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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

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À Conversa com João Couto

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O meu convidado de hoje vem de Vila Nova de Gaia, e tornou-se conhecido do público português devido à sua participação no programa “Ídolos”, no qual se sagrou vencedor!

Embora considerasse que a sua imagem talvez não encaixasse naquilo que se poderia esperar de um ídolo pop pensou, e bem, que as suas qualidades enquanto músico conseguiriam ultrapassar esse pormenor, e levá-lo à vitória, que acabou mesmo por conquistar.

O seu percurso no programa foi sempre muito constante, sem ter estado uma única vez em risco de ser eliminado.

O momento que mais me marcou foi quando ele interpretou a música “Nothing Really Mathers”, de Mr. Probz, em que se mostrou extremamente à vontade, a cantar, a sentir cada palavra, a pôr a emoção em cada gesto que fazia, como se estivesse e com a maior naturalidade e simplicidade, como se fizesse aquilo todos os dias.

João Couto considera-se um perfecionista, e diz que a sua principal qualidade é o espírito de sacrifício.

Tem, entre os seus ídolos, artistas portugueses como Rui Veloso, Miguel Araújo ou António Zambujo, tendo inclusive interpretado temas destes dois últimos em duas galas do Ídolos.

 

 

 

Tendo sido eleito pelos portugueses como “Ídolo de Portugal”, João Couto ganhou, para além do prémio monetário e um automóvel, um contrato discográfico com a Universal Music Portugal.

E o seu primeiro single, escrito e composto por Diogo Piçarra, e apresentado pela primeira vez na gala final do Ídolos, já não deixa ninguém indiferente.

“Chama Por Mim” é o tema de lançamento de João Couto, que faz atualmente parte da banda sonora da telenovela Coração d’Ouro.

João, quero desde já agradecer-te por teres aceitado este convite.

 

 

 

 

 

Começo por perguntar: o que te levou a participar no Ídolos?

Em primeiro lugar muito obrigado pelo convite para esta entrevista.

O que me levou a participar no Ídolos foi a vontade de colocar um desafio a mim próprio. Eu seguia o programa com atenção quando era mais novo e tinha uma relação especial com ele, mas com o passar dos anos perdi o interesse nesses formatos em geral e virei a minha atenção a outras lides musicais. No entanto quando anunciaram o regresso do programa por curiosidade arrisquei, e como na altura andava a trabalhar em canções minhas e a tentar marcar atuações achei que era uma maneira de deixar o meu nome a circular. Inscrevi-me sem pensar muito no que poderia acontecer e fui só mesmo com o intuito de me anunciar ao público e nada mais. Fui às pré-audições (e as audições também) com zero expectativas.

Ao confrontar me com a enorme pressão que o programa implicava hesitei bastante mas motivei me pela vontade de querer trazer música e atitudes diferentes que os espetadores estavam habituados naquele contexto, e isso motivou-me. Passou duma brincadeira a uma missão, de certa forma.

 

A uma determinada altura, comentaste que não sabias se terias a imagem que talvez se esperasse de um ídolo. Enquanto concorrente, sentiste que esse era um aspeto que poderia prejudicar a tua participação ou condicionar o teu percurso?

A minha imagem foi o meu “tendão de Aquiles” nos primeiros castings. Conhecendo o formato calculava que ia ser um aspeto que iriam apontar mas resolvi encarar essa suposta “fraqueza” como um “elemento diferenciador”, e  levei tudo com a maior das naturalidades, sem peso na consciência. 

Nunca considerei mudar a minha forma de ser por causa da competição porque sabia que ia ficar postiço e o público é implacável a reparar nessas coisas.

Admiti-a logo desde início. Nunca senti que me fosse prejudicar.  Sabia que alguém se haveria de identificar com a minha forma de ser. Agora a questão era quantos se iriam rever na minha participação... Era arriscado mas ainda bem que tome esse risco.

 

Um dos momentos menos desejados no programa é aquele em que se é nomeado e está em risco de sair, o que nunca aconteceu contigo. Como é que vivias as nomeações e expulsões dos teus colegas?

