Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Também acontece contigo?

 

Um filho deveria ser desejado. Nem sempre esperado mas, pelo menos, desejado.

Não sendo esperado nem, tão pouco desejado não deveria, ainda assim, sofrer na pele os erros dos pais, e servir de "saco de pancada" e descarregador de frustrações daqueles que o rodeiam, e que não estão satisfeitos com o seu nascimento e chegada ao seio familiar.

 

W. Paris não foi uma filha esperada, nem desejada. Mas veio ao mundo e foi, ao longo da sua vida, vítima de maus tratos, de negligência e, percebeu mais tarde, de "scapegoating", ou seja, foi desde sempre um bode expiatório de todos aqueles que lhe eram próximos, sobretudo, a sua família chegada - mãe, pai e irmão - e mais alargada - tios, primos.

 

"Tímida, envergonhada, calada, sossegada, introvertida, acanhada, insegura... Estas eram as palavras que W. Paris costumava ouvir em criança, quando as pessoas a caracterizavam."

Até aí, nada de mais. Eu própria também poderia ser caracterizada dessa forma. Mas W. Paris teve, para além da sua própria personalidade, vários motivos para acentuar ainda mais estas características.

 

O que mais me choca, é a forma como, na história de W. Paris, não houve uma única pessoa na família, ou entre os vizinhos, ou até mesmo amigos, que a ajudassem como ela precisava.

Sabemos que as pessoas não se querem meter em problemas que não lhes dizem respeito mas, na maior parte das vezes, acabam por meter-se por pura mexeriqueira, ou mesmo para prejudicar, ao invés de ajudar.

E há as que não se metem porque concordam e apoiam. Ou porque andam com a cabeça tão enterrada na areia que nem vêem o que se passa à sua volta.

 

E assim viveu durante cerca de 30 anos, a ser sistematicamente acusada de tudo e mais alguma coisa, criticada, rebaixada, neglicenciada, usada, maltratada, algo que se reflectiu, como seria de esperar, na sua autoestima, confiança e segurança.

Tal como no seu comportamento, agindo constantemente para agradar e ser aceite por todos, sem perceber que, por mais que fizesse, ou como quer que agisse, tal nunca aconteceria. Como é óbvio, também a afectou psicologicamente, contribuindo para a instabilidade que caracterizou a sua vida, não só a nível de relações, como a nível pessoal e profissional.

A mudança da aparência, da forma de vestir, o tão depressa engordar demais como emagrecer, bem como a falta de emprego e as dificuldades a ela inerentes, que a levaram a iniciar e a desistir de alguns cursos, e da universidade, são uma prova dessa instabilidade.

 

Ainda assim, neste tipo de ambiente e vida, com familiares que a desprezavam, houve duas ou três situações em que quase poderíamos pensar que os pais ou o irmão tinham algum pingo de sensatez, de amor, de compreensão. Claro que foram meros vislumbres passageiros, como aquele raio de sol que surge no meio de uma tempestade, mas logo se volta a esconder por entre as nuvens negras que sempre estão presentes.

 

Hoje, longe de todos os que, de alguma forma, lhe fizeram mal, mesmo não tendo consciência disso, W. Paris encontra-se no estrangeiro, a lutar pelo seu sonho de terminar os estudos em psicologia, e alcançar alguma paz e estabilidade.

 

 

Sobre a autora:

Sobre a forma como a autora contou a sua história, não sei se pela confusão que sempre foi a sua vida ou pela vontade de pôr tudo cá para fora de forma espontânea, acabou por misturar muitas coisas ao mesmo tempo, e falar de algumas situações num determinado ponto, para depois voltar a repetir o mesmo mais à frente, quando poderia ter estruturado por partes, por pessoas, por situações. É que, como leitora, acabei por me perder em algumas partes, e perguntar-me a que propósito vinham algumas coisas, no meio do que ela estava a contar.

 

Por outro lado, se no início da narrativa comecei por me solidarizar com a autora, por tudo o que passou, cheguei a um ponto em que o sentimento foi o inverso, em que me perguntei por que raio ela não fez nada, porque não mudou, porque não se afastou assim que percebeu aquilo que lhe fazia mal.

Senti que, a partir de um determinado momento, em que ela pôde assumir o comando e o controlo da sua vida, sem depender dos pais, deveria ter tentado escapar. Não repetir constantemente os mesmos erros. Lutar pela sua vida. Ao não fazê-lo, quando podia, senti que se estava a vitimizar por algo que agora só dependia dela.

E em que me questionei se todos à sua volta eram mesmo parvos, estúpidos, interesseiros, e cheios de ruindade, como ela nos faz crer, ou se não houve ali algum exagero. É que parece tudo tão surreal, para ser verdade. 

