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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

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A sentir-me grávida...

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Não estou! Mas é assim que eu me sinto 

 

Ora vejamos os sintomas mais comuns nas grávidas:

1 - aumento das mamas que ficam mais pesadas, doridas e sensíveis, dando uma sensação de inchaço - confirmado

2 - sensação de inchaço na barriga e dor abdominal - confirmado

3 - cansaço e sono excessivo, querer ir para a cama mais cedo e ter mais dificuldade do que o habitual para acordar pela manhã - confirmado

4 - sentir vontade de urinar com maior frequência - confirmado

5 - desejos alimentares - confirmado

6 - dor de cabeça - confirmado

7 - dor nas costas - confirmado

 

Tendo em conta estes sintomas, seria óbvio estar grávida! 

Não estou.

 

Era praticamente impossível, só havendo 0,01% de hipóteses de isso acontecer. Ainda assim, e porque fica sempre a dúvida, e a dúvida não mata, mas mói, fiz um teste de gravidez.

Deu negativo, claro! Já se esperava. Não é a primeira vez que tenho sintomas parecidos, e faço o teste, e de todas foi falso alarme. Este foi mais um. E um alívio, confesso.

 

Posto isto, continuei na minha vidinha.

Até porque o cansaço pode ser de andar sempre a correr de um lado para o outro, e o sono por deitar tarde e acordar cedo.

A vontade de urinar pode justificar-se com a maior quantidade de água que ando a beber.

Os desejos não são exclusivos das grávidas, nem tão pouco as dores de cabeça.

As dores nas costas podem ser provocadas pelo peso da tralha que trago na mala e, em algumas ocasiões, más posturas ou maus jeitos.

 

 

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Quanto à barriga e às mamas, talvez eu tenha engordado, e seja apenas o reflexo disso. Numa pessoa magrinha como eu, que está habituada a ver a barriga sempre lisa, qualquer diferença mínima já parece enorme. Talvez seja a alteração do corpo à medida que os anos vão passando.

 

Ou, então, talvez sejam efeitos secundários da própria pílula. O que é estranho, porque há anos que tomo, e só de vez em quando é que tenho estes sintomas.

 

O que eu sei é que, quando acordo de manhã, está lá uma pequenina elevação onde antes estava uma planície. Não é a barriga grande no geral. É apenas à frente, muito redondinha. Ao longo do dia, nem noto mas à noite, quando olho, parece mesmo uma barriga em início de gravidez! A dor e sensação de mamas inchadas e pesadas continua. E eu, apesar de saber que não estou grávida, continuo a sentir-me como se estivesse!

 

Tenho mesmo que ir ao médico se continuar assim por muito mais tempo...

Era hoje o teste?

Pergunta quem?

Não, não foi nenhum dos alunos que se esqueceu que hoje era dia de teste de matemática.

Quem se esqueceu foi mesmo a professora! Melhor dizendo, não se esqueceu. Diz que trocou as datas com outra turma.

Uma das minhas resoluções para 2015 era criticar menos, ser mais tolerante e paciente. Mas parece que as situações que se apresentam e me são servidas de bandeja, querem tornar essa resolução mais difícil de cumprir.

Não conheço a senhora, e sei que enganos todos cometemos, e esquecimentos todos temos, mas esta professora está a conseguir bater recordes e a dar comigo em doida (e nem sou eu que ando na escola e sou prejudicada).

É que não são uma, nem duas vezes, que os testes por ela marcados não são feitos no dia em que era suposto.

Parece que anda a brincar com os alunos, que está a dar aulas por dar, sem preocupações, sem saber o que lá anda a fazer. Se não tem competência e responsabilidade para a função, fique em casa.

Posso estar a ser muito mazinha, e a senhora até pode ser boa pessoa, mas as coisas não começaram bem e não têm corrido bem até agora. Impliquei com ela, com ou sem razão suficiente para tal, mas impliquei. 

E o pior é que, a menos que vá embora para outra escola, ou para casa, para o ano lá estará novamente a dar aulas a esta turma!

Depois da Matemática, as Ciências Naturais!

A professora de ambas as disciplinas, é a mesma!

Marcou um teste para a semana passada que, mais tarde, adiou para hoje.

Ontem, a professora deu aulas de matemática e ciências naturais à turma, e não disse nada. Hoje, no período da manhã, deu a aula de matemática, e voltou a não tocar no assunto. No período da tarde, faltou à aula de ciências, e não houve teste!

Espero que haja uma boa justificação para o sucedido (algo extremamente urgente e impossível de avisar com antecedência) mas a verdade é que esta professora, por múltiplas vezes desde que regressou à escola, após a ausência de duas semanas no início do ano lectivo, falta às aulas.

Mais uma vez, quem paga são os alunos, que ficam contentes por não terem realizado o teste hoje mas, para a semana, já não acharão graça quando, aos que já têm marcados, tiverem que juntar mais um!  

E podem vir dizer que não é um problema, porque se já estudaram para hoje já sabem a matéria e não é preciso estudar mais, porque na prática as coisas não são bem assim. Está matematica e cientificamente comprovado!

 

Negativo

 

Tendo em conta os meus sintomas, e estando a gripe quase ultrapassada (a única coisa que tenho é tosse), a médica foi pelo caminho mais fácil - não me receitar nada até ver se eu estava grávida!

Isto mesmo depois de eu lhe ter dito que era uma hipótese bastante remota, praticamente impossível.

Mas pronto, lá fui eu à farmácia comprar um teste, só para ter a certeza.

Como seria de esperar, deu negativo! Era o resultado lógico. No entanto, sempre que faço um teste de gravidez, sinto-me dividida entre sensações opostas. Por um lado, é um alívio: dadas as circunstâncias actuais, não há condições de nenhuma espécie para ter uma criança. Por outro lado (embora tomando a pílula e sabendo que a hipótese era remota), é uma sensação de "ainda não é desta vez"...

E, sendo assim, o óscar vai para...a gripe! Sim, excluída a hipótese de gravidez, resta mesmo atribuir-lhe a culpa pela minha dieta forçada.