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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Para onde vai a nossa disposição...

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...quando somos "engolidos" por uma rotina diária que insiste em nos sugar, até não sobrar mais que um autómato, que sistematicamente repete as mesmas acções, nos mesmos horários, nos mesmos dias, e cuja eventual fuga a essa rotina seja apenas sinónimo de adiamento, e não de isenção de tarefas?

 

É um facto que não gosto de surpresas. Não gosto que me alterem a rotina sem pré aviso, nem gosto de agir consoante o momento. Gosto das coisas previamente organizadas, planeadas, ainda que nem sempre as consiga concretizar com a exactidão que esperava. Por exemplo, sempre que planeamos uma saída, por um motivo ou outro, atrasamo-nos sempre.

 

Se fizer algo que não estava nos planos já sei que, quando voltar à realidade, tenho o mesmo de sempre à minha espera, com a agravante de ter menos tempo para o fazer, ou ter de adiar, e fazê-lo noutro dia, em que já tinha planos feitos, que acabam por se ver também eles alterados.

 

Por outro lado, vejo que os meus dias começam e acabam exactamente da mesma forma. Começo os dias a fazer as mesmíssimas tarefas. Com sorte, apenas se altera a ordem pela qual as faço. O tempo está mais ou menos controlado para cada uma delas. E quando saio do trabalho, já sei que me esperam as mesmas coisas por fazer, por arrumar. E já sei como vai terminar o dia. Sem novidades, sem surpresas.

 

A essa hora, e tendo agido como um robot programado o dia todo, cansada da rotina do costume, é difícil encontrar a boa disposição, achar piada a algo que nos dizem, encontrar alguma paciência para parvoíces, ser contagiada pelo bom humor dos restantes, que tiveram certamente um dia melhor. O máximo que nos sai, é aquele sorriso forçado, e também ele programado, a fazer lembrar a robot Sophia.

 

É difícil voltar a ser humana, e a agir como humana, quando temos cada vez mais que nos tornar verdadeiras máquinas no dia a dia. 

 

The Voice Portugal - semifinal de surpresas

A semifinal começou com a atuação do vencedor da edição passada - Fernando Daniel.

Não é que seja do contra, mas não só não sou grande fã do Fernando Daniel, como também não achei a música dele nada de especial.

 

Quanto aos finalistas apurados, confesso que tive surpresas.

 

Foto de The Voice Portugal.

Equipa do Anselmo - desde o início que torço pela Marta. Infelizmente, ficou por aqui na competição. Sempre pensei que o Anselmo fosse dar a votação maior à Marta, mas não o fez. O público, já se sabia que iria votar na Kátia.

Não achei que a música da Kátia fosse a melhor para ela. Não me dizem nada as actuações da Kátia. Não passa emoção para o lado de cá. Já a Marta, nota-se a garra, o que lhe vai na alma, tem mais presença, e adoro a música da Pink, embora não tenha sido das melhores actuações da Marta.

 

 

Foto de The Voice Portugal.

Equipa do Mickael - de entre estes dois concorrentes, a Inês seria a minha preferida, embora o Fábio tenha estado melhor nesta gala, que nas outras provas todas, à excepção da prova cega. A Inês também conseguiu estar melhor desta vez, e conseguiu o lugar de finalista.

 

 

Foto de The Voice Portugal.

Equipa da Marisa - estava a torcer pelo Tomás e, ao que parece, o público também, o que se viu pela percentagem com que foi eleito finalista.

Uma coisa tem que ser dita a propósito do Tiago - dentro do género dele, deixem-no cantar em brasileiro. É que ouvi-lo cantar em português de Portugal, é um atentado aos ouvidos, porque nem soa a português, nem soa a original, é uma tentativa de retirar o sotaque, sem o conseguir, porque eu continuava a notar a sua presença.

Quanto ao comentário à decisão da Marisa, acredito que os nervos o tenham feito dizer tamanho disparate, embora compreenda o que ele quis dizer ou, pelo menos, o que era suposto dizer.

Em relação ao Tomás, continuo a achar que há exagero, e que por vezes as músicas muito modificadas acabam por não soar tão bem quanto se quer. Não ponho em causa a voz que tem, mas não era algo que eu perdesse tempo a ouvir.

 

 

Foto de The Voice Portugal. 

Equipa da Aurea - as "princesas" Ana e Cláudia. Quase poderíamos imaginar aqui uma história da Disney, em que a Ana era a boa, inocente, bela, e a Cláudia, a "bruxa má" disfarçada!