Não me cabe a mim julgar, nem condenar as suas decisões, as suas inacções,porque só quem passa por estas situações sabe em que estado está psicologicamente,os sentimentos que vão dentro de si e as poucas forças que tem para tentar sequer erguer-se.

Mas incomodou-me o acomodar dela à situação durante tanto tempo.

 

 

SINOPSE

"Quando ouvimos falar em narcisismo, lembramo-nos de pessoas extremamente vaidosas. Vem-nos à memória a imagem do Narciso a observar o seu reflexo na água. A realidade vai muito além disso. E o narcisismo em famílias consegue ser surreal de tão chocante que é.

A família narcisista ataca o membro mais fraco , principalmente um dos seus descendentes (filho/filha). A família narcisista faz a criança acreditar, desde a sua tenra idade, de que ela é incapacitada, de que tem de conquistar o amor dos pais, ou, até mesmo, de que tem de lhes agradecer pela vida que estes lhe deram. O narcisismo em famílias, também conhecido pelo termo scapegoating, consegue destruir a vida das suas vítimas, levando-as a perder a sua auto-estima e sanidade mental. E os maus tratos são tão subtis, tão enganadores, que a vítima consegue passar uma vida inteira sem entender o ambiente que a rodeia, vivendo numa realidade completamente distorcida."

 

 

Autor: W. Paris

Data de publicação: Fevereiro de 2018

Número de páginas: 388

ISBN:  978-989-52-1733-5

Colecção: Viagens na Ficção

Género: Ficção

Idioma: Pt

Mais Perto de Ti

Resultado de imagem para mais perto de ti filme

Logo depois de ter visto "Dei-te o Melhor de Mim", decidi ver este filme, que o meu marido tinha gravado, visto e recomendado - "Mais Perto de Ti".

Kevin e Ellie são namorados, e atletas. O pai de Ellie é o treinador deles e dos restantes colegas, que estão a participar nas provas. No regresso a casa, todos seguem de autocarro, à excepção de Kevin,que vai de carro com os pais.

 

 

Imagem relacionada

Antes disso, à porta do autocarro, o treinador pergunta-lhe se já disse à filha que a ama, fechando em seguida a porta do autocarro.

 

Seguem, assim, viagem. O autocarro à frente, o carro dos pais de Kevin atrás, até que este ultrapassa o autocarro e passa a ponte. Quando chega a vez do autocarro passar a ponte, o treinador, que o conduz, perde o controlo e acaba por cair ao rio, numa tragédia que mata, de uma só vez, a namorada, os amigos e colegas, e o treinador de Kevin, que se sente culpado por estar vivo.

 

A partir desse momento, ele passa a correr para sobreviver, dependendo dela, e das "instruções" da namorada enquanto corre, como do ar para respirar. E passa a correr com as sapatilhas de Bobby, seu melhor amigo, mesmo quando elas já estão mais que gastas, recusando-se a fazê-lo com outras.

 

 

Imagem relacionada

De volta à escola, conhece um novo treinador, que se vai revelar um grande amigo, e mostrar-lhe porque deve, e como deve correr.

 

 

Imagem relacionada

 

Imagem relacionada

E é lá que conhece Henny, que se apaixona por ele, mas não tem muita sorte, porque o seu coração ainda está ligado à falecida namorada.

 

Depois de algumas atitudes mais irreflectidas, Kevin parece encontrar o seu caminho, e vencer a prova para a qual vinha a treinar.

No final, ele vê o autocarro, e corre para ele, parando na ponte, de onde salta para, finalmente, ir para mais perto da namorada e poder dizer-lhe que a ama.

Resta saber se a Ellie o aceitará, ou o mandará de volta para a vida.

 

Rapto Escaldante, de Sandra Brown

Resultado de imagem para rapto escaldante sandra brown

 

O nome do livro engana. Não me pareceu muito escaldante este rapto, ao contrário do que poderíamos começar a imaginar.

A história começa num bar, onde estão dois homens contratados para matar Jordie, irmã do homem que, supostamente, deitou a mão a 30 milhões de dólares. Tudo leva a crer que foi o sócio do irmão que encomendou a sua morte.

No entanto, no último momento, Shaw atira contra o parceiro e rapta Jordie, tentando fazê-la falar, antes de a matar, sobre onde está o seu irmão Josh, e onde está o dinheiro. Só que Jordie nada diz.

Enquanto isso, Josh consegue escapar, mas tem agora que arcar com as consequências dos seus actos, que poderão passar pela morte da sua irmã, e pela sua.

 

Esta é a típica história de Sandra Brown. Mas consegue, ainda assim, surpreender.

Começamos logo com a personagem Shaw. Era de esperar que ele não fosse, afinal, o criminoso que dão a entender, mas um elemento qualquer da CIA ou do FBI. E, no entanto, acabamos por vê-lo ir para o hospital, depois de ferido, tratado como um assassino procurado e algemado à cama de hospital.

