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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

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À Conversa com os SQUEEZE THEEZE PLEEZE

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A banda convidada de hoje já anda no mundo da música há cerca de 14 anos, já participou em festivais, atuou com artistas internacionais bastante conhecidos, e viu algumas das suas músicas fazerem parte de telenovelas portuguesas.

Com 3 álbuns no seu percurso, e após uma pausa dedicada a outros projetos, 2016 marca o seu regresso com o EP “Mais Fácil”.
São os SQUEEZE THEEZE PLEEZE!
 

 

 

 

Quem são os SQUEEZE THEEZE PLEEZE?

Os Squeeze são Pedro Assalino (voz) e Pedro Fonseca (guitarra), juntos musicalmente há quase 20 anos, com mais de 100 musicas escritas em conjunto, e que estarão para sempre ligados à música.

 

A vossa banda formou-se em 2002, há cerca de 14 anos. Como definiriam o vosso percurso na música, ao longo destes anos?

Com altos e baixos, com momentos bons e menos bons, mas por alguma razão ainda aqui estamos e essa razão é a tal paixão pela música, só quem cria música, boa ou má, que uns gostam e outros não, é que sabe do que falamos. Sensações únicas.

 

Já fizeram primeiras partes de concertos de artistas como Cranberries ou Alanis Morissete, entre outros. Como foi essa experiência?

Brutal, claro.

 

Depois do primeiro álbum “Open”, em 2002, “Flatline”, em 2005, e “One Life Is Not Enough”, em 2008, os SQUEEZE THEEZE PLEEZE regressam em 2016 com um novo trabalho. O que vos levou a esta pausa de 8 anos?

Na realidade nunca estivemos parados, juntos formámos outros projetos, gravámos outros discos, ou seja, nunca parámos verdadeiramente, chegou o momento de voltar aos squeeze.

 

 

 

 

“Mais Fácil” é o nome do EP e também do single de apresentação. Sobre o que nos fala este vosso novo trabalho e as músicas que o compõem?

Fala daquilo que poderíamos ser se não tivéssemos medo de arriscar, do potencial que cada um tem dentro de si, a maior parte das vezes nunca revelado.

 

O que há de diferente neste novo trabalho, relativamente aos anteriores?

Estamos diferentes, mais velhos, com uma visão diferente do mundo e de nós próprios, e isso reflete-se na música que fazemos.

 

Este tema é o único em português. É mais fácil, para vocês, cantar em inglês?

É mais fácil em inglês, mas temos mais temas em português na calha, é um processo de habituação.

 

Como definem o vosso estilo musical?

Pop/Rock? …risos

 

Tendo em conta o vosso longo percurso no mundo da música, consideram que é, atualmente, mais fácil para os novos artistas lançarem-se numa carreira musical, ou pelo contrário, é uma tarefa mais difícil que há uns anos atrás?

Mais fácil por um lado, todos podemos gravar um bom trabalho com pouco dinheiro, mais difícil porque a concorrência é feroz.

 

O vosso EP foi lançado em formato digital a 25 de novembro. Que feedback têm recebido por parte do público?

Até agora tem sido muito bom, mas ainda estamos no processo de “re-acordar”…a banda e os seus fãs. Tudo a seu tempo.

 

Se tivessem que escolher um artista/ banda da atualidade para fazer a primeira parte de um concerto vosso, quem seria?

Ahahahha adorariamos ter o Dave Grohl a abrir um concerto nosso…ahahha

 

Já têm concertos agendados para os próximos meses?

Já temos algumas atuações a serem agendadas, mas como o EP saiu há muito pouco tempo, para já o nosso foco é promover o mesmo J.

 

Muito obrigada, e votos de muito sucesso!

 

 

 

Nota: Esta conversa teve o apoio da editora Farol Música, a qual cedeu também as imagens. 

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