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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

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Sou só eu que já não posso ouvir falar em GOT?

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Tomara já que a febre passe de vez.

Nunca vi um único episódio, mas já me conseguiram fazer ter aversão pela série.

É que, em qualquer site que entre para ver as últimas notícias ou novidades, mais de metade delas é sobre Game of Thrones: ou sobre os episódios que já deram, ou sobre os que ainda irão passar, ou sobre as polémicas, as gafes, os protagonistas, e por aí fora.

Parece que anda tudo louco! Já não se aguenta.

Serei a única?

Sobre a série Quicksand

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PP sugeriu esta série da netflix, e eu segui a sugestão!

 

Quicksand é a primeira série sueca original, baseada no romance best-seller do reconhecido autor Malin Persson Giolito.

Poder-se-á dizer que esta estreia até foi bem sucedida: uma série com abordagem de temas actuais, pequena, com algum suspense. Mas não deixa grande marca.

 

 

Diria que é uma tentativa de aproximação a "13 Reasons Why", pelos temas que aborda - sexo, drogas, abusos, violência, adolescência - que tenta, ao mesmo tempo, aproximar-se do suspense de "Elite", sem o conseguir tão bem, e ao fio principal - um estudante que mata um colega.  

 

 

Mas Quicksand é mais do que isso.

 

 

É uma reflexão sobre como, muitas vezes, os pais são demasiado permissivos, demasiado superficiais, demasiado deslumbrados com o luxo e riqueza, demasiado despreocupados, desinteressados ou, por vezes, fúteis.

 

A determinado momento, Maja questiona a mãe "Porque nunca me perguntas nada importante?".

 

O facto de um filho ser um brilhante aluno, ajuizado, confiável, responsável, e nunca se meter ou dar aos pais qualquer tipo de problema, não significa que não precise dos pais. De apoio, de segurança, de protecção, de perceber que os pais se interessam pela sua vida, pelo que fazem, pelo que sentem.

E, se algo de errado se passa, há que mostrar abertura para que os filhos se sintam à vontade para falar sobre isso.

 

Não me parece que isso tenha, alguma vez, acontecido na família de Maja.

 

 

Por outro lado, por muito que os pais se preocupem e até mostrem essa abertura, ainda assim, não têm uma varinha de condão, ou uma bola de cristal, para adivinhar o que se passa com os filhos. Como tal, é importante que estes não tenham receio, e conversem sobre o que estão a passar, denunciem, peçam ajuda. Por vezes, não conseguimos nada sozinhos.

 

Como diz o professor de Maja "O facto de seres uma miúda responsável, não te obriga a responsabilizares-te pelos outros". 

 

 

 

Mas Maja, ainda assim, assume essa responsabilidade de tentar ajudar Sebastian, o namorado, que vem de uma família totalmente desestruturada, e se tenta abstrair da ausência da mãe, e da indiferença e rejeição do pai, através das drogas.

Sebastian é um menino rico, que pode ter tudo o que quer, e possa ser "comprado" pelo dinheiro, mas que não consegue ter aquilo que nenhum dinheiro no mundo compra - amor, compreensão, afecto, pais presentes.

Por isso, entra numa espiral da qual dificilmente conseguirá sair, arrastando consigo quem estiver mais próximo de si que, no caso, será Maja.

Ao ver a relação entre Sebastian e o pai, Claes, surge-me a seguinte questão: 

 

Agirão, em muitos casos, os pais, da forma que agem, como consequência do comportamento dos filhos? Ou será, em contrapartida, o comportamento dos filhos, um reflexo das acções de muitos pais?

 

Será o comportamento de Sebastian justificado pelas acções do pai para com ele ao longo de toda a vida? Ou agirá o pai dessa forma, como consequência do comportamento errático do filho?

 

 

 

Começamos a série com vários corpos no chão da sala de aula, e Maja a ser levada como suspeita do homicídio. Ao longo dos seis episódios, é-nos dado a conhecer, aos poucos, como tudo se desenrolou até chegar ao fatídico dia, ao mesmo tempo que vamos acompanhado os dias que Maja passa detida, sem poder ter qualquer contacto com outros, nem visitas, a não ser o advogado, o padre, o psicólogo e a guarda prisional, que a tenta ajudar como pode, nos momentos em que Maja parece prestes a enlouquecer e desistir sabendo que, já condenada aos olhos de todos, o será também em tribunal, esperando-lhe 14 anos de prisão.

