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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Séries que terminam sem final

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Se há coisa que me irrita é andar a seguir uma determinada série, por vezes, por mais do que uma temporada, e chegar ao fim como se a série tivesse apenas feito uma pausa temporaria e, por isso, sem final, para depois nunca mais voltar.

Sabemos que o que dita a continuação ou cancelamento de uma série são as audiências e, quando elas baixam, não há quem a salve, mas cabe a quem produz as séries fazer as coisas de forma a que, caso não haja renovação, faça sentido a história acabar ali mas, ao mesmo tempo, deixando algo que faça sentido e que nos deixe curiosos, para o caso de virem novas temporadas.

 

É que até podemos ter uma imaginação muito fértil, e criar nós mesmos o final de acordo com o que gostavamos que acontecesse, mas fica sempre aquela sensação de que gostaríamos de ver como os autores nos surpreenderiam, e de que forma terminariam eles a sua série.

Assim, parece que andámos a perder tempo em vão, e deixa-nos de pé atrás quanto a seguir novas séries. 

Chegou ao fim a terceira temporada de Quantico...

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...e soube a pouco!

13 episódios cheios de adrenalina, reviravoltas, descobertas, acção e surpresas, nem sempre boas.

Duas personagens novas entraram, para logo as fazerem sair a meio. Se foi um "mal necessário", ou apenas falta de relevãncia para a continuação da história, não sei.

Mas não dei pela sua falta, e a restante equipa seguiu em frente, até se centrar, nos últimos episódios, num único inimigo, aparentemente invencível, cheio de recursos, e sempre com uma cartada pronta, e um trunfo na manga.

"A Arte da Guerra" foi o livro em que este inimigo se inspirou para escapar sempre, e exercer os seus planos e vinganças.

É nessas jogadas que vamos ser levados até algumas personagens da temporada anterior, que nos vamos deparar com tráfico humano, com a morte daqueles que  são mais queridos a cada um dos membros da equipa.

 

No penúltimo episódio, quando pensamos que já nada pode acontecer, é lançada a última cartada, que nos leva de volta ao primeiro episódio desta temporada.

E ao início de tudo.

O final desta temporada deixa em aberto novas oportunidades, e novos recomeços, numa vida que, provavelmente, continuará a ser a mesma, com os riscos que implica, a combater os criminosos, como agentes do FBI.

 

Os momentos finais do episódio 13 são também dedicados ao amor.

Shelby diz a Alex que deve parar de fugir do amor, porque o amor é o melhor que se pode ter na vida.

Conseguirá Alex fazê-lo? Conseguirá Alex entregar-se ao amor, apesar do perigo que isso possa trazer àqueles que ama?

 

Quem acompanha a série sabe que Alex e Ryan sempre se amaram, até Alex desaparecer durante 3 anos, e tudo mudar.

Ryan casou com Shelby e, apesar de algumas dúvidas, parece que o amor deles é verdadeiro e recíproco, e que Alex pertence ao passado.

Por outro lado, Alex, após ter deixado Andrea para o proteger, parece estar a desenvolver uma relação com Mike. Mas... e se Andrea e Isabella voltarem a surgir na sua vida?

 

Confesso que, já que não irá haver uma quarta temporada, que dê continuidade ao que acabamos de ver, esperava o "final feliz", que não aconteceu.

Não gosto das coisas em aberto, suspensas. Não gosto do facto de "passarem a bola" ao espectador, para depreender o que aconteceu a seguir.

 

Para quem ainda não viu, posso apenas dizer que termina com um casal a iniciar uma relação, um dos membros da equipa numa cama de hospital depois de quase ter sido espancado até à morte, e uma personagem fundamental, que pode fazer a diferença na vida de outras duas, e ajudar a superar as perdas sofridas até ali.

E uma equipa, ou o que resta dela, unida até ao fim, pelo dever, e pela amizade.

 

Apesar do formato diferente desta terceira temporada, e de as audiências fracas não justificarem uma quarta temporada, gostei muito, e vou sentir falta de acompanhar, todas as semanas, a vida destes agentes formados em Quantico!

 

Final da Eurovisão: do pódio para o último lugar

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Que não iríamos vencer novamente este ano, já sabíamos. 

Mas que passaríamos directamente da glória, e de um mundo rendido à nossa música, para o último lugar da tabela, ninguém imaginaria. Ainda assim, não merecendo mais o último lugar, que outros países a concurso, não me parece que tenha sido uma grande injustiça.

 

 

 

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Tenho a certeza que, de todas as actuações da noite, aquela que mais fez vibrar todos os que ali se encontravam na Altice Arena foi, novamente, a do Salvador Sobral, primeiro com o seu novo tema "Mano a Mano", e depois recordando a música vencedora do ano passado "Amar Pelos Dois", com Caetano Veloso.

 

 

 

No que respeita às votações, benditos votos do público, para salvar esta final porque, se dependesse apenas do júri, aí sim, teria havido uma grande injustiça para com as músicas apresentadas.

