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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

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The Voice Portugal - a semifinal

Foto de The Voice Portugal.Foto de The Voice Portugal.Foto de The Voice Portugal.Foto de The Voice Portugal.

 

Estão escolhidos os 4 finalistas do The Voice Portugal: Fernando, Marta, Francisco e Miguel!

 

 

Se eram os que mais mereciam estar na final? Isso vai do gosto pessoal de cada um, e da forma como cada pessoa vê o talento dos concorrentes. Vai também do número de apoiantes que tem cá fora, e que em muito contribuem para algumas surpresas.

Na minha opinião, poderiam estar neste lote outros concorrentes, mas foi esta a decisão tomada em conjunto por mentores e público e, por coincidência, semelhante.

 

 

 Foto de The Voice Portugal.

 

Equipa do Mickael:

 

Os primeiros concorrentes a saber o seu destino foram o Sérgio e o Fernando.

Nem seria preciso cantarem para saber que a escolha do mentor seria o Fernando, por vários motivos: foi desde o início da sua equipa, é o concorrente favorito à vitória e com uma enorme legião de fãs que lhe podem garantir a maior percentagem de votos, e a sua prova cega foi a mais vista.

 

 

Foto de The Voice Portugal. 

Ainda assim, o Sérgio não se deixou intimidar e deu tudo nesta semifinal. Adorei a escolha da música! Gosto da forma como canta, embora não aprecie muito o seu timbre. Ontem, foi muito superior ao Fernando!

 

Foto de The Voice Portugal. 

O Fernando, com uma enorme pressão em cima, por tudo o que disse atrás mas, sobretudo, pelos objetivos que ele próprio, certamente, se propôs, acusou ontem essa pressão com uma atuação muito aquém do que já fez. Já para não falar na péssima escolha de música.

 

 

Equipa do Anselmo:

 

Seguiu-se a equipa do Anselmo, também sem grandes novidades.

 

Foto de The Voice Portugal. 

Mais uma vez, o Márcio a cantar uma mulher, no mesmo registo de sempre. Na minha opinião, a atuação não lhe correu muito bem.

 

Foto de The Voice Portugal. 

A Marta, séria candidata à final devido a todo o seu percurso e apoio do público, não me convenceu nesta atuação. Por vezes, menos é mais. E ela poderia ter evitado tantos floreados, que me fizeram parecer que estava a imitar a Jessica. Não havia necessidade. Como se costuma dizer "keep it simple".

 

 

Equipa da Aurea:

 

Também aqui, e desde a prova cega, a Aurea soube que o Francisco era o seu trunfo para a final, embora tenha vindo, depois, uma Jessica poderosa.

 

 

Foto de The Voice Portugal. 

Gosto do Francisco e fiquei feliz por ele ter passado à final. Não compreendo bem como é que a Aurea, mal ele começa a cantar, já está de lágrimas nos olhos. Mesmo gostando de o ouvir, não teve ainda esse efeito em mim, embora perceba que ele tem um talento nato e características muito próprias. É daqueles artistas que, quando estivermos a ouvir, sabemos que é, indiscutivelmente, o Francisco.

 

Foto de The Voice Portugal. 

Sobre a Jessica, já muito foi dito. Que tem apenas 15 anos, que tem um enorme poder vocal, que é afinada, consistente e por aí fora. Na semifinal da passada edição, se não estou em erro, a Soraia cantou esta mesma música escolhida agora pela Jessica. Gostei mais de a ouvir na voz da Soraia.

 

 

Equipa da Marisa:

 

Nesta equipa, sim, houve surpresas inesperadas! Ou talvez não...

Para mim, a Andrea seria a justa finalista. Ainda que não fosse, sempre pensei que a maior percentagem, por parte da mentora, seria atribuída a ela. Fiquei de boca aberta quando a Marisa deu maior percentagem ao Miguel.

 

 

Foto de The Voice Portugal. 

A Andrea esteve, mais uma vez, brilhante nesta atuação, com mais uma boa escolha musical em bom português. Talvez gostasse de a ver também noutros registos, e penso que isso terá sido um ponto contra ela. Por outro lado, por muito que a Marisa a quisesse levar à final, sabia que a Andrea não conquistou muita simpatia e votos do público, e que o Miguel, não em termos de talento mas de votos, daria mais luta aos outros finalistas.

