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Marta O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta O meu canto

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À Conversa com Joana Alegre

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Poderia apresentá-la como Joana Alegre, filha de Manuel Alegre, deputada municipal independente na Câmara Municipal de Lisboa, mãe, mulher, artista, surfista.

Actualmente, concorrente do The Voice Portugal, na equipa do mentor Diogo Piçarra.

 

A Joana é tudo isto, e muito mais.

Uma mulher humilde, lutadora, apaixonada por tudo aquilo em que se envolve, com uma voz incrível, com um espírito livre e solto, ainda que com os pés sempre assentes na terra. Ou na prancha, quando surfa!

 

E, no entanto, é simplesmente, a Joana Alegre.

O resto, cabe a cada um de vós descobrir, através desta entrevista à Joana, a quem desde já agradeço por ter aceitado o meu convite, e pela disponibilidade para participar nesta rubrica! 

 

 

 

 

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Para quem não a conhece, quem é a Joana Alegre?

Sou uma jovem mulher, mãe, cantautora, amante do Mar, e activista das causas que me movem.

 

Em que momento da sua vida surgiu a paixão pela música?

A música esteve sempre la como uma forma de expressão, desde que me lembro de mim.

 

Nessa altura, essa paixão era, para si, apenas um hobbie, ou já sonhava em enveredar, a um nível mais profissional, pelo mundo da música?

A música foi sempre uma forma de ser eu própria e portanto houve sempre o conflito entre ser um estigma e um grande risco, ou o sonho de poder fazer acontecer como modo de vida e sustento.

 

Quais são as suas maiores referências, a nível musical?

Neste momento admiro muito e adoro ouvir, sobretudo, mulheres cantautoras ou bandas que tenham como lead singers grandes intérpretes, algumas dessas mulheres são produtoras também: Maggie Rogers, Florence Welch e os Florence and The Machine, Aurora, London Grammar, Imogen Heap.

 

 

 

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Sentiu que a sua vida e escolhas foram, em algum momento, e a diferentes níveis, condicionadas pelo facto de ser filha de Manuel Alegre?

Em alguns momentos de menos maturidade, e muita insegurança, sim.

 

Em termos profissionais e, de certa forma, pessoais, afirma que foi sempre seguindo um caminho, alicerçado nas expectativas que os outros tinham para si, em detrimento dos seus próprios sonhos. Em algum momento se sentiu incompleta, pouco realizada ou infeliz com essa decisão?

Sim, já antes de ser mãe comecei a sentir uma grande divisão de tempo entre o que me dava prazer e o que “tinha de ser”, e isso desgastou-me muito.

Ser mãe só veio fortalecer a vontade e consciência de que o melhor caminho é apostarmos tudo a fazer aquilo que nos faz felizes e onde somos melhores profissionais.

 

A Joana foi também praticante de bodyboard. Quando é que surgiu o interesse por esta modalidade?

Sempre fui muito ligada ao mar e, assim que pude, agarrei uma prancha, não pôde ser logo de surf, então foi bodyboard, fiz durante 3/4 anos e passei para o surf, assim que tive condições de ter uma prancha de surf.

 

Entretanto, começou também a experimentar o surf. O que sente nesses momentos em pleno mar, em que está apenas a Joana, a prancha e as ondas?

Ir ao mar é a minha terapia mais antiga, e tem também algo de liturgia, como culto de ser e estar só no ínfimo e precioso lugar que cada um ocupa no cosmos.

 

Com uma licenciatura em Ciência Política e Relações Internacionais, e mestrado em Comunicação, Cultura e Tecnologias de Informação, a Joana é deputada municipal independente na Câmara Municipal de Lisboa. Quais são as principais questões cívicas que mais a preocupam, na actualidade?

Preocupa-me a crise habitacional e alguma obsessão em governar para atrair o investimento estrangeiro ou turismo dito "de qualidade".

Globalmente preocupa-me o avanço dos ódios e radicalismos e a perda de uma visão humanista pos-modernista, que pressupunha maior consciência do colectivo e de um caminho evolucional.

Vejo muita violência dentro das pessoas e pouca vontade política da parte dos governantes em atender à resolução dos problemas reais que revoltam as pessoas, com a agravante de haver por outro lado uma insistência suicidária em perpetuar as lógicas de lucro e consumo de um modelo de crescimento económico que ameaça a sustentabilidade do nosso planeta.

 

 

 

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Em determinado momento da sua vida, a Joana viveu em Nova Iorque, onde fez um estágio, nas Nações Unidas. Como foi essa experiência?

Foi muitíssimo enriquecedora e esclarecedora, na medida em que deu para perceber que tinha uma ideia muito romântica e idealista do que poderiam ser carreiras como a a carreira diplomática, mediação de conflitos, ou intervenção humanitária.