Em primeiro lugar tenho que salientar que nunca ter ido aos menos votados é das coisas que mais orgulho me dá. É absolutamente esmagador quando penso bem nisso. Ser nomeado era muito provável e por vezes a mínima falha podia ser fatal e reconheço que não fui de todo infalível, e devo dizer que ter chegado ao fim sem ter estado em risco de expulsão é de um orgulho indiscritível e tenho uma gratidão imensurável ao público por isso. 

Mas apesar de tudo o momento das expulsões era sistematicamente o mais difícil de ultrapassar na emissão, não só pelo suspende que construíam à volta dele mas também pelo quão imprevisíveis eram os resultados. Naturalmente houve pessoas que pela amizade enorme que criei me afetava particularmente vê-las nomeadas ou expulsas, e claro, mesmo como espetador do próprio programa ficava destroçado quando assistia a uma saída mais injusta. Mas tinha que levantar a cabeça, semana após semana porque essa era a natureza da competição.

Engraçado que achava sempre que nunca me iria emocionar em momentos de expulsão mas, em mais que uma ocasião, isso aconteceu.

 

Qual foi a interpretação em que sentiste que te conseguiste entregar totalmente, e mostrar aquilo que poderíamos esperar de ti no futuro?

A minha última atuação, o “Something” dos The Beatles. É aquela que cada vez que revejo me emociono sempre, não só porque a própria música em si é maravilhosa mas porque é a atuação em que vejo que estou mais feliz. É a única que quando revejo não estou o tempo todo a apontar falhas porque foi tão emocional e significou tanto para mim que descarto isso. Cada momento dessa atuação lembra me o porque é que eu tenho de fazer música para o resto da vida. Nada me liberta daquela maneira e me faz encarar as pessoas com aquela determinação. E sem duvida que será na linha daquele género musical que quero construir a minha carreira.

 

Qual foi o teu melhor e o teu pior momento enquanto concorrente do Ídolos?

Melhor momento? É difícil porque há muitos que me são especiais. A resposta fácil seria a vitória, mas esse momento em específico foi de tal maneira surreal que é difícil descrevê-lo aqui condignamente. Mas há um momento que tenho de apontar aqui que é bastante especial: a quarta gala em que cantei o “Reader’s Digest” do Miguel Araújo. Além de ter sido dedicada aos meus pais (e lembrar me muito vivamente da reação positiva deles no estúdio) que já por si torna o momento memorável, acho que foi o momento-chave no meu percurso como concorrente. A partir dali ninguém que via o programa tinha dúvidas de quem eu era.

Naquela atuação deixei definitivamente claro quem eu era como concorrente, como pessoa e como músico.

A partir daí notei que o público, a imprensa e a crítica já me via doutra forma. Nunca antes tinha visto tanta gente reagir a uma atuação minha. A partir daí apercebi me da “alhada” em que me meti (risos) e tinha de pegar na oportunidade de ouro que tinha e aproveita-la da melhor maneira, e fiz por comunicar com o publico através a música.

Os piores momentos não aconteceram em palco mas sim nos bastidores e foi lidar com as críticas negativas dos cibernautas. Não que não estivesse à espera delas porque estamos todos sujeitos a isso, mas é sempre difícil absorvê-las principalmente no momento de pressão que eu estava a viver. Confortei me no apoio de quem estava comigo desde o primeiro dia, e sem eles talvez nunca teria ultrapassado isso tudo.

 

Grande parte das tuas atuações contou somente com a tua voz e uma guitarra, num registo por vezes muito semelhante, ao contrário de alguns colegas teus, que tiveram direito a coreografias elaboradas e mostraram a sua habilidade não só para o canto, como também para a dança, e em diferentes estilos musicais. Consideras que poderias ter mostrado mais a tua versatilidade enquanto artista e potencial “Ídolo de Portugal”?

Se estamos a falar de versatilidade musical acho que consegui prová-la em parte no “Ídolos”. Fui de Arctic Monkeys a George Michael, a Miguel Araújo a Robin Thicke, de Michael Jackson a Tracy Chapman, de Virgem Suta a Alanis Morissette, entre outros, e isto tudo no espaço duma semana entre elas ou por vezes no espaço de horas. Há sempre parte de mim que sente que podia ter feito mais mas no geral fiquei muito satisfeito com a quantidade de vertentes, minhas, que pude mostrar.