 

 

 

A verdade é que Maja mudou muito desde que conheceu Sebastian. Tornou-se numa outra pessoa. 

E que ela disparou a arma e matou a sua melhor amiga Amanda, e o namorado, Sebastian, sabemos. Ela própria o confessa.

As circunstâncias e o porquê de o ter feito, é o que temos que descobrir.

Ela conta a sua versão, mas há uma testemunha, sobrevivente, que afirma o contrário. Verdade, ou orgulho ferido? Verdade, ou desejo de que alguém pague pelo que aconteceu? Verdade, ou aquilo que se  pensa ser a verdade?

Quem diz, afinal, a verdade, e quem mente?

E o que acontecerá a Maja?

A dúvida manter-se-á até à luta final entre acusação e defesa, de onde sairá o tão temido veredicto.

 

 

 

 

 

 

Sinopse:

"Quando uma tragédia tem lugar na escola preparatória nos subúrbios ricos de Estocolmo, Maja Noberg, uma estudante normal, é julgada por um assassinato. Quando os eventos do dia são revelados, também os detalhes mais privados da sua relação com Sebastian Fagerman e da sua família disfuncional são descobertos."

A Lei Secreta - mais uma série Netflix

 

A vida de um agente secreto não é fácil.

Não é um trabalho fácil. Vivem em constante perigo, muitas vezes isolados, ou com vidas duplas, correm riscos, e não podem falar sobre nada.

O ideal, para um agente secreto, é não ter família. Porque, quando existe, duplicam os problemas. 

Poderá um agente secreto, simultaneamente, ter uma família a quem dar atenção e ausentar-se a todo o momento, sem qualquer explicação? Conseguirão as relações e os casamentos resistir?

Até que ponto estará um agente secreto disposto a ir, e a escolher, entre ficar ao lado da família, ou servir a pátria?

E será que alguém lhes reconhece esse valor? Será que os superiores se preocupam mesmo com a vida destes agentes, ou apenas estão com eles quando lhes são úteis, quando precisam deles?

 

 

E, se tudo isto já seria complicado quando falamos de homens, imaginemos quão difícil será para as mulheres? 

Mulheres que são filhas. Mulheres que são mães. Mulheres que querem formar família, e ter uma vida normal, ao mesmo tempo que querem ter um papel relevante no seu trabalho, e ser aceites como iguais num mundo dominado pelo sexo masculino.

No Colômbia, houve uma equipa, formada inteiramente por mulheres, que combateu os traficantes na região e fez história, mostrando como estas agentes, que também são mães, filhas, esposas, tias, irmãs, enfrentam inimigos perigosos, arriscando as suas vidas e, muitas vezes, as dos seus familiares, no cumprimento de um dever maior, que é lutar pelo seu país.

 

 

 

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A série da Netflix "A Lei Secreta", é baseada nesses acontecimentos, e em testemunhos reais dessas agentes, e mostra a rotina de uma equipa de agentes da Inteligência, composta maioritariamente por mulheres, que terão de se infiltrar numa enorme organização de narcotraficantes, a fim de descobrir quem é o verdadeiro chefe do grupo, e derrubar os barões da droga e os seus associados.

Ao longo da série, vamos conhecendo as várias personagens, as suas dificuldades, os seus dilemas, as suas escolhas e decisões, e respectivas consequências, os perigos a que se submetem, aquilo que são obrigadas a abdicar.

 

 

 

 

 

 

 

 

Alejandra

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Uma jovem que vive com a sobrinha, após a mãe desta a ter deixado há quase um ano e que, para poder arranjar dinheiro para dar uma vida melhor à sobrinha, que ama, e sair daquele bairro pobre onde reina a violência e a delinquência, aceita ser "mula". 

Inexperiente, apesar de inteligente e cheia de recursos, acaba por ser apanhada pelo DIP, que a obriga a ajudá-los, para não ser presa.

Alejandra faz tudo o que for preciso para ficar com a sobrinha Kimberly, mas esta colaboração vai acabar por prejudicar ainda mais a situação, e levá-la a perder a guarda da menina, que acaba numa instituição.