 

Na sua opinião, as carreiras política e musical podem caminhar paralelamente, sem se "atropelar" ou "anular" uma à outra?

Podem, desde que haja maturidade, foco na gestão do tempo, e muita definição interna.

 

E a maternidade, como é que foi vivida por entre a política, o desporto e os projectos musicais?

Ao início com alguma dificuldade de conciliar tudo, mas com força de vontade e ajuda de família e amigos, as rotinas foram-se adaptando!

 

Embora tenha dado prioridade à vida política, apostou, ainda assim, na formação musical. De que forma é que essa formação influenciou a sua forma de ouvir, sentir e fazer música?

Eu diria que aprofundou e melhorou bastante o entendimento de como tudo funciona, e ampliou os meus recursos e capacidade técnica.

Contudo, mantenho alguma mágoa de não ter tido a possibilidade financeira de fazer o curso superior na New School for Jazz and Contemporary Music em Nova Iorque, já depois de ter sido bem sucedida nas provas de admissão.

Sinto que apesar do esforço que fui fazendo ainda tenho uma formação incompleta.

 

 

 

 

Em 2015, colaborou com Mikkel Solnado no tema "E Agora?". Como surgiu essa colaboração?

Trabalhei com o Mikkel noutro projecto, que envolveu a coordenação de algumas vozes do coro gospel collective, para um evento em específico.

Acho que o Mikkel gostou da minha voz e da minha forma de trabalhar e quando surgiu o “E agora?” sentiu que eu seria a pessoa certa para aquele dueto.

 

 

 

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"Joan & The White Harts" foi o seu primeiro álbum, editado em 2016, com participações de Mikkel Solnado, Mimicat, Jota Erre e Gospell Collective. Foi a concretização de um sonho?

Foi a concretização de um sonho, cujo lançamento e promoção, infelizmente, viriam a ser mal geridos e por isso sinto que ficou escondido e com um acolhimento aquém do que merecia.

 

 

 

 

Em Outubro, foi exibida a sua participação nas provas cegas do The Voice Portugal. Para além dos elogios recebidos por parte dos mentores, ficou surpreendida com a forma como o público reagiu à sua prova?

Fiquei surpreendida e muito grata pois estou no The Voice, precisamente, para encurtar a distância com o grande público!

 

No decorrer do concurso, que estilo ou artista mais gostaria que lhe atribuíssem, e qual o que representaria o maior desafio?

Acho que já está a acontecer as pessoas identificarem-me com uma certa estética indie pop folk de inspiração celta.

Muitos comentários falam de uma Florence Welch portuguesa, da Aurora ou da Lana De Rey.

Eu quero ser apenas a Joana Alegre!

 

Independentemente do quão longe chegar no programa a Joana está, neste momento, decidida a dedicar-se a 100% à música?

Mantenho-me como deputada municipal independente.

 

Qual seria maior objectivo que gostaria de concretizar, a nível musical, no futuro?

Poder viver da minha música já seria o meu sonho concretizado.

 

 

 

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De que forma responderia a este desafio, e porquê?

Com toda a entrega pois não posso mais negar aquilo que sou.

 

Guitarra ou Ukelele? Os dois!

Praia ou Campo? Praia

Surf ou Bodyboard? Surf

Portugal ou Nova Iorque? Portugal

Banda ou Solo? Os dois!

 

 

Muito obrigada, Joana!

E que consiga chegar longe não só no The Voice Portugal, mas também na concretização dos seus sonhos, nomeadamente, naqueles que à música respeitam.

 

 

 

Fotos © Luis Macedo - https://LuisMacedoPhoto.com

The Voice Portugal - 3ª ronda de provas cegas

A terceira ronda das provas cegas ficou marcada por caras já nossas conhecidas, como foi o caso do João Wilson e da Carolina Cardetas.

 

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O primeiro, vimo-lo há alguns anos numa das edições do Ídolos.

Penso que, na altura, não passou. Desta vez, foram vários os elogios à sua voz, talento e qualidade. É a prova de que, nem sempre, somos ouvidos no momento certo, pelas pessoas certas, e nem sempre aquela oportunidade é a que tínhamos que agarrar.

 

 

A imagem pode conter: 2 pessoas, pessoas em palco, pessoas em pé e concerto

 

A segunda, já participou no The Voice Kids e outros concursos, e já começou a trabalhar nas suas próprias músicas tendo, inclusive, participado aqui no blog, na rubrica À Conversa Com.

 

 

Não gostei:

Apesar de dar para perceber que existe ali muito talento, não gostei do que os Little Mess fizeram à música do Gotye. Arruinaram-na completamente.