Depois há que ter em conta que a minha participação foi com o intuito de colocar em frente o “músico”, acima de tudo. Para mim era isso que estava a faltar um pouco ao formato. Ir na linha da típica estrela pop americana era uma hipótese e podia a ter seguido se quisesse mas não me parecia realista à luz do panorama musical que hoje testemunhamos em Portugal, e da música que eu próprio oiço. Tocar guitarra enquanto canto, por exemplo, é das maneiras em que melhor consigo expressar essa ideia, porque apesar de não me considerar um guitarrista brilhante (nem de perto nem de longe) sou muito rítmico e o que faço em palco com a guitarra é muito intuitivo e imediato. Fico mais ativo na canção, sinto segurança e controlo. Posso dizer que ter colaborado e aprendido o que aprendi com a banda residente do programa foi dos motivos pelo qual o meu percurso correu como correu. A guitarra não era um escudo, era uma arma.

Agora se devia ter dançado, representado ou interagido mais vezes com o público? Talvez, quem sabe. Mas queria deixar algo mais pessoal em jogo.

 

Na gala final, e após a tua consagração como vencedor, apresentaste o teu primeiro single “Chama Por Mim”, escrito por Diogo Piçarra, que podemos ouvir atualmente na telenovela Coração d’Ouro. Que feedback tens recebido do público relativamente a este tema?

O feedback do público tem sido brutal. A canção chegou aos tops logo após o lançamento e já tocou e toca em algumas rádios. Esteve nas tabelas do iTunes e do Shazam, etc... É um testemunho do talento do Diogo Piçarra como compositor e da empatia que o público tem com a música dele e é muito bom ver pessoas a criar um relação com um tema que ouviram na minha voz. Vejo pessoas a procurar a canção e ouvi-la diariamente mesmo sem me conhecerem ou o meu percurso no programa e ficarem cativados com o que ouvem e isso é muito especial. Sempre que a canto ao vivo a reação do público é instantânea, e é arrepiante quando oiço a plateia cantar ou a sussurrar as palavras na plateia.

 

Um dos prémios como “Ídolo de Portugal” foi um contrato com a editora Universal Music Portugal. Vamos poder ouvir, em breve, os “frutos” dessa parceria?

Sim, não há data definitiva mas posso dizer que estou na fase de escrita do álbum de estreia. Vai tomar o seu tempo, porque além de eu estar a terminar a licenciatura, quero ser muito cuidadoso na composição e seleção dos temas.

 

O que podemos esperar do primeiro álbum do João Couto? Podes desvendar algo sobre ele?

Não posso desvendar muito. Posso garantir que quando chegar vai ser algo muito especial. Estou a procurar a sonoridade certa e vou ter em atenção as minhas influências. Terá uma grande sensibilidade pop, vai ser completamente em português e vai ter um som muito orgânico e uma instrumentação muito cuidada, porque apesar das grande mudanças na industria musical e do publico consumidor de música eu sou apologista do “álbum” e por isso sinto me na obrigação de honrar essa minha visão e trabalhar intensamente para criar os melhor 40 e tal minutos de música que conseguir produzir.

 

Os temas serão inteiramente compostos por ti?

Sim. Poderão aparecer temas compostos a dois eventualmente mas vou intervir sempre na letra ou música duma maneira ou outra.

 

Queres deixar algum conselho a quem, como tu, quer fazer da música a sua vida?

