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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Ao Hospital Veterinário do Atlântico...

 

...só posso estar grata por tudo o que fizeram pela nossa Becas!

Sim, podemos ter escolhido, sem saber, o sítio mais caro para a levar. E sim, poderia ter tido um acompanhamento e tratamento semelhante noutro hospital ou clínica. 

Mas foi ao Hospital Veterinário do Atlântico que fomos, e não nos arrependemos!

É certo que é um hospital privado e, como tal, se pagamos bem, temos o direito de ser bem servidos. Mas todo o pessoal que trabalha neste hospital, faz bem mais que isso!

Tanto os médicos veterinários, como as enfermeiras, são impecáveis, pessoas preocupadas e atentas, sempre disponíveis e prestativas, e com uma enorme simpatia para com os clientes e os seus animais.

Enquanto a Becas esteve internada, todos os dias me ligava um dos médicos para me informar como ela tinha passado a noite. Chegaram, inclusive, a ligar-me numa noite, após a visita, só para nos informar o resultado do exame que ela tinha feito depois de sairmos.

Enquanto a Becas esteve no hospital, e apesar de haver um horário próprio para visitas, sempre nos facilitaram as mesmas fora desses horários, já que aquela hora, estávamos a trabalhar. Obviamente que não podíamos ficar o tempo que seria de esperar, mas deixavam-nos estar com ela um bocadinho.

Sempre que ligamos para lá, para esclarecer alguma dúvida ou aconselharmo-nos sobre o melhor procedimento relativamente a um determinado assunto, atendem-nos com simpatia e de forma prestável.

Ontem, por exemplo, foi uma enfermeira que ligou de propósito, para saber como estava a Becas, depois de termos ligado na véspera a propósito de ela andar com diarreia.

Podem continuar a dizer-me que é assim porque pagamos para isso, mas há muitos sítios em que pagamos e ficamos mal servidos. E, neste caso, para além do dinheiro, é o amor genuíno pelos animais que move estas pessoas que fazem parte do hospital!

Um agradecimento muito especial à Dr.ª Diana, ao Dr. Rui Ferreira, à Dr.ª Ana Raposo, e às enfermeiras Joana, Sara, Vanessa, Letícia, bem como a todo o restante pessoal técnico que esteve, de alguma forma, envolvido no tratamento da nossa Becas!  

 

Visitem o facebook e site oficial do Hospital, e fiquem a saber mais sobre este hospital, aberto 24 horas por dia!

 

 

https://www.facebook.com/hvatlantico/

http://www.hvatlantico.pt/

Mister simpatia do Lidl de Mafra

 

Se há coisa que detesto são funcionários que se não sabem lidar com os clientes. E no Lidl de Mafra temos um que se acha superior só porque o devem ter promovido à categoria seguinte e já não é apenas um mero funcionário. E que deve ter uma vida terrível, porque este a que já apelidei de "mister simpatia", estava sempre com umas trombas que parece que todos lhe devem, e ninguém lhe paga!

Não é raro vê-lo por ali nos corredores a verificar o que é preciso repôr ou não, a arrumar caixas e ajeitar outras, para mostrar serviço, como se fosse um funcionário extremamente eficiente. Mas quando chega à parte da fala com os clientes, a eficiência evapora-se, e os bons modos e a simpatia ficam no bolso.

Nem de propósito, e por já saber como é que ele é, não esperava outra coisa mas, como era o único que ali estava, fui perguntar-lhe na mesma se tinham croissants de brioche em armazém, porque os que estavam à venda tinham acabado.

Respondeu-me logo com ar de poucos amigos que devia haver mas tinha que esperar porque a colega devia ter posto agora a descongelar. Perguntei se sabia mais ou menos quanto tempo demoraria. Não sabia, disse-me para perguntar à colega que estava encarregue disso, que deveria sair (sabe-se lá quando) pela porta do armazém.

Agradeci-lhe, e fiquei por ali a fazer o resto das compras, até que avistei a dita funcionária. Uma diferença da noite para o dia. Informou-me que ainda estavam congelados mas que, se quisesse, os poderia levar assim. Como lhe disse que não havia problema, perguntou quantos queria, foi buscar o saco, colocou-os lá dentro e foi entregar-me.

E ainda me surpreendi na caixa quando uma cliente que estava à minha frente com um carrinho enorme de compras, me perguntou se eu queria passar à frente, apesar de eu não ter apenas duas ou três coisas.

Isto só prova que andam por aí algumas almas perdidas, mas o mundo ainda não o está completamente!