Já o Rodolfo cantou melhor a música do Zambujo, que a da prova cega.

 

 

Em destaque:

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Rita Rice

Margarida Andrade

Carolina Pinto

 

 

Por mim, não passava:

Júlia Ribeiro

 

 

Merecia passar:

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O Alexandre - ao contrário dos Little Mess, cantou a sua versão, valorizando a música, e deu um show! Versatilidade não lhe falta.

 

 

A minha dúvida:

A Flaviana - gostei da voz, mas não gostei especialmente da forma como interpretou a música.

 

 

Quando a timidez, a idade tenra e os nervos se juntam para atrapalhar, mas se antevê futuro:

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O Rafael - ele estava tão concentrado a cantar, e em não falhar, que quase nem se mexia. Achei o timbre parecido com o original, gostei de o ouvir cantar com o Diogo Piçarra, só lhe falta mesmo confiança, mais atitude e adquirir mais alguma experiência, porque voz e imagem já tem.

 

 

 

Imagens: The Voice Portugal

 

The Voice Portugal - 2ª ronda de provas cegas

(e como uma voz se destacou entre todos)

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And the Winner Is...

A segunda ronda de provas cegas do The Voice Portugal 2019 poder-se-ia resumir a um único nome: Joana Alegre!

Esta actuação foi espectacular, e dispensam-se palavras para a descrever. Só mesmo ouvindo!

 

 

 

 

 

Num segundo patamar, gostei destes dois meninos - Pedro e Gabriel:

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Gostava que tivesse passado a Eva: 

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O momento caricato desta 2ª ronda:

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O Tom Sawyer do trio BEH (digam lá que não acharam parecidos):

 

 

Imagens: The Voice Portugal e http://media.rtp.pt/

 

 

 

A estreia de mais um The Voice Portugal

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"A edição de todas as surpresas", como lhe chamam começou com a não tão grande surpresa que é a estreia de dois novos mentores: Diogo Piçarra e António Zambujo.

E é já por eles que vou começar.

 

 

 

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Diogo Piçarra - não sei se foi por lhe ter calhado a cadeira do Mickael, ou se foi uma transmissão de vícios do tempo em que trabalharam juntos, numa outra edição, mas lá estava o já habitual carregar no botão com o pé, à Mickael!

 

 

 

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António Zambujo - foi impressão minha, ou parecia que era um educador no Jardim de Infância? Ele era "Joana come a papa...", ele era "Sebastião come tudo...", e até mesmo a forma de falar com os concorrentes, como se fossem criancinhas. Não gostei. Volta, Anselmo Ralph! Por outro lado, pareceu-me que ele está a procurar alguém com um estilo muito semelhante ao seu, o que nem sempre será fácil.

 

Aurea e Marisa, são aquilo a que já nos habituaram, tal como a Catarina e o Vasco, sem novidades (à excepção do corte de cabelo radical da Aurea que, palpita-me, outra etapa do programa já estará maior)!

 

 

Poupem-me certos comentários

Não é que não estejamos já habituados à conversa da treta mas, que t6al começarem a ser honestos, para variar?

É que vem um concorrente e não vira cadeiras porque "ah e tal, os nervos atrapalharam, desafinaste, não estavas no teu melhor...". A seguir vem outro e vira cadeiras, com os mentores a dizerem "desafinaste um pouco, é dos nervos, é normal, mas vem para a minha equipa...".

 

 

 

A participação de bandas

Em outras edições, tivemos duetos e trios a concorrer. Desta vez, a supresa é a participação de bandas.

E estou curiosa para ver como é que os mentores vão fazer a escolha entre um concorrente sozinho, e uma banda, por exemplo, nas batalhas.

Será um duelo justo?

Sendo o programa "A Voz de Portugal", o que/ quem vão avaliar na banda? Apenas o vocalista?

 

 

 

Prova cega cheia de talento e muita interacção com os mentores

Esta foi a primeira prova cega, e não podia ter começado da melhor forma, com a maior parte dos concorrentes a mostrarem grande talento.

A Marisa, que é sempre tão selectiva, já tem 5 concorrentes na sua equipa, só nesta prova cega.

Houve ainda tempo para alguns candidatos mostrarem originais seus.

Para além disso, foram vários os momentos em que os mentores subiram ao palco para cantar com os concorrentes.

 

 

 

Deolinda Kinzimba só há uma

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Mas confesso que, quando vi as imagens a primeira vez, achei que era uma segunda Deolinda que ia participar!

A mim, pareceu-me que tem que se controlar um pouco, mas compreendo que aquela música e mensagem lhe digam muito, e que ela tivesse que explodir e mandar tudo cá para fora, sabendo aquilo por que passou.

