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Marta O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Perfumes originais versus Imitações

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Já não é a primeira vez que me interpelam na rua, no local de trabalho ou até em clínicas, com o objectivo de me apresentar e tentar vender perfumes que imitam os originais das marcas mais conhecidas.

Ontem, foi a vez de uma senhora que, achando-me com cara de quem estava a precisar de um novo perfume, me interpelou para mostrar as novidades.

Mostrou-me um, que não conhecia, mostrou-me outro, parecido com um que já usei, e ela ficou surpreendida com os meus conhecimentos (se há coisa que não sou minimamente perita, é em perfumes)!

A seguir, um terceiro, para mulher - imitação de Light Blue, Dolce & Gabbana. Nada a ver! 

 

- "Não acha parecido? Eu tenho um original em casa, e acho-os quase iguais!", diz a senhora.

- "Pois, eu também tenho um original em casa, é o meu perfume preferido, e o cheiro deste é muito diferente!", respondi-lhe eu.

 

Não se dando por vencida, mostra-me então outras três amostras para homem. No fim, diz-me:

 

- "Com tantos perfumes, já a deixei confusa! Qual é que gostou mais?"

- "Gosto mais dos meus, que tenho em casa!", rematei eu.

 

 

 

Resultado de imagem para perfumes originais e imitações

 

Não sou nenhuma maníaca por perfumes. Sou até muito selectiva, e quase nenhuns me agradam. Mas, quando descubro um que gosto, não o largo. Até ao dia em que o deixarem de produzir (algo que tem acontecido com os meus escolhidos).

Assim, não gasto muito dinheiro em perfumes, até porque um frasco médio dá-me quase para todo o ano. Mas, podendo, prefiro gastar mais por um perfume original, do que por uma económica imitação.

 

Porquê?

Os perfumes originais tem uma longa duração - coloca-se de manhã, e nota-se o cheiro ao longo do dia.

As imitações, ao fim de uma ou duas horas, já não se notam.

 

Raramente as imitações têm exatamente o mesmo odor dos perfumes originais. Se passarmos por alguém que usa um determinado perfume original, e que nos conheçamos, passamos por essa pessoa e somos capazes de afirmar que perfume está a usar.

Com uma imitação, não sendo o odor 100% fiel ao original, não se percebe muito bem que perfume será.

Além disso, sendo uma imitação com um preço tão reduzido relativamente ao original, nem sempre a qualidade será a melhor, o que pode, em algumas pessoas, provocar alergias ou outros tipos de reacção.

 

Se o preço compensa?

Talvez...Se a pessoa gostar daquele odor, independentemente do que está a tentar imitar, e não puder comprar um original, mais caro, sim.

Mas se tiver que usar o dobro ou o triplo da quantidade para obter o mesmo efeito que um original, acabará por gastar mais depressa um frasco, e ter que comprar mais, o que pode não justificar.

 

E por aí?

Costumam comprar imitações? Ou preferem originais?

Qual é a vossa experiência com estes dois produtos - originais e imitações?

 

 

Começa hoje o 2º período escolar

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Hoje de manhã estava a ouvir nas notícias, a propósito do início do 2º período escolar, que começa hoje com o regresso dos alunos após as férias de Natal, a jornalista afirmar que este é o período mais longo do ano lectivo e, como tal, aquele em que os alunos podem tentar recuperar as notas.

Não sei se, na prática, será bem assim. Nos tempos em que eu estudava, o 2º período tinha precisamente o efeito contrário e, na maioria dos casos, os alunos baixavam mesmo as notas nesta altura. Talvez por ser o período mais longo, por haver mais matéria para estudar, por começarem já a ficar fartos de tanto tempo de escola. 

Porque no início do ano lectivo eles vão, por norma, entusiasmados, e as coisas até correm mais ou menos bem, com alguns deslizes. Claro que também se pode dar o caso de ainda não terem ganhado ritmo, e isso reflectir-se nas notas.

No 2º período, pode dar-se o caso de começarem então a aplicar-se a sério, e lutar por melhores notas. Mas, regra geral, costuma ser o período mais negro.

É no último período, o mais pequeno, que a maioria dos alunos tenta então dar "tudo por tudo" para que a nota final seja a melhor possível, surpreendendo muitas vezes pela positiva, e pondo pais e professores a pensar "não poderias ter feito isto mais cedo?!".

 

E por aí, qual é a vossa opinião? 

 

Os professores também erram

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Os professores são seres humanos iguais a todos nós, e também eles podem errar!

Errar na sua maneira de ensinar, errar nas suas atitudes na sala de aula, errar na forma de lidar com os alunos, e até errar na correcção de uma ficha de avaliação.

E o que devem fazer os alunos, nesse caso? Deixar passar e não dizer nada, porque é irrelevante, ou porque têm medo que o professor não aceite com bons olhos esse tipo de abordagem? 

Ou, pelo contrário, não devem ter qualquer receio em conversar com os professores?

No outro dia, estive aqui em casa com a minha filha a fazer a correcção do teste de matemática. Num dos exercícios, a professora considerou quase todas as respostas erradas. A minha filha insistia que as respostas estavam certas. Fui ver ao manual, apliquei as regras que lá vinham e que se aplicavam a cada caso, e ainda conferi com a calculadora.

A mim também me parece que as respostas dadas estão correctas. E, por isso mesmo, a minha filha vai levar o teste para que a professora reveja e lhe explique porque é que considerou tudo errado.

Penso que deve haver essa confiança por parte dos alunos para expôr os seus pontos de vista, abertura da parte dos professores para os ouvir, e responsabilidade para assumir o erro, se for esse o caso.

O que é que pode acontecer? Se, realmente, o exercício estiver errado (não me parece que seja o caso da minha filha), pelo menos ficam a perceber como se faz e porque está errado. Se tiver havido engano, são mais uns pontos que se somam à nota obtida, e que podem fazer a diferença. E os professores constatam que os alunos estiveram atentos, sabem a matéria e conseguem detectar os erros.

Porque se é verdade que os alunos erram muitas vezes, também é verdade que os professores podem falhar!

O Pior de 2014

Como não podia deixar de ser, depois do Melhor de 2014, tinha que vir o pior!

 

Jihadismo

 

Ébola

 

O vulcão da Ilha do Fogo - Cabo Verde

 

Legionella

 

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 O pior do meu ano 2014

- O acidente de carro nas férias de verão

- O meu descolamento do vítreo

- O dinheiro gasto em obras e mobílias para a casa

- As preocupações com as notas dos testes da Inês e com a forma de as melhorar

- O desaparecimento da Tica durante 2 dias