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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

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Segunda ronda de batalhas no The Voice Portugal

Foto de The Voice Portugal.

 

Mais uma ronda de batalhas, cheia de surpresas, uma grande "dança das cadeiras" e alguns comentários desnecessários da Catarina.

 

 

Começo já pela pior batalha da noite - a primeira a ser disputada, entre as concorrentes do Anselmo Ralph, Célia e Telma!

 

Foto de The Voice Portugal.

 

Eu já não tinha gostado de ouvir a Célia a cantar na prova cega. Ontem, ainda gostei menos. E não só não gostei de a ouvir, como não gostei da atitude dela, para com a Telma.

Não conheço a Célia, como se costuma dizer, de "outros carnavais", pelo que não sei se algum dia foi uma boa cantora e com talento. O que eu vejo é alguém desesperado por mostrar tudo o que acha que pode dar, mas o que sai cá para fora são gritos, desafinações constantes, mais gritos, e pouco mais.

Face a essa postura, a Telma tentou fazer-se ouvir, por entre os gritos, e correu bem em algumas partes. Depois, teve que gritar para ver se não ficava atrás da Célia.

Foi, dentro desta guerra de gritos, justa a escolha da Telma.

 

 

 

Foto de The Voice Portugal.

Ana Paula e Juliana, cada uma dentro do seu estilo, mostraram aquilo que sabem fazer. A Juliana, nesta batalha, convenceu-me mais que na prova cega. A música encaixava melhor na sua voz.

A voz da Ana Paula, no tom mais baixo, soava bem, mas quando subia, era um atentado aos ouvidos. Gostei muito da parte em que ela não cantou em estilo lírico, e aí fiquei positivamente surpreendida.

Eu teria escolhido, nesta batalha, a Juliana.

Felizmente, por enquanto, estão as duas salvas. Vamos ver o que reserva a próxima ronda à Juliana, tendo em conta que todas as cadeiras foram ocupadas, nesta ronda, por novos concorrentes, mandando para casa os que tinham sido salvos na primeira ronda de batalhas.

 

 

 

Foto de The Voice Portugal.

Frederico e Tomás - não gostei desta nova versão da música. Gosto que dêem um cunho pessoal, mas nem sempre, em exagero, fica bem. De qualquer forma, concordo com a Marisa, relativamente à dificuldade em escolher apenas um deles, tendo em conta a prestação de ambos.

Também neste caso, salvaram-se os dois. Resta saber se a Aurea manterá o Frederico na cadeira.

Já agora, deixem-se dessa história de "ah e tal, já estou arrependido(a) de vos ter juntado", porque sabem muito bem o que valem os concorrentes e, se os juntam, é porque sabem que vão dar luta e proporcionar uma boa batalha. Seria muito mais fácil juntar os melhores com os menos bons, mas não seria justo.

 

 

 

Foto de The Voice Portugal.

João e Salomé - não vi nada de especial em nenhum dos dois, foi uma batalha fraquinha, a música não ficou boa nas vozes deles. Ainda assim, concordo com a escolha da Salomé.

 

 

 

Foto de The Voice Portugal.

A Marta e a Raquel mostraram, mais uma vez, o seu lado rockeiro!

Gostei mais do timbre da Raquel. Preferi a atitude da Marta. 

Confesso que tenho curiosidade em ver a Marta, daqui em diante, em estilos diferentes e, talvez também por isso, a tenham escolhido a ela. Para ver o que tem para dar, além do que mostrou em trio, na edição anterior, e deste estilo a que parece ter aderido agora. Talvez por isso a Raquel tenha saído prejudicada, e não tanto pela sua prestação na batalha.

 

 

 

Foto de The Voice Portugal. 

Afonso e Fábio - uma batalha muito fraquinha, que não deu para mostrar muito de cada um. Estava mesmo à vista que a Marisa ia escolher o Afonso! Porquê? Teorias minhas, de que ela não resiste a um menino bonito, mesmo que até nem cante nada de especial...

 

 

 

Foto de The Voice Portugal.

Maria Luísa e Carolina - de uma forma geral, gostei mais de ouvir a Carolina, para além de que se mostrou mais confiante e segura.

A Maria Luísa tem uma voz muito bonita e, se conseguir vencer os nervos e a insegurança, pode ir bem longe. Penso que foi por se mostrar sempre tão receosa que não a salvaram. Talvez o percurso da Maria Luísa não passe por concursos deste género, mas por aprender nas melhores escolas, com profissionais, e controlar aquilo que a limita, que é apenas psicológico.

