Saltar para: Post [1], Pesquisa e Arquivos [2]

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

À Conversa com Future Stranger

foto future stranger.jpg

 

Future Stranger é o nome artístico do moldavo Gheorghe Nastas, um artista que compõe e produz os próprios temas, e que lançou, no passado dia 15 de junho o seu segundo single “Don’t You”.
Neste tema, que fala sobre o amor e a traição, Future Stanger demonstra mais uma vez a sua assinatura sonora focando-se, desta vez, na voz como um instrumental leve e simples.

 

Fiquem a conhecê-lo melhor nesta entrevista!

 

 

 

k15771734.jpg

 

Future Stranger é o nome artístico que adotaste. O que te levou a escolher este nome?

Este nome surgiu há muitos anos, e por alguma razão ficou. Já tentei perceber o porquê deste nome, mas sem sucesso. Talvez seja a fusão entre a minha obsessão pela ficção científica e pelo drama, ou talvez isso apenas seja uma interpretação que me satisfaça? Não sei.

 

 

Nasceste na Moldávia, mas resides desde muito cedo em Portugal. O que mais te deixa saudades da Moldávia, e o que mais gostas em Portugal?

A saudade acaba por ser um conceito estranho, pois desde miúdo que vivo em Portugal. A nostalgia que a geração anterior sente não se manifesta em mim.

A cultura nunca foi algo que me interessasse, e eu diria que a única marca que a Moldávia deixou em mim foram os valores que me foram passados através dos meus pais.

Naturalmente que a família importa, mas a nível pessoal, eu segui numa direção completamente diferente. Quanto a Portugal, foi aí que vivi a maior parte da minha vida e tive as oportunidades que tive.

 

 

Estudaste produção musical na Universidade Solent de Southampton, em Inglaterra. Na tua opinião, o talento natural para a música deve ser complementado com formação na área?

Excelente pergunta!

Há quem diga que a formação acaba por tornar o processo mecânico e elimina a emoção não filtrada, mas eu acho que, especialmente para os aprendizes de produtor é vital ter formação.

O mesmo se aplica a um guitarrista e um cantor, o treino refina a arte e elimina as impurezas, metaforicamente falando. Dito isto, eu penso que concretizar algo que parece impossível e para além das minhas capacidades parece-me ser uma boa razão para viver.

 

 

Na música, és cantor, compositor e produtor. Em qual das facetas te sentes mais à vontade?

Certamente que me sinto mais à vontade a produzir do que a cantar, não só por falta de experiência mas também por causa da obsessão que tenho com sintetizadores e com a tecnologia. Quanto à composição, gosto imenso de me aventurar com bandas sonoras, mas isso é uma história para muito mais tarde…

 

 

Como caracterizas o teu estilo musical?

É muito difícil caracterizar o meu próprio som pois estou demasiado envolvido nele. Demasiadas opiniões e justificações internas das quais não consigo escapar.

Mas se tivesse que dar uma resposta minimamente coerente, diria que o meu som talvez seja uma fusão entre música eletrónica, drama, ficção científica de Hollywood e um toque da agressividade do metal que tanto amo (James Hetfield forever).

Sempre senti a necessidade de dar muita energia à minha música, talvez um toque de drama ( um grandessíssimo toque de drama…) e tentar ser o mais versátil possível. Nunca produzi duas músicas iguais pois a rotina aborrece-me imenso.

 

 

 

 

“You’re My Religion” foi o teu single de apresentação. Que mensagem está implícita neste tema?

Apenas tentei capturar aquilo que o amor significa para mim, coberto por uma camada de pop e música eletrónica agressiva, camada essa que de certa forma demonstra como sou no amor…

 

 

 

 

“Don’t You” é o segundo single a ser apresentado, um tema que fala sobre amor e traição, duas palavras que andam sempre próximas uma da outra. Na tua opinião, quem ama não trai?

A traição é apenas a manifestação de fraqueza do ser humano, nada mais. Nunca estamos satisfeitos com nada e por isso queremos mais, mas o amor é uma tempestade de incertezas, mas ele está lá, para quem o quer.

 

 

Que feedback tens recebido por parte do público relativamente à tua música?

O feedback tem sido muito positivo, só espero conseguir chegar a mais ouvidos e talvez começar a receber criticas. Sonho ter o meu primeiro “hater” pois parece um conceito engraçado… e nas palavras de Cliff Blezsinski, “any press is good press”.

 

 

Quando sairá o álbum de Future Stranger?

A tarefa impossível… de momento,  mas acho que em breve as estrelas irão alinhar-se e talvez consiga canalizar a minha visão criativa de forma a que possa ter orgulho no resultado. Mas o que é certo é que o desafio não me assusta.

 

 

Quais são as tuas metas para 2018, a nível musical?

Pretendo mergulhar no trabalho e continuar a lançar música, tentar desafiar-me para produzir coisas que nunca antes fiz, surpreender o público e a mim próprio também. Estes dois singles foram apenas o início pois há muito mais que quero mostrar ao mundo, mas tudo a seu tempo.

 

 

De que forma é que o público te pode ouvir e acompanhar?

A minha música está disponível nas grandes plataformas como o YouTube, iTunes, Google Play, Spotify, Tidal e em breve também no Soundcloud. Podem seguir-me no Instagram (@futurestranger), no Facebook (@futurestrangerofficial) e no Soundcloud (@futurestranger). Fique atento a música nova em breve!

 

 

Muito obrigada!

 

 

 

 

Nota: Esta conversa teve o apoio da editora Farol Música, a qual cedeu também as imagens e o official audio.

 

 

  • Blogs Portugal

  • BP