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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

A "Pantera" da Ericeira

 

 

Todos os dias, à saída da praia, encontrámos esta gatinha linda a bronzear-se!

Parece que a mãe dela, que costumava andar pelo Hotel Vila Galé, a expulsou do seu território.

E foi assim que ela se mudou, de "armas e bagagens" para as arribas que ficam um pouco mais à frente, entre os bares e os balneários da praia do sul.

É muito mansinha, meiguinha, e tem uns olhos verdes lindos! Está, aparentemente, bem tratada, porque as pessoas lhe vão dando comida, incluindo as do café e do restaurante. E está esterelizada, como indica o seu pequeno corte na orelha.

Ao vê-la ali, no seu mundo, disse para a minha filha: temos que lhe arranjar um nome, mas tem que ser selvagem. E surgiu Pantera! Embora não seja preta.

Não havia quem não parasse para lhe fazer uma festinha ou apreciá-la ali, sem medo, no meio de dezenas de pessoas. Posso mesmo dizer que esta menina foi a grande atracção da praia neste Verão.

Só temo pelo que lhe possa acontecer quando a época balnear acabar, os cafés fecharem e o mau tempo chegar.

Boa sorte, Pantera! 

Que nervos!

 

Não é que o raio da gata ontem tirou a noite para me chatear, para me testar, para me esgotar a paciência!

Já não me bastava ter passado por isso com a minha filha (que felizmente anda mais calma), tinha agora que vir a D. Tica também.

Cheguei a casa, varri a areia que tinha espalhado do caixote, voltou a espalhá-la. Varri novamente, espalhou novamente. Em seguida, lembra-se de brincar com a ração. Ponho-a de volta no prato, ela tira tudo do prato. Ponho outra vez, tira outra vez.

Com a brincadeira, entorna a água. Encho-lhe a caixa com água, derruba-a. Volto a enchê-la, torna a entorná-la.

Para completar, resolveu fazer do sofá da entrada a sua nova casa de banho. E, justamente quando eu estava a pôr as capas acabadinhas de enxugar na almofada, faz-me chichi no sofá. O que me obrigou a ter que lavá-lo e secar com o secador do cabelo, para não criar bolor.

Além da valente palmada que levou (que depois até me fez pena), estive quase para a pôr na rua, tal foi o estado em que me deixou.

Não sei se é ciúmes, necessidade de atenção, ou qualquer outra coisa. Mas eu é que não estou para andar chateada e ter ainda mais trabalho.

A sorte dela é eu gostar tanto daquela pequenina traquina, que ainda me dou ao trabalho de tentar perceber o que a leva a ter este comportamento rebelde, que nunca vi na gata que tive durante 17 anos. 

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