontaneidade’. Eu acho que não, que as crianças devem ser educadas no culto inteligente dos valores, e aprender a respeitar. A Bárbara não faz a mais pequena ideia do que é a educação, nunca fez”.

 

Será que só agora é que ele se preocupou com a educação dos filhos?! Talvez!

É típico de alguns pais, depois da separação, armarem-se em pais presentes, preocupados, zelosos, amigos e companheiros. Para "ficar bem na fotografia", tentar "ganhar" mais amor dos filhos ou, simplesmente, colocá-los contra o outro progenitor. 

Por isso, não é de admirar que Carrilho se tenha até "deixado convencer a ir ao McDonald’s, que é uma coisa que o filho só tinha conseguido fazer uma vez, no Dia do Pai”!

Mas, no final de contas, quem fica a ganhar são as crianças! Ou talvez não...

E, entretanto, enquanto vão reduzindo pessoas bestiais em bestas, transformam-se as bestas em pessoas bestiais, assim...num passe de mágica! 

A "estupidez" do ser humano

 

Será o ser humano “estúpido por natureza? Ou será algo que adquire ao longo da vida?

O que é certo é que, por vezes (muitas vezes), é mesmo estúpido! Principalmente no que respeita a relações, sobretudo relações amorosas.

Fala quando devia estar calado, cala-se quando devia falar…

Diz coisas que não sente, quando sente coisas que não diz…

Age (mal) quando devia estar quieto. Fica imóvel, quando o seu coração lhe ordena que lute…

Agarra-se aos mais perfeitos disparates (que para o ser humano são mais verdades incontestáveis) para justificar os seus actos de (pouca ou nenhuma) generosidade…

Toma decisões pelos dois, sem se importar com o que o outro pensa ou deseja…

Guarda os seus sentimentos, receios e preocupações para dentro, quando os devia pôr para fora…

Afasta quem mais ama, quando o que realmente queria era estar perto para sempre…

Complica demasiado aquilo que, afinal, é tão mais simples...

Se o faz intencionalmente? Penso que, a maioria das vezes, não. É algo que surge, e em que acredita piamente. A partir daí, sucede-se uma bola de neve de atitudes erradas que não consegue evitar. E não é, também, isso (os erros) que torna o ser humano, humano?  

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