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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

A nossa história somos nós que a fazemos!

Foto de Marta E André Ferreira.

 

Existem pessoas que entram nas nossas vidas sem o esperarmos.

Algumas chegam como um furacão, arrebatam-nos, levam-nos a entrar num turbilhão de emoções, e partem como se nunca tivessem passado por nós, deixando para trás o rasto da destruição que provocaram. Deixando-nos a tentar unir os cacos, a reerguer-mo-nos, a superar a tristeza e a desilusão.

Outras, chegam de mansinho. Não nos apercebemos logo delas, mas estão lá.

E, com o tempo, os nossos olhos abrem-se para quem está ali à nossa frente, e o coração, sarado, volta a sentir felicidade, paixão, amor.

De repente, a nossa vida ganha mais cor, os nossos dias iluminam-se de um brilho especial, tudo fica mais fácil, mais emocionante, mais divertido, mais forte.

São pessoas com as quais nos sentimos bem, seguras, que sabemos que estão lá, nos bons e nos maus momentos, que não nos deixam cair, que nos apoiam e incentivam, que fazem tudo valer a pena.

Se essas pessoas ficarão para sempre nas nossas vidas, ninguém o poderá saber com certeza. Talvez sim… Talvez não…

Mas, mais importante que isso, são os momentos que vivemos juntos. As aventuras, os sorrisos, as brincadeiras, os gestos, as palavras, o carinho, a amizade, o amor que sentimos, os abraços, os beijos, o aconchego, a paz, tudo o que de bom sentimos quando estamos juntos.

E que, um dia mais tarde, recordaremos, sozinhos, numa outra vida, todas as histórias que vivemos, e que fizeram de nós a pessoa que em que nos tornámos.

Ou juntinhos, a relembrar como a nossa história começou, e o que ainda nos reserva no futuro!

Os Segredos de Gray Mountain, de John Grisham

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SINOPSE

"Samantha Kofer tem uma promissora carreira numa grande firma de advogados de Wall Street, até que chega a recessão e ela é dispensada. Mas Samantha é uma das afortunadas. Oferecem-lhe a oportunidade de trabalhar pro bono numa organização de assistência jurídica durante um ano, ao fim do qual existe uma ligeiríssima oportunidade de ela recuperar o antigo emprego. 

Em poucos dias, Samantha sai de Manhattan para Brady, na Virgínia, 2200 pessoas como população, no coração dos Apalaches, um lugar que ela só conhece dos livros. Mattie Wyatt, responsável pela organização, está lá para a ensinar a «ajudar pessoas reais, com problemas reais». Pela primeira vez na vida, Samantha enfrenta uma sala de tribunal por dentro, é repreendida por um juiz e é alvo da desconfiança da população, que não vê com bons olhos a presença ali de uma arrogante da grande cidade. E descobre que Brady, como todas as cidades pequenas, esconde grandes segredos.

O seu novo trabalho leva-a ao mundo perigoso das minas de carvão, onde a lei é violada, os regulamentos ignorados, as comunidades divididas e a própria terra está a ser atacada pela Big Coal. A violência está ao virar da esquina e dentro de semanas Samantha dá por si num litígio que acabará por se revelar fatal…"

 

 

Parece promissor, não parece?

Não me recordo se comprei este livro, ou se o recebi de oferta, na compra de outros, mas depois de o ter lido percebi que prometia muito, e cumpriu pouco. E perguntei-me até, para que teria o autor escrito este livro? É que só se justifica, se houver uma continuação.

 

 

Temos uma advogada que passa toda a história dividida.

Dividida entre ficar em Brady e tentar ajudar as pessoas que realmente precisam de ver os seus direitos defendidos, e a vida na grande cidade, com um trabalho que não a cativa.

Dividida entre envolver-se numa futura acção, em que os métodos para obtenção de provas nem sempre são legais, e podem ameaçar a sua vida, ou ficar de fora, fingir que não sabe de nada e seguir a sua vida calmamente.

Dividida entre deixar-se envolver por Jeff (já que o irmão deste, Donovan, está morto), ou afastar-se dele.

 

 

Temos um advogado de barra que não tem qualquer pudor em recorrer a métodos menos convencionais para conseguir provas contra os criminosos, e que vive no limite, acompanhado de armas para se defender de quem queira acabar com a vida dele, por ser demasiado inconveniente para os poderosos da região. 

E que acaba por morrer a meio da história, não conseguindo levar adiante a acção que tinha em mãos.

 

 

Temos o irmão deste advogado a tentar descobrir quem assassinou o irmão, ao mesmo tempo que se envolve com Samantha, e a envolve num esquema perigoso para conseguir entregar todos os documentos de prova da acção que o irmão deixou pendente, a outros advogados de confiança, sem cairem nas mãos dos acusados, ou do FBI.

No final, Jeff diz que acha que sabe quem matou Donovan, mas nada nos é revelado. Os documentos são entregues, mas não se sabe como terminará o caso.

 

 

Temos casos que não sabemos de que forma terminaram.

Temos vidas que se perderam, sem que alguma coisa possa ser feita para mudar esse destino.

Temos mulheres que são, aparentemente, respeitadas e temidas mas, ainda assim, sujeitas a ameaças veladas ou represálias disfarçadas, que se desvanecem quando os seus amigos do sexo masculino se aproximam.

 

 

O que destaco nesta história?

