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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

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Diecisiete - um filme Netflix a não perder!

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Será que todos os jovens que estão em centros educativos ou outras instituições do género são delinquentes?

Será que todos os jovens que ali vão parar são mal-educados, pouco inteligentes, e sem vontade de mudar de vida?

Qual será a história de vida de cada um destes jovens, e de que forma essa história contribuiu para aquilo que hoje são?

O que estará por detrás de cada acto?

Serão, esses jovens, os casos perdidos da sociedade?

 

E o que acontece a quem sai fora da norma, e desses padrões definidos? A quem é diferente, a quem tenta ser diferente, a quem quer mudar?

Que influência poderá exercer a maioria, sobre as excepções, levando-as ao mesmo caminho?

Para aqueles que resistem, resta-lhes a solidão, o isolamento. Algo que eles até preferem, e a que já estão habituados.

Até ao dia em que, ainda que com pouca vontade ou contrariados, tenham que lidar com outros seres, como forma de terapia. Não com outros humanos, mas com animais. E, de um momento para o outro, surpreendemo-nos com o que daí resulta.

 

 

 

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Héctor é um desses jovens, com 17 anos, detido num centro de menores por delitos que tem vindo a cometer, o último dos quais o furto de algo que a avó, internada num lar, precisava para ter uma melhor qualidade de vida, uma vez que o aquecimento no seu quarto tinha avariado.

Como lhe fizeram ver, em tribunal, os fins não justificam os meios, mas é fácil perceber que Héctor não rouba por diversão, por prazer, e muitas vezes nem sequer para ele próprio.

Este adolescente é conhecido pelas suas fugas planeadas, que lhe garantem o isolamento que ele tanto quer.

Desde logo se vê que Héctor é um jovem inteligente, perspicaz, com um grande sentido de família, apesar de a sua estar separada, e uma enorme dificuldade de socialização, vivendo ali no centro sem amigos.

 

Quando lhe é proposto, tal como a alguns dos seus companheiros, tomar conta de animais vítimas de maus tratos, e treiná-los, Héctor não fica muito entusiasmado mas, com o tempo, acaba por criar uma bonita amizade com o cão “Ovelha”.

Até que, um dia, o “Ovelha” não vem. É-lhe explicado que o cão foi adoptado, e que ele poderá treinar outros, que também precisam.

Mas Héctor só quer o seu “Ovelha” de volta, e torna a fugir do centro, para recuperá-lo.

Só que o jovem está prestes a fazer 18 anos e, se se meter em algum problema ou sarilho, não voltará para o centro educativo, nem será julgado como menor.

 

 

 

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E é assim que Héctor, com a ajuda do irmão, de quem há muito está afastado, parte numa aventura para descobrir o paradeiro de “Ovelha”, juntamente com a avó, que está prestes a falecer.

Mais do que recuperar o seu amigo canino, poderá Héctor voltar a ter de volta o seu irmão, como antes?  

E se nunca encontrar o “Ovelha”?

Estará Héctor a colocar em risco a sua liberdade, em vão?

 

 

 

10 músicas para ouvir neste Dia dos Namorados!

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Seja para quem celebra este dia ao lado da sua "cara-metade", seja para quem não tem, neste momento, qualquer relação, seja para quem ainda acredita no amor, ou para quem acabou de se magoar, aqui fica a banda sonora para passar este dia, de forma positiva e confiante!

 

 

 

 

1 - Celine Dion - "That´s The Way It Is"

Esta é para todos aqueles que ainda acreditam, ou querem acreditar, no amor, apesar de ainda não o terem encontrado: "Don't give up on your faith, Love comes to those who believe it, And that's the way it is...".

Tão simples quanto isto! Sem stress  

É uma música de que gosto muito porque é animada, positiva e deixa todos bem dispostos!

 

 

 

 

2 - Dean Lewis - Be Alright

Para todos aqueles que terminaram há pouco tempo as suas relações, custa no início mas, no fim, tudo ficará bem.

"I know you love her but it's over mate, It doesn't matter put the phone away, It's never easy to walk away, but let her go, It'll be It'll be okay. It's gonna hurt for a bit of time, So bottoms up let's forget tonight
You'll find another and you'll be just fine, let her go, it'll be alright..."

 

 

 

 

3 - Shayne Ward - Breathless

Esta música é uma verdadeira declaração de amor, ideal até para aqueles que quiserem fazer o pedido de casamento, ou reforçar tudo aquilo que os une.

"And if our love was a story book, We would meet on the very first page, The last chapter would be about, How I'm thankful for the life we've made... You leave me breathless, You're everything good in my life..."

