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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Já eclipsaram hoje?!

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A cada novo eclipse que acontece, lá vem uma imensa publicidade, por vezes até exagerada, sobre o fenómeno, sobre aquilo que as pessoas vão poder visualizar, sobre o que vai acontecer.

E lá vêm as mesmas recomendações de sempre: usar apenas óculos especiais (que este ano em poucos sítios se vendem), não utilizar vidro escuros ou outros objectos e, nunca, mas nunca, olhar directamente para o sol.

Os riscos podem incluir lesões irreversíveis na visão ou mesmo cegueira.

Ora, todos nós sabemos que, muitas vezes, estas recomendações têm, precisamente, o efeito inverso.

Qual foi a primeira coisa que fez a mulher de Ló, segundo a Bíblia, ao ouvir a recomendação de que não deveria olhar para trás quando Sodoma estava a ser destruída? Olhou para trás!

Qual é a primeira coisa que fazemos quando alguém nos diz algo do género "ah e tal, mas não olhes agora"? Viramo-nos imediatamente! 

É involuntário, mas é o que acontece. E, sejamos honestos, quem nunca olhou para o sol, em dias de eclipse, ainda que por meros segundos, com protecção improvisada, ou mesmo sem qualquer protecção? 

A "bola de neve" dos créditos

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Seja por culpa da actual crise, por ambição, má gestão ou outra qualquer razão, muitos portugueses se encontram endividados, com créditos por pagar, e alguns até insolventes.

Como tudo começa?

Bem, os ordenados costumam satisfazer as necessidades básicas, mas há momentos em que precisamos de mais. Se não temos, temos que encontrar forma de o conseguir. A opção mais fácil é recorrer a um crédito.

Este não é um post contra os créditos, ou contra quem os contrai porque deles realmente necessita, mas sim uma chamada de atenção para os riscos que existem quando a eles se recorre. Contrair um crédito é quase como experimentar um cigarro, ou droga, pela primeira vez. Há os que se ficam por essa primeira vez. Há os que tornam a experimentar, ocasionalmente, de forma controlada. Mas também há os que gostam da sensação, da facilidade de ter dinheiro na mão e se tornem viciados. Esse, sim, é o grande risco! 

Pede-se um crédito para determinado fim. Entretanto, surgem outros problemas e pede-se outro. Mas duas prestações são difíceis de pagar, por isso, pede-se um outro crédito para pagar os dois anteriores. E, assim, se vai formando uma autêntica bola de neve que pode dar mau resultado. Quando se dá por isso, já estamos tão enredados nessa teia de créditos que não sabemos como dela sair.

As tentações apresentam-se sob as mais variadas formas: cartões de crédito dos respectivos bancos, entidades financeiras, cartões de crédito associadas a superfícies comerciais, empréstimos bancários, etc.

E nem precisamos de nos esforçar muito porque publicidade é o que não falta. Publicidade, facilidades para atrair e promessas de solução para todos os problemas. No entanto, nem sempre é a solução do problema, mas sim o começo dele.

Como disse, não tenho nada contra os créditos. Já recorri a eles algumas vezes porque compensava. E, muitas vezes, são mesmo a única hipótese que uma pessoa tem. 

Mas é importante ter em conta a prestação que se vai pagar, tentar sempre cumprir, e evitar recorrer, simultaneamente, a outros créditos se se souber que, à partida, não se vai conseguir pagar.

Acho que o "segredo" está mesmo em pensar, analisar e medir prós e contras antes de agir, ao contrário de muitos, que agem primeiro e só depois pensam nos erros que cometeram, quando já é tarde demais para voltar atrás. 

 

 

 

 

 

Fábricas de bebés

 

Quando se pretende lucrar e progredir num determinado negócio, não se pode apenas esperar que a natureza cumpra a sua parte, não se pode deixar ao acaso, e aproveitar as escassas oportunidades que surgem, quando surgem. 

Há que assumir o controlo, criar as oportunidades, produzir em grandes quantidades e colher o fruto do sucesso.

É assim que começa a funcionar o tráfico de bebés. Porquê esperar que alguém dê à luz um bebé não desejado, ou que não consegue criar, para o traficar. Porquê raptar este ou aquele, quando se podem "produzir" quantos bebés forem necessários para o negócio prosperar, sem grandes riscos? 

Mas a verdade é que algumas "fábricas de bebés" começam a ser descobertas, como aconteceu na Nigéria, onde o tráfico de seres humanos é o terceiro crime mais comum, depois da fraude e do tráfico de droga.

De forma voluntária ou forçadas, as raparigas encontravam-se lá para terem os filhos, que depois seriam vendidos por milhares de euros, sendo os rapazes mais caros que as raparigas. Já as "mães", essas pouco mais recebiam que 150 euros.

Claro que, por esta altura, já nem notícias como esta me espantam. Embora os livros tenham muita ficção, a verdade é que muitos deles descrevem cenários que são bem possíveis de se concretizar na vida real. Esta é a prova!