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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Livros com marcador

 

Sim, é verdade que existem marcadores para todos os gostos, de todos os formatos, cores, materiais e feitios.

E também é verdade que podemos dar asas à imaginação e criar os nossos próprios marcadores para livros.

Há quem faça troca deles e quem faça colecção, e quem não dê a mínima importância ao facto de um marcador qualquer servir para o efeito.

Eu também não!

Até já cheguei a ter livros marcados com uma folha A4 dobrada, uma página de um livro de banda desenhada que não sei onde fui arranjar, canetas, réguas, marcadores de outros livros, marcadores feitos pela minha filha na escola, ou outros que me ofereceram e cujo tema não tem a ver com livros.

Mas confesso: gosto de comprar livros que trazem o seu próprio marcador! 

E é bom ver que são cada vez mais os livros que os trazem!

Livros com sabores para todos os gostos!

Não são livros de culinária, mas diversos alimentos estão presentes.

Para os mais crescidos...

 

Os Homens são como Chocolate, Tina Grube

Chocolate, Joanne Harris

Amor e Chocolate, Dorothy Koomson

A Outra Metade da Laranja, Joana Miranda

 

Para os mais novos...

 

Livro com cheiro a baunilha, Alice Vieira

Livro com cheiro a chocolate, Alice Vieira

Livro com cheiro a caramelo, Alice Vieira

Livro com cheiro a canela, Alice Vieira

Flor de Mel, Alice Vieira

 

E vocês, que livros acrescentariam a esta selecção?

Sentimentos não se discutem!

 

Na semana passada, estávamos nós (eu e o meu marido) a comentar, a propósito do desaparecimento na nossa gata, que algumas pessoas consideram ridículo ouvir-nos falar em sofrimento pelo desaparecimento de um animal, acham absurdo o nosso desespero, e gozam com as nossas preocupações e cuidados com esse mesmo animal. Afinal, não passa disso mesmo – um animal.

Não condeno essas pessoas. Elas apenas não compreendem porque não sentem aquilo que nós sentimos.

É como estar a tentar convencer alguém que não liga a bebés, que eles são uma bênção, que são muito queridos e fofinhos e nos dão muitas alegrias. Para quem não gosta de crianças, nada disso faz sentido.

Ou tentar explicar, a alguém que não liga nenhuma a futebol, como é bonita a festa que faz o campeão, ou como ou bom o ambiente vivido num estádio.

Até mesmo com meros objectos, há pessoas mais desprendidas que outras. Para determinada pessoa pode ser fácil mudar de casa, mudar de televisão, mudar de carro. Para outra, esses objectos, embora meramente objectos, podem ter um valor sentimental que torna difícil substitui-los por outros.

Tudo depende da perspectiva de cada um, daquilo que cada um gosta, pensa e sente.

Diz-se que gostos não se discutem. E sentimentos também não!

 

Conchita Wurst e o Eurofestival da canção

 

 

Há pessoas que nascem mulheres e querem ser homens. Não tenho nada contra.

Também há quem nasça homem e queira ser mulher. Mais uma vez, não tenho nada a apontar.

Se a tecnologia o permite, as pessoas devem fazer aquilo com que se sentem bem.

E depois há estas personagens, como Thomas Neuwirth, actualmente Conchita Wurst, ou como José Castelo Branco, também conhecido nos seus tempos de drag queen como Tatiana Romanova, que não consigo entender a que espécie pertencem, ou em que sexo se pretendem enquadrar.Homem? Mulher? Um terceiro, talvez?! Não é que seja contra. Mas não compreendo.

É que se Thomas Neuwirth não se sente bem como homem, acho bem que se torne mulher. Mas em todos os sentidos. Assim está a meio caminho entre uma coisa e outra. Tal como José Castelo Branco. Uma mulher que se quer sentir verdadeiramente mulher, não deixa crescer a barba para se parecer com aquilo que nunca quis ser.

Mas é óbvio que a diferença, a extravagância e a irreverência geram polémica, e a polémica gera fama!

Nunca se falou tanto de Thomas como agora nestes últimos tempos, na pele de Conchita. E se me perguntarem se foi por isso que se sagrou vencedor(a) deste Eurofestival da Canção, atrevo-me a dizer que sim.

A música não é má, a voz também não. E tendo em conta as restantes canções adversárias, esta estava entre as minhas seis escolhidas. Mas, para mim, havia músicas mais bonitas! 

No entanto, todos sabemos que o festival da canção não avalia propriamente as músicas que se candidatam. Existem muitos outros factores e critérios que não vale a pena estar a nomear, que influenciam ou determinam a canção e o respectivo país vencedor.

Para aqueles que se candidatam, não existem receitas milagrosas. É mais um jogo de apostas. Há quem aposte em temas fortes como a paz, liberdade, planeta e outros, há quem aposte em ritmos alegres, há quem insista nas melodias calmas, há quem invista em coreografias e vestuário arrojados, e há quem invista na extravagância e irreverência.

Depois, é ver para que lado pendem os gostos naquele ano, e as respectivas votações.

Este ano, venceu a mulher barbuda mais famosa da Áustria! Para o ano, logo veremos...

Sapo de chocolate! (ou o chocolate no Sapo)

 

Gosto do sapo, mas não do chocolate!

Gosto de praticamente tudo o que é feito com chocolate. Mas não gosto de chocolate! 

Não gosto de chocolate preto (demasiado amargo), nem de chocolate branco (demasiado doce). 

O normal, ainda consigo comer um ou dois quadradinhos esporadicamente (e quando digo esporadicamente posso dizer que há mais de 5 ou 6 anos que não o faço). 

A não ser que não seja simples, que venha acompanhado com caramelo, pedaços de avelãs ou algo do género. Estou-me a lembrar dos Twix, Kit Kat, Maltesers, Ferrero Rocher e outros.

Gosto de bolos, bolachas, gelados, pudim, mousse e outras sobremesas feitas com chocolate.

Gosto de creme ou recheio de chocolate.

Mas não como a cobertura de chocolate. As placas de chocolate, tiro-as todas.

Devo ser uma "ave rara", mas é a verdade.

Por isso, no que depender de mim, os coelhinhos de chocolate da Páscoa vão ficar todos na prateleira!
 

 

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