Cansada de ser pressionada, tanto do lado da polícia, como dos traficantes com quem teve que se envolver, Alejandra resolve que mais vale ir presa, do que continuar a viver assim.

É então que o coronel Porto decide deixar de tratá-la como a criminosa que foi, para tratá-la como a agente em que se poderá tornar.

Alejandra é impulsiva, de "pelo na venta", temperamental, diz tudo o que pensa e faz o que acha que deve fazer, muitas vezes sem medir os riscos, mas não é mulher de desistir, ou baixar os braços e, como dizem, tem uma estrelinha que a favorece.

 

 

Tatiana

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Confesso que não gostei muito desta personagem. Sempre com aquele ar de mosca morta, acaba por ser a agente mais fraca, embora profissional. No início vemos uma Tatiana feliz, em plena lua de mel, a ter que deixar o marido sozinho porque foi chamada para mais uma missão.

E, quando essa missão implica envolver-se com outro homem, pelo qual se começa a apaixonar, toda a sua vida, pessoal e profissional, se vira do avesso. 

A determinado momento, Tatiana terá que escolher entre continuar a enganar-se a si própria, e aos que o rodeiam, nomeadamente, o marido, ou assumir aquilo que sente, e decidir entre ficar ao lado de um homem que pertence à organização de narcotraficantes, ou continuar com o seu trabalho, e levar a pessoa que ama a pagar pelos crimes que cometeu.

Ainda mais quando foram os líderes dessa organização que quase mataram o seu pai, e o deixaram no estado em que ela, mais tarde, o irá encontrar.

 

 

Amélia

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A missão desta agente é, de longe, a mais dura e difícil. Infiltrar-se no acampamento do comandante Bigotes, em plena selva.

Depois de ter voltado da primeira missão, descobre que a mãe, da qual esteve afastada durante meses, sofre de cancro, e precisa de tratamento urgente, optando por abandonar o DIP, para cuidar dela.

Mas, sem dinheiro para pagar tudo o que é preciso, vê-se obrigada a voltar para o DIP, que lhe garante que se encarregará de todas as despesas.

E é assim que Amélia abandona, mais uma vez, o irmão e a mãe, sem saber se a voltará a ver com vida, e ignorando que, ela própria, poderá vir a temer pela própria vida.

Pode até vir a conseguir a confiança do comandante Bigotes, mas qual o preço a pagar por isso? E quem arrastará com ela nessa missão perigosa?

Para mim, é uma das melhores agentes. Paciente, astuta, observadora, resistente, lutadora.

 

 

Sandra

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É a capitã da equipa e, desta vez, tal como há 10 anos atrás, terá que voltar a vestir a pele de Laura, juntamente com Sebastián, que dará novamente vida a Juan Pablo. 

Algo os afastou depois da última missão, e será muito difícil voltarem a trabalhar juntos de novo, como casal que um dia foram, na ficção, e na realidade.

Para Sandra, esta será a última missão. Com um filho que reclama a atenção da mãe, e com o seu pai a partir para outra cidade para viver a sua vida, Sandra sabe que não pode deixar o filho sozinho, até porque lhe prometeu que estaria mais presente na sua vida.

Por outro lado, afirmando que não pode contactar o pai do miúdo, porque nos casos de inseminação artificial não é dado o contacto do doador, Sandra está de pés e mãos atados, porque o filho só pode contar com ela. E ela sabe que, não podendo recuperar o tempo perdido, terá que compensá-lo com o que ainda poderão viver.

A determinado momento, Lucas é envolvido na missão, e conhece Sebastián, com quem estabelece uma bonita relação que nos leva a desconfiar que poderá ser o seu pai. Ao mesmo tempo, Sandra e Sebastián voltam a envolver-se, e prometem que, desta vez, nada os vai separar, e vão formar uma família.

Mas a missão tem outros planos para eles, e algumas decisões e revelações vão levar a dias muito duros para Sandra.

 

 

Para além destas 4 mulheres, temos ainda a coronel María Emma que, a determinado momento, estará sob a suspeita de ser a traidora do DIP, a agente Bertha, e a sargento Rojas.

