Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Afirmações com ponto de interrogação!

Resultado de imagem para cara enfadada

Conhecem alguém que o faça?

Já imaginaram estar a conversar com alguém que, a cada afirmação, vos faz uma pergunta?

Deve ser extremamente aborrecido, não acham?

Parece que estão permanentemente na incerteza, não é?

Ou que querem a todo o custo que concordem com essa pessoa, não vos parece?

Talvez seja apenas uma forma de fazer a conversa continuar, não acham?

Ou de querer atenção, não?

 

Está bem, agora que já perceberam e que já estão, provavelmente, com uma cara igual à de cima, é melhor eu parar por aqui!

As minhas 9 respostas

transferir (1).jpg

 

1 - O que te levou a criar um blog?

Na altura andava a precisar de fazer algo que realmente me desse prazer, que me motivasse, e a escrita foi a escolhida. E porque não partilhar aquilo que escrevia com mais pessoas? Foi então que me sugeriram criar um blog. E cá está ele! 

 

2 - Porquê a escolha do Sapo?

 Cheguei a ter dois blogs, um numa outra plataforma, e este no Sapo. Mas acabei por escolher o Sapo para meu lar permanente, porque há muito mais interacção, sinto-me em "família", somos acarinhados pelos leitores, é uma casa portuguesa com certeza! E há uma espécie de "reconhecimento" por aquilo que escrevemos e partilhamos.

 

3 - Notas alguma evolução na tua escrita desde que começaste até hoje?

Desde que escrevo aqui no blog não. Noto em relação à forma como escrevia quando era adolescente.

 

4 - Sobre que temas mais gostas de escrever?

 Sobre tudo, desde que seja um tema que me inspire e me diga alguma coisa. Livros, sociedade, vida pessoal, dia a dia, etc.

 

5 - Quais eram as tuas expectativas quando criaste o blog, e de que forma têm vindo a ser concretizadas?

As expectativas eram que mais alguém além da família tivesse acesso ao que eu escrevia e se interessasse, gostasse ou deixasse a sua opinião. E foram total e positivamente superadas! Já tive muitas surpresas boas desde que aqui estou.

 

6 - Houve algum epísódio caricato que te tenha acontecido enquanto blogger?

Até agora, não.

 

7 - Notas alguma diferença entre os blogs mais antigos, e os criados na actualidade?

Ainda estou aqui há pouco tempo. Penso que talvez agora se abordem assuntos mais diversos. O que noto é que há muitas pessoas a criarem blogs. Mas pouco tempo depois, desistem. Talvez os blogs mais antigos sejam poucos, mas mais duradouros. 

 

8 - Podem-se fazer amizades através dos blogs?

Penso que é possível. Pelo que tenho lido, já algumas bloggers se conheceram pessoalmente e travaram amizades. A mim ainda não me aconteceu. Mas, de certa forma, acabamos por criar laços com alguns dos nossos seguidores e pessoas que seguimos diariamente.  

 

9 - Quais os teus desejos bloguísticos para o futuro?

Continuar a escrever enquanto a inspiração não me falhar, enquanto me sentir bem aqui na vossa companhia, e enquanto aquilo que eu escrever vos interessar!

9 perguntas para bloggers do Sapo

Resultado de imagem para jornalista desenho

E às quais todos estão convidados a responder!

 

1 - O que vos levou a criar um blog?

 

2 - Porquê a escolha do Sapo?

 

3 - Notam alguma evolução na vossa escrita desde que começaram até hoje?

 

4 - Sobre que temas mais gostam de escrever?

 

5 - Quais eram as vossas expectativas quando criaram o blog, e de que forma têm vindo a ser concretizadas?

 

6 - Houve algum epísódio caricato que vos tenha acontecido enquanto bloggers?

 

7 - Notam alguma diferença entre os blogs mais antigos, e os criados na actualidade?

 

8 - Podem-se fazer amizades através dos blogs?

 

9 - Quais os vossos desejos bloguísticos para o futuro?

 

 

Venham daí essas respostas à jornalista de serviço do Marta - O meu canto!