E ao contrário do que seria de esperar - ele passar o tempo todo em fuga com Jordie - enquanto ele é preso, Jordie fica sob protecção da polícia, e sob custódia, até novos desenvolvimentos, sobretudo para controlar o que ela sabe, até que ponto está envolvida na fuga do irmão, e se o está ajudar, o que não augura nada de bom. 

Percebemos que houve algo que se passou entre Jordie e Panella, o homem que encomendou a sua morte, e que ela não quer revelar.

Também percebemos que Jordie tem um papel protector de irmã mais velha, mas há algo mais, que a prende ao irmão, que não a deixa viver a sua própria vida.

A determinado momento, comecei mesmo a desconfiar que seria Jordie quem estaria na posse do dinheiro, já que nem o irmão, nem Panella, parecem saber onde está, ou sabem, mas falta-lhes a última peça do puzzle.

E, de tão embrenhada que estava na história, há pormenores que escapam, e estive convencida até muito próximo do fim que Jordie ia ser apanhada e correria perigo. E não deixa de ser verdade. Mas quem sempre ameaçou a sua vida, e tenciona matá-la, é aquela pessoa que nunca me passaria pela cabeça!

Adorei esta reviravolta.

E é por isso que sou fã incondicional da Sandra Brown, e vou continuar a devorar todos os livros dela, assim ela tenha inspiração e vontade para os escrever!

 

 

SINOPSE

Num bar fumarento e sombrio do Louisiana, o olhar de Shaw Kinnard cruza-se com o da elegante Jordie Bennet. Mas não se trata de amor à primeira vista. Ele está lá para a matar. Jordie sente que chegou a sua hora. Mas Shaw tem outros planos, pois sabe que o irmão dela, Josh, deitou indevidamente a mão a 30 milhões de dólares. No último minuto, Shaw poupa a vida de Jordie mas rapta-a. Agora, estão ambos em perigo, pois não são os únicos que procuram Josh e a fortuna roubada. 

Jordie e Shaw precisam um do outro para se manterem vivos - mas confiar é baixar as defesas. E se Shaw emana uma aura de perigo que é quase irresistível, Jordie não lhe fica atrás; é misteriosa e impenetrável, e incapaz de revelar o que sente. À medida que o desejo e a tensão entre ambos aumentam, torna-se evidente que terão de fazer o impensável: confiar um no outro. 

RAPTO ESCALDANTE é uma história de encontros, desencontros e enganos… mas quem está a enganar quem?

O Amor Não Morre

 

Era uma vez um menino que sonhava ser aviador...

Quis o destino, ao qual ele deu um empurrãozinho, que esse menino, já crescido, se alistasse na Força Aérea, como voluntário, escapando assim às vontades dos pais, e ao que tinham planeado para ele. 

Foi em Luanda que conheceu uma jovem de apenas 15 anos, por quem se apaixonou, e a quem acabou por pedir em casamento, dois anos depois.

Mas ela ainda era menor, e tinha o seu curso por finalizar, quando terminou a comissão de serviço do noivo, que o obrigou a voltar para Portugal. Separaram-se, até ao dia em que ele conseguiu permissão para voltar à base de Luanda.

E, assim, casaram, tiveram filhos e netos, e viveram felizes, até que a morte os separou...

 

Poderia resumir a história assim, mas ficaria por dizer muito mais!

 

O amor entre estas duas pessoas é daqueles amores que raramente se encontram, e que todos desejaríamos ter, mas nem sempre encontramos, e, quando encontramos, nem sempre estamos dispostos a ultrapassar tudo para não o deixar morrer.

Este casal foi presenteado com bons momentos e alegrias, mas também com várias dificuldades, que enfrentaram como puderam e acharam melhor, nunca desistindo, não deixando que nada se atravessasse na sua felicidade.

Nem um, nem outro, baixaram os braços, e encontraram sempre uma forma de cuidar do seu casamento, da sua relação, do seu amor, para que não morresse.

Nem tão pouco a distância entre os vários membros da família foi impedimento para estarem todos juntos.

O menino conseguiu, durante esse tempo, concretizar o seu sonho de ser aviador. Por vezes, os sonhos não morrem, nem são enterrados definitivamente. Apenas fazemos alguns desvios, que nos poderão ser mais úteis no momento, ou consoante as oportunidades que vão surgindo à nossa frente para, mais tarde, voltarmos a eles, ainda com mais garra.

 

Mas, a verdadeira prova de fogo, começou quando surgiram, sucessivamente, o diagnóstico de Doença de Parkinson, cancro da próstata, lesão da coluna dorsal, cancro do pulmão...