Ter a certeza absoluta que é aquilo que querem fazer, porque quanto mais intensa for a melomania mais fácil tudo se torna. Oiçam imensa música (muita mesmo) antes de mais nada, de todos os gêneros e épocas para aprenderem o máximo possível com o leque enorme de grandes artistas que trabalham hoje ou que fizeram marcas no passado. Ouvir os clássicos é importante. Quanto maior for o vosso conhecimento musical e menos óbvio for o vosso gosto mais primam pela diferença. 
Preparem-se, estudem música, aprendam instrumentos, pratiquem a voz, toquem com outras pessoas, façam bandas de garagem, gravem vídeos para o youtube, façam de tudo. E acima disso sejam profissionais e justos com quem vos rodeia, não queiram ser o centro das atenções por outro motivo que não o vosso talento e trabalho. Não sintam necessidade de superar os outros mas sim vocês próprios.

 

Mais informações sobre João Couto em: 

https://www.facebook.com/joao.couto.oficial/

 

Esta conversa teve o apoio da Universal Music Portugal que estabeleceu a ponte entre o Diogo Piçarra e este cantinho.

 

Também podem lê-la na INOMINÁVEL de Abril!

 

Ru Vasconcellos na Inominável de Abril

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Ru Vasconcellos é uma artista multifacetada, nascida em Portugal e de ascendência britânica, que tem vindo a desenvolver o seu trabalho como compositora, cantora, pianista e guitarrista, e tem sido a grande responsável pela gestão da sua própria carreira.

Talvez por ter uma história familiar de pianistas e músicos, Ru terá herdado a paixão e o talento para a música.

Iniciou os seus estudos com apenas 3 anos, tendo começado pelo piano e, mais tarde, na guitarra, devido à sua paixão pela música rock.

Estudou piano, guitarra, bateria, jazz e voz na prestigiada Escola de Jazz do Hot Club, e tirou o curso de “Jazz e Música Moderna” na Universidade Lusíada. Terminou também um curso de composição online no Berklee College of Music, para além de uma licenciatura em Design.

 

 

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Ru costuma, com frequência, escrever e compor para artistas nacionais e internacionais.

O seu percurso na música é longo, com passagem por várias bandas, mais de uma centena de concertos, e atuações em diversos países e em locais mediáticos, o Palácio Il Bottaccio Luxury Venue, em Londres.

O Single “So Many Reasons”, pertencente a uma das bandas que integrou, fez parte da banda sonora da série “I Love It”, da TVI. Compôs ainda o tema “Janeiro”, para o filme alemão “Before Dawn”.

Em julho do ano passado, apostou numa carreira a solo, lançando o seu primeiro single “Summer Blaze”, que foi destaque em algumas rádios portuguesas.

 

 

A memória mais antiga que tenho é de ficar fascinada com o som, especialmente aquele produzido pelo piano. A minha mãe conta que antes de falar cantava, a imitar os pássaros.

 

Este ano foi dos mais desafiantes da minha vida (se não O mais desafiante), cresci muito e mudei muito a minha forma de pensar de “super perfeccionista” a “just do it”, daí ter decidido “largar” de certo modo o seguro, e os clientes todos que tinha cá e mudar-me para Londres onde o meu single está a passar em muito mais rádios do que em Portugal (assim como na Austrália, Gibraltar e US).

 

No Festival LIUNA havia um público de 30 mil pessoas no primeiro dia, e 40 mil no segundo. Foi indescritível.

 

Na Inominável de Abril, podem ler a entrevista completa que Ru Vasconcellos concedeu (páginas 10 a 12) para a rubrica Musicalizando. É só clicarem na imagem, e espreitarem:

 

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Musicalizando na Inominável

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A Joana foi a minha convidada da rubrica Musicalizando, para a edição de Fevereiro da Inominável. Deixo-vos aqui o artigo/ entrevista:

 

Joana França nasceu a 2 de abril de 1986, em Lisboa, e é cantora, autora e também atriz. Desde muito cedo que começou a pisar os palcos do teatro, passando também pela televisão. Passou pelo Parque Mayer, participando em duas Revistas à Portuguesa, e fez parte do Musical Amália de Filipe Lá Feria, onde interpretou a irmã de Amália, Celeste Rodrigues.

Em 2007, como vocalista da banda portuguesa de Pop/Rock “Pluma”, Joana deu-se a conhecer como cantora, tendo os seus temas integrado as bandas sonoras de várias novelas da TVI e SIC. Em televisão, contou com participações nas séries “Camilo em Sarilhos”, “Maré Alta” e “Bem-vindos a Beirais” entre outras.