 

http://blogdocaixote.blogs.sapo.pt

http://umdiafacoumblog.blogs.sapo.pt

http://comreticencias.blogs.sapo.pt

http://specialthingsbyme.blogs.sapo.pt

http://amulherqueamalivros.blogs.sapo.pt

http://bloganaflor.blogs.sapo.pt

http://sofiamargaridablog.blogs.sapo.pt

http://ocantodapetrolina.blogs.sapo.pt

http://maisvaleumaboaquarentona.blogs.sapo.pt

http://marrocoseodestino.blogs.sapo.pt

http://muitomecontas.blogs.sapo.pt

http://ummarderecordacoes.blogs.sapo.pt

http://daspalavras.blogs.sapo.pt

http://mulherfilhamae.blogs.sapo.pt

http://mundoturbido.blogs.sapo.pt

http://derepentejanos40.blogs.sapo.pt

http://umacartaforadobaralho.blogs.sapo.pt

http://numadeletra.com

http://blogdealgo.blogs.sapo.pt

 

e todos os outros que não mencionei, e que quiserem dizer de sua justiça!

 

 

 

O que escondem as perguntas?

 

Porque fazemos perguntas? O que pretendemos com elas? O que escondemos nas suas entrelinhas?

Perguntamos porque temos dúvidas? Ou para desfazer certezas?

Perguntamos porque queremos saber as respostas? Ou serão perguntas capciosas, para as quais já sabemos as respostas e só pretendemos confirmação?

Perguntamos para que nos respondam? Ou serão perguntas retóricas, apenas para reflexão?

Dizem que, em caso de dúvidas, devemos sempre perguntar. Mas será que podemos, ou devemos, fazer sempre as perguntas que nos passam pela cabeça? Ou será melhor, em determinados momentos, guardá-las?

Perguntar ofende? Há quem diga que não. Há quem defenda que sim. Eu digo que há maneiras diferentes de fazer uma mesma pergunta, dando-lhe voluntaria ou involuntariamente, sentidos e objectivos distintos.

Há quem pergunte para esclarecer ou para se informar, há quem pergunte para compreender, e há quem pergunte adequada e oportunamente dentro de um determinado contexto, numa conversa normal. Há perguntas que são pertinentes.

Mas há, também, quem pergunte para agredir, quem pergunte para ofender, quem pergunte para acusar, quem pergunte para recriminar, quem pergunte para afirmar.

Há quem pergunte, não para esclarecer, mas para semear dúvidas.

Existem perguntas simples, básicas e directas. Mas uma pergunta pode esconder muito nas suas entrelinhas, ter duplo sentido ou dupla intenção.  

Há perguntas para as quais não existe resposta. E aquelas perguntas que, pura e simplesmente, nem merecem resposta!

 

Ainda não terminou

 

Hoje é dia de nova consulta médica.

O regresso à escola não foi bem-sucedido - em dia e meio que foi, na semana passada, as inflamações dos vasos sanguíneos agravaram-se e as dores nas pernas voltaram. Felizmente, o fim-de-semana ajudou a melhorar o quadro, mas segunda e ontem voltou à escola, pela ficha de avaliação, e para ver como evoluia a doença.

O que é certo é que 6 semanas já passaram, mas pesquisando um pouco mais sobre esta púrpura, existem quadros mais prolongados, que variam entre 3 a 12 semanas, podendo mesmo chegar aos 4 meses. As manchas acastanhadas, podem permanecer durante meses, até um ano.

Uma criança com púrpura, deverá fazer análises de 6 em 6 meses, e ser vigiada entre 5 a 10 anos após a doença, para controlo da parte renal.

Há recorrências em cerca de 20% dos casos de crianças com púrpura.

Neste tipo de doença, e respondendo à pergunta comum que todos fazem "se é uma inflamação, porque não lhe receitam um anti-inflamatório?", não o receitam porque, nestes casos, os anti-inflamatórios simplesmente não funcionam. Tal como não funcionaram os corticosteroides que ela ainda tomou durante 5 dias.

Mas, afinal, o que é que se pode fazer?

Nada?

Esperar?

Até quando vamos andar nisto?

Até quando vai ter que andar limitada?

Tantas perguntas para as quais a médica provavelmente não terá resposta...

E é uma sensação de impotência para quem nada pode fazer...

 

 

 

  • Blogs Portugal

  • BP