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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Duas balanças, informações diferentes

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No outro dia, o meu marido resolveu pesar-se numa daquelas máquinas sofisticadas da Wells, aqui em Mafra.

Por curiosidade, também o fiz.

 

Dava-me uns centímetros a menos, uma pressão arterial de 9-5, e um peso normal 53,3kg, bem como o índice de gordura e de massa corporal. Relativamente aos batimentos, dizia que os meus estavam a 111. Não liguei.

Nesse mesmo dia, ao final da tarde, foi a vez da minha filha, numa máquina da Wells, mas na Ericeira. Dava-lhe também uns centímetros a menos, peso normal e pressão de 8-4! Perguntámos à funcionária, que não achou normal e pediu para repetir. Dava-lhe o mesmo, mas tinha mirrado mais uns centímetros!

Experimentei eu. Mais peso que em Mafra, menos altura, batimentos a 60 e a pressão de 9-5 também.

 

Conclusão: nunca fiar em resultados das balanças da Wells porque, cada máquina, sua sentença! 

Fomos ver a Bela e o Monstro

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Há algum tempo que a minha filha me andava a pedir para irmos ao cinema ver o filme A Bela e o Monstro.

Aproveitámos as férias da Páscoa, em que os fins-de-semana não são passados a estudar, e fomos ontem as duas.

Como já estreou há algum tempo, havia apenas 4 pessoas na sala, por isso, conseguimos os lugares que mais gostamos, e silêncio era algo que certamente haveria.

 

O que a minha filha achou do filme?

Adorou! 

 

O que eu achei do filme?

Como se costuma dizer em muitas ocasiões "menos é mais", e neste filme, menos cantoria significaria poupança de tempo, e mais interesse no mesmo. Ao fim da segunda música, eu já bufava, e cada vez que alguém começava a cantar, eu só perguntava quando é que a música acabaria, para poder voltar a concentrar-me no filme. Será que este filme é um musical, e eu não sabia?

Quanto à história propriamente dita, também fiquei desapontada, porque não é a história que eu conheço e sempre ouvi contar.

Na "minha" história, a Bela não era filha única, tinha duas irmãs ambiciosas. Não era a Bela que ia ter com o pai ao castelo do monstro, era o pai que voltava a casa e contava que, para se salvar, umas das filhas tinha que ir morar para o castelo, tendo a Bela se oferecido para ir no lugar do pai.

Na "minha" história, o montro deixava-a visitar a família, por curtos períodos, entregando-lhe um anel que, ao rodar, a transportava para casa, e de volta ao castelo. Nesta, ela viaja através de um livro, mas para o passado, para a casa onde os pais moravam quando era pequena, e onde a mãe morreu.

Na "minha" história, não havia mobiliário, castiçais, loiça ou relógios falantes, havia uma governanta, com quem Bela conversava muito, e a quem ajudava na estufa de rosas.

Na "minha" história, não havia Gastón. Não havia qualquer pretendente para Bela.

Na "minha" história, eram as irmãs que, com inveja, fizeram tudo para que Bela fosse ficando em casa, e adiasse o regresso ao castelo, para que o monstro morresse e Bela não pudesse fazer nada.

 

Esta adaptação, não é a história da minha infância. É uma das muitas adaptações que foram surgindo. Mas não foi tanto isso que desiludiu, foi mesmo as cantorias excessivas e desnecessárias.

 

Tendo em conta outros filmes da Disney, adaptados para personagens de carne e osso, esperava muito mais deste filme. Não me convenceu, embora tenha gostado de algumas partes, nomeadamente, algumas cenas cómicas com o monstro que, devo dizer, em certas alturas estava mesmo fofinho!

 

 

 

 

 

Se eu fosse uma máquina...

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Por vezes, gostava de ser uma máquina...

 

Uma máquina nunca se cansa. Apenas fica sem bateria, ou com as pilhas gastas. E, aí,simplesmente não funciona, nem trabalha, até que a ponham à carga, ou lhe troquem as pilhas. Quando isso acontece, volta ao activo como se nunca tivesse parado.

 

Uma máquina nunca se engana. Se dá erro, é porque quem com ela trabalha fez algo de errado. Afinal, as máquinas têm sempre razão! Ou então tem mesmo algum problema, e substitui-se a peça avariada. Pode-se também desligar e voltar a ligar, para ver se resulta. Ou fazer-lhe uma limpeza, refrescar...Se não tiver solução possível, descarta-se, recicla-se.

 

Uma máquina não sente nada. É criada para um determinado propósito, e é o que faz toda a vida - faz aquilo para que foi programada. Não se entristece, não se chateia, não se cansa, não se enerva, não se debate, não se revolta...Não sente absolutamente nada.

 

As máquinas têm uma "vida" mais monótona, repetitiva mas, sem dúvida, com muito menos preocupações.

São criadas para facilitar a vida dos humanos, mas cada vez mais substituem os próprios humanos. Para combater isso, temos que provar a nossa própria utilidade, e tornar o argumento da cooperação convincente. 

Por outro lado, se já temos que agir, no nosso dia-a-dia, como se fossemos verdadeiras máquinas, porque não sermos verdadeiramente, máquinas? 

 

Tudo aquilo que os humanos têm de diferente e especial, em relação às máquinas, é precisamente aquilo que nos coloca a cada minuto que passa, em desvantagem relativamente a elas.