O trabalho levado a cabo pela Clínica de Assistência Jurídica, dirigida por Mattie e Annette, que se dedica à prestação de serviços de advocacia, de forma totalmente gratuita, a quem não tem qualquer hipótese de contratar um advogado que os possa defender ou representar.

E, mesmo assim, muito deste trabalho é, muitas vezes, em vão.

 

 

Tenho um outro livro deste autor para ler, mas este já me deixou com algumas dúvidas, se valerá a pena, ou se será mais uma desilusão.

Passeio até Alcarias

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A convite da Nélia e da Daniela, fomos ontem conhecer a aldeia de Alcarias!

Depois de uma viagem de quase 3 horas, fomos recebidos pela simpatia e hospitalidade alentejana.

À nossa espera, aguardava-nos um almoço do qual tenho que destacar a Sopa de Coentros, que nunca tinha provado, e adorei! E, parecendo adivinhar que uma das coisas que mais gosto é arroz doce, também ele marcou presença 

 

 

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O que notamos logo à chegada, é o silêncio, a paz que a aldeia nos transmite, com campos à nossa volta, que dá vontade de entrar neles e descobrir o que escondem, caminhar pelo meio das árvores e ervas.

Não estava muito sol, e a meio da tarde o céu vestiu-se de nuvens bem negras, que combinavam na perfeição com todo aquele cenário.

 

 

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A seguir ao almoço, a Nélia e a Daniela mostraram-nos a aldeia, e contaram-nos um pouco da história, de quem por ali morou, e como se vivia em outros tempos na aldeia.

 

 

 

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Também visitámos Conceição, que fica relativamente próxima.

A aldeia de Alcarias é conhecida pelos seus gatos, mas quem nos acompanhou em todo o percurso foi o Max, um dos únicos cães residentes!

 

 

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Infelizmente, o tempo passou depressa e estava na hora de regressar a Mafra.

No caminho de regresso, despedimo-nos com estas imagens.

 

 

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Para saberem mais sobre os bichanos da aldeia, vejam este post.

 

Muito obrigada, Nélia e Daniela!

 

 

 

 

 

Quantico - 3ª temporada

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Estreou a 26 de abril, nos Estados Unidos, a terceira temporada de série Quantico, que conta com algumas alterações, uma das quais a ausência de alguns membros do elenco das anteriores temporadas, como Yasmine Al Massri e de Pearl Thusi.

Por outro lado, chegam à nova temporada Marlee Matlin e Alan Powell, que se juntam assim a Priyanka Chopra, Jake McLaughlin, Johanna Braddy, Russel Tovey e Blair Underwood.

A série foi reduzida para apenas para 13 episódios, sendo Michael Seitzman o novo showrunner da série.

 

 

O que muda em termos de dinâmica da série?

Nas anteriores temporadas, a regra era cada episódio terminar com algo misterioso que seria, ou não, desvendado no episódio seguinte. Era uma única história, com seguimento e reviravoltas a cada novo episódio, que nos fazia querer ver logo o próximo.

Nesta nova temporada, temos um fio condutor, através das personagens e história entre elas, que vem das temporadas anteriores, mas com episódios independentes entre si. Em cada episódio, haverá um problema diferente, e uma ameaça diferente a combater.

Pode não prender tanto este novo formato. Mas estou a gostar!

 

 

 

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Como é que começa esta nova temporada?

Com algumas surpresas relativamente aos protagonistas, e em relação ao que esperaríamos encontrar, tendo em conta o final da 2ª temporada!

Desde então, o tempo na série avançou 3 anos.

Surpresa das surpresas: vemos Alex, ou melhor, Parvati, a trabalhar em Itália, nas vindimas, e com uma vida tranquila, ao lado, não de Ryan, como seria de esperar, mas de outro homem, e a filha deste.

Uma tranquilidade que acaba depressa, quando descobrem o seu paradeiro, e querem algo que ela tem em sua posse.

Obrigada a abandonar tudo, para proteger aquelas duas pessoas que, durante algum tempo, foram a sua família e estabilidade, Alex acaba por se deparar com Ryan que, imaginem, está agora casado com Shelby, a melhor amiga de Alex, e que pode acabar morta se Alex não entregar aquilo que tem!

 

Será assim que se voltarão a reencontrar com Owen Hall e Harry, juntando-se também novos elementos, que formarão uma nova equipa de operações, muito singular.

Terá Ryan esquecido Alex por completo?

Conseguirá Alex manter a amizade por Shelby, e trabalhar nesta equipa sem se deixar afectar?

De que forma pode uma agente surda contribuir?

Isto promete!

 

 

 

 

 

 

O que está para além da história de um livro

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É certo que o que nos capta a atenção em qualquer livro é, sem dúvida, a história que o mesmo nos conta.

Mas há livros e livros.

 

Há livros que se ficam por aí, sem que deles se consiga retirar algo mais que essa história, que lhe serviu de base. Tal como um fruto que, por mais que se esprema, não deita mais sumo.

 

E, depois, há livros que escondem, dentro de si, muito mais que aquilo que aparentam ou prometem. Atrevo-me até a dizer que, em alguns casos, acabam por ser mais significante todas as mensagens e ensinamentos que dele retiramos, curiosidades que aprendemos, ou questões que os autores conseguem fazer-nos levantar e debater, do que a própria história em si.

 

O que é óptimo, quando damos por nós a ler mais uma história igual a tantas outras, sobre a qual não há nada de especial para destacar, mas que acaba por nos convencer com outros argumentos e "armas".

E, mesmo que a história não nos tenha especialmente cativado, acabam por valer a pena serem lidos!

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