O concerto do Anselmo Ralph em Mafra

Estava marcado para as 21 horas, e não atrasou muito. Entrámos por volta das 19.30h, conseguimos um lugar quase na frente, com óptima visibilidade (excepto quando uma miúda já com os seus 17/19 anos se lembrou de se pôr às cavalitas no namorado ou amigo, mas foi rápido porque ela não é propriamente uma criança leve), e a noite prometia.

Estava com algumas reservas em relação a este concerto que, desde o início, não teve a melhor organização. Nem sei se será bem da organização por parte do Anselmo, ou de quem se lembrou depois de transformar um concerto num festival solidário, mas muita tinta correu, muita polémica se instalou, muitas alterações ocorreram, desde que soubemos que o Anselmo Ralph iria actuar em Mafra no dia 13 de Setembro.

Outra coisa que não achei bem foi o facto de só haver livre trânsito para quem comprou o bilhete para os dois dias. Ou seja, num espectáculo que começava às 15.30h, com várias bandas a actuar, e que terminava às 23 horas, a partir do momento em que entrássemos tínhamos que permanecer no recinto. Se saíssemos, já não poderíamos entrar novamente! Tem alguma lógica? Para mim, não! Para eles, sim! Obrigavam as pessoas a consumir ali mesmo, sem escapatória possível. Tínhamos ido mais cedo, com intenção de ir depois a casa comer qualquer coisa e voltar. Assim, voltámos para casa e acabámos por ir mais perto da hora.

A tarde também não esteve famosa. Choveu bastante aqui para estes lados, e estava com receio que o concerto não se realizasse, mas no final do dia até a chuva colaborou.

A primeira parte do concerto ficou a cargo da Maria. Não conhecia, mas tem uma boa voz, e foi um momento muito fixe, para começar a aquecer a voz e o corpo. O seu repertório ainda não é grande, mas gostei muito da música Crash, com que iniciou o espectáculo. E da sua interpretação da música We Found Love, da Rihanna. Não me importava de ter ouvido a Maria por mais uns minutos!

E chegou, então, o artista da noite! O mais esperado, o que levou centenas de pessoas ao relvado do Parque Desportivo Municipal de Mafra!

Veio acompanhado por uma banda exclusivamente composta por homens, incluindo coros - o que foi uma surpresa. Entre um desses elementos do coro, um concorrente do The Voice que fez parte da equipa do Anselmo - David Piçarra.

E com dois bailarinos (também homens), que não percebi se foram convidados para dançar ali naquela noite, ou se faziam parte da equipa do Anselmo, mas parece-me mais a primeira hipótese, uma vez que ele não sabia sequer o nome dos bailarinos! 

Quanto às músicas, confesso que apenas conhecia aquelas que mais se ouvem nas rádios, mas fiquei a conhecer mais 2 ou 3 músicas que são muito bonitas, como Aplausos para Ti, Está Difícil ou Mente para Mim.

O Anselmo esteve sempre a conversar com o público, a brincar, tanto com as crianças como com os adultos, mostrando a sua habitual simpatia e simplicidade.

O público, retribuiu o carinho com muita energia, e mostrou saber de cor a letra das músicas. Houve até uma altura em que estávamos a pular e, às tantas, comecei a sentir um buraco debaixo dos pés! Era a terra, húmida da chuva, e a relva, a ceder.

Isto sim, foi um concerto a sério! Independentemente do estilo musical de cada um, este concerto meteu o dos DAMA a um canto!

Alguns dos momentos engraçados do concerto foram quando o Anselmo perguntou às mulheres de Mafra se tinham os seus companheiros domesticados, e fez os homens imitarem alguma vozes de animais, e quando explicou às crianças o significado da música Curtição!

O final do concerto, ficou marcado por uma música de agradecimento a todos os fãs, que fazem do Anselmo o que ele é hoje, e dos seus espectáculos, momentos memoráveis.

Aqui ficam alguns desses momentos:

Concerto Maria 13-09-15.jpg

Actuação da Maria 

 

Concerto Anselmo Ralph II 13-09-15.jpg

 A contagem decrescente para a entrada do Anselmo

 

Concerto Anselmo Ralph IV 13-09-15.jpg

A entrada do Anselmo e a chuva de confetis

 

 Concerto Anselmo Ralph XII 13-09-15.jpg

O nosso Convento de Mafra, no ecrã

 

Concerto Anselmo Ralph XVI 13-09-15.jpg

Momento musical com o Anselmo e o saxofonista

 

Concerto Anselmo Ralph X 13-09-15.jpg

Anselmo e um dos bailarinos

 

Concerto Anselmo Ralph XIII 13-09-15.jpg

Uma coreografia com chapéus de chuva que, felizmente, não foram precisos

 

Concerto Anselmo Ralph VI 13-09-15.jpg

Muito obrigada Maria e Anselmo, por esta noite!