 

 

 

Foto de The Voice Portugal.

Simão e Joaquim - talvez a melhor batalha da noite, muito equiparados os dois, mas eu escolheria o Joaquim.

Felizmente, a Aurea teve a vida facilitada, porque o Mickael ficou com o Simão, enviando para casa o Paulo que, ao contrários dos restantes concorrentes na mesma posição que ele, nem sequer esperou pela chegada do Simão. Não merecia, é certo, mas este programa está recheado de injustiças. Não percebi se a atitude do Paulo se deveu a tristeza, ao querer sair dali depressa para não sofrer mais, ou alguma "azia"...

 

 

 

Foto de The Voice Portugal.

Kátia e Cristiana - Outra das melhores batalhas na noite. A Kátia esteve melhor, mas a Cristiana surpreendeu-me mais ontem do que na prova cega. Ainda bem que a Marisa a salvou, porque esteve melhor que o João, concorrente a quem "roubou" a cadeira.

 

Assim, estão agora em risco, nas cadeiras do Tudo ou Nada - o Simão (no lugar do Paulo), a Juliana (no lugar da Mariana), o Frederico (no lugar da Maria), e a Cristiana (no lugar do João, que já tinha destronado a Diana Macário).

 

 

Imagens The Voice Portugal

Let's Dance - segunda gala

Resultado de imagem para let's dance 2ª gala

 

Este sábado tivemos mais uma gala do programa Let's Dance, que trouxe algumas surpresas e um "dejá vu".

Não começámos bem, com a primeira coreografia da noite, apresentada pela Bruna e pelo Ivanoel. Pela minha experiência enquanto espectadora deste tipo de programas, são raras as duplas que conseguem convencer os jurados, e fazer uma boa prestação, ao dançar rumba. Não terá sido, portanto, um problema só destes dois bailarinos, mas uma espécie de "mal geral".

 

 

Também por estar habituada a estes programas, e aos coreógrafos que elaboram as coregrafias para os concorrentes, é certo que, salvo raras excepções, as coreografias da autoria do Vasco Alves e Colin Vieira são as melhores, deixando as restantes um pouco aquém das expectativas.

Ainda assim, e isto aplica-se a quase todas as duplas, houve ainda alguns "tiques", uns propositados, outros nem tanto, característicos do estilo a que estão habituados, e que não faziam muito sentido nestes estilos diferentes.

 

 

Para mim, à semelhança do que o César afirmou relativamente à actuação da Francisca e do Pedro, e do que afirmou o Cifrão sobre a actuação da Kateryna e do Daniel, estas duas foram, para mim, as melhores da noite.

Em terceiro lugar colocaria a actuação da Daniela e do Cesariny, seguida do par Inês e Cristóvão e, por fim, a Bruna e o Ivanoel.

 

 

 

Foto de Let's Dance - Vamos Dançar.

 

Como na gala anterior, e sendo regra do programa, os concorrentes que não forem escolhidos pelos jurados têm que ir a solos.

E, aí, é possível ver aquilo de que são capazes mas, lá está, sempre no estilo deles, o que os impede de mostrar a versatilidade que, eventualmente, tenham, e que é necessária ao programa.

A Bruna foi a primeira e foi prejudicada pela sua escolha. Uma boa parte do tempo, que já de si é curto, praticamente não dançou, foi só pose.

A Inês teve um solo melhor, mas continuo a achar que a Bruna conseguirá mostrar mais do que a Inês se lhe for permitido ficar. Aliás, a julgar pelo voto do público, a Inês tem sido sempre a menos votada, e a que mais risco corre de sair.

O Ivanoel é muito bom naquele estilo a que está habituado, mas como se safará nos restantes? Ele já viveu uma experiência semelhante, e não ficou muito tempo no programa, na altura. Será que está melhor preparado desta vez?

Quanto ao Cristóvão, foi novamente salvo pelo público, já sabemos bem porquê. Ele é muito bom como B-boy. Safou-se no jive mas, claro, era um peixe fora de água. No solo, acho que praticamente vi o mesmo que na gala passada.

 

 

 

Se isso é mau? Eu tenho para mim que existem diversos excelentes bailarinos, com estilos totalmente diferentes, e que não precisam de mostrar essa versatilidade que os programas exigem, para provar o que valem. Mas os programas são assim, e segue em frente quem se desenrascar melhor. Não será este programa que definirá quem é ou não o melhor bailarino, mas sim o que se adapta melhor a outros estilos.