Será mesmo uma questão de tempo, até elas nos vencerem por completo? Até deixarmos de ser necessários neste mundo? Não sei...

 

Sei que, por vezes, não me importava de ser uma máquina...

Mas, logo em seguida, fico grata por ainda continuar humana, num mundo cada vez mais mecanizado, com todas as desvantagens que isso me possa trazer...

Perfumes originais versus Imitações

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Já não é a primeira vez que me interpelam na rua, no local de trabalho ou até em clínicas, com o objectivo de me apresentar e tentar vender perfumes que imitam os originais das marcas mais conhecidas.

Ontem, foi a vez de uma senhora que, achando-me com cara de quem estava a precisar de um novo perfume, me interpelou para mostrar as novidades.

Mostrou-me um, que não conhecia, mostrou-me outro, parecido com um que já usei, e ela ficou surpreendida com os meus conhecimentos (se há coisa que não sou minimamente perita, é em perfumes)!

A seguir, um terceiro, para mulher - imitação de Light Blue, Dolce & Gabbana. Nada a ver! 

 

- "Não acha parecido? Eu tenho um original em casa, e acho-os quase iguais!", diz a senhora.

- "Pois, eu também tenho um original em casa, é o meu perfume preferido, e o cheiro deste é muito diferente!", respondi-lhe eu.

 

Não se dando por vencida, mostra-me então outras três amostras para homem. No fim, diz-me:

 

- "Com tantos perfumes, já a deixei confusa! Qual é que gostou mais?"

- "Gosto mais dos meus, que tenho em casa!", rematei eu.

 

 

 

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Não sou nenhuma maníaca por perfumes. Sou até muito selectiva, e quase nenhuns me agradam. Mas, quando descubro um que gosto, não o largo. Até ao dia em que o deixarem de produzir (algo que tem acontecido com os meus escolhidos).

Assim, não gasto muito dinheiro em perfumes, até porque um frasco médio dá-me quase para todo o ano. Mas, podendo, prefiro gastar mais por um perfume original, do que por uma económica imitação.

 

Porquê?

Os perfumes originais tem uma longa duração - coloca-se de manhã, e nota-se o cheiro ao longo do dia.

As imitações, ao fim de uma ou duas horas, já não se notam.

 

Raramente as imitações têm exatamente o mesmo odor dos perfumes originais. Se passarmos por alguém que usa um determinado perfume original, e que nos conheçamos, passamos por essa pessoa e somos capazes de afirmar que perfume está a usar.

Com uma imitação, não sendo o odor 100% fiel ao original, não se percebe muito bem que perfume será.

Além disso, sendo uma imitação com um preço tão reduzido relativamente ao original, nem sempre a qualidade será a melhor, o que pode, em algumas pessoas, provocar alergias ou outros tipos de reacção.

 

Se o preço compensa?

Talvez...Se a pessoa gostar daquele odor, independentemente do que está a tentar imitar, e não puder comprar um original, mais caro, sim.

Mas se tiver que usar o dobro ou o triplo da quantidade para obter o mesmo efeito que um original, acabará por gastar mais depressa um frasco, e ter que comprar mais, o que pode não justificar.

 

E por aí?

Costumam comprar imitações? Ou preferem originais?

Qual é a vossa experiência com estes dois produtos - originais e imitações?

 

 

A missão de um verdadeiro líder

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Nem toda a gente tem perfil para liderar, e eu confesso já aqui que devo ser uma dessas pessoas. Ou então é, simplesmente, pouca vontade de "pegar no touro pelos cornos", como se costuma dizer, e pouca vontade de assumir responsabilidades que me trarão, provavelmente, mais dores de cabeça que alegrias!

Mas admiro quem tem essa coragem e toma as rédeas, sem medos, de alma e coração. Não aquelas pessoas que correm a ocupar a cadeira que ainda mal acabaram de deixar livre, como se estivessem há muito a aguardar por isso, mas aquelas que lá chegaram naturalmente, por vocação ou por escolha de todos os envolvidos. No entanto, nenhum líder o é, se estiver sozinho, se não tiver quem liderar. E é aqui que as coisas se complicam.

Porque um líder deve estar lá para apoiar a sua equipa, para ajudar no que for preciso, para mostrar a sua disponibilidade, para incentivar os seus colaboradores a fazer mais e melhor, para alertar para o que está errado e tentar resolver. Um líder orienta, entusiasma, torna o trabalho interessante, ajuda, acompanha, moraliza, e é o primeiro a puxar por todos os seus colaboradores. Há um espírito de cooperação. Um líder sabe transmitir a sua mensagem sem agressividade, sem se tornar autoritário, sem exigir. Tenta tomar sempre as decisões mais acertadas, que os restantes membros respeitam e acatam. 

Mas é muito fácil desviar deste caminho, e agir de uma forma mais ríspida, que só vai afastar os membros da equipa, fazê-los trabalhar de má vontade, ou querer afastar-se do projecto que, em vez de prazeiroso, se torna irritante. É muito fácil começar a mandar, em vez de orientar. É muito fácil achar que somos os donos da razão e que só da forma como dizemos e queremos é que as coisas andam para a frente. 

Há que haver respeito, cedências, tolerância e cumprimento das orientações tanto por parte de quem está na liderança, como pela restante equipa. E, principalmente, muita comunicação entre as partes. É meio caminho andado para o sucesso de um projecto, e para a satisfação de todos os envolvidos.

 

 

 

 

 

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