Um final de vida passado entre casa e hospitais, com internamentos, recuperações e recaídas, até à transferência para uma unidade de cuidados paliativos.

No entanto, nem assim, o amor esmoreceu. Pelo contrário, tornou-se cada vez mais forte. E nem a morte o conseguiu derrubar pois, como a própria autora diz "O Amor Não Morre porque, aqueles que partem e que amamos, continuam a viver dentro de nós!

 

 

Sinopse

"Baseado numa história verídica, este livro alia: paixão, amor, fraternidade e cumplicidade para além dos limites terrenos.
O leitor viverá momentos emocionantes, que lhe serão transmitidos através do relato intenso, dos sentimentos mais profundos da alma humana."

 

 

Autor: Berta Pinto Silva

Data de publicação: Janeiro de 2018

Número de páginas: 112

ISBN: 978-989-52-1950-6

Colecção: Viagens na Ficção

Género: Romance

Idioma: Pt

 

 

Com o apoio de:

 

Verão Real, de Lara Barros

Resultado de imagem para verão real lara barros chiado books

 

"Verão Real" pode até ser um livro mais direccionado para adolescentes, mas foi uma daquelas histórias que li de uma só vez, sem pausas, de tão boa que estava a ser a história! 

E, claro, já o passei para as mãos da minha filha :)

 

 

Alex é uma miúda normal, prestes a fazer 18 anos.

Adora livros, cinema, tiro ao arco com flecha. Sonha viajar para conhecer o mundo e os povos que nele habitam. Gosta de musicais, como o High School Music, e de Nicholas Sparks.

Só existe um pormenor que a diferencia das restantes miúdas da sua idade: é uma princesa e, como tal, tem que se reger pelas regras e protocolos, preservar a sua imagem e, o mais grave, escolher um marido entre a realeza.

Para tal, Alex é obrigada pelos pais a ir para um campo de férias no Mónaco, a fim de se relacionar com os vários principes e encontrar o seu futuro marido, a quem deverá unir o seu destino.

 

Adam é um jovem de 19 anos, que esbarra com Alex na praia, antes de esta partir para o campo de férias. Um encontro que acaba com Alex dentro de água, e uma joelhada em Adam, onde ele menos desejaria. Alex ficou a pensar no rapaz, mas era óbvio que nunca mais o iria ver.

 

E, assim, no campo de férias, para além de conhecer novas amigas, Alex fica frente a frente com o príncipe Philip, um jovem por quem qualquer rapariga poderia facilmente apaixonar-se. Ele parece gostar mesmo dela, e ela não rejeita a ideia de vir a namorar com ele mas...

 

Além de príncipes e princesas, o campo de férias conta também com instrutores e, entre eles, Alex dá de caras com Adam. E, quando os dois se juntam, não pode sair boa coisa!

Dividida entre a razão e o coração, Alex terá ainda que, juntamente com o seu grupo de amigos, evitar a ameaça terrorista que quer, a todo o custo, destruir a monarquia atingindo os filhos dos reis, que ali se encontram, longe de qualquer protecção.

 

Num mundo em que ainda se dá valor às alianças políticas e financeiras, ao estatuto e à prevalência do bem dos países, em detrimento dos sentimentos das pessoas, haverá lugar para histórias de amor? 

Ou esse será um sacrifício que terão que fazer, em nome da tradição, regras e protocolos?

 

Quem irá Alex escolher no final?

 

 

 

Sinopse:

"Encontrar o amor verdadeiro nunca foi fácil.

Mas para Alex essa tarefa será ainda mais difícil.

Sendo ela uma princesa terá de escolher um marido pertencente a uma família real e terá essa oportunidade este verão ao passá-lo num campo de férias exclusivo no Mónaco para jovens da realeza.

E é lá que conhecerá o príncipe Philip e ele é tudo o que uma miúda pode desejar mas o coração dela fica dividido quando conhece Adam. Ele é irritante, faz-lhe perder a cabeça, brigam á toda a hora mas ela não parece conseguir resistir ao seu charme. O problema é que Adam é um jovem normal, não pertence á realeza.

Tudo isto acontece ao mesmo tempo que o campo de férias é ameaçado por terroristas cujo objectivo é roubar a coroa dos países mais poderosos onde sucessor está vulnerável e longe da segurança total do seu reino.

Conseguirá Alex encontrar a mente por detrás destes ataques? E mais importante, seguirá ela as regras que sempre conheceu ou traçará ela o seu próprio destino?"

 

 

Autor: Lara Barros

Data de publicação: Fevereiro de 2018

Número de páginas: 240

ISBN: 978-989-52-1905-6

Colecção: Viagens na Ficção

Género: Ficção

Idioma: Pt

 

Com o apoio de:

  • Blogs Portugal

  • BP