Brincadeiras à parte, a Cláudia, que logo no dia da prova cega foi uma das minhas favoritas, acabou por mostrar, na maior parte das actuações, que canta quase tudo da mesma maneira, e com os mesmos malabarismos à voz que, segundo dizem, é para disfarçar os enganos, por nem sempre saber a letra. A ser verdade, o que sinceramente nunca reparei, parece que ontem nem isso lhe valeu, porque houve ali qualquer coisa na música da Carolina Deslandes, que não era suposto. 

Sabia que a Aurea a queria levar à final, e eu própria estava mais inclinada para a Cláudia, do que para a Ana Paula. Mas já sabíamos que, por muitos fãs e seguidores que a Cláudia tenha, ou não se manifestam, ou não a queria realmente na final, ou não conseguem bater os fãs da Ana Paula que, mais uma vez, e apesar dos esforços da Aurea para ela ficar pelo caminho, não falharam e a elegeram para finalista.

Sobre a Ana Paula, fiz-me a mesma pergunta que já tinha feito uma vez, e que todos fazem neste momento: porque é que não ouvimos mais vezes a Ana Paula neste registo que nada tem a ver com lírico? É que, por muito boa que possa ser em lírico, adorei ouvi-la a cantar com a Carolina Deslandes, e tem uma voz tão bonita!

 

Quanto aos convidados, a que menos gostei de ouvir foi a Sara Tavares, com os rapazes da Marisa, e os D.A.M.A, com as meninas do Anselmo.

João Pedro Pais, como o tempo passa. Era bom que muitos jovens de hoje em dia tivessem um pouco mais da tua forma de estar na vida e na música.

Foi a primeira vez que ouvi esta música da Carolina Deslandes - gosto da letra, não gosto tanto da música. Ainda por cima fiquei com o raio do refrão na cabeça! A Carolina é um bom exemplo de que a vitória nem sempre é o mais importante, e quando se quer, se tem talento e se trabalha, e quando conseguimos apoio das pessoas certas, tudo se consegue.

 

Uma última nota, dedicada aos apresentadores, sobretudo à Catarina. No outro dia falávamos da eterna comparação Catarina Furtado/ Bárbara Guimarães e até com a Cristina Ferreira, e de como a Catarina, desde cedo, primou pela sua classe e forma de estar em palco. Neste momento, essa classe está a desaparecer, dando lugar a uma Catarina cada vez mais "pindérica", até na sua forma de vestir.

Sinto falta da Catarina que existia há uns valentes anos atrás.

 

 

Imagens The Voice Portugal

Segunda ronda de batalhas no The Voice Portugal

Foto de The Voice Portugal.

 

Mais uma ronda de batalhas, cheia de surpresas, uma grande "dança das cadeiras" e alguns comentários desnecessários da Catarina.

 

 

Começo já pela pior batalha da noite - a primeira a ser disputada, entre as concorrentes do Anselmo Ralph, Célia e Telma!

 

Foto de The Voice Portugal.

 

Eu já não tinha gostado de ouvir a Célia a cantar na prova cega. Ontem, ainda gostei menos. E não só não gostei de a ouvir, como não gostei da atitude dela, para com a Telma.

Não conheço a Célia, como se costuma dizer, de "outros carnavais", pelo que não sei se algum dia foi uma boa cantora e com talento. O que eu vejo é alguém desesperado por mostrar tudo o que acha que pode dar, mas o que sai cá para fora são gritos, desafinações constantes, mais gritos, e pouco mais.

Face a essa postura, a Telma tentou fazer-se ouvir, por entre os gritos, e correu bem em algumas partes. Depois, teve que gritar para ver se não ficava atrás da Célia.

Foi, dentro desta guerra de gritos, justa a escolha da Telma.

 

 

 

Foto de The Voice Portugal.

Ana Paula e Juliana, cada uma dentro do seu estilo, mostraram aquilo que sabem fazer. A Juliana, nesta batalha, convenceu-me mais que na prova cega. A música encaixava melhor na sua voz.

A voz da Ana Paula, no tom mais baixo, soava bem, mas quando subia, era um atentado aos ouvidos. Gostei muito da parte em que ela não cantou em estilo lírico, e aí fiquei positivamente surpreendida.

Eu teria escolhido, nesta batalha, a Juliana.

Felizmente, por enquanto, estão as duas salvas. Vamos ver o que reserva a próxima ronda à Juliana, tendo em conta que todas as cadeiras foram ocupadas, nesta ronda, por novos concorrentes, mandando para casa os que tinham sido salvos na primeira ronda de batalhas.

