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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Quem escreve seus males espanta!

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Costuma-se dizer que "quem canta seus males espanta".

E se aplicarmos este ditado à escrita, fará sentido?

 

Já aqui falei de como algumas pessoas se exprimem através da escrita, de uma forma que, provavelmente, não o conseguiriam verbalmente.

E a verdade é que escrever pode ser extremamente útil nas mais variadas situações:

 

- quando temos algo de muito bom e importante para dizer, e não temos com quem partilhar no momento, ou queremos partilhá-lo com toda a gente

 

- quando estamos irritados e precisamos de pôr cá para fora tudo o que nos vai na alma

 

- quando temos o cérebro a fervilhar de pensamentos, e o coração a entrar em colapso de tantos sentimentos que o habitam, e precisamos de um escape

 

- dar largas à nossa imaginação

 

- quando podemos, através da escrita, dar um pouco do nosso conhecimento ou contributo relativamente a algo, a outras pessoas

 

- escrever pelo simples prazer de escrever - textos, histórias, cartas, postais, mensagens e o que mais nos apetecer

 

Não precisamos de escrever para ninguém. Podemos, simplesmente, escrever para nós próprios.

Palavras e frases que ficarão fechadas no nosso mundo, e ali permanecerão eternamente, se ninguém as descobrir e ler um dia. 

O que importa é escrever. Para quem gosta, claro. E como "quem escreve, seus males espanta" porque não dar uso a esta ferramenta valiosa!

O que sente um escritor quando termina uma obra?

 

O que será que sente um escritor no momento em que acaba de escrever a sua história?

Alívio? Alegria? Uma sensação de missão cumprida, talvez.

Acredito que seja algo assim. Mas, e em relação à história, será que conseguem pegar nela, agora que está acabada, e voltar a lê-la do início ao fim?

Não faço ideia, mas poso-vos dizer que já experimentei, e não consegui!

Já li e reli tantas vezes a história que escrevi, nessa altura, por partes, que agora não consigo nem ouvir falar daquelas personagens, quanto mais estar a ler tudo!

Acho que vou ter que ler outros livros por enquanto, até me desligar daquela história, e só então pegar nela com outra disposição, e lê-la como se fosse a primeira vez.

 

Workshop de Escrita para adultos

 

"Qualquer pessoa pode ESCREVER um livro, mas poucas têm noção do quanto pode ser simples EDITAR um livro! Para quem tem esta curiosidade e vontade de colocar pra FORA o que muitas vezes fica desperdiçado lá DENTRO... dia 29 de Julho na Sala Multiuso da Meleca, vou mostrar passo a passo como é possível realizar um projeto sem ser refém de instituições pouco sérias!", por Rosana Antonio

 

Se gostam de escrever mas não sabem, muitas vezes, por onde começar, se gostavam de editar o vosso próprio livro, mas não fazem ideia dos passos que devem dar para que isso se torne real, ou se, simplesmente, gostariam de saber mais sobre o tema, estiverem de férias aqui por perto, e puderem aparecer, aproveitem esta oportunidade.

E se de repente me desse para escrever um livro?!

 

Dizem que o essencial nesta vida é ter objetivos.

Pois bem, hoje decidi que quero escrever um livro!

 

Afinal, tanta gente escreve livros. Está na moda. Porque não posso eu também escrever?

 

Só tenho que:

 

- saber sobre o que quero escrever (as opções são várias e não faço a mínima ideia do que escolher)

- ter uma imaginação muito fértil (ultimamente é coisa que não há por estes lados)

- fazer "render o peixe" dedicando-me à descrição pormenorizada e a muitos detalhes, para não correr o risco de acabar o livro em meia dúzia de páginas, sem nunca deixar de entusiasmar quem se propuser a ler (tarefa demasiado complicada para uma mente que quer logo tudo resolvido em pouco tempo)

- ultrapassar a minha dificuldade em criar diálogos

- fazer bastante trabalho de pesquisa para não transmitir informação errada 

- ter tempo

- cativar uma editora com a história que escrever

 

Afinal, parece que não é assim tão fácil, e não será, certamente, para todos.

Posto isto, talvez não seja assim tão boa ideia este meu objetivo!

 

Pode ser que amanhã me surja outro :)

Quando mãe e filha vestem roupas iguais...

 

...a solução é mesmo encontrar uma forma de as marcar, para depois saber de quem são!

Cá em casa temos esse problema: tanto eu como a minha filha vestimos calças, meias, collants e até camisolas interiores iguais. Depois, vai tudo para lavar. Quando seca, a roupa vai sendo adicionada ao monte e, quando vou arrumar, já não sei a quem pertence o quê!

A solução encontrada foi escrever os nomes de cada uma nas etiquetas! E resulta, porque já foram lavadas e o nome não saiu. E já não tive que andar às aranhas para saber a quem pertenciam.

O pior é quando não há etiquetas para escrever...