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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Violetta Live em Portugal!

Violetta Live

 

E agora? O que é eu faço?

Compro ou não compro? Vamos ou não vamos?

É que não posso demorar muito tempo a decidir, porque os bilhetes estão a esgotar a alta velocidade!

Estamos e Setembro, o concerto é daqui a 4 meses, os bilhetes foram postos à venda há pouco mais de uma semana e já há poucos lugares disponíveis. E os que há, são caros! Pelo menos para a minha carteira.

A questão é: em tempos de crise, não será um desperdício gastar tanto dinheiro para ver a Violetta ao vivo? Se fosse para mim, seria. Preferia ver o Cirque du Soleil e, ainda assim, já cá vieram tantas vezes e nunca fui ver.

Mas é o sonho da minha filha! E ela ia ficar tão feliz com a surpresa!

 

Ai, ai, ai, Marta, decide rápido que daqui a pouco, quando quiseres, já não tens!

 

Afinal é melhor não poupar...

 

Sempre fui uma pessoa muito dada a poupar sempre que posso, a pensar em alguma eventualidade que surja e, principalmente, no futuro da minha filha.

Mas parece que, para determinados efeitos, o ideal seria não poupar.

Afinal, se uma pessoa tem poupanças é porque vive bem e o dinheiro lhe chega, logo não precisa de mais.

Assim sendo, talvez seja melhor proceder rapidamente à "matança do porco"!

 

 

 

260 euros por mês em despesas de alimentação é muito?

As técnicas da Segurança Social acham que, para um agregado familiar composto por apenas duas pessoas, é muito dinheiro! Mesmo quando o termo "alimentação" se refere a todas aquelas despesas que temos mensalmente com alimentação, produtos de limpeza e higiene, e afins.

Se é possível reduzir este valor? É óbvio que sim! Temos é que nos privar de muitas coisas.

E com esforço até podemos gastar pouco ou nada. Basta não comprar, não comer, não beber, deixar tudo sujo e esperar que, uma vez em tão más condições, já possamos ter direito aos apoios que, de outra forma, não reunimos condições para receber.

Claro que, em alguns meses, se gasta mais que noutros - este valor é apenas uma média. Mas não nos podemos esquecer que as coisas estão cada vez mais caras e que, nem sempre, as promoções são naquelas que mais precisamos.

Ainda assim, parece que estamos na categoria de "gastadoras".

Por isso, vou ali poupar um bocadinho e já volto!...

 

 

 

Peripécias de fim de semana

O cúmulo das novas tecnologias:

 

Ter dois telemóveis, deixar um em casa a carregar e levar o outro. Depois das compras do mês feitas, pegar no telemóvel e querer ligar ao marido para nos ir buscar, e verificar que também aquele ficou sem bateria! Dirigir-me à loja de telemóveis para ver se tinham algum carregador que me desenrascasse, e perceber que nenhum era compatível! Resultado - tive que comprar um telemóvel dos mais baratos para poder fazer a chamada que queria. Foi quando me lembrei que o número estava gravado no telemóvel e não no cartão! O que vale é que tanto eu como a minha filha sabíamos o número!

 

O cúmulo da poupança em tempo de crise:

 

 

Estou habituada aos telemóveis Samsung básicos, e ao seu modo de funcionamento, que me é muito útil. Por isso, não me consegui entender com este novo TMN. Resultado - vai ficar para a minha filha e eu comprei um Samsung nos correios, também dos mais baratos, que é mesmo o que eu queria para suceder ao meu velhinho que está cada dia mais doente!

 

O sentido de oportunidade:

 

 

Comprar um bolo de chocolate Milka para a minha filha, e ela não o poder comer porque andava mal disposta e com dores de barriga!

 

Como gerir o ordenado

 

Cada um saberá a melhor maneira de gerir o seu dinheiro, isto quando há tempo, e é possível geri-lo!

Porque algumas pessoas têm tão pouco, que mal lhes chega às mãos, logo desaparece, ainda antes de terem pensado numa eventual gestão.

E outras há que, simplesmente, não querem saber disso para nada, porque convivem melhor com a desorganização.

Mas, para aquelas que preferem as contas, e as notas, mais arrumadinhas, aqui ficam algumas dicas, que mais não são do que a minha própria experiência nessa matéria!

Então é assim que eu costumo fazer:

1 - Quando recebo o ordenado, mentalizo-me que recebo apenas uma parte (por exemplo - se receber € 700, penso que só recebi € 650, e os restantes € 50 é como se não existissem);

2 – Desse valor que eu considero ordenado recebido, desconto todas as despesas certas que tenho para pagar (por exemplo - renda de casa, mensalidades de carro, TV Cabo, Seguros);

3 - O restante, fica para as compras, e despesas que possam entretanto surgir;

4 – As contas de água, luz e gás, podem inserir no número 2 ou no 3, consoante o modo e a data de pagamento;

5 – Aconselho a anotarem todas as despesas mensais, de forma a terem uma ideia de quanto gastam normalmente;

6 – Revejam a vossa rotina, e verifiquem se têm vícios que, eventualmente, possam cortar;

7 - Na hora de irem às compras, é melhor fazerem, previamente, uma lista do que realmente precisam.

Claro que haverá pessoas que precisam do ordenado completo e, ainda assim, pode não ser suficiente.

Mas para quem tiver a possibilidade de poder utilizar este método, sabe que tem sempre ali um dinheiro extra (com o qual não fez conta), e que poderá utilizar em caso de necessidade. Os meses não são todos iguais, e é bom saber que aquele dinheirinho que não nos fez falta num mês, deu imenso jeito noutro em que os gastos foram maiores. Se não for preciso, é sempre uma poupança que têm, para recorrer em último caso! E, se depois de tudo pago, ainda vos sobrar dinheiro, podem juntá-lo a esta poupança.

Convém ainda lembrar que, apesar de todo este controlo, sempre partindo do que é realmente essencial, não nos devemos privar ou abdicar, se tivermos oportunidade, de um ou outro mimo. Não é por comprarmos aquela gulodice que nos apetece tanto, aquela camisola que vimos na loja, tomar uma refeição fora de casa, ou beber o nosso cafezinho a seguir ao almoço, que vamos ficar mais pobres!

Boas contas!