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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Trabalhos de grupo escolares - sim ou não?

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Uma das questões debatidas, por norma, nas reuniões de encarregados de educação com o director de turma está relacionada com os trabalhos de grupo.

 

Alguns pais insurgem-se contra os trabalhos de grupo. Outros, defendem. Outros ainda, criticam os moldes em que os mesmos são pedidos.

 

Há professores que pedem para os seus alunos fazerem um trabalho de grupo, e deixa ao critério destes a escolha dos colegas de grupo. Nestes casos, é normal que aqueles alunos que se dão melhor, que são mais amigos ou cúmplices, ou que já estejam habituados a trabalhar juntos, formem os seus grupos, deixando os restantes colegas de fora. É disto que os pais se queixam - de exclusão, de ficarem juntos as "sobras" que ninguém quis.

Existem professores que escolhem, eles próprios, os grupos, para que não aconteçam situações como a que atrás mencionei. E depois, queixam-se os pais porque os filhos ficaram com colegas que não queriam, e queixam-se os alunos porque não ficaram com quem mais gostam.

E há pais que, simplesmente, preferem que os filhos façam trabalhos individuais, sem depender de ninguém, sem se sentirem prejudicados por ficar num determinado grupo, sem se sentirem excluídos.

 

Mas, afinal, qual é a verdadeira intenção de um professor ao pedir um trabalho de grupo?

Serão mesmo benéficos estes trabalhos, tanto a nível escolar como da própria relação e interação entre crianças e jovens diferentes, ou serão prejudiciais para alguns alunos?

 

No meu tempo costumavam ficar, nos meus grupos, colegas que trabalhavam na mesma medida que eu, mas outros que se aproveitavam, e deixavam o trabalho nas minhas mãos, porque tinha melhores notas, mais jeito, etc. E o mesmo acontecia noutros grupos. Isto não é justo nem para quem faz, que tem todo o trabalho, nem para quem nada faz, que fica com o mérito sem o ter.

Mas, muitas vezes também, se não fossem esses colegas, não haveria mais ninguém para formar grupo. Por isso, ficávamos juntos.

 

Um trabalho de grupo pode ser uma boa experiência, se o estivermos a fazer com colegas que gostamos ou nos damos bem, de quem somos amigos ou até mesmo, quando juntos pela primeira vez, o trabalho desenvolve-se de forma positiva e se geram novas relações.

Mas também pode ser uma experiência negativa, se estivermos num grupo que não nos diz nada, que não se esforça minimamente, e que não quer saber do trabalho pedido.

 

E, muitas vezes, mais vale só que mal acompanhado!

Eu confesso que, quando estudava, "bicho do mato" como era, preferia fazer trabalhos sozinha, se pudesse escolher.

Não sou contra os trabalhos de grupo, mas parece-me que, qualquer uma das formas de escolha dos parceiros, gerará sempre descontentamento e críticas, por não agradar a todos da mesma forma, seja por que motivo for.

E por aí, o que têm a dizer sobre os trabalhos de grupo?  

 

Trabalhos de grupo na escola ou em casa?

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Todos sabemos que os trabalhos de grupo nem sempre são fáceis, seja porque só alguns dos nossos colegas estão interessados e trabalham, seja pela dificuldade em escolher os colegas com quem trabalhar, ou até pela escolha do local onde serão feitos esses trabalhos.

 

É sobre essa questão que hoje me debruço.

No 5º e 6º ano, sempre que a minha filha tinha trabalhos de grupo, fazia-os na biblioteca da escola, nem que tivesse que ficar mais uma hora depois do horário de saída.

Este ano, perguntou-me se podia fazer o dito trabalho na casa de uma das colegas. Perguntei-lhe porque não faziam como sempre. Disse que dava mais jeito em casa.

Voltei a sugerir a biblioteca da escola ou, em alternativa, a biblioteca municipal. Não se mostrou muito recetiva, e a colega insiste que se faça em casa de uma delas.

 

Por isso, a questão que coloco é: onde se devem fazer os trabalhos de grupo escolares, ou qual o sítio mais indicado para os fazer - escola ou casa?

 

Na escola

Por um lado, fazê-los na escola poupa os alunos a deslocações, e consequente perda de tempo, uma vez que já lá estão, e talvez ajude mais à concentração, porque estarão a fazê-lonum espaço onde é exigido silêncio, e onde não há muitas distracções. tem ainda a vantagem de,sendo preciso qualquer material de última hora, terem a papelaria à disposição. Por outro, estando já tanto tempo na escola, ter que continuar lá a fazer trabalhos pode ser contraproducente.

 

Em casa

Mudar de ambiente, e estar num ambiente mais calmo e extra escolar com as colegas pode ser mais motivador para se fazer um trabalho de grupo.

No entanto, podem ocorrer distrações, a mostrar isto ou aquilo, ou a falar de outras coisas que nada têm a ver com o trabalho. Ouvir música, ver alguma coisa na TV, ou algo do género.

Há também a questão de, muitas vezes, não conhecermos os pais desses colegas e não termos confiança para deixar os nossos filhos ir. E o mesmo em relação aos pais dos outros.

Temos ainda a questão da deslocação, se os colegas morarem afastados uns dos outros, e disponibilidade dos pais para ir levar e buscar os filhos.

 

Sendo assim, continuo a considerar a escola o melhor local. E por aí, qual é a vossa opinião?