Do lado dos homens, destaque para o coronel Porto que, graças a Alejandra, vai dar um novo rumo à sua vida e perceber que a sua vida não precisa de se resumir a trabalho e solidão, e que há muito mais para disfrutar. E Forero, companheiro de Tatiana, e craque da tecnologia.

 

 

Do lado dos traficantes, o destaque vai para Júnior, filho do traficante líder da organização que morreu há 10 anos atrás, pela mão de Sebastián. 

Carrega o passado e os erros do pai, que o transformaram no que é hoje. Um rapaz mimado, que faz birra quando as coisas não correm como ele quer, mas capaz de dar um tiro a quem ache que já não lhe serve, incluindo o seu companheiro que diz amar.

Binoche, é o banqueiro responsável pela lavagem de dinheiro, enquanto Eduardo se encarrega do transporte da mercadoria, e Bigotes da produção.

 

 

O que achei curioso nesta série foi ver até que ponto a droga pode estar presente no meio de nós, sem sequer darmos conta.

Achei algumas situações estranhas, de como agentes supostamente treinadas para tudo, ficaram sem acção em determinadas situações.

Não fiquei surpresa no que toca à corrupção, já que qualquer criminoso do topo que se preze, tem que ter aliados em algumas destas forças.

A série tem cenas muito fortes, algumas chocantes, e outras que nos levam às lágrimas, tal a forma como mexem com as nossas emoções.

Confesso que, depois de ver dois episódios, estive quase a desistir de acompanhar, vendo outras pelo meio, mais curtas. Mas ainda bem que insisti e voltei a esta, porque é, sem dúvida, uma série que marca!

 

 

 

Fugitiva - a série

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Fugitiva é uma série (mais uma) espanhola, protagonizada pela conhecida actriz Paz Vega, que aborda a violência doméstica, entre as classes mais abastadas da sociedade.

É uma série que prende, que nos faz sempre querer ver o próximo episódio, que nos aguça a curiosidade, tanto pelo que aconteceu no passado, como pelo que irá acontecer no presente e futuro.

 

 

 

 

Se tivesse que definir esta série em duas palavras, seriam - confiança e medo.

 

Quando estamos sozinhos, e precisamos de ajuda, somos obrigados a confiar em alguém.

Por vezes, alguém que pouco ou nada conhecemos. E que tanto pode estar, de facto, do nosso lado, como nos tramar a qualquer momento. Mas, afinal, não o fazem, da mesma forma, aqueles que conhecemos bem, e em quem sempre confiámos?

Confiar em alguém torna-se ainda mais difícil, quando existe muito dinheiro envolvido, interesses, necessidades ocultas, chantagem ou qualquer outra razão para alguém mudar de lado, consoante lhe der na gana, e lhe for mais útil ou vantajoso.

 

 

Por outro lado, está o medo.

Mais forte ainda, quando associado ao poder, à manipulação, a ameaças, a violência contínua.

Como evitar o medo? Como ultrapassá-lo? Como ganhar força e coragem para nadar num mar de "tubarões", sem ser aniquilado por eles? 

Será que o medo nos limita, nos trava, nos impede de lutar ou, pelo contrário, pode ser o combustível, o impulso, a chave para mudar a nossa vida?

 

 

 

 

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Fugitiva é uma série sobre um mundo dominado pelos homens, em que eles mandam e desmandam, em que só eles são levados a sério, em que só a eles é destinado o poder. E sobre violência contra as mulheres. Ainda assim, essa tentativa de afirmação do feminismo, não é o que mais se destaca.

Como sempre, tento analisar as várias envolventes da história e, em Fugitiva, há muito mais a explorar.

 

 

Começando pela personagem Alejandro, homem de negócios, influente, poderoso, machista, sem escrúpulos. Alejandro tem uma personalidade muito complexa que junta, numa mesma pessoa, um pai que ama os seus filhos, mas desligado, e que pouco está com eles, um homem apaixonado e carinhoso que, ao mesmo tempo, é um agressor violento, um homem capaz de matar, que se serve das mulheres a seu bel prazer mas, ao mesmo tempo, alguém que é capaz de defender uma prostituta do seu chulo. Um homem frio que, ao mesmo tempo, parece ter coração. Um macho que, no fundo, vive agarrado às saias da mãe.