 

 

Pontos negativos:

A presença da Iva Domingues e do Ruben Rua, a dançar kizomba. E, como se isso não bastasse, ainda convidaram o C4 Pedro, que ofuscou qualquer par que estivesse em palco.

 

A apresentação - a Fátima continua a enganar-se constantemente, algo que não deveria ser de esperar de quem conduz há tantos anos programas de televisão. E aqueles brincos que usou eram horríveis.

 

O Cifrão - gosto dele como pessoa, professor, bailarino e até actor. Não gosto tanto de o ver como jurado, e detesto aquela cena de "dá um passo em frente", e o suspense que cria.

 

 

Foto de Let's Dance - Vamos Dançar. 

 

Pontos positivos:

Terem convidado aqueles dois jovens bailarinos - Francisco e Margarida - para abrilhantar a gala com o seu enorme talento. Espero também ver por lá o Sandro e a Diana.

 

The Voice Portugal - a semifinal

Foto de The Voice Portugal.Foto de The Voice Portugal.Foto de The Voice Portugal.Foto de The Voice Portugal.

 

Estão escolhidos os 4 finalistas do The Voice Portugal: Fernando, Marta, Francisco e Miguel!

 

 

Se eram os que mais mereciam estar na final? Isso vai do gosto pessoal de cada um, e da forma como cada pessoa vê o talento dos concorrentes. Vai também do número de apoiantes que tem cá fora, e que em muito contribuem para algumas surpresas.

Na minha opinião, poderiam estar neste lote outros concorrentes, mas foi esta a decisão tomada em conjunto por mentores e público e, por coincidência, semelhante.

 

 

 Foto de The Voice Portugal.

 

Equipa do Mickael:

 

Os primeiros concorrentes a saber o seu destino foram o Sérgio e o Fernando.

Nem seria preciso cantarem para saber que a escolha do mentor seria o Fernando, por vários motivos: foi desde o início da sua equipa, é o concorrente favorito à vitória e com uma enorme legião de fãs que lhe podem garantir a maior percentagem de votos, e a sua prova cega foi a mais vista.

 

 

Foto de The Voice Portugal. 

Ainda assim, o Sérgio não se deixou intimidar e deu tudo nesta semifinal. Adorei a escolha da música! Gosto da forma como canta, embora não aprecie muito o seu timbre. Ontem, foi muito superior ao Fernando!

 

Foto de The Voice Portugal. 

O Fernando, com uma enorme pressão em cima, por tudo o que disse atrás mas, sobretudo, pelos objetivos que ele próprio, certamente, se propôs, acusou ontem essa pressão com uma atuação muito aquém do que já fez. Já para não falar na péssima escolha de música.

 

 

Equipa do Anselmo:

 

Seguiu-se a equipa do Anselmo, também sem grandes novidades.

 

Foto de The Voice Portugal. 

Mais uma vez, o Márcio a cantar uma mulher, no mesmo registo de sempre. Na minha opinião, a atuação não lhe correu muito bem.

 

Foto de The Voice Portugal. 

A Marta, séria candidata à final devido a todo o seu percurso e apoio do público, não me convenceu nesta atuação. Por vezes, menos é mais. E ela poderia ter evitado tantos floreados, que me fizeram parecer que estava a imitar a Jessica. Não havia necessidade. Como se costuma dizer "keep it simple".

 

 

Equipa da Aurea:

 

Também aqui, e desde a prova cega, a Aurea soube que o Francisco era o seu trunfo para a final, embora tenha vindo, depois, uma Jessica poderosa.

 

 

Foto de The Voice Portugal. 

Gosto do Francisco e fiquei feliz por ele ter passado à final. Não compreendo bem como é que a Aurea, mal ele começa a cantar, já está de lágrimas nos olhos. Mesmo gostando de o ouvir, não teve ainda esse efeito em mim, embora perceba que ele tem um talento nato e características muito próprias. É daqueles artistas que, quando estivermos a ouvir, sabemos que é, indiscutivelmente, o Francisco.

 

Foto de The Voice Portugal. 

Sobre a Jessica, já muito foi dito. Que tem apenas 15 anos, que tem um enorme poder vocal, que é afinada, consistente e por aí fora. Na semifinal da passada edição, se não estou em erro, a Soraia cantou esta mesma música escolhida agora pela Jessica. Gostei mais de a ouvir na voz da Soraia.