 

Foto de The Voice Portugal.

Quanto ao Miguel, desta vez não gostei muito de o ouvir, confesso. Com tantas boas músicas para escolher em português, tinha que ser esta? Na minha opinião não o favoreceu. No entanto, com os votos do público e a preferência da mentora, ele está na final! 

 

 

 

Foto de The Voice Portugal.

 

Quanto aos convidados, acho que tiveram a postura que se pede neste tipo de programa, que é deixar os concorrentes "brilharem" na sua música, sem os ofuscar. Não gostei de ouvir o Agir (ao vivo não soa tão bem).

 

 

Foto de The Voice Portugal. 

Destaque ainda para as atuações da mentora Marisa com os Amor Electro, num tema que não gostei muito, e do mentor Mickael, que recebeu o seu disco de ouro, vá-le lá saber como!

 

Por último, devo dizer que sempre gostei das escolhas da Catarina Furtado no que ao look diz respeito, mas confesso que, gala após gala, tem vindo a desiludir e a pautar pela falta de elegância. Ontem, parecia ter acabado de vir do Circo para apresentar o The Voice. O mesmo se aplica à Jani.

 

 

http://www.atelevisao.com/wp-content/uploads/2016/12/te-voice-990x543.png

 

E agora, quem vai vencer esta edição do The Voice? Apostas?

 

Eu confesso que iria adorar ver o Francisco Murta ganhar, nem que fosse para provar que, afinal, não está tudo feito desde o início para ser o Fernando o vencedor. Alguém mais está comigo? 

 

 

 

Imagens The Voice Portugal e Fantastic

 

Masterchef Júnior - A Grande Vencedora

 

Está encontrada a grande vencedora do Masterchef Júnior Portugal - a Maria!

Se foi uma vitória justa? Isso é tudo muito subjectivo.

Tendo em conta esta final a Maria foi, sem dúvida, a que mais se destacou a par com o João Mata, e mereceram os dois disputar a última prova.

Relativamente a todo o programa, talvez a Maria tenha sido mais constante, com pratos nem sempre tão arrojados ou apelativos, mas que vingaram. Na minha opinião, penso que houve algumas provas em que foi favorecida, em detrimento de outros colegas.

O João Mata, por sua vez, teve um percurso mais conturbado - ora apresentava os melhores pratos, ora as coisas lhe corriam mal e não era bem sucedido. Houve uma altura em que temi que ele saísse, embora fosse um dos meus favoritos à vitória.

Nesta final, e no momento de escolher o primeiro finalista, a disputa foi entre João Mata e Maria. Ganhou o primeiro, que saltou directamente para a última prova.

A Maria ainda teve que conquistar o seu lugar, numa prova em que as voltas foram trocadas aos três concorrentes, e cada um teve que cozinhar, precisamente, aquilo que não queria. Foi a vez da Maria seguir adiante.

No duelo final, as entradas dos dois estavam muito equiparadas, com óptimo aspecto e bem apresentadas. Já o prato principal de ambos deixou muito a desejar. Nas sobremesas, voltaram a equilibrar-se e a tarefa de escolher apenas um não terá sido fácil para os jurados.

De um lado, alguém que aposta em pratos arrojados, mas que poderiam ser mais trabalhados e melhorados. De outro, alguém mais contido, que apresentada pratos mais simples, mas que consegue bons resultados.

Qualquer deles seria um justo vencedor! Mas só um poderia levar o troféu e ganhar o título. Venceu a Maria.

Parabéns Maria! Parabéns João Mata! 

 

 

Imagem MasterChef Portugal

Sobre o Festival da Canção 2015 em Viena

Ontem, às 20 horas, estava confortavelmente sentada no sofá para assistir ao 60º Festival Eurovisão da Canção! 

Não conhecia nenhuma, mas estava expectante para ouvir cada uma das finalistas.

Já houve um tempo em que era um dos espectáculos mais aguardados do ano, a par com a eleição da Miss Portugal. Depois, deixei de ver. Muitas vezes, quando tomava conhecimento, já tinha acontecido. Talvez porque a participação e presença de Portugal não tem ajudado. E porque, quase sempre, as músicas vencedoras são eleitas mais por questões políticas, do que pela qualidade das mesmas.