 

 

 

 

 

 

Visitar um blog é como ir a uma esplanada!

 

Não acreditam?!

Descobrem uma esplanada de um qualquer estabelecimento, vão lá uma primeira vez e gostam dos produtos, da simpatia no atendimento, do espaço, e tudo o resto. Sempre que podem, voltam lá.

Da mesma forma, descobrem um blog, gostam e visitam com frequência.

Estando essa esplanada aberta ao público, tem sempre clientes. Uns dias mais, uns dias menos, dependendo da vontade e disponibilidade dos clientes. Das novidades, menus especiais e ofertas que o estabelecimento faça. Do estado do tempo. E de humor dos clientes. Muitas vezes nem há uma explicação concreta! Mas tem sempre clientela!

Assim são os blogs! Enquanto houver publicações com frequência e que chamem a atenção, tanto pela sua complexidade como pela simplicidade, por nos fazerem rir, lembrar de coisas que já nos aconteceram, por nos identificarmos com os autores e com o que escrevem, ou qualquer outro motivo. 

Também esses blogs vão tendo sempre as suas visitas, umas que já são da casa, outras que entram pela primeira vez.

Mas se um blog começar a publicar mais esporadicamente, ou estiver ausente por algum tempo, vê as suas visitas diminuirem, os visitantes perderem o interesse e virarem-se para outras paragens.

Se chegarem à vossa esplanada de sempre, e se depararem com ela fechada por tempo indeterminado, ou uns dias aberta, e outros fechada, começam a ficar aborrecidos, e a procurar outro sítio onde passarem alguns momentos agradáveis à conversa com os amigos, ou sozinhos. As primeiras vezes ainda vão passando lá, para ver se têm sorte. Mas acabam por desistir!

Não é assim, também, com os blogs?!

O que compensou ao longo destes 15 anos

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Quinze anos a trabalhar no mesmo sítio é uma data para celebrar!

Sim, nem sempre apetece, nem sempre o entusiasmo e a motivação são os mesmos, nem sempre a disposição é igual. Comecei com 20 anos. Nessa altura, estava ainda muito verde. 

Hoje, pergunto-me:

O que compensou destes últimos 15 anos?

O que me faz continuar a gostar deste trabalho? 

Excluindo o dinheiro que é o principal objectivo e motivação, os conhecimentos que fui e ainda vou adquirindo a cada ano. Coisas que não me passavam pela cabeça e que hoje, se alguém me perguntar ou pedir ajuda, sei responder e encaminhar.

Pode parecer que não, mas também me ajudou a escrever melhor, a utilizar determinados termos, e até a relembrar a matemática aprendida na escola, e há muito esquecida. 

As pessoas que fui conhecendo nos vários serviços que frequento em trabalho, e que me acompanharam em várias fases. Hoje, vou às Finanças ou à Conservatória, e já me conhecem bem, já sou da casa, algumas funcionárias até já me tratam por tu e me chamam Martinha, perguntam pela minha filha, que conhecem desde bebé (aliás, lembram-se de mim ainda grávida, e cheguei a levá-la quando era pequenita). 

E, acima de tudo, a forma calorosa como alguns clientes me tratam! Há clientes que ligam e que pedem para falar comigo. Talvez por ter tempo para as ouvir e lhes retribuir a conversa, ou porque estou por dentro dos assuntos. E, penso eu, pela minha simpatia e maneira de ser.

Há clientes que também valorizam o meu trabalho, enquanto administrativa.

Uma senhora, já me convidou várias vezes para tomar o pequeno almoço com ela, e cada vez que liga para lá é uma festa! Já houve clientes que levaram um mimo em ocasiões especiais (Natal/ Páscoa/ nascimento da minha filha). Já houve uma cliente que me levou uns queijinhos, outra bolos, outra uns objetos de decoração, outra deixou um café e um bolo pagos na pastelaria. Hoje, uma cliente foi à pastelaria comprar-me um bolo (até me perguntou que bolo é que eu queria). E isto são só alguns exemplos.

Por tudo isto, apesar de este trabalho nem sempre ser um mar de rosas, já compensou até aqui. E espero que assim continue por muitos mais anos!

 

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