 

 

Equipa da Marisa:

 

Nesta equipa, sim, houve surpresas inesperadas! Ou talvez não...

Para mim, a Andrea seria a justa finalista. Ainda que não fosse, sempre pensei que a maior percentagem, por parte da mentora, seria atribuída a ela. Fiquei de boca aberta quando a Marisa deu maior percentagem ao Miguel.

 

 

Foto de The Voice Portugal. 

A Andrea esteve, mais uma vez, brilhante nesta atuação, com mais uma boa escolha musical em bom português. Talvez gostasse de a ver também noutros registos, e penso que isso terá sido um ponto contra ela. Por outro lado, por muito que a Marisa a quisesse levar à final, sabia que a Andrea não conquistou muita simpatia e votos do público, e que o Miguel, não em termos de talento mas de votos, daria mais luta aos outros finalistas.

 

Foto de The Voice Portugal.

Quanto ao Miguel, desta vez não gostei muito de o ouvir, confesso. Com tantas boas músicas para escolher em português, tinha que ser esta? Na minha opinião não o favoreceu. No entanto, com os votos do público e a preferência da mentora, ele está na final! 

 

 

 

Foto de The Voice Portugal.

 

Quanto aos convidados, acho que tiveram a postura que se pede neste tipo de programa, que é deixar os concorrentes "brilharem" na sua música, sem os ofuscar. Não gostei de ouvir o Agir (ao vivo não soa tão bem).

 

 

Foto de The Voice Portugal. 

Destaque ainda para as atuações da mentora Marisa com os Amor Electro, num tema que não gostei muito, e do mentor Mickael, que recebeu o seu disco de ouro, vá-le lá saber como!

 

Por último, devo dizer que sempre gostei das escolhas da Catarina Furtado no que ao look diz respeito, mas confesso que, gala após gala, tem vindo a desiludir e a pautar pela falta de elegância. Ontem, parecia ter acabado de vir do Circo para apresentar o The Voice. O mesmo se aplica à Jani.

 

 

http://www.atelevisao.com/wp-content/uploads/2016/12/te-voice-990x543.png

 

E agora, quem vai vencer esta edição do The Voice? Apostas?

 

Eu confesso que iria adorar ver o Francisco Murta ganhar, nem que fosse para provar que, afinal, não está tudo feito desde o início para ser o Fernando o vencedor. Alguém mais está comigo? 

 

 

 

Imagens The Voice Portugal e Fantastic

 

The Voice Portugal - a terceira gala

 

Para mim, esta foi uma gala cheia de surpresas e que veio, de certa forma, mudar algumas das minhas teorias e apostas.

 

 

 

 

 

 

 

Equipa do Anselmo:

 

Estava a contar que o público votasse no Márcio. No entanto, desta vez deram o voto de confiança, e muito bem, à Marta.

Assim, ficaram na corda bamba o Márcio, a Joana e a Cristina. 

 

 

A Marta queria que esta fosse a sua melhor actuação de sempre. Não sei se o foi. Mas, se não foi, esteve muito perto disso.

 

No que respeita ao Márcio, nada contra, mas é impressão minha ou gosta de cantar, maioritariamente, músicas de cantoras femininas? Não considero que esta prestação lhe tenha corrido da melhor forma.

 

A Joana provou, mais uma vez, porque mereceu estar na terceira gala e seria, para mim, a escolha mais óbvia para seguir adiante. O Anselmo não foi da mesma opinião. Não sei se por achar que com o Márcio terá maior número de votos que com a Joana.

 

A Cristina mostrou, uma vez mais, a sua versatilidade, mas perante concorrentes mais fortes, teve que ficar por aqui.

 

 

Equipa da Marisa:

Nesta equipa, não fazia a mínima ideia de quem seria o mais votado pelo público, embora estivesse inclinada para o Daniel. Para minha total surpresa, foi dado pelo público o voto de confiança ao Miguel.

 

 

Volto a concordar que, dos quatro, seria o menos apto para ir à semifinal. Até ele próprio ficou surpreendido. Mas volto a ficar feliz por ter sido salvo, e estar na próxima fase. Gosto de o ouvir, e gostei de o ouvir ontem, em português. Notou-se que este tema exigiu-lhe uma voz mais grave, mas que também lhe fica bem.