 

 

 

Menos é mais

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A Vânia deu tudo o que tinha, e o que não tinha!

E, para mim, deu até demais. Para quê tudo aquilo? Pareceu-me exagerado, muitas vezes a incomodar com tanto grito e malabarismos, como se o mundo fosse acabar e ela tivesse que mostrar tudo aquilo que sabe fazer, numa única música.

E daqui em diante, terá algo de novo para mostrar? Ou já esgotou o stock?

 

 

 

O "Rei dos Anjos"

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O Wesley conseguiu fazer-me gostar de ouvir uma música que, ouvindo noutro sítio qualquer, teria desligado de imediato.

 

 

 

A grande surpresa para mim

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A Joana tem um talento natural, toca e canta, tem personalidade, boa voz, e mostra confiança. E só tem 15 anos!

 

 

 

A "cunha" que era escusada

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Canta bem, chegou e convenceu, embora também não tenha achado que seja o "fenómeno" que apregoaram.

Ainda assim, tem mérito que chegue para se valer por si próprio. Era escusado estar a mencionar o irmão Enoque.

 

 

Destaque ainda para o Sebastião que, lá está, provou que menos é mais, de uma forma que ele nem teve noção!

E para o Vasco que, mesmo não tendo passado, me emocionou!

 

 

Imagens: The Voice Portugal

 

 

 

The Voice Portugal: Estarão os mentores cegos dos ouvidos?

Ou só veem e ouvem o que lhes interessa?

Chamam a estas provas "provas cegas", mas eles afirmam, sobre alguns concorrentes, que ouviram a sua voz e souberam logo quem era. De alguns, até sabem o nome mesmo antes de os concorrentes se apresentarem. Mas adiante...

 

O que, por vezes, me faz uma certa confusão é perceber que os jurados estão, não só "cegos", como "surdos" para alguns dos concorrentes.

Só isso explica o facto de uma concorrente como a Bárbara não ter virado uma única cadeira. De a Jaíssa só ter virado duas cadeiras. E de a Joana só não se ter afundado graças a uma única cadeira virada.

 

 

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Ouvi a Bárbara na sua prova cega, e soube mesmo bem ouvir esta voz e timbre diferente do habitual. Noutro país qualquer, ela poderia fazer sucesso.

Quando cantou a música da sua autoria, não gostei tanto. Soou melhor em inglês do que em português. A única coisa que me pareceu é que ela, talvez por estar nervosa, quase não respirava. Espero que alguém tenha mesmo ficado com o seu contacto e aposte nela, se ser preciso passar pelo The Voice.

 

 

"Ah e tal, parece que não está a sentir as palavras...", dizia o Anselmo e a Marisa, achando que ela soava a falso. É incrível a quantidade de coisas que veem, mesmo sem olhar.

Mas a Jaíssa mostrou muito mais do que isso e, felizmente, fez virar duas cadeiras.

 

 

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A Joana canta numa banda de baile. Mas, de entre as centenas de vocalistas deste tipo de bandas, saem artistas que têm qualidade, e nos quais vale a pena apostar.

Quando vi o que ela ia cantar, disse ao meu marido: ou ela é muito boa, ou vai-se espalhar ao comprido. 

Felizmente, o Anselmo acreditou no seu potencial. A Joana foi das poucas pessoas que vi cantar esta música e aguentar-se até ao fim. Houve ali momentos em que estava mesmo semelhante à Celine Dion e, naqueles em que ela sabia que não a conseguia igualar, deu o seu toque pessoal e contornou as dificuldades. 

 

 

Estás tão diferente Denisa/ Di Noise

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A Denisa, ou Di Noise, como é agora conhecida, participou em 2007 na Operação Triunfo.

Depois de vários anos na "sombra" de outros artistas, decidiu tentar a sua sorte. Escolheu a Aurea para mentora e, a mim, cheira-me que lhe vai acontecer o mesmo que, no ano passado, aconteceu a outra das suas concorrentes - Diana Lucas. Com a diferença que, para mim, a Denisa canta muito mais e melhor que a Diana.

 

 

Bem vinda de volta, Márcia!

 

A Márcia é uma grande concorrente! Já o era quando pertencia ao trio, e continua a ter um enorme power em palco, que soube utilizar numa excelente escolha musical, e que fez virar as quatro cadeiras. Espero que chegue longe nesta competição.

 

Dica para futuras edições: Renovem os mentores. Retirem as "cunhas", as histórias de vida cada vez mais rebuscadas (até raptos e resgate envolvem) e reuniões de família surpresa, e concentrem-se no percurso musical, e no talento. 

Pois...se calhar tinham que cancelar o programa...

 

 

Imagens: The Voice Portugal