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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Facturas de saúde com IVA a 23%

 

Depois da grande polémica que se gerou sobre a questão das facturas de saúde, com IVA a 23%, poderem ou não ser dedutíveis em IRS, e em que moldes (nomeadamente pedir facturas separadas com IVA diferente), parece que chegaram a um consenso.

Assim, todas as facturas de saúde com IVA a 23%, emitidas desde o início do ano, podem ser dedutíveis no IRS, mas apenas desde que sejam validadas pelo próprio contribuinte. Sim, o contribuinte terá que ir ao Portal das Finanças, e validar cada uma das facturas de saúde com IVA a 23%, que irão ficar pendentes nesse mesmo portal.

Como já acontecia anteriormente, só poderão ser validadas facturas com IVA a 23%, desde que tenham a respectiva receita médica. Caso contrário, não poderão ser validadas. 

Já agora, e porque mais vale prevenir do que remediar, não será mal pensado juntar todas as facturas, sejam elas de saúde, educação ou outras quaisquer e, na devida altura (ou podem ir fazendo aos poucos), confirmar uma a uma se constam no portal e se estão validadas, para que não haja depois surpresas.

É que, convencidos de que basta pedir facturas com contribuinte que elas hão-de lá aparecer no portal, muitas vezes deitamos fora as facturas. Depois, quando temos que validar, já nem sabemos a que dizem respeito aqueles valores. E, outras vezes, nem sequer lá constam algumas das facturas pedidas. Nesses casos, sem o suporte em papel, não podemos inseri-las correctamente.

Por isso, tenham atenção, e confirmem se bate tudo certo.

 

Nunca é demais relembrar...

 

...que, no que respeita a crianças, todo o cuidado é pouco.

É claro que não os podemos ter agarrados a nós, mas a vigilãncia, ainda que à distância, é fundamental. E, por vezes, os descuidos ou distrações, ou o achar que não vai acontecer nada em 2 ou 3 minutos, pode correr mal.

Quando vou à praia com a minha filha, ela não vai ao banho se eu ou o meu marido não formos com ela, ou então vai, mas nós mantemo-nos de olho nela o tempo todo, e a postos para entrar em acção. Mas já me aconteceu desviar os olhos dela por uns momentos, até porque a praia não estava muito cheia, a maré estava vazia e não havia perigo. Mas, quando voltei a olhar para o sítio onde ela estava, não a vi. Olhei em volta, para todo o lado, e nada dela. Já estava a entrar em pânico, mas sem o mostrar, e a pensar que alguma coisa teria acontecido, quando volto a vê-la, no mesmo sítio onde estava antes. Foi um alívio, mas também um susto e um alerta.

Ontem, morreu uma criança de 6 anos, afogada, na praia da Foz do Lizandro, aqui na Ericeira. Os pais do menino dizem que perderam o contacto visual com o filho por alguns segundos, e já não voltaram a vê-lo.

O pai acabou por encontrar, mais tarde, o filho inanimado na água. Apesar de accionados todos os meios e das manobras de salvamento, o menino acabou por falecer. Esta família, de Alcanena, Santarém, estava cá a passar férias.

É por isso que, apesar de não sermos pais perfeitos e de nem sempre ser possível, é bom ter em mente que não podemos descuidar a vigilância e segurança dos nossos filhos, seja onde for. Mesmo que seja por breves instantes. Porque esses breves instantes podem trazer uma dor para toda a vida. 

Os médicos no serviço público e no privado

O meu marido é da opinião de que os médicos, nas clínicas privadas, só se interessam pelo dinheiro e, com ele garantido, pecam no atendimento dos utentes, dando pouca importância aos seus problemas e mostrando pouco interesse, preocupação ou profissionalismo. Já os médicos do serviço público, que cada vez recebem menos, não exercem a sua profissão com vista ao lucro e, como tal, mostram-se mais atenciosos com quem os procura.

Eu, sou de opinião contrária! Considero que os médicos, assim como todos os que trabalham, sentindo-se injustiçados face à constante redução dos seus salários, tendem a sentir-se desmotivados para o exercício da sua profissão e, como tal, pouco querem saber dos utentes que a eles recorrem, e tão pouco estão preocupados com o que lhes possa acontecer, porque não são suficientemente pagos para isso. Por outro lado, um médico que cobra um preço que acha justo pelo seu serviço, está mais motivado e tem obrigação de justificar o valor cobrado, com um atendimento mais amável, atencioso e cuidado.

Claro que, havendo excepções, encontramos bons e maus profissionais em qualquer um dos serviços - público ou privado. Até porque os médicos realmente profissionais exercem a sua profissão por amor à mesma, porque se sentem bem a ajudar o próximo, a melhorar a vida de cada um dos seus pacientes ou, simplesmente, a ser um ouvinte atento ou dar uma palavra amiga de consolo ou incentivo, fazendo disso a sua prioridade, sem olhar aos escassos meios que possam haver ou ao dinheiro que poderão, ou não, receber.

E quanto à questão da atenção que é dada aos pacientes, por médicos e enfermeiros? Falava disso a Van

do blog http://nuagesdansmoncafe.blogs.sapo.pt após um comentário que fiz sobre o assunto.  

Quem será mais atencioso? Os médicos ou os enfermeiros? 

Temos tido alguma sorte com os médicos que nos têm calhado, mas parece-me que os enfermeiros saem a ganhar. 

No hospital D. Estefânea, por exemplo, posso falar bem dos enfermeiros e da segurança, mas os médicos são para esquecer. No hospital de Torres Vedras, na parte da pediatria e internamento, tanto médicos como enfermeiros foram 5 estrelas. Já na maternidade, nem uns nem outros me deixaram saudades.

Mas, de uma forma geral, os médicos estão lá para observar, passar receitas e exames e pouco mais. São os enfermeiros que mais cuidam, que mais acalmam, que mais conversam, que mais atenção nos dão, que estão sempre lá noite e dia para o que precisarmos.

 

 

Mãe 365 dias por ano!

 

 

A novela Bárbara/ Carrilho continua, com o segundo a acusar a primeira de ignorar os filhos, ao não ter querido celebrar o Dia da Mãe com eles. Parece que as crianças estavam à guarda do pai nesse domingo, mas o mesmo disponibilizou-se para deixá-las passar o dia com a mãe. Ela não quis e ele mostrou-se indignado porque "os pequenos até tinham presentes para dar à mãe". Bárbara Guimarães, por sua vez, apenas respondeu (e bem), que esteve com os filhos no final do dia e que “Dia da Mãe é todos os dias”.

 

E é isso mesmo!

Claro que acaba por ser um dia especial, e gostamos de estar com os nossos filhos. Mas somos mães a tempo inteiro! Não é um dia ou uma data que nos vai dar um maior estatuto de mãe.

Com a minha filha aconteceu exactamente o mesmo. Este ano, calhou estar com o pai. Nem sequer pus a hipótese de trocar. Sabia que ia estar com ela no final do dia. E a sua prendinha estava guardada para ela me dar à noite! Já a comemoração, enquanto mãe e, ao mesmo tempo, filha, foi almoçar com as respectivas num dos anteriores fins-de-semana, em que conseguimos estar todas juntas.

No Dia da Mãe celebra-se aquilo que somos todos os dias. Mas qualquer dia é bom para o fazer, para mimar as nossas mães, para cuidar e brincar com os nossos filhos, para passarmos tempo de qualidade com eles, e eles connosco, para dar e receber amor.

Somos mães 365 dias por ano! Não é um dia que nos vai tirar isso!

 

 

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