 

 

 

Foto de The Voice Portugal.

Frederico e Tomás - não gostei desta nova versão da música. Gosto que dêem um cunho pessoal, mas nem sempre, em exagero, fica bem. De qualquer forma, concordo com a Marisa, relativamente à dificuldade em escolher apenas um deles, tendo em conta a prestação de ambos.

Também neste caso, salvaram-se os dois. Resta saber se a Aurea manterá o Frederico na cadeira.

Já agora, deixem-se dessa história de "ah e tal, já estou arrependido(a) de vos ter juntado", porque sabem muito bem o que valem os concorrentes e, se os juntam, é porque sabem que vão dar luta e proporcionar uma boa batalha. Seria muito mais fácil juntar os melhores com os menos bons, mas não seria justo.

 

 

 

Foto de The Voice Portugal.

João e Salomé - não vi nada de especial em nenhum dos dois, foi uma batalha fraquinha, a música não ficou boa nas vozes deles. Ainda assim, concordo com a escolha da Salomé.

 

 

 

Foto de The Voice Portugal.

A Marta e a Raquel mostraram, mais uma vez, o seu lado rockeiro!

Gostei mais do timbre da Raquel. Preferi a atitude da Marta. 

Confesso que tenho curiosidade em ver a Marta, daqui em diante, em estilos diferentes e, talvez também por isso, a tenham escolhido a ela. Para ver o que tem para dar, além do que mostrou em trio, na edição anterior, e deste estilo a que parece ter aderido agora. Talvez por isso a Raquel tenha saído prejudicada, e não tanto pela sua prestação na batalha.

 

 

 

Foto de The Voice Portugal. 

Afonso e Fábio - uma batalha muito fraquinha, que não deu para mostrar muito de cada um. Estava mesmo à vista que a Marisa ia escolher o Afonso! Porquê? Teorias minhas, de que ela não resiste a um menino bonito, mesmo que até nem cante nada de especial...

 

 

 

Foto de The Voice Portugal.

Maria Luísa e Carolina - de uma forma geral, gostei mais de ouvir a Carolina, para além de que se mostrou mais confiante e segura.

A Maria Luísa tem uma voz muito bonita e, se conseguir vencer os nervos e a insegurança, pode ir bem longe. Penso que foi por se mostrar sempre tão receosa que não a salvaram. Talvez o percurso da Maria Luísa não passe por concursos deste género, mas por aprender nas melhores escolas, com profissionais, e controlar aquilo que a limita, que é apenas psicológico.

 

 

 

Foto de The Voice Portugal.

Simão e Joaquim - talvez a melhor batalha da noite, muito equiparados os dois, mas eu escolheria o Joaquim.

Felizmente, a Aurea teve a vida facilitada, porque o Mickael ficou com o Simão, enviando para casa o Paulo que, ao contrários dos restantes concorrentes na mesma posição que ele, nem sequer esperou pela chegada do Simão. Não merecia, é certo, mas este programa está recheado de injustiças. Não percebi se a atitude do Paulo se deveu a tristeza, ao querer sair dali depressa para não sofrer mais, ou alguma "azia"...

 

 

 

Foto de The Voice Portugal.

Kátia e Cristiana - Outra das melhores batalhas na noite. A Kátia esteve melhor, mas a Cristiana surpreendeu-me mais ontem do que na prova cega. Ainda bem que a Marisa a salvou, porque esteve melhor que o João, concorrente a quem "roubou" a cadeira.

 

Assim, estão agora em risco, nas cadeiras do Tudo ou Nada - o Simão (no lugar do Paulo), a Juliana (no lugar da Mariana), o Frederico (no lugar da Maria), e a Cristiana (no lugar do João, que já tinha destronado a Diana Macário).

 

 

Imagens The Voice Portugal

Let's Dance - segunda gala

Resultado de imagem para let's dance 2ª gala

 

Este sábado tivemos mais uma gala do programa Let's Dance, que trouxe algumas surpresas e um "dejá vu".

Não começámos bem, com a primeira coreografia da noite, apresentada pela Bruna e pelo Ivanoel. Pela minha experiência enquanto espectadora deste tipo de programas, são raras as duplas que conseguem convencer os jurados, e fazer uma boa prestação, ao dançar rumba. Não terá sido, portanto, um problema só destes dois bailarinos, mas uma espécie de "mal geral".

 

 

Também por estar habituada a estes programas, e aos coreógrafos que elaboram as coregrafias para os concorrentes, é certo que, salvo raras excepções, as coreografias da autoria do Vasco Alves e Colin Vieira são as melhores, deixando as restantes um pouco aquém das expectativas.