 

 

 

 

4 - Robarte Un Beso - Carlos Vives e Sebastian Yatra

Para aqueles que se sentirem atrevidos o suficiente para dar o primeiro passo, e roubar um beijo ao seu amor!

"Déjame robarte un beso que te enamore y tú no te vayas..."

 

 

 

 

5 - Colbie Caillat - Realize

Para aqueles que estão a passar por dificuldades nas relações, ou em perceber que uma relação implica duas pessoas, e que têm de caminhar da mesma forma.

If you just realize, What I just realized, That we'd be perfect for each other, And we'll never find another... We'd never have to wonder, If we missed out on each other...If you would meet me half way, It could be the same for you..."

 

 

 

 

6 - Celine Dion - Right In Front Of You

Para todos aqueles que andam à procura do amor em todos os lados, e ainda não perceberam que ele pode estar mais perto de que imaginam, mesmo à sua frente!

"We were looking but somehow, Someway we couldn't see, That the love was always there, It's been around us everywhere, I had to fall to finally see, That you were right in front of me..."

 

 

 

 

7 - Angel Lopez - Te Sigo Amando

Para todos aqueles que cometeram erros mas estão arrependidos, e querem pedir perdão, antes que seja tarde demais.

"Que seria de mi Si me abandona, si te vas, nunca cambiaria mi manera de pensar, Pienso que mi vida nunca nunca seria fuera igual, por eso te pido otra oportunidad, que yo te sigo amando, necesitando,
Yo sigo aqui extrañandote, tan solo aqui esperandote..."

 

 

 

 

8 - Hands On Approach - Days Of Our Own

Uma música para todos aqueles que ainda vivem muito a pensar no passado, ou preocupados com o futuro, quando a única coisa que importa é o hoje.

"We ain't got time to waste, The day is on, Yesterday is fine, Now it's gone... Don't leave me hanging on, Stay by my side today..."

 

 

 

 

9 - Avril Lavigne - Things I'll Never Say

Para todos aqueles que guardam para si mesmos aquilo que sentem, em vez de o dizerem à pessoa a quem se destinam os sentimentos e pensamentos.

"These words keep slipping away, I stutter, I stumble, Like I've got nothing to say... Guess I'm wishing my life away, With these things I'll never say ..."

 

 

 

 

10 - Beyoncé - Best Thing I Never Had

Para todos aqueles que terminaram as suas relações e já superaram!

"Thank God you blew it, Thank God I dodged the bullet, I'm so over you... You turned out to be the (best thing I never had), And I'm gon' always be the (best thing you never had)..."

 

 

 

E por aí, que música acrescentariam a esta lista, para quem quer passar este dia como outro qualquer, sem essas lamechices do amor, ou para quem leva muito a sério a data, e é romântico (incondicional)?

Queremos mesmo pessoas iguais a nós ao nosso lado?

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Ouvimos, muitas vezes, no que respeita ao amor, a afirmação de que os opostos se atraem. Mas será mesmo assim?

São as diferenças entre as duas pessoas, que fazem com que se encaixem uma na outra, e a relação resulte?

Até que ponto serão, as diferenças, algo de positivo para a relação? Até que ponto elas condicionam o sucesso ou o fracasso da mesma? Até que ponto deixam de ser aceitáveis?

 

 

Por outro lado, será que procuramos, do outro lado, alguém exactamente igual a nós? Que pense da mesma forma, que aja da mesma forma, que tenha os mesmos gostos, ideais, feitio? Que seja uma "cópia" de nós?

Até que ponto isso não tornará a relação monótona, aborrecida, sem nada de novo a acrescentar? Até que ponto conseguimos conviver com alguém com as mesmas qualidades mas, também, com os mesmos defeitos?

Até que ponto as semelhanças funcionam melhor que as diferenças, numa relação?

 

 

Dizia a Graça, concorrente do Casados à Primeira Vista, em resposta à pergunta sobre se queria ao seu lado uma pessoa como ela mesma, que isto de que os opostos se atraem é coisa do século XX, e não do século XXI.

Mas, será que queremos mesmo pessoas iguais a nós, ao nosso lado?

 

 

Correndo o risco de mais um "lugar comum", penso que o segredo está num meio termo, entre as diferenças e as semelhanças.

Se, no início, até podemos ficar encantados com as diferenças, com o tempo, podemos perceber que elas nos afastam mais do que juntam. No entanto, há diferenças que nos fazem falta, para nos equilibrar. Por exemplo, se um é demasiado sério, o outro equilibra com a sua alegria; se um é mais gastador, o outro equilibra ao poupar mais; se um é mais infantil, o outro equilibra com a sua postura mais adulta; se um é pessimista por natureza, o outro equilibra com o seu optimismo, e por aí fora.