A mais alta versus A mais baixa

 

Estava com a minha filha a caminho da escola, quando, não sei bem a que propósito, iniciámos uma conversa sobre as vantagens de se ser alto. Dizia-me então, a minha filha:

 

Filha: "As mais altas, a jogar basquetebol, têm mais hipóteses de chegar ao cesto e marcar."

Mãe: "As mais baixas, a jogar andebol, podem furar por entre as mais altas e marcar na baliza."

 

Filha: "As mais altas, quando é para tirar fotografias de grupo, ficam atrás e mais sossegadas.

Mãe: "As mais baixas, ficam à frente e vêem-se melhor."

 

Filha: "Num concerto, as mais altas vêem melhor o palco e os artistas."

Mãe: "Às mais baixas (e menos pesadas), pegam-nas ao colo ou poem-nas às cavalitas, e tapam a visão às mais altas."

 

Filha: "As mais altas conseguem chegar a sítios que as mais baixas não chegam."

E quando a minha filha achava que eu ia dizer qua as mais baixas podiam ir buscar um banco e subir, eis que me saio com esta:

 

Mãe: "As mais baixas pedem às mais altas para lhes irem buscar as coisas, enquanto esperam descansadinhas da vida!"

 

Isto, claro, foi uma forma descontraída de encarar este debate matinal porque, na verdade, o facto de uma criança (ou adulto), ser muito alta ou, por outro lado, muito baixa traz sempre vantagens e desvantagens para cada uma delas. Mas será que o melhor é mesmo ficar no meio, entre as altas e as baixas?

 

Algum(a) de vós passou por uma destas situações?

Partilhem aqui as vossas experiências, e quais são, na vossa opinião, as vantagens e/ou desvantagens de se ser muito alto, muito baixo, ou apenas comum!

 

Comunicar a leitura dos contadores

Comunicar as leituras dos contadores de água e electricidade é uma opção a considerar, ou não compensa?

Até agora nunca comuniquei leituras, a não ser a pedido da própria companhia, quando por algum motivo o funcionário não o pode fazer. No entanto, e dependendo daquilo que o consumidor pretende, é uma opção a considerar.

Já sabemos que, nos meses em que não é efectuada a leitura pela companhia fornecedora, os valores apresentados nas facturas são baseados em estimativas.

Estimativas essas que podem ser vantajosas ou desfavoráveis, consoante sejam abaixo daquilo que realmente gastámos, ou superiores. Ou seja, tanto podemos pagar menos do que deveríamos, ou montantes mais elevados. E só no momento em que a companhia faz a leitura (normalmente trimestral ou semestral), é que são efectuados os acertos, em que a pessoa pode ver a sua conta reduzida, por conta daquilo que já pagou a mais ou, pelo contrário, ver a sua factura disparar, por conta de todos os meses que andou a pagar menos do que consumia. Como o próprio nome indica, são apenas estimativas.

Se a alguns contribuintes este sistema agrada, e compensa, para outros, não serve, porque é sempre uma incógnita. Se a alguns contribuintes dá jeito que o valor da factura seja baixo durante algum tempo, porque na altura do acerto pode dispender de mais dinheiro, outros preferem pagar o valor mais aproximado possível e sempre semelhante, do que serem apanhados de surpresa!

Ora, a única forma de isso acontecer, é comunicar a respectiva leitura, no período indicado nas facturas, todos os meses.

 

 

Óculos ou Lentes de Contacto - qual a melhor opção?

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Há uns 15 anos atrás, não percebia como é que as pessoas conseguiam andar com lentes de contacto. Hoje, agradeço quem teve a feliz ideia de as inventar! E de as inovar ao longo de todos estes anos.

Não há nada melhor para utilizar no dia a dia (para quem as possa usar e se dê bem com elas) do que as lentes de contacto.

Para mim, quando me foi dito que tinha miopia e astigmatismo, usar óculos no dia a dia estava fora de questão. Por uma questão estética. As lentes de contacto foram a solução ideal.

Ou quase sempre, porque nem tudo é um mar de rosas. Eu utilizo lentes de contacto, e óculos, e posso afirmar que ambos têm vantagens e desvantagens, mas complementam-se entre si.

 

Vejamos, então, as lentes de contacto:

- há que ter em conta se, para o tipo de problema que a pessoa tem, deve ou não utilizar

- há que ter em conta se a pessoa se adapta bem à sua utilização ou não

- podem vir a ser uma solução mais dispendiosa, tendo em conta que, além das próprias lentes, são necessários os produtos de limpeza

- só se devem utilizar durante 8 a 10 horas, no máximo

- exigem mais cuidados e maior higiene

- podem ser utilizadas em qualquer actividade (na praia ou em desportos, por exemplo) sem termos que as tirar

- não alteram a aparência, e são ideais para quem não gosta de, esteticamente, se ver de óculos

- proporcionam uma melhor correcção da vista

 

os óculos:

- são ótimos para utilizar quando os olhos estão mais sensíveis, irritados, ou depois de um dia a usar lentes de contacto

- são muito práticos, não exigem tantos cuidados de manuseamento e higiene

- podem ser mais económicos

- podem danificar-se com mais facilidade

- não oferecem riscos à visão ocular, mas podem distorcer a visão periférica

- podem ser inestéticos, ou a pessoa não gostar da sua aparência com eles

 

Eu gosto de utilizar as lentes de contacto durante o dia ou quando saio, e à noite ou quando estou em casa, os óculos. Mas também já utilizei os óculos em outras ocasiões porque não conseguia mesmo colocar as lentes de contacto.

Só cada pessoa pode saber qual é a melhor opção para o seu caso, para o seu tempo e para a sua carteira. 

 

 

 

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