 

Já aqui mencionei que gostaria de ver a Andrea na final, a representar a Marisa. A actuação de ontem mostrou que ela merece continuar em competição. No entanto, fiquei surpreendida quando a Marisa a escolheu porque, lá está, pensei que a Marisa fosse optar por salvar o Daniel.

 

O Daniel escolheu um tema da Aurea para a terceira gala. Confesso que estava com algum receio que a música ficasse muito diferente do original. Não sei se pelo facto de estar sempre ocupado com o trabalho e os ensaios, e de não estar com a saude a 100%, a atuação não foi das melhores.

 

A Maria esteve bem, desta vez cantou sem recorrer aos gritos, e mostrou que não é preciso muito para brilhar e encantar. Era difícil escolher entre ela, a Andrea e o Daniel, mas o seu percurso acabou por ficar por aqui.

 

 

Equipa do Mickael:

Já se sabia quem seria escolhido pelo público. Restava saber quem o mentor iria escolher e, para isso, em muito iriam contribuir as actuações na gala.

 

 

O Fausto melhorou relativamente à semana passada, mas não convenceu com este tema do Shawn Mendes.

 

O Marcos optou por cantar em português, e a música não se poderia adequar mais à sua vida. Foi uma bonita homenagem e atuação, mas não suficiente para convencer o público e o mentor. Eu gostei.

 

O Sérgio surpreendeu-me, mais uma vez, com a sua escolha musical. Ele pode não ter uma voz brilhante e fazer malabarismos, mas tem uma presença em palco incrível, e os musicais acentar-lhe-iam bem! Para minha surpresa, e também dele próprio, o mentor escolheu-o para a semifinal.

 

O Fernando é o concorrente de que todos falam! Com a prova cega mais vista de todas, é considerado o futuro vencedor desta edição, sem grande margem para dúvidas. Algumas pessoas dirão que é justo, que está finalmente a ser reconhecido o seu talento, que ele é o melhor. Não concordo que seja o melhor, mas tem tido um percurso quase exemplar neste programa, e ontem não foi diferente.

 

 

Equipa da Aurea:

O público elegeu o Francisco para seguir em frente. Entre os restantes, seria óbvia a escolha da Aurea, e não percebi todo aquele teatro no fim, para decidir quem ia levar à semifinal quando, tenho a certeza, todos sabíamos que seria a Jessica.

 

 

O David Gomes melhorou nesta gala, mas deixou para trás todo um percurso duvidoso, para além de não ser um concorrente da equipa inicial da mentora, e ter saído e voltado a entrar por voto do público.Desta vez, nada lhe valeu e ficou pelo caminho.

 

O Francisco será, para mim, o finalista da equipa da Aurea. Foi uma boa actuação mas gostava de ouvi-lo noutros estilos, para perceber o que tem ainda a mostrar. Vamos lá ver se irá fazê-lo na próxima semana.

 

À Jessica, também a gostava de ver noutro registo. Assim que percebi que música tinha escolhido, pensei logo - lá vai ela mais uma vez gritar. Nem quero imaginar, por exemplo, uma hora de concerto com ela sempre a cantar desta forma. Ah e tal, há muitas cantoras por este mundo fora com sucesso, e que também fazem o mesmo. Pois há. Mas, pelo menos aquelas que gosto de ouvir, também sabem guardar os gritos para outras ocasiões, e apresentar temas igualmente bonitos e bem cantados, e fazer uso da sua belíssima voz, sem eles.

 

Adorei ouvir os Edna, especialmente o Francisco, que deu show e, nesta gala, também o Daniel que se evidenciou mais que em outras actuações. A Márcia cedeu, desta vez, o destaque aos meninos! Não conhecia o tema e gostei de o ouvir nas suas vozes. Infelizmente, já se sabia que iriam ficar pelo caminho quando chegassem a esta fase. 

 

 

Os semifinalistas:

 

 

 

Previsões para a final, que irá ocorrer no dia de Natal:

Anselmo: Marta

Marisa: Andrea

Mickael: Fernando

Aurea: Francisco

 

E os vossos palpites, quais são?

 

 

 

Imagens The Voice Portugal

 

 

Sobre a passagem do ano

Passagem de ano na Ericeira

 

Era para ser uma passagem de ano a três - eu, a minha filha e a Tica, sentadas no sofá a ver um programa qualquer, provavelmente a comer pizza e bolo rei, e a brindar com sumo, com um bocadinho de sorte acordadas até à meia-noite, ou quem sabe na cama antes disso. O marido, iria estar a trabalhar. Tal como eu deveria ter estado nesse dia.

