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Marta O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Sobre os Ouriços

 

Não é de agora que conheço a banda.

De facto, há já vários anos que eles animam as festas de verão.

Começaram por ser uma banda de ouriços - tudo bons rapazes, mas há cerca de um ano, quando estiveram aqui em Mafra, trouxeram uma mudança - uma voz feminina. Pessoalmente, acho que foi uma mais valia para o grupo. 

Durante esse tempo, cheguei a ir a alguns bailes em que eles actuavam.

No entanto, só agora começámos a segui-los com mais regularidade.

E posso dizer que são pessoas impecáveis, simpáticas, brincalhonas, simples e muito humildes, que nos tratam com muito carinho.

Sempre foi, e continua a ser, uma das bandas mais conhecidas entre nós, com boa música e boas vozes, que nos consegue sempre surpreender em cada espectáculo, e nos proporciona bons momentos de diversão. 

Noite especial

 

Ontem foi, sem dúvida, uma noite especial!

Apetecía-nos ir a um baile e descobrimos que ia haver festa no Milharado com o grupo musical Ouriços.

Quando lá chegámos, não havia ninguém a dançar. Mas como não dependemos dos outros para dançar, fomos nós para o centro e começámos. Passado algum tempo foi pedido aos presentes para imitarem uma coreografia e quem o fizesse melhor ganhava um brinde. Nós mantivémo-nos à frente e imitámos o melhor que conseguimos.

Quando chegou o momento de anunciarem o vencedor ficámos admirados mas felizes por termos sido nós! Ganhámos duas canetas do grupo.

E continuámos a dançar. Mas as surpresas não terminaram porque foram ter connosco e deram-nos uma T-shirt para cada um e ainda nos tiraram uma foto.

Já mais para o final da noite deram-nos os parabéns pela nossa energia, já que desde que chegámos e até ao final, não parámos de dançar, sendo muitas vezes o único na pista.  

Valeu a pena! 

Festas de Santo André

 
O que dizer sobre as Festas de Santo André, realizadas este fim-de-semana na Vila Velha, em Mafra?
Não me lembro de ter visto uma iluminação tão bonita como este ano!
Pela primeira vez, tivemos uma roulotte com algodão doce e farturas, e uma barraquinha de caipirinhas!
Penso que, para as possibilidades financeiras, e tendo em conta o local, esmeraram-se e estão de parabéns.
Na sexta-feira, o conhecido Zé do Pipo, que muitos acreditavam ser mais uma personagem do Marco Horácio (não é), pôs todos a rir. O grupo Turno da Noite, embora desconhecido, revelou-se uma boa aposta.
Já no sábado, a casa esteve mais cheia, muito por conta do Nel Monteiro, e da actuação da já conhecida banda de baile OURIÇOS, da nossa vizinha Ericeira.
Divertimo-nos muito e dançámos até a festa acabar!
Mas nem sempre tudo é bom, e aqui não foi excepção.
Há vários anos que se fazem festas neste recinto e, pela primeira vez, tiveram necessidade de cortar uma ameixieira. Seria realmente necessário cortar uma árvore com tantos anos, em prol de uma festa de 3 dias?
A quermesse também estava muito fraquinha. Não sei qual foi a proveniência dos prémios (peditório porta-a-porta não me parece), mas tinham muito poucos artigos, e que não chamavam muito a atenção para gastar dinheiro em rifas.
Por último, e embora eu já seja conhecida por ter medo de tudo, incluindo fogo-de-artifício, que prefiro ver ao longe e em segurança, desta vez, tive alguma razão para os meus receios.
É que, como o apresentador disse, a segurança foi mesmo mínima! O fogo foi lançado a escassos metros das pessoas e, se a maior parte foi corajosa o suficiente para não sair de onde estava, outras houve que, aos primeiros sinais de fagulhas a cair aos seus pés, ainda bem acesas, se refugiaram na tenda dos jantares, ainda que correndo o risco de alguma lá cair em cima e arder o plástico, ou alguma cana furar a protecção.
Nestes casos, vale mais o bom senso e a prudência, que a coragem. Depois de alguns minutos de pânico, lá terminou o fogo-de-artifício que, embora acredite tenha sido planeado com boa intenção para oferecer um espectáculo bonito, não foi realizado com a segurança que era pedida.
Ainda assim, valeu a pena! Venham mais festas (mas sem fogo)!