Confesso que, a forma como os episódios e a informação é apresentada, aliada a esta personalidade tão confusa, me levou algumas vezes, apesar de todas as evidências, a suspeitar se, na verdade, a sua mulher não teria imaginado ou inventado tudo aquilo.

 

Depois, temos Magda, mulher de Alejandro. A vítima. Ao longo de 20 anos, sofreu maus tratos, violência física e psicológica, mas manteve-se junto ao marido pelos filhos de ambos.

Até ao dia em que, por culpa dos actos do marido, no que respeita a negócios, vê os seus filhos ameaçados de morte. 

Aí, ela vai dar o primeiro passo, e livrar-se do marido, ao mesmo tempo que tenta proteger os filhos. Mas, como poderá uma mulher que sempre foi submissa, e que pouco conhece do mundo, levar até ao fim o seu plano, sem ser enganada, ou apanhada?

 

 

 

 

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Por fim, os filhos.

Tanto que há para dizer sobre eles.

 

Em primeiro lugar, como esperar que adolescentes obedeçam às ordens de uma mãe, sem as questionar, desafiar, contrariar?

Como esperar que filhos, que sempre foram protegidos da verdade em relação ao pai, se coloquem, de um momento para o outro, do lado da mãe, e contra o pai? A determinado momento, a avó diz para uma das netas "Nesta história, só há um monstro, e uma vítima. E vais ter que escolher um dos lados. Não podes ficar do lado dos dois ao mesmo tempo".

Como pensar que os filhos iriam aceitar uma fuga, sem ouvir o outro lado, sem explicar ao pai que estão bem, sem se revoltarem com os erros de ambos os pais, dos quais não têm culpa mas que, por eles, estão agora a pagar, ficando sem as suas vidas?

 

Como imaginar que três jovens, depois de um suposto sequestro, e ao se verem num paraíso, sem a segurança a que estão habituados, nem alguém a controlar os seus passos, fiquem presos num quarto de hotel, quando tudo está a acontecer lá fora?

Como esperar que adolescentes mimados, que sempre tiveram tudo na vida, saibam o quanto custa viver sem mordomias?

Como pensar que jovens que sempre viveram numa redoma, saberão agora enfrentar os perigos, livrar-se deles, defender-se sozinhos?

 

Entre a filha mais nova, campeã de ténis de mesa, o filho surdo na sequência de um acidente causado pela mãe, e a filha mais velha, mimada e que só faz o que lhe apetece, desafiando a mãe de todas as formas e colocando-se, várias vezes, na boca do lobo, vamos assistir a um despertar para a realidade, de cada um deles, da pior forma.

 

 

Lançadas as cartas, cabe a Magda a próxima jogada e, se no início, tudo se conjugava para uma vida de fugitiva, uma reviravolta pode levá-la a deixar de ser "a caça" e passar a ser "o caçador". Mas não é só o marido que Magda deve temer. Há alguém que a quer afastar, e aos filhos, de tudo, e alguém que quer que eles parem de se esconder, e possam viver livremente, sem temer mais ninguém.

Será esse o plano perfeito? Haverá algum plano perfeito? Ou pagarão todos bem caro pela impulsividade e coragem de Magda, com a própria vida?

 

Vem aí a segunda temporada de Absentia!

 
 
Absentia está de volta ao AXN, para uma segunda temporada, com estreia marcada a 26 de março.
 
Stana Katic retorna ao papel de Emily Byrne, a agente do FBI que foi declarada morta, e teve que provar que não cometeu uma série de assassinatos.
 
Nesta segunda temporada, tendo já sido capturado o criminoso, Emily tenta levar uma nova vida normal com o filho e o ex-marido Nick, quando uma nova conspiração e um novo serial killer ameaçam mais do que apenas sua família.
 
As novidades no elenco são o ator Matthew Le Nevez, como o ex-fuzileiro naval Cal Isaac, um homem que entende o momento pós-traumático pelo qual Emily passa, e a atriz Natasha Little, como Julianne Gunnarsen, uma talentosa especialista em perfis do FBI que se junta ao time do Boston Field Office depois que um ataque terrorista abala a cidade.
 
 
 
Aqui fica o trailer:
 

 

 
E por aí, são fãs da série?
Viram a primeira temporada?
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