Ainda assim, e isto aplica-se a quase todas as duplas, houve ainda alguns "tiques", uns propositados, outros nem tanto, característicos do estilo a que estão habituados, e que não faziam muito sentido nestes estilos diferentes.

 

 

Para mim, à semelhança do que o César afirmou relativamente à actuação da Francisca e do Pedro, e do que afirmou o Cifrão sobre a actuação da Kateryna e do Daniel, estas duas foram, para mim, as melhores da noite.

Em terceiro lugar colocaria a actuação da Daniela e do Cesariny, seguida do par Inês e Cristóvão e, por fim, a Bruna e o Ivanoel.

 

 

 

Foto de Let's Dance - Vamos Dançar.

 

Como na gala anterior, e sendo regra do programa, os concorrentes que não forem escolhidos pelos jurados têm que ir a solos.

E, aí, é possível ver aquilo de que são capazes mas, lá está, sempre no estilo deles, o que os impede de mostrar a versatilidade que, eventualmente, tenham, e que é necessária ao programa.

A Bruna foi a primeira e foi prejudicada pela sua escolha. Uma boa parte do tempo, que já de si é curto, praticamente não dançou, foi só pose.

A Inês teve um solo melhor, mas continuo a achar que a Bruna conseguirá mostrar mais do que a Inês se lhe for permitido ficar. Aliás, a julgar pelo voto do público, a Inês tem sido sempre a menos votada, e a que mais risco corre de sair.

O Ivanoel é muito bom naquele estilo a que está habituado, mas como se safará nos restantes? Ele já viveu uma experiência semelhante, e não ficou muito tempo no programa, na altura. Será que está melhor preparado desta vez?

Quanto ao Cristóvão, foi novamente salvo pelo público, já sabemos bem porquê. Ele é muito bom como B-boy. Safou-se no jive mas, claro, era um peixe fora de água. No solo, acho que praticamente vi o mesmo que na gala passada.

 

 

 

Se isso é mau? Eu tenho para mim que existem diversos excelentes bailarinos, com estilos totalmente diferentes, e que não precisam de mostrar essa versatilidade que os programas exigem, para provar o que valem. Mas os programas são assim, e segue em frente quem se desenrascar melhor. Não será este programa que definirá quem é ou não o melhor bailarino, mas sim o que se adapta melhor a outros estilos.

 

 

Pontos negativos:

A presença da Iva Domingues e do Ruben Rua, a dançar kizomba. E, como se isso não bastasse, ainda convidaram o C4 Pedro, que ofuscou qualquer par que estivesse em palco.

 

A apresentação - a Fátima continua a enganar-se constantemente, algo que não deveria ser de esperar de quem conduz há tantos anos programas de televisão. E aqueles brincos que usou eram horríveis.

 

O Cifrão - gosto dele como pessoa, professor, bailarino e até actor. Não gosto tanto de o ver como jurado, e detesto aquela cena de "dá um passo em frente", e o suspense que cria.

 

 

Foto de Let's Dance - Vamos Dançar. 

 

Pontos positivos:

Terem convidado aqueles dois jovens bailarinos - Francisco e Margarida - para abrilhantar a gala com o seu enorme talento. Espero também ver por lá o Sandro e a Diana.

 

The Voice Portugal - a semifinal

Foto de The Voice Portugal.Foto de The Voice Portugal.Foto de The Voice Portugal.Foto de The Voice Portugal.

 

Estão escolhidos os 4 finalistas do The Voice Portugal: Fernando, Marta, Francisco e Miguel!

 

 

Se eram os que mais mereciam estar na final? Isso vai do gosto pessoal de cada um, e da forma como cada pessoa vê o talento dos concorrentes. Vai também do número de apoiantes que tem cá fora, e que em muito contribuem para algumas surpresas.

Na minha opinião, poderiam estar neste lote outros concorrentes, mas foi esta a decisão tomada em conjunto por mentores e público e, por coincidência, semelhante.

 

 

 Foto de The Voice Portugal.

 

Equipa do Mickael:

 

Os primeiros concorrentes a saber o seu destino foram o Sérgio e o Fernando.

Nem seria preciso cantarem para saber que a escolha do mentor seria o Fernando, por vários motivos: foi desde o início da sua equipa, é o concorrente favorito à vitória e com uma enorme legião de fãs que lhe podem garantir a maior percentagem de votos, e a sua prova cega foi a mais vista.

 

 

Foto de The Voice Portugal. 

