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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Manter o equilíbrio

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Poderá uma pessoa, que sempre viveu a sua vida a desempenhar o mesmo papel ao longo dos anos, ter a oportunidade de mostrar as suas outras facetas? Ser-lhe-á, alguma vez, permitido trocar de papel?

Na sociedade, em geral, e no seio da família, em particular, cada membro tem um papel fundamental, e necessário para o equilíbrio.

É esse equilíbrio que mantém toda a estrutura de pé. 

Para que possa haver uma troca de papéis, mantendo o equilíbrio é necessário que, também os outros, o façam. 

Porque, na falta de um pilar que seja, nada resiste, tudo se desmorona.

 

Se existe alguém que leva tudo na brincadeira, tem que haver alguém que leve as coisas a sério.

Se há alguém que gasta, tem que haver alguém que poupe.

Se há alguém que se desmarca, tem que haver alguém que se responsabiliza.

 

E por aí fora...

 

E, quando são sempre os mesmos a desempenhar o mesmo papel durante toda a sua vida, torna-se difícil sair dele, e deixar que outros o assumam. Por outro lado, é algo que gostariam de fazer, para variar: estar, por algumas vezes, do lado de lá, e ver os outros a interpretar o nosso papel.

No entanto, sem uma troca recíproca, é "morte" certa, porque se todos segurarmos a estrutura do mesmo lado, é mais que certo que ela cairá do outro, sem qualquer suporte. E se, simplesmente, deixarmos de a segurar, ela cairá em cima de todos.

Meo Videoclub Card

Cada vez que carrego o meu telemóvel, acumulo pontos.

Decidi trocar os mesmos por um cartão Meo Videoclub Card no montante de € 10,00.

Fiz a troca, mas só ao fim de quase duas semanas (quando no site falam num prazo máximo de 5 dias) é que recebi uma mensagem no telemóvel com o código do cartão.

Em 13/05/2014 , a mensagem foi a seguinte:

"O seu vale MEO VIDEOCLUB já está disponível. Para usar o videocard Eur10, insira o código xxxxxxxxxxxx ao alugar os seus filmes. Válido até 31/12/2014. Obrigado."

Passados uns dias, aluguei um filme, sem problemas.

Este fim de semana, ia alugar outro. Não deu. Apareceu a mensagem de que o cartão estava suspenso.

Liguei para o apoio ao cliente, e a operadora diz-me que o cartão foi suspenso porque tem uma validade de três meses, e tinha que ter feito um carregamento nesse período!

O que é engraçado é que, no site, quando se procede à troca dos pontos pelo cartão, não vem essa indicação. Mais engraçado ainda é eu ter recebido uma mensagem a informar que a validade é até 31/12/2014.

E o que não faz sentido nenhum é que eu tenha direito a pontos por efectuar carregamentos, que tenha trocado esses pontos, que são meus por direito, por um cartão de 10 euros para alugar filmes, e que ainda tenha que carregar o dito cartão, para poder usufruir daquilo que já adquiri e paguei por isso!

Fiz a reclamação na sexta-feira à noite. No sábado à noite, tornei a ligar. Diz-me o operador que a reclamação está a ser tratada e que vai colocar a indicação que eu tenho urgência em ser contactada.

Até agora, estou à espera! Nem aluguei filmes, nem me responderam, nem resolveram a situação.

E, assim, se põe a MEO a jeito para perder clientes!

A Era do dinheiro

 

Quando eu nasci, não sabia o que me esperava cá fora!

Estava habituada a “habitar” numa pequena bolsa de água quentinha, que me mantinha viva, que me protegia, que me alimentava, onde dormia, e que me dava tudo o que eu precisava.

Mas os meus pais sabiam que seria necessário mais do isso.

Eles precisavam de dinheiro para me comprar alimento; precisavam de dinheiro para me comprar roupa; precisavam de dinheiro para me comprar fraldas, produtos de higiene, e medicamentos.

Eu fui crescendo, e eles precisaram de dinheiro para me pagar os estudos, os passeios da escola, as fotografias da turma.

Agora que sou adulta, o que é que eu preciso?

Se quiser comprar ou alugar uma casa para morar? Preciso de dinheiro!

Se quiser viajar? Preciso de dinheiro!

Se precisar de me deslocar, em transporte próprio ou público? Preciso de dinheiro!

Se estiver doente? Preciso de dinheiro!

Se me quiser alimentar? Preciso de dinheiro!

Se me quiser vestir e calçar? Preciso de dinheiro!

Se quiser comprar alguma coisa, seja para mim ou para oferecer? Preciso de dinheiro!

Se quiser levar um determinado projecto adiante? Preciso de dinheiro!

Se quiser casar ou divorciar? Preciso de dinheiro!

Se quiser ter filhos? Preciso de dinheiro!...

Pensando bem, o que é que eu posso, então, ter ou fazer, que não necessite de dinheiro?

A educação, os valores, os sentimentos…

Mas de que me adianta tudo isso, se não tiver dinheiro?

Posso até ter saúde, sem ter dinheiro. Mas ela depressa desaparecerá, a partir do momento em que, por falta desse mesmo dinheiro, não me puder alimentar, matar a sede, ir ao médico ou comprar medicamentos quando estiver doente.

E se não me posso, eventualmente, curar, por falta de dinheiro, tudo o resto morre comigo!

Talvez a Adão e Eva, tudo tenha sido oferecido, sem que necessitassem de um saco de moedas ou um maço de notas para troca.

Talvez em séculos passados, houvessem outras formas de nos mantermos e sobrevivermos.

Mas eu, feliz ou infelizmente, nasci na era do dinheiro.

E, por isso mesmo, por mais que me digam que o dinheiro não é tudo, que o dinheiro não traz felicidade, que o dinheiro não nos dá saúde, e todas essas frases que já conhecemos tão bem, a verdade é tudo à minha volta me mostra e prova exactamente o contrário!

Não é tudo, mas quase tudo depende dele! Quase tudo gira à volta dele! E, digam o que disserem, o dinheiro é uma preciosa ajuda sempre bem-vinda!

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