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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

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Ai, as reuniões de pais!

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Como as abomino cada vez mais!

 

O único motivo que ainda me faz querer ir a essas reuniões é o facto de a directora de turma ter alguma informação importante que, caso eu não compareça, me possa escapar ou dela ficar sem conhecimento.

 

Não é pela ficha da avaliação do período, que a esta altura já sei as notas.

 

Não é pelo facto de a professora ter algo a dizer sobre a minha filha, porque se houvesse algo de mau, teria contactado antes. E de bom, não é preciso uma reunião conjunta para o mencionar. 

 

Não é para tomar conhecimento das medidas de auxílio à aprendizagem que, no caso da minha filha, se resumem à educação física, e à atitude de ambas as partes: professor e aluna. Até porque uma das medidas, da parte do encarregado de educação, para a minha filha, era incentivá-la a fazer os TPC's. Ora, a educação física não os trazem! Só se eu a puser a fazer exercício em casa!

 

Não é pelo prazer de conviver com professora e pais, cada um com a sua ideia formada, as suas convicções, a sua forma de pensar. Uns a concordar com os métodos dos professores, outros a discordarem. Com a directora de turma numa posição ingrata, sem querer tomar partido de nenhum dos lados mas a tentar, contra as evidências, defender os seus colegas professores, sem ficar contra os pais.

 

Não é pelo tempo que perco nessas reuniões, muito dele desnecessário.

 

É mesmo pela informação relevante que possa vir a ser transmitida, e que poderia ser enviada aos pais por email.

 

Depois, confesso, não vou muito à bola com a directora de turma. 

Ela é simpática, amável, muito profissional enquanto professora, preocupada com os alunos no que se refere aos estudos, mas há ali qualquer coisa no meio de tudo isso, que me soa a falso. Pode ser impressão minha. Mas não vejo a hora de me livrar destas reuniões.

2 comentários

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    marta-omeucanto 11.01.2019 11:16

    Nesta reunião, um dos pais manifestou-se, no seu pleno direito, contra os métodos do professor de história quanto aos testes, que este ano são feitos em tablet, e mais ao género escolha múltipla, porque considera que os alunos não vão preparados, nem aprendem nada assim.
    Já eu, acho este método inovador e eficaz, e tem resultado de forma positiva para a minha filha. Isso não invalida que eles não estudem, não tenham que saber a matéria para o teste.
    E debitar aquilo que se decorou para um teste escrito, nem sempre significa que esse mesmo conteúdo vai permanecer no cérebro dos alunos mais tempo que o necessário, e não esqueçam a maior parte findo o teste.
    A professora acha que, como é uma disciplina à qual não têm exame, o professor tenta que eles aprendam alguma coisa de uma forma mais descontraída.
    Eu acho que todo o ensino deveria ser mais descontraído, relaxado, e não com a pressão que colocam em cima dos alunos.
    Sobretudo no 9º ano. É os trabalhos e testes normais, acrescidos dos exames finais, do baile de finalistas, das sessões de orientação escolar e vocacional - deveria ser um ano levado com calma e tranquilidade, para melhores resultados e melhores decisões.
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