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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

“Plástico, um desafio ambiental”

 

Este é o filme de animação “Plástico, um desafio ambiental”, promovido pela Câmara Municipal de Mafra.

 

“Super P” é o nome do super-herói deste filme, do qual também fazem parte outras personagens bem conhecidas, tais como a estátua do “Guardião da Reserva Mundial de Surf da Ericeira” ou os gamos da Tapada Nacional de Mafra.

 

Nesta história, as crianças são convidadas a refletir sobre as suas escolhas diárias, e propõe-se que sejam adotados novos comportamentos em família, nomeadamente a utilização de recipientes reutilizáveis e recicláveis, alternativos ao plástico.

 

Nas Tuas Mãos

 Imagem relacionada

 

"Existem algumas coisas e situações na vida que não podes controlar.

Todas as outras estão, quase sempre, nas tuas mãos.

Está nas tuas mãos aceitar ou rejeitar, partir ou ficar, agir correta ou erradamente, lutar ou desistir, amar ou odiar, perdoar ou guardar rancor, seguir em frente ou ficar preso ao passado, assumir ou acobardar, denunciar ou ficar calado, fugir, escolher, tentar, decidir, viver, ser feliz...

E a forma como utilizas esse poder, ditará as consequências, boas ou más, que daí resultarem.

Que saibas tirar proveito deste poder que te foi colocado à disposição.

Que estejas consciente de que o teu futuro está, literalmente, nas tuas mãos!"

 

E foi baseada nesta reflexão, que surgiu o título para o novo livro que quero escrever - Nas Tuas Mãos!

Porque está nas mãos de cada uma das personagens, e de mais ninguém, escolher o rumo que quer para a sua vida, para o bem e para o mal.

O que escondem as perguntas?

 

Porque fazemos perguntas? O que pretendemos com elas? O que escondemos nas suas entrelinhas?

Perguntamos porque temos dúvidas? Ou para desfazer certezas?

Perguntamos porque queremos saber as respostas? Ou serão perguntas capciosas, para as quais já sabemos as respostas e só pretendemos confirmação?

Perguntamos para que nos respondam? Ou serão perguntas retóricas, apenas para reflexão?

Dizem que, em caso de dúvidas, devemos sempre perguntar. Mas será que podemos, ou devemos, fazer sempre as perguntas que nos passam pela cabeça? Ou será melhor, em determinados momentos, guardá-las?

Perguntar ofende? Há quem diga que não. Há quem defenda que sim. Eu digo que há maneiras diferentes de fazer uma mesma pergunta, dando-lhe voluntaria ou involuntariamente, sentidos e objectivos distintos.

Há quem pergunte para esclarecer ou para se informar, há quem pergunte para compreender, e há quem pergunte adequada e oportunamente dentro de um determinado contexto, numa conversa normal. Há perguntas que são pertinentes.

Mas há, também, quem pergunte para agredir, quem pergunte para ofender, quem pergunte para acusar, quem pergunte para recriminar, quem pergunte para afirmar.

Há quem pergunte, não para esclarecer, mas para semear dúvidas.

Existem perguntas simples, básicas e directas. Mas uma pergunta pode esconder muito nas suas entrelinhas, ter duplo sentido ou dupla intenção.  

Há perguntas para as quais não existe resposta. E aquelas perguntas que, pura e simplesmente, nem merecem resposta!

 

O que é a loucura?

 

Reflexão da personagem Marco Polo, no livro A Saga de Um Pensador, de Augusto Cury:

 

"Loucura?

Quem a pode definir?

Classicamente, loucura é toda a desagregação duradoura da personalidade que foge aos parâmetros da realidade.

Mas quais são esses parâmetros?

São psicóticas as pessoas que se sentem perseguidas por personagens criadas no seu imaginário.

Mas as pessoas que perseguem personagens reais, como generais que desencadeiam guerras, soldados que torturam, polícias que matam, políticos que controlam, o que são?

São psicóticas as pessoas que têm delírios de grandeza, que acham que são Jesus Cristo, Napoleão, Buda.

Mas, e os mortais que se sentem deuses pelo dinheiro e poder que possuem, que não se importam com a dor dos outros, são o quê?"

 

Reflexão "bloguística" sobre o 25 de Abril

 

Se não tivesse ocorrido a revolução do 25 de Abril em 1974, hoje, eu e muitos dos meus companheiros da blogosfera, veríamos as nossas opiniões censuradas, os nossos posts cortados e, até mesmo, os nossos blogs banidos.

E, em vez de estarmos a usufruir da nossa conquistada liberdade, enquanto vamos escrevendo o que nos vai na alma, o mais certo era estarmos confinados a uma cela, como punição por tal atrevimento.