Depois de semanas a ouvir todo o tipo de notícias sobre as grandes favoritas, fossem pela diferença, pelo ritmo, pela música ou pela mensagem, ver ali nos primeiros lugares, e prestes a vencer, a música da Suécia, que não valia nada, ou a da Áustria, que até não era má, mas tão pouco seria uma justa vencedora, enquanto as favoritas nem sequer disputavam o pódio, fez-me acreditar que, ou os jurados não ouviram o mesmo que nós, ou devem ser internados!

 

Felizmente, os votos do público trocaram as voltas à votação existente até esse momento, que já tinha sido renhida desde o início, para repôr, de certa forma, a ordem das coisas, com o duelo final entre Israel e Chipre, do qual saiu vencedora a Netta, com o seu "Toy".

E, mais uma vez, se prova que não existem fórmulas vencedoras, nem receitas que resultem duas vezes da mesma forma.

 

 

 

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Ainda assim, Portugal está de parabéns pelo grande espetáculo que organizou, pela forma como as apresentadoras o conduziram, pela forma como receberam as delegações dos vários países, e pela promoção que fizeram do nosso país e da nossa cultura.

 

 

 

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Apenas um incidente, rapidamente resolvido, assombrou por momentos o espetáculo, com um rapper a invadir o palco durante a actuação do Reino Unido, e a tirar o microfone à artista. Ao que parece, ela já teria vindo a ser ameaçada, e estaria com protecção reforçada, tal como algumas outras delegações.

 

 

 

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Pedro Fernandes dizia, no momento em que entregava os votos do júri português, que da próxima vez que Portugal vencesse, seriam quatro homens, no lugar das apresentadoras.

Esperemos que não sejam precisos mais 53 anos para isso acontecer!

 

 

Imagens SAPO Magwww.jm-madeira.ptwww.cmjornal.pthttps://observador.pt/ e Caras - Sapo

 

Foi assim a final do Festival da Canção

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Ontem assisti à final do Festival da Canção.

 

Uma coisa é certa: nunca haverá um “Amor Veloz” como o foi a canção do Salvador Sobral mas, ainda assim, penso que os compositores poderiam ter arriscado mais, “Sem Medo” do que pudesse acontecer.

Quanto mais alto o “Voo das Cegonhas”, que é como quem diz, a irreverência e a criatividade dos autores das músicas levassem a sua canção, melhor.

Com título ou “Sem Título”, Janeiro era um dos grandes favoritos à vitória mas parece que ele pediu à “Mensageira” dos resultados: “Anda Estragar-me Os Planos”, que eu fico satisfeito com o quarto lugar, afinal, “Para Sorrir Eu Não Preciso de Nada”.

Ou talvez precise, de um belo “Sunset”, de preferência numa praia com “Bandeira Azul”, mas isso para aqui não interessa nada de nada, “Patati Patata”!

Também se pensou que, “Só Por Ela”, conseguíssemos alcançar, quem sabe, uma possível boa posição junto dos restantes países, na grande final. Mas ficou-se pelo terceiro lugar. Não fiques triste, Peu! Haverá sempre alguém “Para Te Dar Abrigo” quando as coisas correrem menos bem.

Quanto à vitória, tivemos duas finalistas, que não empataram “Zero a Zero”, mas com 22 pontos, cada uma, e foi do público a decisão soberana. 

O número 13 trouxe sorte à escolhida.

Vamos lá ver até onde consegue chegar “O Jardim” da Isaura, com o colorido da Cláudia Pascoal, e se os votos conseguidos na Altice Arena, chegarão para regar todas as flores da Eurovisão, e fazê-lo brilhar, entre todas as restantes canções!

 

Imagem: Guimaraesdigital

Sobre o final de Absentia

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Alguém por aí viu? Gostaram?

 

Eu confesso que estava bastante entusiasmada para o ver, até porque os últimos episódios estavam ao rubro, mas fiquei com a ideia de que a série começou bem, piorou, recuperou, e acabou por não ter um final à altura. Num todo, apesar de a ideia ser boa, a história perdeu-se um pouco - acabamos por não perceber bem o papel de determinadas personagens, e qual a ligação a tudo aquilo. 

Faltavam algumas cenas mais explicativas ao longo de toda a série, e algo que fizesse com que as personagens se interligassem melhor umas com as outras, e com os acontecimentos em si.

Não me parece que tenha sido uma aposta bem sucedida e, no meu caso, a expectativa foi defraudada.

A destacar, no entanto, está a última cena, em que percebemos que a Emily não era assim tão inocente, e nem sempre foi totalmente sincera. 

 

 

Confirma-se o que li há tempos, no site http://cinemametropolis.com/:

"Contra si, Absentia tem-se a si própria. Com uma ideia tão ambiciosa, a maior ameaça ao sucesso da série é não ser capaz de responder às exigências que cria logo no primeiro episódio. Além disso, o facto de o elenco ser genericamente "esquecível", à excepção de Stana e do vilão anunciado Conrad Harlow (Richard Brake) – e de alguma surpresa que surja entretanto –, enfraquece o argumento e as interações entre as personagens."

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