Afinal, o meu patrão deu-me a tarde para me ir preparar para essa noite tão especial. E a tarde estava mesmo a chamar-me para uma caminhada. Não me apetecia ir-me enfiar dentro de casa. Apetecia-me passear, inspirar ar puro, estar umas horas ao ar livre, apreciar o céu cinzento e a calmaria. Mas a minha filha não estava para aí virada, preferindo ficar em casa a ver televisão. Por isso, sentei-me a ler, com a nossa gata ao colo. Até à hora do jantar, que é como quem diz, até nos dar a fome.

Afinal, conseguiram que o meu marido não tivesse que ir trabalhar, e pudesse, finalmente, fazer uma passagem de ano connosco! E os planos foram totalmente alterados. Jantar no McDonald's, e depois ida à Ericeira para dançar e ver o fogo de artifício.

Lá saímos então, mas tive que voltar a casa porque a minha filha esqueceu-se do casaco. O McDonald's estava fechado, tal como a outra hamburgaria onde tínhamos pensado ir. Por isso, fomos logo para a Ericeira, tentar a sorte no Burguer Ranch. Chegámos, estacionámos e, 2 minutos depois, tivemos que voltar para casa porque aqui a esperta da menina Marta tinha-se esquecido da chave de casa na porta!

Não conseguimos sair do estacionamento, porque a máquina não estava a dar para pagar, e por isso demorámos ali mais um tempo. Felizmente, a chave continuava na porta, sem nenhum azar. Depois de uma viagem de ida a Mafra, e volta à Ericeira, pela segunda vez, já com o estômago a dar horas, tivemos sorte com o Burguer Ranch aberto, mas a abarrotar (o espaço também é muito pouco, por isso não é difícil encher).

Lá perguntámos a uma senhora que estava a ocupar uma mesa com a neta (penso eu), se nos poderíamos sentar nessa mesma mesa, no banco em frente. Apertadinhos, mas pelo menos sentados, lá comemos o nosso menu.

Seguiu-se uma ida até ao bar Neptuno, para um cafezinho e desejar um bom ano à nossa querida Cher e à filha Rute, que já conheço há vários anos. Pensei que estivesse mais cheio, e que houvesse por lá uma grande festa, mas até estava calminho, e a música era boa. E estávamos abrigados do frio! Além disso, depois do jantar, a minha filha ficou cheia de dores de barriga e aproveitou para se deitar um bocadinho no sofá.

Não é propriamente um bar que cative a malta nova de hoje em dia, estando mais virado para pessoal mais velho, famílias e amigos que querem algum sossego, ou divertir-se sem grandes confusões.

Ao fim de algum tempo, o meu marido quis ir espreitar como estava a festa no centro, e assim saímos para a rua, para nos sentarmos no banco da praça, de casacos bem apertados e carapuços na cabeça, à espera da música e do fogo de artifício. Por mero acaso, vimos por lá o antigo director de turma e professor da minha filha.

E porque estava a aproximar-se a hora, e toda a gente estava a ir para os lados da praia, também nós nos pusemos a caminho, para o tão esperado momento do fogo de artifício à meia noite. Pelas ruas, víamos pessoas com garrafas de espumante a postos para abrir.

Eu tenho um certo receio e nunca gosto de estar demasiado próxima do local do lançamento do fogo, por isso, escolhemos uma posição cá mais atrás. Mesmo assim, alguém se lembrou de levar uns foguetes e lançá-los no meio das pessoas, o que me fez fugir dali para fora!

Chegou então a meia noite. As rolhas saltaram, íamos sendo regados com o espumante de um homem que estava atrás de nós e começou o espectáculo, igual aos outros que costumam fazer. 

Sei que mudámos de ano, apenas porque o relógio me indicou que já era meia noite. E foi bom termos estado os três juntos, pela primeira vez, numa passagem de ano (nos outros anos, ou estou sozinha, ou estou sou eu com o meu marido, ou só com a minha filha).

Mas já não vivo da mesma forma que há anos atrás esta passagem de um ano para o outro, com uma grande festa, e como se de um grande marco se tratasse. 

Assim se passou, e cá estamos nós já em 2016, um ano que começou de forma bem cinzenta e chuvosa. Espero que não seja um mau presságio!

 

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