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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

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À Conversa com Elsa Morais Sarmento

 

Elsa Morais Sarmento nasceu em Lisboa, na Maternidade Alfredo da Costa onde, mais tarde, trabalhou como administrativa.

Atualmente casada e mãe de uma menina, Elsa reside na vila de Belas e exerce a função de rececionista numa multinacional ligada ao ramo da bricolage, decoração e jardim.

Nos momentos de lazer, dedica-se a duas das suas grandes paixões – a leitura e a escrita.

Foi com o romance “Uma Segunda Oportunidade”, que Elsa se estreou na escrita.

 

 

 

 

“O Poder do Amor” é a mais recente obra, que lhe sucede.

 

 

 

Para nos falar um pouco mais sobre a sua incursão no mundo da escrita, e sobre si, tenho hoje comigo a autora Elsa Morais Sarmento, a quem desde já agradeço pela disponibilidade!

 

 

 

 

Como é que surgiu o seu gosto pela escrita?

Desde pequena que sempre gostei muito de escrever. Os cadernos escolares eram vistos e revistos, sublinhados e passados a limpo, sempre que achava que não tinha ficado ao meu gosto. Muitas vezes usava a sebenta e depois em casa passava para os cadernos. Tinha também o habito de escrever as letras das canções de que gostava e tinha muitos dossiers com essas letras por ordem alfabética. Mais tarde comecei a escrever versos, mas não achei que tivesse muito geito. Neste momento escrevo romances com alguma facilidade, pois gosto de ver a vida pelo lado positivo e tirar sempre qualquer coisa boa das coisas menos agradáveis. Escrevo também poemas, mas não com intuito de ser poetiza. Vão saindo de vez em quando, quando estou mais nostálgica.

 

Que papel é que a escrita ocupa na sua vida?

Acho que um papel secundário, pois em primeiro lugar vem sempre a família e o meu Edy (um cão com 16 anos), depois tenho a minha profissão, que também me ocupa muitas horas por dia, só depois vem a escrita, a meias com as tarefas domésticas.

 

Tanto “Uma Segunda Oportunidade”, a sua primeira obra, como “O Poder do Amor”, são romances. O que a levou a optar por este género literário?

Gosto muito de ver as pessoas felizes, e sem amor, no meu ponto de vista, acho muito difícil que se consiga uma vida recheada e vivida em pleno. O amor. Por vezes também nos deixa infelizes mas gosto de pensar que se consegue sempre dar a volta, como exemplo pessoal, num casamento de quase 30 anos de onde nasceu o fruto de um amor – a Joana - com altos e baixos, mas que no fundo o amor tudo superou e tem vencido algumas barreiras.

 

Quais são as suas principais referências literárias?

Acho que tenho um jeito muito próprio, mas gosto de ler Nicholas Sparks, Diana Barroqueiro. Adorava, Luís Miguel Rocha, gosto de José Luís Peixoto, José Rodrigues dos Santos, Dan Brown e muitos outros.

 

Se tivesse que eleger uma obra de um outro autor que não a Elsa, que recomendasse vivamente aos leitores, qual seria a sua escolha?

Haveria muitas obras de que gostei, mas as que me marcaram foram, "As Palavras que Nunca te Direi", "Os Filhos da Droga" e a "Vigésima Quinta Hora". Estilos diferentes mas que ficaram por alguma razão.

 

O “Poder do Amor” é a sua mais recente obra, um romance que traz também uma vertente policial e algumas investigações criminais. Em que é que se inspirou para escrever este segundo livro?

Foi mesmo na força que o poder do amor tem para mim. Já no primeiro livro, houve ação policial, numa espionagem jornalística. Neste segundo e com o decorrer da história achei que plantar alguma semente de dúvida, iria agarrar o leitor naquela fase da história. E até porque, como disse há pouco, no amor nem tudo é um mar de rosas, e nem sempre é um amor e uma cabana.

 

Que feedback tem recebido relativamente a esta obra?

Em relação à história muito bom. 97% das pessoas gostou e leu em dois ou três dias. 3% achou demasiado descritivo.

 

Têm ocorrido algumas comparações, tanto a nível da escrita, como da própria trama, entre o primeiro e o segundo romance?

Não. Curiosamente, não tem nada a ver um com o outro. São histórias completamente diferentes. A única semelhança é mesmo o tema. O amor e o romance. E como gostava de ter sido médica, as doenças, neste caso o cancro têm também um papel importante. Juro que "No Ciúme das Estrelas" não se fala de cancro. :)

 

A Elsa acredita no poder do amor?

SIM. Definitivamente, sim.

 

Muito obrigada!

 

 

*Esta conversa teve o apoio da Chiado Editora, que estabeleceu a ponte entre a autora e este cantinho.

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