No entanto, este ano, propus-me a ver e a celebrar o 60º aniversário do Festival Eurovisão da Canção.

Para começar, não posso deixar de elogiar a espectacular abertura, quer em termos de efeitos visuais, quer em termos musicais, com a bela música que deu voz ao lema do festival "Building Bridges" e que seria, para mim, uma boa candidata ao Eurofestival!

 

Não vou falar da Conchita, porque não percebi muito bem o que estava ela ali a fazer, a não ser pose para a câmara.

Mas vou falar de mais um importante momento que alia uma bela música a tecnologia e efeitos gráficos, também associada ao tema "Building Bridges", e que passou ainda antes de darem início ao grande espectáculo - Video Bridge.

 

E, com uma abertura destas, o festival prometia!

Mas confesso que as primeiras músicas não me encheram as medidas. Estava já eu a dar o meu tempo por desperdiçado, quando chega a vez da actuação da Lituânia. E, a partir daqui, foi difícil escolher uma favorita! Penso que foi um dos festivais em que gostei de mais músicas - Lituânia, Sérvia, Noruega, Grécia, Montenegro, Alemanha, Letónia, Roménia, Espanha, Hungria, Georgia, Azerbeijão, Russia e Albania.

Destas, as minhas favoritas à vitória seriam a Sérvia, a Roménia, a Espanha, a Georgia e a Rússia.

Mas estava a torcer pela Rússia, cuja actuação da Polina Gagarina me tocou, pela forma como ela própria sentiu a música, enquanto a interpretava.

 

A da Roménia também era muito bonita!

 

Infelizmente, os votos deste ano deram a vitória à música da Suécia, que até pode ter uma bela mensagem, mas não me convenceu. Parece uma música vulgar, que ouvimos diariamente nas rádios.

 

E, mais uma vez, se constatou que, neste tipo de festivais, nem sempre vencem as melhores! Com esta vitória, a Suécia torna-se o segundo país com maior número de vitórias, a última das quais há 3 anos, conseguida pela Loreen.

Foi também uma pena que o país anfitrião tivesse terminado nos últimos lugares da classificação, sem um único ponto, a par com a Alemanha mas, de facto, a música deixava muito a desejar. 

Ao contrário do seu país, que me pareceu encantador.

Resta-me louvar as mensagens transmitidas em cada uma das músicas, e os efeitos especiais que deram cor e um brilho especial a todas as actuações, valorizando-as ainda mais! E esperar que, no próximo ano, haja uma espectáculo ao mesmo nível do de 2015, e que Portugal possa lá estar!

 

 

 

 

 

O Top Ten

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Assistimos ontem à primeira gala do Ídolos, na qual ficámos a conhecer, como eles lhe chamam, o Top Ten.
E, para mim, destes 10 candidatos a Ídolo de Portugal, nem todos deveriam lá estar.
Penso que a decisão do público influenciou, e limitou bastante, a tarefa do júri, com muito boas vozes a ficarem dependentes deles, e tão poucos lugares disponíveis.
Na minha opinião, e tendo em conta todo o percurso feito até aqui, a Margarida, o João e até a Catarina, não deviam estar entre os 10 finalistas. A Débora devia ter sido escolhida.
De todas as actuações, concordo que as da Solange, do Pablo, do Diogo, da Catarina e do Paulo não foram as melhores da noite. Também não achei extraordinária a actuação do João, apenas abonando a seu favor o facto de ter cantado em português.
Estão de parabéns a Mariana, que cantou uma bela música da Adele, e que eu até achei parecida nas expressões, a Inês, a Mónica, a Teresa e o André Cruz que, embora eu não simpatize com ele (nem sei bem porquê), tiveram excelentes prestações.
À Catarina, valeu-lhe ter superado a adversária Débora à capela.
Outro aspecto que me chamou a atenção, foi o facto de quase todos os concorrentes, ao contrário das edições anteriores, se movimentarem no palco e dançarem, logo na primeira gala. Mas parece que quanto a isso, tão depressa o júri pensa que é uma mais valia, como os critica por o fazerem.
E, mais uma vez, ficou provado que o palco do Ídolos é perigoso, até para quem está habituado a pisar palcos sob saltos altos! Não fosse, como a própria Bárbara disse, o "braço de ferro" do Manuel Moura dos Santos, e havia mais uma queda na história do concurso!
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