Joana assinou contrato com a editora Farol Música, tendo editado em Junho de 2015, nas plataformas digitais, o seu EP “This…Is Me”. O single escolhido para apresentação deste trabalho foi “Try”. Esse mesmo single faz parte da banda sonora da telenovela “Os Nossos Dias II”.

 

 

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O segundo single deste EP, intitula-se “Turn It All Around”. Joana França esteve, em novembro de 2015, no programa Grande Tarde, onde teve oportunidade de apresentar este novo single, que consta também da nova compilação online da Farol Música - H1T2016.

 

M: Joana, começo por perguntar, como nasceu esta paixão pela música?

JF: Desde já muito obrigada pelo convite e pelo vosso apoio. Desde pequena, a música sempre esteve presente na minha vida. Fazia parte da nossa casa e das nossas vidas. Por isso não sei mesmo quando me apaixonei pela música porque na realidade nunca vivi sem ela.

 

M: Contando já com experiências em diversas áreas, nomeadamente, teatro, televisão e música, pergunto com qual delas mais se identifica, e lhe dá mais prazer?

JF: Todas. São amores diferentes. São formas de fazer artes distintas por isso não consigo mesmo dizer qual delas gosto mais. Na realidade a minha realização total acontece quando consigo que todas se conciliem.

 

M: Para além de cantora, a Joana é também autora, tendo escrito o tema “Try”. De onde vem a sua inspiração?

JF: Eu sou a autora de todas as letras do meu EP. A minha inspiração vem da minha maneira de ver e estar na vida. Eu acredito que o Ser Humano não foi feito para estar só, mas para vivermos todos juntos, nos ajudarmos uns aos outros, cuidarmos uns dos outros e crescermos uns com os outros. Por isso tento passar uma visão de conjunto e não de individualidade e egocentrismo, o grande mal que assola todas as civilizações.

 

M: Considera que, hoje em dia, para além de uma boa voz e saber interpretar uma letra, ser autor é também um requisito quase obrigatório para se ser bem-sucedido no mundo da música?

JF: Não o vejo como requisito associado ao sucesso, mas vejo-o como um dos elementos para completar o puzzle do “Artista”. Na realidade a interpretação de algo que foi composto pelo intérprete muda toda a performance.

 

M: Como define o seu estilo musical?

JF: Defino como estilo Pop querendo puxar ainda mais para o Soul. (risos)

 

M: Os temas “Try” e “Turn It All Around” são cantados em inglês. Considera que é mais fácil expressar-se nesta língua, ou que será, de alguma forma, mais fácil atingir sucesso além-fronteiras, cantando em inglês?

JF: Ambas. Cantar numa das línguas universais, sem dúvida, que facilita muita coisa, como o passar fronteiras sem se perder a mensagem do tema, mas na realidade, para mim é a forma mais intuitiva de compor.

 

M: Qual tem sido o feedback que tem recebido do público?

JF: Muito positivo. Na realidade há uma frase que se repete quando comentam os meus temas: “É diferente”! Ainda bem. Mission accomplished.

 

M: Para quem não conhece a Joana, o EP “This…Is Me” pode dar a conhecê-la melhor?

JF: Sem dúvida. Foi esse o objetivo, também.

 

M: O lançamento do primeiro álbum já tem data marcada?

JF: Ainda não. Este EP foi um “filho” muito querido que envolveu muito trabalho e muita gente. Prefiro esperar e deixar que ele dê os seus frutos, para já.

 

M: Onde vamos poder ouvir a Joana?

JF: Onde o público me colocar e me quiser! (risos)

M: Joana, muita sorte para a sua carreira!

JF: Mais uma vez muito obrigada e o maior sucesso para vocês, também.

 

 

Para ficarem a par de todas as novidades sobre a Joana França aqui ficam os respetivos links:

https://www.facebook.com/joanafranca2014/

https://twitter.com/officialjoanaf

 

Artigo da revista INOMINÁVEL N.º 2, rubrica Musicalizando, págs. 6 e 7

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