Ainda assim, o Sérgio não se deixou intimidar e deu tudo nesta semifinal. Adorei a escolha da música! Gosto da forma como canta, embora não aprecie muito o seu timbre. Ontem, foi muito superior ao Fernando!

 

Foto de The Voice Portugal. 

O Fernando, com uma enorme pressão em cima, por tudo o que disse atrás mas, sobretudo, pelos objetivos que ele próprio, certamente, se propôs, acusou ontem essa pressão com uma atuação muito aquém do que já fez. Já para não falar na péssima escolha de música.

 

 

Equipa do Anselmo:

 

Seguiu-se a equipa do Anselmo, também sem grandes novidades.

 

Foto de The Voice Portugal. 

Mais uma vez, o Márcio a cantar uma mulher, no mesmo registo de sempre. Na minha opinião, a atuação não lhe correu muito bem.

 

Foto de The Voice Portugal. 

A Marta, séria candidata à final devido a todo o seu percurso e apoio do público, não me convenceu nesta atuação. Por vezes, menos é mais. E ela poderia ter evitado tantos floreados, que me fizeram parecer que estava a imitar a Jessica. Não havia necessidade. Como se costuma dizer "keep it simple".

 

 

Equipa da Aurea:

 

Também aqui, e desde a prova cega, a Aurea soube que o Francisco era o seu trunfo para a final, embora tenha vindo, depois, uma Jessica poderosa.

 

 

Foto de The Voice Portugal. 

Gosto do Francisco e fiquei feliz por ele ter passado à final. Não compreendo bem como é que a Aurea, mal ele começa a cantar, já está de lágrimas nos olhos. Mesmo gostando de o ouvir, não teve ainda esse efeito em mim, embora perceba que ele tem um talento nato e características muito próprias. É daqueles artistas que, quando estivermos a ouvir, sabemos que é, indiscutivelmente, o Francisco.

 

Foto de The Voice Portugal. 

Sobre a Jessica, já muito foi dito. Que tem apenas 15 anos, que tem um enorme poder vocal, que é afinada, consistente e por aí fora. Na semifinal da passada edição, se não estou em erro, a Soraia cantou esta mesma música escolhida agora pela Jessica. Gostei mais de a ouvir na voz da Soraia.

 

 

Equipa da Marisa:

 

Nesta equipa, sim, houve surpresas inesperadas! Ou talvez não...

Para mim, a Andrea seria a justa finalista. Ainda que não fosse, sempre pensei que a maior percentagem, por parte da mentora, seria atribuída a ela. Fiquei de boca aberta quando a Marisa deu maior percentagem ao Miguel.

 

 

Foto de The Voice Portugal. 

A Andrea esteve, mais uma vez, brilhante nesta atuação, com mais uma boa escolha musical em bom português. Talvez gostasse de a ver também noutros registos, e penso que isso terá sido um ponto contra ela. Por outro lado, por muito que a Marisa a quisesse levar à final, sabia que a Andrea não conquistou muita simpatia e votos do público, e que o Miguel, não em termos de talento mas de votos, daria mais luta aos outros finalistas.

 

Foto de The Voice Portugal.

Quanto ao Miguel, desta vez não gostei muito de o ouvir, confesso. Com tantas boas músicas para escolher em português, tinha que ser esta? Na minha opinião não o favoreceu. No entanto, com os votos do público e a preferência da mentora, ele está na final! 

 

 

 

Foto de The Voice Portugal.

 

Quanto aos convidados, acho que tiveram a postura que se pede neste tipo de programa, que é deixar os concorrentes "brilharem" na sua música, sem os ofuscar. Não gostei de ouvir o Agir (ao vivo não soa tão bem).

 

 

Foto de The Voice Portugal. 

Destaque ainda para as atuações da mentora Marisa com os Amor Electro, num tema que não gostei muito, e do mentor Mickael, que recebeu o seu disco de ouro, vá-le lá saber como!

 

Por último, devo dizer que sempre gostei das escolhas da Catarina Furtado no que ao look diz respeito, mas confesso que, gala após gala, tem vindo a desiludir e a pautar pela falta de elegância. Ontem, parecia ter acabado de vir do Circo para apresentar o The Voice. O mesmo se aplica à Jani.

 

 

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E agora, quem vai vencer esta edição do The Voice? Apostas?

 

Eu confesso que iria adorar ver o Francisco Murta ganhar, nem que fosse para provar que, afinal, não está tudo feito desde o início para ser o Fernando o vencedor. Alguém mais está comigo? 

 

 

 

Imagens The Voice Portugal e Fantastic

 

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