Por outro lado, se até nos identificamos de imediato com as semelhanças e tudo corre bem pode acontecer, com o tempo, deixar de existir novidade, ser tudo sempre igual, sem surpresas, sem o inesperado. E e, para o bem, pode ser fácil resultar. Já para o mal, afundam mais depressa.

 

 

E por aí, o que vos une mais?

Para qual dos lados da balança se inclinam mais? Preferem ter alguém igual a vocês, ou diferente, ao vosso lado?

 

Devemos incluir os(as) "ex" na nova relação?

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Mais uma vez, e para que vejam o que se pode debater ao ver um programa televisivo apelidado de lixo, o "Casados à Primeira Vista" deu o mote para a discussão deste tema, através de vários concorrentes, nomeadamente, a Sónia, que convidou o ex marido para almoçar com o actual marido, do Dave, que ligou à ex para falar dos problemas que estava a atravessar com a actual mulher ou, mais recentemente, a Graça, que fez questão que o marido conhecesse pessoalmente o ex marido e pai dos seus filhos, e que pretende que haja uma convivência saudável entre eles, frequentando as casas um do outro e, inclusive, celebrando épocas festivas em conjunto. 

 

 

Pessoalmente, o único ex com quem ainda mantenho contacto é o pai da minha filha, e é apenas por ela, que esse contacto existe.

O meu actual marido cumprimenta-o, fala com ele se for preciso, tal como eu falo, sobre questões relacionadas com a nossa filha, mas não há mais convivência que essa. Não são (somos) amigos, não fazemos almoçaradas/ jantares ou festas em conjunto, nem tão pouco partilhamos natais ou aniversários.

 

 

No entanto, nem todas as pessoas são iguais e se, na maioria dos casos, com o fim da relação, vai cada um para seu lado e segue o seu caminho, noutros as pessoas até ficam amigas dos(as) "ex", e a convivência permanece.

 

 

Mas, e quando iniciamos uma nova relação?

Será aceitável continuar a incluir e partilhar a nossa vida, da mesma forma, com os(as) "ex"?

Devem os(as) actuais companheiros(as) aceitar e sujeitar-se a essa convivência, mesmo que não se sintam confortáveis com a situação?

É aconselhável essas pessoas mudarem a sua atitude, relativamente aos(às) seus(suas) "ex", porque a nova relação assim o exige?

 

 

Até que ponto o liberalismo se pode transformar em falta de respeito para com o(a) actual companheiro(a)?

Até que ponto uma pessoa que se afirma liberal, contraria esse conceito, exigindo ao outro que pense e aja como ela própria? Em que é que liberalismo se coaduna com inflexibilidade?

 

 

Eu penso que, se todos estiverem de acordo e se sentirem confortáveis, seguros e à vontade com essa convivência, sem dramas, ciúmes ou dúvidas, não haverá qualquer problema.

Não vejo nada de errado em que todos consigam ser amigos e dar-se bem.

Mas não devemos impôr algo que não agrada, ou com o qual o(a) actual companheiro(a) não se sente bem, tal como não nos devemos sujeitar a fazê-lo, porque alguém nos impõe isso.

 

 

Deve haver bom senso, alguma flexibilidade e cedência de parte a parte, e respeito pelos sentimentos da pessoa com quem actualmente partilhamos a nossa vida, e vice-versa.

 

E por aí, qual é a vossa opinião?

 

 

Machismo, Desrespeito, Sexismo, Egocentrismo...

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...poderíamos resumir a estas quatro atitudes a caracterização da sociedade actual, e as principais causas para os fracassos das relações de hoje em dia.

Homens que pararam no tempo, e ainda acham que as mulheres é que têm obrigação de fazer as tarefas domésticas e servi-los sempre que o desejarem;

Mulheres que confundem frontalidade com falta de educação e total desrespeito pelas pessoas que têm ao seu lado, excedendo largamente os limites do razoável;

Homens que vêem as mulheres como objectos sexuais, que estão ali para satisfazer os seus desejos e fantasias, esquecendo-se que as mulheres não são só um corpo tonificado e bem definido;

Homens e mulheres que pensam que o outro tem que estar o tempo todo disponível para si, que travam batalhas com ameaças e inimigos imaginários, que só pensam nas suas próprias vontades e desejos, naquilo que gostam e precisam, sem se preocuparem com o que o outro quer, gosta e também precisa.

Homens e mulheres que se anulam, que deixam de ter vontade própria, que escondem aquilo que sentem para não incomodar ou chatear o outro, e que fingem estar sempre tudo bem, mesmo quando está tudo mal.

 

Hoje em dia, falta comunicação, falta verdadeiro compromisso, falta responsabilidade, falta entrega, falta paciência, faltam muitas coisas. E não é só nas relações amorosas. 

  

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